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5 clássicos do cinema para assistir no Tela Brasil

O Governo Federal lançou a Plataforma Tela Brasil nesta terça-feira e já tem muito cinéfilo boquiaberto com tanta obra clássica disponível. O serviço público de streaming reúne produções audiovisuais nacionais e oferece acesso gratuito ao público.

Além de reunir centenas de obras em um único espaço, a plataforma também busca aproximar estudantes, escolas, bibliotecas, museus e outros espaços culturais de conteúdos produzidos em diferentes regiões do Brasil.

Com acesso gratuito e integração ao sistema Gov.br, a proposta é permitir que mais pessoas encontrem filmes, séries e documentários nacionais sem precisar pagar por assinaturas.

Ao mesmo tempo, a Tela Brasil abre espaço para que obras brasileiras alcancem novos público.

A Tela Brasil foi desenvolvida pelo Ministério da Cultura com apoio da Universidade Federal de Alagoas, instituição ligada ao Ministério da Educação (MEC). Toda a tecnologia utilizada na plataforma foi criada no país, resultado de pesquisas e projetos realizados dentro da universidade.

Como acessar o Tela Brasil

O Tela Brasil é a plataforma gratuita de streaming do Governo Federal voltada ao cinema nacional. Veja como acessá-la:

Pelo Computador ou Celular: Acesse o site oficial do Tela Brasil pelo navegador.

Acesso Único: Clique em “Entrar” e faça login utilizando a sua conta do Gov.br.Smart TVs

Aplicativos: O serviço também funciona pelo celular e é compatível com espelhamento (Chromecast ou Apple TV).

A seguir, confira cinco filmes imperdíveis da plataforma

Deus e o Diabo na Terra do Sol 

O filme brasileiro dirigido por Glauber Rocha é um clássico do cinema nacional. O filme foi produzido pela Copacabana Filmes, que também fez a distribuição da obra ao lado da Herbert Richers S.A.. A trama acompanha Manoel, um vaqueiro que fica revoltado por ser explorado pelo coronel Moraes, acabando por matá-lo em uma briga.

Perseguido por jagunços, foge com sua esposa Rosa, se juntando a um grupo de seguidores do beato Sebastião, que promete o fim do sofrimento através do retorno a um catolicismo místico e ritual. Enquanto isso, o matador de cangaceiros Antônio das Mortes é contratado para exterminar os seguidores do beato.

Olga

Olga é um filme brasileiro realizado em 2004 pelo diretor Jayme Monjardim, inspirado na biografia escrita por Fernando Morais sobre a alemã, judia e comunista Olga Benário Prestes. No filme, estrelam Camila Morgado[4] como a protagonista, Caco Ciocler também, como Luís Carlos Prestes e Fernanda Montenegro como Dona Leocádia Prestes, mãe de Luís Carlos Prestes.

Olga foi um grande sucesso de bilheteria; 385 mil pessoas o assistiram apenas no fim de semana de estreia no Brasil. A obra também recebeu três prêmios no Grande Prêmio Brasileiro de Cinema de 2005, mas teve recepção negativa da imprensa alemã.

São Paulo Sociedade Anônima

São Paulo Sociedade Anônima é um filme brasileiro de 1965 do gênero drama, dirigido e escrito por Luiz Sergio Person. No elenco principal, estão nomes como Walmor Chagas, Eva Wilma, Darlene Glória, Ana Esmeralda, Otello Zeloni, e Etty Fraser. A história acontece no momento da euforia desenvolvimentista provocada pela instalação de indústrias automobilísticas estrangeiras no Brasil, no final dos anos 50.

Produzido pela Socine Produções Cinematográficas e Lauper Films, o filme foi exibido no circuito comercial principalmente no segundo semestre de 1965. São Paulo Sociedade Anônima foi escolhido pelo Ministério das Relações Exteriores para representar o Brasil no Oscar de Melhor Filme Internacional de 1966, na 38ª cerimônia da premiação, porém acabou por não ser indicado na categoria.Foi lançado nos cinemas do exterior com o título São Paulo, Incorporated.

Lixo Extraordinário

O documentário relata o trabalho do artista plástico brasileiro Vik Muniz com catadores de material reciclável em um dos maiores aterros controlados do mundo, localizado no Jardim Gramacho, bairro periférico de Duque de Caxias. O aterro também foi o cenário de um outro documentário brasileiro, também premiado: Estamira (2004), de Marcos Prado.

O produtor inglês Angus Aynsley foi o idealizador do projeto, que inicialmente seria um documentário sobre a vida de Vik Muniz.A empresa O2 Filmes, de Fernando Meirelles, foi a co-produtora.[5