Zé Maria, cidadão brasileiro e dirigente do PSTU, partido político legalizado e em pleno funcionamento, foi condenado a dois anos de reclusão pelo suposto crime de “racismo” em virtude de declarações proferidas durante manifestação ocorrida na Avenida Paulista, cidade de São Paulo.
A sentença condenatória confunde ou ignora deliberadamente a diferença entre os conceitos de “antissionismo” e de “antissemitismo”, além de afastar o direito constitucional à liberdade de expressão e à crítica política.
Repudiamos a condenação e reafirmamos que a defesa do Estado palestino e o repúdio ao genocídio, em consonância com as manifestações da diplomacia brasileira, pode ser criticada e debatida, jamais criminalizada.
Diretoria da Fundação Perseu Abramo
29 de abril de 2026