{"id":12699,"date":"2025-02-06T17:54:46","date_gmt":"2025-02-06T20:54:46","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/a-precariedade-militar-da-america-do-sul\/"},"modified":"2025-02-06T17:54:46","modified_gmt":"2025-02-06T20:54:46","slug":"a-precariedade-militar-da-america-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-precariedade-militar-da-america-do-sul\/","title":{"rendered":"A precariedade militar da Am\u00e9rica do Sul"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"852\" height=\"510\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/250206-Tamandare.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/250206-Tamandare.jpg 852w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/250206-Tamandare-300x180.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/250206-Tamandare-768x460.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 852px) 100vw, 852px\"><figcaption><em>Fragata da classe Tamandar\u00e9, um dos projetos mais avan\u00e7ados das for\u00e7as armadas brasileiras. S\u00e3o as mais bem equipadas da regi\u00e3o, mas tamb\u00e9m dependem tecnologicamente das  grandes pot\u00eancias<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Por <strong>Daniel Barreiros<\/strong><\/p>\n<p><strong>MAIS:<\/strong><br \/>&gt; O texto a seguir integra o n\u00famero 9 (janeiro de 2025) do boletim do <strong>Observat\u00f3rio do S\u00e9culo XXI, <\/strong>parceiro editorial de <em>Outras Palavras.<\/em> A edi\u00e7\u00e3o examina a hist\u00f3ria e as perspectivas geopol\u00edticas e econ\u00f4micas da Am\u00e9rica do Sul. Pode ser <a href=\"https:\/\/nubea.ufrj.br\/images\/Observatorio\/Boletim_09_Janeiro_2025.pdf\">baixada e lida aqui<\/a>.<br \/>&gt; Leia tamb\u00e9m: <em><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/geopoliticaeguerra\/america-do-sul-partida-e-tutelada\/\">Am\u00e9rica do Sul, partida e tutelada<\/a><\/em><\/p>\n<p>Se considerarmos os or\u00e7amentos e o pessoal ativo no total da popula\u00e7\u00e3o, a Am\u00e9rica do Sul apresenta n\u00edveis apenas moderados de militariza\u00e7\u00e3o. Isso contrasta de forma expressiva com a concentra\u00e7\u00e3o de recursos naturais nesse continente, incluindo recursos h\u00eddricos, e que por for\u00e7a das circunst\u00e2ncias exigem capacidades de controle territorial e dissuas\u00e3o pelos Estados nacionais da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Pa\u00edses do Oriente M\u00e9dio, como Israel e Ar\u00e1bia Saudita, em um contexto geoecon\u00f4mico igualmente complexo, frequentemente mant\u00eam mais de 10 militares por 1.000 habitantes, enquanto na Am\u00e9rica do Sul essa propor\u00e7\u00e3o geralmente varia entre 2 e 5 militares por 1.000 habitantes, dependendo do pa\u00eds. O Brasil, o maior pa\u00eds do continente, possui cerca de 1,7 milh\u00e3o de militares e reservistas em uma popula\u00e7\u00e3o de 216 milh\u00f5es, representando uma propor\u00e7\u00e3o relativamente baixa. Na Am\u00e9rica do Sul, os gastos militares representam geralmente entre 1% e 2% do PIB, abaixo de regi\u00f5es como Am\u00e9rica do Norte e Europa, onde podem ultrapassar 3% do PIB, como nos EUA e na Pol\u00f4nia.<\/p>\n<p>Tudo isso indica um alto grau de exposi\u00e7\u00e3o geopol\u00edtica dos Estados-na\u00e7\u00e3o sul-americanos, em um contexto cada vez mais incerto acerca das garantias de resolu\u00e7\u00e3o pac\u00edfica de conflitos na terceira d\u00e9cada do s\u00e9culo XXI. Embora as amea\u00e7as de incorpora\u00e7\u00e3o do Canad\u00e1 e da Groenl\u00e2ndia feitas pelo atual chefe de Estado norte-americano sejam apenas bravatas, elas certamente s\u00e3o algo mais do que se tivessem sido proferidas por um polemista qualquer.