Segurança, conforto e pertencimento. Essas três palavras são parte importante do que orienta a busca por sociabilidade, em Belo Horizonte, no que se refere às pessoas que pertencem à sigla LGBTI+. “Não se trata de segregação, mas de acolhimento”, afirma a fisioterapeuta Giulia Ferreira, mulher trans de 31 anos, moradora do bairro São Paulo. “Espaços […]