{"id":14161,"date":"2025-02-21T10:21:54","date_gmt":"2025-02-21T13:21:54","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/60-anos-sem-malcolm-x-resistencia-negra-por-liberdade-justica-e-soberania-territorial\/"},"modified":"2025-02-21T10:21:54","modified_gmt":"2025-02-21T13:21:54","slug":"60-anos-sem-malcolm-x-resistencia-negra-por-liberdade-justica-e-soberania-territorial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/60-anos-sem-malcolm-x-resistencia-negra-por-liberdade-justica-e-soberania-territorial\/","title":{"rendered":"60 anos sem Malcolm X: Resist\u00eancia negra por liberdade, justi\u00e7a e soberania territorial"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"828\" height=\"466\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-22.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-22.jpg 828w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-22-300x169.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/02\/image-22-768x432.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 828px) 100vw, 828px\"><figcaption><em>Foto: Bettmann archive\/Getty images\/ Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Vanessa Ribeiro e Rafael Bastos\/ Grupo de Estudos \u00c9tnico-Raciais\/MST<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<blockquote>\n<p><em>Se n\u00e3o est\u00e1 pronto para morrer por ela, coloque a palavra \u2018liberdade\u2019 fora do seu vocabul\u00e1rio\u201d<\/em><\/p>\n<p><cite>\u2013 Malcolm X<\/cite><\/p><\/blockquote>\n<p>Na semana em que se completa 60 anos do assassinato de Malcolm X, a pergunta do ativista ainda faz sentido para todos que experimentam a viol\u00eancia do racismo estrutural: \u201cQuem te ensinou a odiar a cor de sua pele?\u201d<\/p>\n<p>No dia 19 de maio de 1925 nasceu El Hajj Malik Al-Shabazz, mais conhecido como Malcolm X. Malcolm X entendia que a liberdade do povo negro nos Estados Unidos (e no mundo) era resultado de sua capacidade de organiza\u00e7\u00e3o e autossufici\u00eancia, o que inclu\u00eda a posse da terra como base material para a emancipa\u00e7\u00e3o. Defendeu que o povo negro deveria construir suas pr\u00f3prias institui\u00e7\u00f5es e n\u00e3o depender do sistema branco opressor, e que a \u201cresist\u00eancia do povo negro contra os regimes autorit\u00e1rios era o caminho para a revolu\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Dirigente negro que influenciou toda uma gera\u00e7\u00e3o de militantes por sua defesa da unidade negra e a luta contra o racismo, atualmente sua contribui\u00e7\u00e3o intelectual e sua luta revolucion\u00e1ria s\u00e3o conhecidas em todo o mundo.<\/p>\n<p>Instigava a pensar sobre a falta de liberdade na depend\u00eancia dos meios de vida na m\u00e3o de pessoas brancas e a inexist\u00eancia de espa\u00e7os negros de com\u00e9rcio, algo flagrante na hist\u00f3ria do Brasil. Isso se conecta com a luta pela terra no Brasil e no mundo negro, deste reconhecido do estado africano, fora do continente m\u00e3e. Somos comunidades quilombolas, ind\u00edgenas, camponesas e perif\u00e9ricas que buscam acesso e direito ao territ\u00f3rio para garantir sua sobreviv\u00eancia e autodetermina\u00e7\u00e3o, para a manuten\u00e7\u00e3o de nossa cultura em meio ao sistema capitalista, que segue nos a\u00e7oitando.<\/p>\n<p>Em sua defesa pela autonomia do povo preto, nos encontramos com o pensamento de Malcolm X e a luta pela terra. A soberania nacional est\u00e1 intimamente ligada \u00e0 resist\u00eancia negra contra o racismo estrutural. Embora sua luta tenha se concentrado nos EUA, Malcolm X fazia conex\u00f5es com as lutas anticoloniais na Am\u00e9rica Latina, \u00c1frica e na \u00c1sia. Ele reconhecia a liga\u00e7\u00e3o dos povos negros ao redor do mundo, atrav\u00e9s da estrutura de explora\u00e7\u00e3o baseada em um sistema estruturado pelo racismo, em que a desterritorializa\u00e7\u00e3o se tornou um dos principais instrumentos de domina\u00e7\u00e3o do colonialismo.