<\/p>\n<p>Mas mesmo a for\u00e7a dos n\u00fameros j\u00e1 n\u00e3o basta na guerra moderna. Vivemos em um contexto militar no qual as for\u00e7as s\u00e3o cada vez mais especializadas, mais profissionalizadas, e tecnologicamente intensivas. Os choques convencionais entre for\u00e7as militares seguem no portf\u00f3lio de op\u00e7\u00f5es das grandes pot\u00eancias \u2013 vide a guerra russo-ucraniana -, a despeito da crescente import\u00e2ncia da guerra cibern\u00e9tica e das opera\u00e7\u00f5es de guerra h\u00edbrida no front interno. O controle territorial e a dissuas\u00e3o requerem ativos militares modernos; e pesando ainda mais sobre as desvantagens num\u00e9ricas sul-americanas, est\u00e1 a sua quase absoluta depend\u00eancia tecnol\u00f3gica em rela\u00e7\u00e3o a pot\u00eancias estrangeiras. Esse \u00e9 um prospecto que dificilmente pode ser revertido no curto prazo, embora os exemplos da \u00ccndia e da China soem como promissores. H\u00e1, contudo, um abismo entre as condi\u00e7\u00f5es pol\u00edticas e econ\u00f4micas que permitiram a D\u00e9lhi e a Pequim garantir suficiente autonomia tecnol\u00f3gica militar nacional, e aquelas vigentes na Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>Nem mesmo no que diz respeito ao b\u00e1sico (armas leves, blindados, artilharia), os pa\u00edses mais militarizados da regi\u00e3o contam com autonomia. A relativa exce\u00e7\u00e3o \u00e9 o Brasil, com uma ind\u00fastria de defesa suficientemente consolidada para a produ\u00e7\u00e3o de seus pr\u00f3prios ve\u00edculos blindados, como o formid\u00e1vel Guarani VBTP-MR (mas mesmo nesse caso, em parceria com a italiana Iveco), em servi\u00e7o desde 2014, e tamb\u00e9m exportado para o L\u00edbano, Gana e Filipinas. O Brasil produz o sistema de m\u00edsseis Astros II (Avibras), operado n\u00e3o s\u00f3 pelo ex\u00e9rcito brasileiro mas pelas for\u00e7as armadas do Iraque, Bahrein, Catar, Ar\u00e1bia Saudita, Indon\u00e9sia e Mal\u00e1sia.<\/p>\n<p>A compara\u00e7\u00e3o com as demais na\u00e7\u00f5es mais militarizadas da Am\u00e9rica do Sul \u00e9 impactante. A Argentina encontra-se estagnada, mantendo em opera\u00e7\u00e3o o obsoleto TAM (Tanque Argentino Mediano) em servi\u00e7o desde 1983, e n\u00e3o conta com capacidade de produ\u00e7\u00e3o nacional de armas de artilharia A Venezuela, tamb\u00e9m desprovida de uma ind\u00fastria de defesa s\u00f3lida, depende de importa\u00e7\u00f5es da R\u00fassia e da China, como no caso do tanque T-72 e do sofisticado sistema de m\u00edsseis S-300. A Col\u00f4mbia e o Peru s\u00e3o igualmente dependentes de importa\u00e7\u00f5es e da assist\u00eancia t\u00e9cnica provida por pot\u00eancias estrangeiras.<\/p>\n<p>No que tange ao poder naval, somente o Brasil conta com capacidade, ainda que limitada, de constru\u00e7\u00e3o de vasos de guerra. A marinha brasileira encontra-se em processo de substitui\u00e7\u00e3o das fragatas classe Niter\u00f3i (operadas desde 1975) pela sofisticada fragata classe Tamandar\u00e9, com projeto e produ\u00e7\u00e3o nacionais, em parceria com a Thyssenkrupp Marine Systems. Na Am\u00e9rica do Sul, \u00e9 o \u00fanico pa\u00eds capaz de construir submarinos convencionais, e atrav\u00e9s do ProSub (em parceria com a Fran\u00e7a) pretende comissionar um submarino nuclear at\u00e9 2034. A Argentina conta com estaleiros militares capazes de produzir as corvetas da classe Espora (com apoio alem\u00e3o, e j\u00e1 obsoletas) e pequenos navios de patrulha costeira. Nos anos 1980 a Argentina era a \u00fanica na\u00e7\u00e3o sul-americana com capacidade de constru\u00e7\u00e3o de submarinos (classe TR-1700), mas atualmente a infraestrutura de engenharia e log\u00edstica necess\u00e1ria encontra-se fora de opera\u00e7\u00e3o, e tecnologicamente defasada. Venezuela, Col\u00f4mbia e Peru n\u00e3o contam com constru\u00e7\u00e3o naval militar significativa, e operam submarinos da classe Kilo (importados da R\u00fassia) e Tipo 209 (modelos de exporta\u00e7\u00e3o, produzidos na Alemanha).