Farmar Aura: Pertencimento e juventude na Era Digital

Muitos torceram o nariz. Mas gírias operam como marcadores culturais; não empobrecimento da língua. E, hoje, as redes operam como laboratórios de criação linguística – numa velocidade inédita. Reflexões a partir de Bakhtin, Bourdieu e Paulo Freire
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Entre o “Farmar Aura” e o pertencimento: linguagem, juventude e transformações sociais na Era Digital
Inundou o espaço entre adolescentes e jovens nas redes sociais: “farmar aura”. E gerou muitas dúvidas entre os parentes sobre o que seria exatamente isso. Pois bem. A expressão combina um termo usado pelos jogadores, ou gamers (‘farmar’, vem do verbo em inglês to farm, cultivar em uma fazenda, mas nos jogos é usado como […]
‘Grande Sertão: Veredas’ completa 70 anos como obra universal que retrata realidade regional
Cláudia Campos Soares afirma que fama de ser livro difícil não resiste a muitas páginas: ‘É uma leitura compensadora’ Fonte
Autismo e IA: inteligências desconhecidas

Por que reconhecer formas de cognição, humanas e maquínicas, que escapam à legibilidade neurotípica, deixou de ser questão técnica para se tornar questão política. Reflexões filosóficas de um pai-pesquisador, em homenagem ao poeta Marcelo Mário de Melo
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O céu da língua, o chão de estrelas (Coluna da Appoa)
Porto Alegre virou do avesso em matéria de linguagem. Veio Gregório Duvivier com ‘O céu da língua’, e caminhamos com ele pelos astros distraídos
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