<\/p>\n<p>O fato de 75% da popula\u00e7\u00e3o brasileira mais pobre \u00e9 negra \u00e9 um efeito das viol\u00eancias que o povo preto vem sofrendo ao longo de toda a di\u00e1spora africana. A persegui\u00e7\u00e3o ao povo preto n\u00e3o parou; o encarceramento em massa de negros e negras foi mais um passo na dire\u00e7\u00e3o do embranquecimento da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>No Brasil, o Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) e outras organiza\u00e7\u00f5es camponesas enfrentam desafios semelhantes e denunciam a concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria e a viol\u00eancia estatal para a manuten\u00e7\u00e3o das desigualdades.<\/p>\n<p>A luta pela terra e reforma agr\u00e1ria popular no Brasil \u00e9 tamb\u00e9m uma luta antirracista. Malcolm X criticava o sistema capitalista racista que excluiu sistematicamente a popula\u00e7\u00e3o negra de oportunidades. A estrutura fundi\u00e1ria ainda reflete essa l\u00f3gica; a maioria das terras est\u00e1 nas m\u00e3os de elites brancas. O Censo Agropecu\u00e1rio do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) mostra que os brancos det\u00eam mais terras do que os negros: das grandes propriedades, 79,1% dos donos s\u00e3o brancos, enquanto apenas 17,4% s\u00e3o pardos e 1,6% s\u00e3o pretos. Assim, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que o Agroneg\u00f3cio \u00e9 Branco.<\/p>\n<p>A popula\u00e7\u00e3o negra historicamente foi expulsa do campo e for\u00e7ada a ocupar periferias urbanas sem acesso a direitos b\u00e1sicos; ainda hoje s\u00e3o a maioria da popula\u00e7\u00e3o exclu\u00edda e tamb\u00e9m a maior parte em situa\u00e7\u00e3o de rua. Um breve olhar para os abrigos e nas grandes cidades n\u00e3o deixa d\u00favidas.<\/p>\n<p>Como descolar a viol\u00eancia do latif\u00fandio do racismo? Pergunta que responde ao porqu\u00ea de tantas comunidades rurais e Sem Terra serem atacadas e pessoas serem mortas. O latif\u00fandio branco mata agricultoras familiares e pessoas negras. Recuperar Malcolm X nesse momento \u00e9 importante, pois ele sempre refletiu e nos lembrou a import\u00e2ncia da defesa do direito \u00e0 autodefesa contra a viol\u00eancia racista pela manuten\u00e7\u00e3o do direito \u00e0 vida, que \u00e9 amea\u00e7ada pelo latif\u00fandio branco.<\/p>\n<p><strong>Fato: os negros at\u00e9 hoje n\u00e3o t\u00eam o direito de resistir \u00e0 opress\u00e3o por todos os meios necess\u00e1rios para conservar a vida, o maior bem. <\/strong>No Brasil, comunidades que lutam pela terra enfrentam repress\u00e3o policial, despejos e assassinatos de lideran\u00e7as. A luta camponesa, portanto, compartilha com Malcolm X a necessidade de resist\u00eancia diante da viol\u00eancia do Estado.<\/p>\n<p>Uma no\u00e7\u00e3o satisfat\u00f3ria de leg\u00edtima defesa n\u00e3o \u00e9 \u00f3bvia, ent\u00e3o qual \u00e9 a nossa resist\u00eancia ativa contra o racismo, inclu\u00eddos os das organiza\u00e7\u00f5es populares? Quando vemos atos de leg\u00edtima defesa no contexto da viol\u00eancia estrutural e entendemos o \u201ceu\u201d encarnado nos dados sociais. Escrevendo especificamente sobre a leg\u00edtima defesa armada, Akinyele Omowale Umoja a define como \u201ca prote\u00e7\u00e3o da vida, das pessoas e da propriedade contra agress\u00f5es violentas por meio da aplica\u00e7\u00e3o da for\u00e7a necess\u00e1ria para frustrar ou neutralizar o ataque.