<\/p>\n<p>No que tange o poder a\u00e9reo, a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ainda mais complicada. Mais uma vez, s\u00f3 o Brasil disp\u00f5e de engenharia e ind\u00fastrias para a produ\u00e7\u00e3o de aeronaves militares, e mesmo nesse caso, fortemente dependente de tecnologia estrangeira. O ic\u00f4nico A-29 Super Tucano, produzido pela Embraer, e operado por 21 for\u00e7as a\u00e9reas no mundo, \u00e9 um formid\u00e1vel aparelho para emprego em patrulhamento e contrainsurg\u00eancia, mas incapaz de garantir poder de intercepta\u00e7\u00e3o e superioridade a\u00e9rea. Para tal, o Brasil opera o F-39 Gripen, ca\u00e7a multiuso de 4\u00aa gera\u00e7\u00e3o, de origem sueca, montado parcialmente no Brasil (a partir de acordo de transfer\u00eancia parcial de tecnologia). Do total, apenas oito de trinta e seis unidades foram entregues, devido a dificuldades or\u00e7ament\u00e1rias. As defesas a\u00e9reas do Brasil dependem hoje em grande parte da frota composta por antigas aeronaves F-5 Tiger II, que apesar de modernizadas pela Embraer, s\u00e3o insuficientes para a tarefa.<\/p>\n<p>A Argentina outrora integrou o hall de pa\u00edses construtores de aeronaves militares, especialmente com seu IA-58 Pucar\u00e1, avi\u00e3o de ataque leve e contrainsurg\u00eancia, mas hoje opera uma for\u00e7a a\u00e9rea absolutamente insuficiente e dependente dos Estados Unidos: em 2024 o Departamento de Estado norte-americano aprovou a transfer\u00eancia de 24 ca\u00e7as F-16 da For\u00e7a A\u00e9rea da Dinamarca para a For\u00e7a A\u00e9rea Argentina (ainda n\u00e3o entregues), de modo a conter a oferta de um lote de JF-17 Thunder produzidos pela China. Neste quesito, a Argentina junta-se ao Chile, o maior operador de ca\u00e7as F-16 na Am\u00e9rica do Sul (esse \u00faltimo com 48 unidades). J\u00e1 a Venezuela n\u00e3o tem qualquer capacidade de projetar e produzir aeronaves, e depende do emprego dos avan\u00e7ados Sukhoi Su-30MK2 russos e de obsoletos Chengdu F-7 chineses. A For\u00e7a A\u00e9rea Venezuelana tamb\u00e9m opera com o F-16 da Boeing, mas devido ao status das rela\u00e7\u00f5es com Washington, a manuten\u00e7\u00e3o dessas<\/p>\n<p>m\u00e1quinas segue prejudicada. Tal como a Venezuela, o Peru n\u00e3o produz aeronaves, e opera um n\u00famero pequeno de aeronaves MiG-29, de fabrica\u00e7\u00e3o russa, bem como cerca de uma dezena de ca\u00e7as Mirage 2000 franceses, projetados ao final dos anos 1970.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o da Col\u00f4mbia \u00e9 ainda mais cr\u00edtica, pois a espinha dorsal de suas defesas a\u00e9reas conta com apenas seis ca\u00e7as Kfir, de fabrica\u00e7\u00e3o israelense, ainda operacionais. \u00c9 desnecess\u00e1rio dizer que os atritos recentes entre os governos Petro e Netanyahu, em fun\u00e7\u00e3o do genoc\u00eddio perpetrado por Telaviv em Gaza, cortou totalmente o suporte t\u00e9cnico da IAI (Israel Aircraft Industries) \u00e0 For\u00e7a A\u00e9rea Colombiana. A expectativa \u00e9 de que a Col\u00f4mbia perca todo seu poder de intercepta\u00e7\u00e3o a\u00e9rea em um ou dois anos.