{"id":110691,"date":"2026-10-24T11:48:44","date_gmt":"2026-10-24T14:48:44","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/metropolis-cem-anos-depois-quais-sao-os-automatos\/"},"modified":"2026-10-24T11:48:44","modified_gmt":"2026-10-24T14:48:44","slug":"metropolis-cem-anos-depois-quais-sao-os-automatos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/metropolis-cem-anos-depois-quais-sao-os-automatos\/","title":{"rendered":"Metr\u00f3polis: cem anos depois, quais s\u00e3o os aut\u00f4matos?"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1280\" height=\"720\" src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/maxresdefault.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/maxresdefault.jpg 1280w, https:\/\/outraspalavras.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com\/media\/2026\/10\/maxresdefault-300x169.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com\/media\/2026\/10\/maxresdefault-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1280px) 100vw, 1280px\"><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 um s\u00e9culo, Fritz Lang, um dos maiores nomes que a hist\u00f3ria do cinema conheceu, rodava aquela que seria a mais ambiciosa produ\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica de Weimar. <em>Metr\u00f3polis<\/em>, baseado no romance hom\u00f4nimo de Thea von Harbou, estreou em Berlim em janeiro de 1927. O filme projetava seus espectadores para um ent\u00e3o remot\u00edssimo ano de 2026, numa cidade monumental cuja arquitetura era, ela mesma, uma tese sobre a sociedade de classes: no alto, entre arranha-c\u00e9us, jardins suspensos e est\u00e1dios, uma minoria de senhores desfruta do \u00f3cio; nas profundezas, os oper\u00e1rios e suas fam\u00edlias vivem soterrados, reduzidos \u00e0 condi\u00e7\u00e3o de ap\u00eandices das m\u00e1quinas que movem a cidade. N\u00e3o \u00e9 dif\u00edcil perceber o ch\u00e3o hist\u00f3rico sobre o qual Lang erguia sua distopia \u2014 uma Alemanha rec\u00e9m-sa\u00edda da hiperinfla\u00e7\u00e3o, atravessada pela racionaliza\u00e7\u00e3o taylorista e pelo fasc\u00ednio com o fordismo norte-americano, e em que a derrota da revolu\u00e7\u00e3o de 1918-1919 ainda ressoava como ferida aberta. Cem anos depois, o futuro imaginado chegou ao calend\u00e1rio. Resta saber o quanto dele chegou tamb\u00e9m \u00e0 realidade.<\/p>\n<p>A pot\u00eancia do filme reside, antes de tudo, na forma como traduz em imagem a experi\u00eancia do trabalho sob o capital. Os oper\u00e1rios marcham em colunas cabisbaixas, em passos sincronizados, como se o ritmo da f\u00e1brica tivesse colonizado os pr\u00f3prios corpos \u2014 figura\u00e7\u00e3o quase did\u00e1tica daquilo que Marx chamou de subsun\u00e7\u00e3o real do trabalho ao capital, quando j\u00e1 n\u00e3o \u00e9 o trabalhador quem se serve do instrumento, mas o instrumento que se serve do trabalhador. N\u00e3o por acaso, o gabinete de Joh Fredersen, o senhor de Metr\u00f3polis, exibe um grande rel\u00f3gio de dez horas, a medida exata dos turnos de trabalho: o tempo abstrato, homog\u00eaneo e mensur\u00e1vel, convertido em r\u00e9gua da explora\u00e7\u00e3o e em forma de domina\u00e7\u00e3o. Na c\u00e9lebre alucina\u00e7\u00e3o do protagonista, a m\u00e1quina que explode se transfigura em Moloch, a divindade que devora os oper\u00e1rios lan\u00e7ados em sua boca. Uma imagem que ecoa a cr\u00edtica marxiana do capital como \u201ctrabalho morto\u201d que, \u201ccomo um vampiro\u201d, mant\u00eam sua exist\u00eancia apenas atrav\u00e9s da absor\u00e7\u00e3o de trabalho vivo. A servid\u00e3o industrial dos subterr\u00e2neos, que o filme n\u00e3o hesita em figurar como escravid\u00e3o, \u00e9 sua condi\u00e7\u00e3o de exist\u00eancia.