Enquanto o poder público celebra o fim das cenas abertas de uso, coletivos culturais e de redução de danos denunciam uma estratégia que apaga vínculos históricos e dispersa a vulnerabilidade pelas ruas da capital
Enquanto o poder público celebra o fim das cenas abertas de uso, coletivos culturais e de redução de danos denunciam uma estratégia que apaga vínculos históricos e dispersa a vulnerabilidade pelas ruas da capital