Cidades: o porquê de uma mobilidade feminista

Marcado pela ideia do homem provedor, transporte urbano prioriza trajeto casa-emprego. Rotas do trabalho reprodutivo seguem negligenciadas. Quais são elas? Como desenhar ambientes seguros e cidades que acolham mulheres e o Cuidado?
The post Cidades: o porquê de uma mobilidade feminista appeared first on Outras Palavras.
O capitalismo depende do trabalho não-remunerado das mulheres?
Rhaysa Ruas fala sobre como invisibilidade do cuidado de casa relegado às mulheres é uma engrenagem para o capitalismo Fonte
As mãos que se fecham: reflexão sobre feminicídio, patriarcado e privilégio
Não basta condenar o feminicídio; é preciso enfrentar o patriarcado que sangra os corpos, os sonhos e o chão das mulheres. Fonte
Leopoldina Fortunati: ‘Operárias da casa e do sexo integram cadeia de produção capitalista’
Socióloga italiana diz que dupla jornada e trabalho não remunerado são centrais para compreender exploração capitalista Fonte
No 1º de Maio, hip-hop rima pelo fim da escala 6×1 em Porto Alegre
A cultura hip-hop marcou presença no 1º de Maio, durante o Festival do Trabalhador e Trabalhadora, em Porto Alegre. Expressões do rap, do grafite e de outras linguagens da cultura de rua ocuparam o espaço com performances que entrelaçam arte e reivindicação. A organização contou com o apoio de Eduardo Tamboreiro, do Preconceito Zero. No […]
Com fim da escala 6×1, mulher tem mais acesso a trabalho, diz ministra
Ministra Márcia Lopes defende que a mudança é uma ‘exigência do nosso tempo’ Fonte
Comunidade terapêutica no Amapá tem trabalho forçado não remunerado e retém Bolsa Família dos acolhidos, diz relatório
Relatório do Mecanismo Nacional de Combate a Tortura denuncia instituição localizada em área rural sem equipe de saúde atuante Fonte