<\/p>\n<p>O conflito dram\u00e1tico tem in\u00edcio quando Freder, o filho privilegiado de Fredersen, abandona os jardins eternos da elite e desce \u00e0s entranhas da cidade. Ali, troca de lugar com um oper\u00e1rio exausto e experimenta, na pr\u00f3pria carne, as dez horas diante de uma m\u00e1quina cujos ponteiros precisam ser incessantemente ajustados, supl\u00edcio que o filme encena como uma crucifica\u00e7\u00e3o. Nas catacumbas, encontra Maria, a jovem que cuida dos filhos dos trabalhadores e prega a eles uma mensagem de esperan\u00e7a, recontando a par\u00e1bola da Torre de Babel: os que conceberam a torre jamais a constru\u00edram, e os que a constru\u00edram nada sabiam do sonho de quem a concebeu. A alegoria \u00e9 transparente \u2014 a cis\u00e3o entre trabalho intelectual e trabalho manual como fundamento da domina\u00e7\u00e3o \u2014 e \u00e9 a partir dela que Freder, tomado pela descoberta, se lan\u00e7a contra o pai autorit\u00e1rio. H\u00e1 aqui, por\u00e9m, um limite que conv\u00e9m n\u00e3o perder de vista: a reden\u00e7\u00e3o dos de baixo \u00e9 mediada por algu\u00e9m que vem de cima, e a consci\u00eancia de classe aparece menos como produto da auto-organiza\u00e7\u00e3o oper\u00e1ria do que como epifania moral de um herdeiro.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/14--30.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/14--30.png 680w, https:\/\/outraspalavras.nyc3.cdn.digitaloceanspaces.com\/media\/2025\/12\/14-1-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>\u00c9 na figura de Maria, contudo, que o filme toca algo de mais profundo. Sua prega\u00e7\u00e3o anuncia a chegada de um \u201cmediador\u201d, e os oper\u00e1rios, sem qualquer garantia material de que esse dia vir\u00e1, agarram-se a essa promessa como quem se agarra ao \u00fanico fio que resta num horizonte de desesperan\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p>Aqui cabe um par\u00eantese interessante. Em janeiro de 1925, meses antes de Lang iniciar as filmagens, o marxista peruano Jos\u00e9 Carlos Mari\u00e1tegui publicava <em>El hombre y el mito<\/em>, texto em que, dialogando com o franc\u00eas Georges Sorel, afirmava que a for\u00e7a dos revolucion\u00e1rios n\u00e3o reside em sua ci\u00eancia, mas em sua f\u00e9, sua paix\u00e3o e sua vontade. Contra o evolucionismo positivista da Segunda Internacional socialista, que aguardava a revolu\u00e7\u00e3o como quem aguarda um fen\u00f4meno natural, Mari\u00e1tegui reivindicava o mito revolucion\u00e1rio como energia mobilizadora, como aquilo que arranca os homens da resigna\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de irracionalismo, mas do reconhecimento de que nenhuma transforma\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica se faz sem uma dimens\u00e3o ut\u00f3pica, sem aquilo que Ernst Bloch chamaria de <em>Princ\u00edpio Esperan\u00e7a<\/em>. A esperan\u00e7a fugidia, alimentada pelo carisma de uma lideran\u00e7a, pode ser combust\u00edvel para mudan\u00e7as muito mais profundas do que aquelas que o c\u00e1lculo frio das condi\u00e7\u00f5es dadas autorizaria prever. Conv\u00e9m, por\u00e9m, n\u00e3o confundir os dois registros: o carisma que mobiliza n\u00e3o \u00e9 o mesmo que tutela. Um devolve aos de baixo a confian\u00e7a na pr\u00f3pria a\u00e7\u00e3o, o outro a transfere para a figura que promete agir em seu lugar.