O presidente dos EUA, Donald Trump, enviou uma mensagem à FIFA depois que a entidade anulou o cartão vermelho de Folarin Balogun, da seleção norte-americana, permitindo que o atacante jogasse na partida das oitavas de final contra a Bélgica, na segunda-feira (06/07).
“Agradeço à FIFA por fazer a coisa certa e reverter uma grande injustiça”, escreveu o presidente em sua plataforma Truth Social. Os EUA é um dos países sede, junto com México e Canadá, das competições da Copa do Mundo de 2026.
O atacante foi expulso pelo árbitro brasileiro Raphael Claus, quando Balogun deu um pisão no calcanhar do zagueiro bósnio Tarik Muharemovic em uma disputa de bola no segundo tempo do jogo. O juiz foi chamado pelo VAR para rever o lance e aplicou a punição máxima.
O cartão foi suspenso pela FIFA por “período probatório de um ano”, em conformidade com o artigo 27 do Código Disciplinar. Segundo a nota, caso haja reincidência do jogador, a sanção será “reativada e cumprida, sem prejuízo de qualquer sanção adicional que venha a ser aplicada pela nova infração”.
FIFA fez uma homenagem à Independência dos EUA
Antes dos confrontos das oitavas de final da Copa do Mundo de 2026 disputados no sábado (04/07), a federação anunciou que teria uma programação especial para as partidas em comemoração ao Dia da Independência dos Estados Unidos e ao 250º aniversário da independência do país.
No pré-jogo entre Canadá e Marrocos, aconteceu apresentações nas cores vermelho, branco e azul, além do desenrolar de uma grande faixa sobre o gramado inspirada em fogos de artifício. O hino nacional dos Estados Unidos será interpretado por Maia Rodriguez, musicista-chefe da banda da Marinha norte-americana. Já na partida entre Paraguai e França contou com uma referência ao papel histórico da cidade, onde a Declaração de Independência foi adotada em 4 de julho de 1776.
Enquanto isso, o uniforme da seleção do Haiti sofreu censura pela FIFA, por incluir na camiseta uma ilustração sutil que retrata a Batalha de Vertières (1803), marco histórico fundamental em que os revolucionários haitianos derrotaram as tropas de Napoleão Bonaparte, consolidando a independência do Haiti em relação à França.
“A exibição de mensagens ou slogans políticos, religiosos ou pessoais de qualquer natureza, em qualquer idioma ou formato, por jogadores e membros da comissão técnica em seus uniformes de jogo, uniformes de equipe ou outras vestimentas”, diz a FIFA.
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