As chuvas intensas que atingiram o Rio Grande do Sul nos últimos dias provocaram o aumento do nível de rios e lagos, resultando em alagamentos em várias regiões do Estado e colocando algumas localidades em situação de atenção, alerta ou até mesmo em cota de inundação.
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Conforme aponta o boletim mais recente da Defesa Civil do RS, divulgado na manhã deste sábado (21), os rios que ultrapassaram a cota de inundação são: o rio Uruguai, entre São Borja e Uruguaiana, que apresenta tendência de lenta elevação; o Ibicuí, em Manoel Viana, que continua com elevação lenta; o Ibirapuitã, em Alegrete, que está estável; no rio Jacuí, os níveis começam a se estabilizar em Cachoeira do Sul, mas a tendência é de lenta elevação a partir de Rio Pardo.
Também estão acima da cota de inundação o rio Taquari, no município de mesmo nome, e o rio Caí, em Montenegro. Porém, ambos estão em declínio. No rio Paranhana, em Taquara, a tendência é de lento declínio, enquanto o rio Sinos apresenta estabilidade em Campo Bom e lenta elevação em São Leopoldo.
Entre os rios em cota de alerta, destacam-se o rio Santa Maria, em Dom Pedrito, que mantém níveis elevados com tendência de estabilidade; o rio Caí, na região da Costa do Rio Cadeia, que apresenta lento declínio; e o Guaíba, que deve manter níveis elevados nos próximos dias, embora não haja expectativa de que atinja a cota de inundação.
Nas Ilhas da Região Metropolitana, os níveis seguem em elevação. O rio Sinos, em São Leopoldo, apresenta tendência de lenta elevação, mas deve estabilizar até o domingo (22). O Gravataí, nos municípios de Gravataí e Alvorada, também apresenta níveis elevados e deve entrar em estabilidade ao longo da madrugada.
Na cota de atenção, estão o Taquari, no trecho entre Santa Tereza e Porto Mariante; o Caí, entre Nova Palmira e Feliz; e o Quaraí. Em todos esses casos, a tendência observada é de declínio dos níveis nas próximas horas.
Ainda, o RS registra atualmente 23 pontos com bloqueio total e 17 com bloqueio parcial em estradas estaduais e federais, segundo dados da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e pelo Comando Rodoviário da Brigada Militar (CRBM). Alguns dos bloqueios, porém, são em razão de chuvas de 2023 e de 2024.
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