\u00a0<\/p>\n<p>Justamente por isso, as elites de Metr\u00f3polis compreendem que essa f\u00e9 \u00e9 perigosa e que, mais eficaz do que reprimi-la, \u00e9 sequestr\u00e1-la. Fredersen ordena ao inventor Rotwang que d\u00ea ao seu\u00a0 <em>Maschinenmensch<\/em>, o aut\u00f4mato que constru\u00edra, as fei\u00e7\u00f5es de Maria, destinado a substitu\u00ed-la e a desbaratar a resist\u00eancia por dentro. A clone rob\u00f3tica de Maria \u00e9 uma agente do caos, seu principal objetivo \u00e9 criar os pretextos para uma violenta repress\u00e3o, quando incita os oper\u00e1rios \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o cega das m\u00e1quinas, arrasta-os a uma f\u00faria que acaba por inundar a pr\u00f3pria cidade oper\u00e1ria e amea\u00e7ar a vida de seus filhos. \u00c9 a contrarrevolu\u00e7\u00e3o travestida de revolu\u00e7\u00e3o, a velha t\u00e9cnica do <em>agent provocateur<\/em> elevada \u00e0 escala tecnol\u00f3gica. O que Lang e von Harbou intu\u00edram com precis\u00e3o \u00e9 que a domina\u00e7\u00e3o mais sofisticada n\u00e3o se limita a esmagar a esperan\u00e7a popular; ela a falsifica, apropria-se de sua linguagem, de seu rosto e de sua voz, e a devolve \u00e0s massas convertida em instrumento de sua pr\u00f3pria derrota. O \u00f3dio, a histeria e a catarse destrutiva tornam-se mercadorias pol\u00edticas, encenados na dan\u00e7a da falsa Maria no Yoshiwara, diante de uma plateia de senhores em frenesi.<\/p>\n<p>N\u00e3o poderia soar mais atual. Ainda n\u00e3o chegamos ao ponto de dispor de aut\u00f4matos humanoides capazes de substituir lideran\u00e7as populares, como imaginava o filme; mas talvez nem precisemos deles. A falsa Maria de 2026 dispensa o corpo met\u00e1lico: habita os <em>deepfakes<\/em>, as vozes sint\u00e9ticas, os v\u00eddeos adulterados e os conte\u00fados fraudulentos gerados por intelig\u00eancia artificial que circulam em escala industrial pelas redes sociais \u2014 plataformas cujos algoritmos, calibrados para maximizar o engajamento, premiam precisamente o ressentimento e a indigna\u00e7\u00e3o que a extrema direita sabe cultivar como ningu\u00e9m. A alian\u00e7a entre os senhores das <em>big techs<\/em> e as for\u00e7as reacion\u00e1rias em escala global reatualiza o pacto entre Fredersen e Rotwang: quem det\u00e9m os meios de produ\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica det\u00e9m, cada vez mais, os meios de produ\u00e7\u00e3o da imagem p\u00fablica, inclusive a imagem dos pr\u00f3prios advers\u00e1rios. Em pleno ano eleitoral no Brasil, a possibilidade de p\u00f4r na boca de uma lideran\u00e7a popular palavras que ela jamais pronunciou, deixou de ser fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica para tornar-se uma arma dispon\u00edvel a quem puder pagar por ela.<\/p>\n<p>H\u00e1, por fim, uma ironia que o centen\u00e1rio n\u00e3o deve apagar. O desfecho de <em>Metr\u00f3polis<\/em> celebra a reconcilia\u00e7\u00e3o entre o patr\u00e3o e o capataz oper\u00e1rio, selada pela m\u00e1xima de que o mediador entre a cabe\u00e7a e as m\u00e3os deve ser o cora\u00e7\u00e3o. O gesto conciliador do industrial, atendendo ao apelo da verdadeira Maria e Freder, n\u00e3o alteram sua posi\u00e7\u00e3o de poder; ao contr\u00e1rio, a consolida. Ele agora \u00e9 capaz de influenciar a mentalidade do operariado, celebrando uma paz social da qual a liberdade fica ausente, substitu\u00edda por uma domina\u00e7\u00e3o carism\u00e1tica. Essa solu\u00e7\u00e3o, que Siegfried Kracauer, no livro <em>De Caligari a Hitler<\/em>, leu como antecipa\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica da \u201ccomunidade do povo\u201d nazista, e que o pr\u00f3prio Lang, anos depois, passaria a combater. N\u00e3o \u00e9 casual que Goebbels, e o pr\u00f3prio Hitler, tenham admirado o filme, nem que Thea von Harbou tenha acabado por aderir ao nazismo.