\u201d<\/p>\n<p>Embora isso possa ser apropriado em muitos contextos, a associa\u00e7\u00e3o prim\u00e1ria da leg\u00edtima defesa com a prote\u00e7\u00e3o n\u00e3o captura como ela tamb\u00e9m pode reproduzir ou minar normas e rela\u00e7\u00f5es sociais existentes, dependendo da localiza\u00e7\u00e3o social do \u201ceu\u201d que est\u00e1 sendo defendido. Depois de repelir ataques contra a nossa vida, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favidas de que renasceremos. A resist\u00eancia ativa deve compreender a leg\u00edtima defesa e, portanto, levar em conta o poder transformador para grupos oprimidos, como o povo sem terra no pa\u00eds do agroneg\u00f3cio, bem como o efeito estabilizador da leg\u00edtima defesa para grupos opressores. N\u00e3o \u00e9, ser\u00e1 ou foi pac\u00edfico o processo de liberta\u00e7\u00e3o dos povos; n\u00e3o ser\u00e1 diferente em nossos espa\u00e7os, seguimos morrendo.<\/p>\n<p>A luta pela terra no Brasil, seja de comunidades quilombolas, ind\u00edgenas ou camponesas, ressoa com as ideias de Malcolm X sobre soberania, justi\u00e7a social e resist\u00eancia ao racismo estrutural. A terra n\u00e3o \u00e9 apenas um bem econ\u00f4mico, mas um direito fundamental para a liberdade e a dignidade dos povos historicamente marginalizados.<\/p>\n<p>O resgate de nossa hist\u00f3ria e de nosso senso de comunidade pode vir a nos curar e dar-nos ferramentas para nos defender. A luta pela igualdade racial n\u00e3o cessar\u00e1 enquanto negros e negras n\u00e3o forem maioria no Congresso, na academia, nas m\u00eddias, em todos os espa\u00e7os de poder da sociedade brasileira. Contudo, \u00e9 importante dar continuidade, valorizar a mem\u00f3ria e reconhecer a luta de Malcolm X, entendendo que \u00e9 necess\u00e1rio pautar um projeto de pa\u00eds que abarque as necessidades dos trabalhadores e trabalhadoras. O projeto de pa\u00eds deve ser forjado pelas m\u00e3os do povo brasileiro, deve ser antiracista, antissexista, anticapitalista, antipatriarcal e democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>E o racismo deve ser enfrentado no cotidiano e materializado nas linhas pol\u00edticas para que, de fato, a popula\u00e7\u00e3o negra n\u00e3o fique \u00e0 merc\u00ea das mazelas estruturantes do Estado, compreendendo que negros, negras e ind\u00edgenas s\u00e3o as principais v\u00edtimas do racismo, em sua perspectiva estruturante e da viv\u00eancia cotidiana.<\/p>\n<p>Nota-se que a luta \u00e9 por repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica. Nas palavras de Malcolm X: \u201cN\u00e3o lutamos por integra\u00e7\u00e3o ou separa\u00e7\u00e3o; lutamos para sermos reconhecidos como seres humanos.\u201d<\/p>\n<p>Por fim, enegrecer \u00e9 tamb\u00e9m uma forma de afeto; \u00e9 possibilitar que o povo negro tenha brilho nos olhos, vontade de lutar e combater toda forma de opress\u00e3o, acertando as contas com nossa pr\u00f3pria hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><em>*Editado por Fernanda Alc\u00e2ntara<\/em><\/p>\n<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2025\/02\/21\/60-anos-sem-malcolm-x-resistencia-negra-por-liberdade-justica-e-soberania-territorial\/\">60 anos sem Malcolm X: Resist\u00eancia negra por liberdade, justi\u00e7a e soberania territorial<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/sul21.com.br\/noticias\/politica\/2025\/09\/proposta-de-anistia-discutida-no-congresso-nao-tem-respaldo-juridico-diz-kakay\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/sul21.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/20190414-selo_republicadorespb.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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