Antônio Sousa Jardim, mais conhecido como Toninho, arma a rede como fez a vida inteira. Escolhe o ponto, afasta o barco e espera. Depois volta, agarra a borda e puxa — devagar, no ritmo de quem conhece cada braçada do Rio Araçuaí. A rede sobe. Está vazia: “só mato, só sujeira”, diz o pescador. No […]