Lisboa nos caminhos da revolução que continuam a ser escritos

Lisboa não guarda a Revolução dos Cravos apenas na memória institucional ou nas datas comemorativas, ela a inscreve na sua própria geografia, nos edifícios que atravessam séculos, nas paredes que são constantemente reescritas e na forma como os corpos ocupam a cidade no presente, de modo que percorrer os caminhos da revolução deixa de ser […]