<\/p>\n<p>Em todos esses casos, h\u00e1 uma constante: o tremendo risco geopol\u00edtico envolvido na depend\u00eancia de servi\u00e7os de engenharia, assist\u00eancia t\u00e9cnica e de tecnologia mantidos por pot\u00eancias estrangeiras. Cumpre dizer que o acordo de transfer\u00eancia de tecnologia entre a SAAB e a Embraer enfrentou recentemente um pedido de investiga\u00e7\u00e3o pelo Departamento de Justi\u00e7a dos Estados Unidos, por supostas irregularidades no processo de concorr\u00eancia em que a Boeing foi derrotada pela empresa sueca. A ele se somam preocupa\u00e7\u00f5es em Washington de que, por conter componentes de origem norte-americana, o F-39 Gripen n\u00e3o possa ser objeto de transfer\u00eancia de tecnologia sem aprova\u00e7\u00e3o legislativa nos EUA.<\/p>\n<p>Uma pol\u00edtica externa altiva e independente, se perseguida de maneira vigorosa na Am\u00e9rica do Sul, pode, no curto prazo, produzir ru\u00eddos capazes de gerar paralisia em elementos vitais para a preserva\u00e7\u00e3o da integridade territorial e da seguran\u00e7a nacional, a depender do grau de exposi\u00e7\u00e3o enfrentado por um determinado pa\u00eds. Esse \u00e9 o pre\u00e7o da depend\u00eancia tecnol\u00f3gica. E um enquadramento bipolarizante, no qual depender das ind\u00fastrias russas e chinesas apare\u00e7a como mal necess\u00e1rio diante da hegemonia norte-americana, tem a face de Jano: n\u00e3o h\u00e1 depend\u00eancia melhor que outra quando o assunto \u00e9 preservar ou ampliar os graus de liberdade e autonomia nacional perante o sistema.<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/geopoliticaeguerra\/a-precariedade-militar-da-america-do-sul\/\">A precariedade militar da Am\u00e9rica do Sul<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/em-meio-a-precarizacao-comerciarios-do-rio-conquistam-aumento-real-e-ampliam-direitos\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/Marcio-Ayer-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Em meio \u00e0 precariza\u00e7\u00e3o, comerci\u00e1rios do Rio conqui...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nao-poderia-ter-hora-pior-para-bolsonaro-clamar-por-anistia-diante-da-greve-de-fome-de-glauber-braga\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">N\u00e3o poderia ter hora pior para Bolsonaro clamar po...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/virada-sustentavel-celebra-15-anos-com-programacao-diversa-e-gratuita\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Virada Sustent\u00e1vel celebra 15 anos com programa\u00e7\u00e3o...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/desemprego-em-baixa-renda-em-alta\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Desemprego em baixa, renda em alta<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Fragata da classe Tamandar\u00e9, um dos projetos mais avan\u00e7ados das for\u00e7as armadas brasileiras. S\u00e3o as mais bem equipadas da regi\u00e3o, mas tamb\u00e9m dependem tecnologicamente das grandes pot\u00eancias Por Daniel Barreiros MAIS:&gt; O texto a seguir integra o n\u00famero 9 (janeiro de 2025) do boletim do Observat\u00f3rio do S\u00e9culo XXI, parceiro editorial de Outras Palavras. A [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":1,"featured_media":12700,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1],"tags":[],"class_list":["post-12699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-uncategorized"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/1"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12699\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/12700"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}