\u00a0<\/p>\n<p>A obra carrega, portanto, tanto o diagn\u00f3stico quanto a armadilha: denuncia a manipula\u00e7\u00e3o da f\u00e9 popular e, no mesmo gesto, oferece uma f\u00e9 substituta, a da concilia\u00e7\u00e3o de classes que dissolve o antagonismo num sentimentalismo \u201cinofensivo\u201d. A li\u00e7\u00e3o que nos cabe extrair \u00e9 dupla. \u00c9 preciso defender a esperan\u00e7a contra sua falsifica\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica, mas \u00e9 preciso tamb\u00e9m recusar o cora\u00e7\u00e3o como mediador de um pacto com quem nos soterra. Entre a cabe\u00e7a e as m\u00e3os, o que a hist\u00f3ria ensina n\u00e3o \u00e9 o afeto dos senhores, mas a organiza\u00e7\u00e3o dos de baixo: s\u00f3 ela \u00e9 capaz de impedir que a pr\u00f3xima Maria seja, outra vez, uma m\u00e1quina a servi\u00e7o do dono da cidade.<\/p>\n<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Sem publicidade ou patroc\u00ednio, dependemos de voc\u00ea. Fa\u00e7a parte do nosso grupo de apoiadores e ajude a manter nossa voz livre e plural: <strong>apoia.se\/outraspalavras<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>The post &lt;i&gt;Metr\u00f3polis&lt;\/i&gt;: cem anos depois, quais s\u00e3o os aut\u00f4matos? appeared first on Outras Palavras.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/soldados-israelenses-matam-11-palestinos-em-gaza-e-na-cisjordania-em-24-horas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/wafaimage-1-scaled-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Soldados israelenses matam 11 palestinos em Gaza e...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/tempestade-mata-um-homem-em-natividade-da-serra-sp-ja-soma-19-mortes\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Tempestade mata um homem em Natividade da Serra; S...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/lula-fara-caminhada-com-apoiadores-neste-sabado-na-avenida-paulista\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/10\/Time-dO-Brasil-Pronto-Pra-Mais-foto-ricardo-stuckert-1-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Lula far\u00e1 caminhada com apoiadores neste s\u00e1bado, n...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/programacao-do-dia-da-amazonia-mobiliza-para-cop30\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Programa\u00e7\u00e3o do Dia da Amaz\u00f4nia mobiliza para COP30...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em uma Alemanha rec\u00e9m-sa\u00edda da hiperinfla\u00e7\u00e3o, afetada pela racionaliza\u00e7\u00e3o taylorista e pelo fasc\u00ednio com o fordismo, Fritz Lang imaginou uma cidade cuja arquitetura era uma tese sobre a sociedade de classes. Sua distopia ainda \u00e9 profecia ou j\u00e1 \u00e9 diagn\u00f3stico?<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/metropolis-cem-anos-depois-quais-sao-os-automatos\/\">&lt;i&gt;Metr\u00f3polis&lt;\/i&gt;: cem anos depois, quais s\u00e3o os aut\u00f4matos?<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[597,98,5236,6219,85082,85083,31631,5499,1670,810,85084],"tags":[],"class_list":["post-110691","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-big-techs","category-desigualdades","category-exploracao","category-ia","category-lang","category-manipulacao-da-fe","category-metropolis","category-poeticas","category-repressao","category-revolucao","category-sociedade-de-classes"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110691","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=110691"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/110691\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=110691"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=110691"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=110691"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}