{"id":16831,"date":"2025-03-14T11:33:56","date_gmt":"2025-03-14T14:33:56","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/a-solidariedade-entre-os-povos-esta-no-centro-do-internacionalismo-do-mst-diz-dirigente\/"},"modified":"2025-03-14T11:33:56","modified_gmt":"2025-03-14T14:33:56","slug":"a-solidariedade-entre-os-povos-esta-no-centro-do-internacionalismo-do-mst-diz-dirigente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-solidariedade-entre-os-povos-esta-no-centro-do-internacionalismo-do-mst-diz-dirigente\/","title":{"rendered":"\u2018A solidariedade entre os povos est\u00e1 no centro do internacionalismo do MST\u2019, diz dirigente"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31-1024x683-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31-1024x683-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-31.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: La\u00eds Alanna<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Ednubia Ghisi, do Setor de Comunica\u00e7\u00e3o e Cultura do MST no Paran\u00e1<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>A floresta amaz\u00f4nica expande as fronteiras entre a regi\u00e3o Norte do Brasil e outros oito pa\u00edses da Am\u00e9rica Latina. Juntas, essas nove na\u00e7\u00f5es guardam a maior floresta tropical do mundo, em tamanho e biodiversidade, e por isso t\u00eam papel-chave para o equil\u00edbrio clim\u00e1tico e para o futuro da vida no planeta. Este bioma de imensas riquezas naturais sofre com a desnacionaliza\u00e7\u00e3o das terras, a privatiza\u00e7\u00e3o dos bens da natureza e a viol\u00eancia sobre seus povos, em nome da gan\u00e2ncia do capital, pelas m\u00e3os do agroneg\u00f3cio, minera\u00e7\u00e3o e explora\u00e7\u00e3o h\u00eddrica.<\/p>\n<p>Rodeados pela simbologia do bioma amaz\u00f4nico, em Bel\u00e9m do Par\u00e1, cerca de 400 militantes do MST participaram da Reuni\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional do Movimento, entre 20 e 24 de janeiro. O internacionalismo esteve entre os temas centrais do encontro, diante do cen\u00e1rio de acirramento da luta de classes provocada pela crise do capitalismo e o decl\u00ednio do imperialismo norte-americano.<\/p>\n<p>Diante de uma crise de hegemonia, os Estados Unidos avan\u00e7am em uma ofensiva muito mais hostil frente \u00e0s resist\u00eancias e aos processos que se contrap\u00f5em ao modelo hist\u00f3rico do imperialismo e do capitalismo norte-americano. T\u00eam, hoje, grandes polos de disputa internacional, e o que est\u00e1 em jogo s\u00e3o os grandes interesses do capital\u201d, como explica Messilene Gorete, da dire\u00e7\u00e3o do Setor de Internacionalismo do MST, se referindo especialmente \u00e0 polariza\u00e7\u00e3o dos EUA com a economia chinesa.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"853\" height=\"605\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-32.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-32.jpeg 853w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-32-300x213.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-32-768x545.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 853px) 100vw, 853px\"><figcaption><em>Messilene Gorete, da dire\u00e7\u00e3o do Setor de Internacionalismo do MST. Foto: Arquivo Pessoal<\/em> <\/figcaption><\/figure>\n<p>Entre os efeitos globalizados da crise do sistema capitalista est\u00e1 a crise ambiental. Com cat\u00e1strofes por enchentes e inc\u00eandios, cerca de 50% da popula\u00e7\u00e3o do planeta (4 bilh\u00f5es de pessoas) j\u00e1 sofre com falta d\u2019\u00e1gua em pelo menos um m\u00eas ao ano. A previs\u00e3o \u00e9 de que at\u00e9 2025 cerca de 1,8 bilh\u00e3o de pessoas enfrentem \u201c<a href=\"https:\/\/www.fao.org\/land-water\/water\/water-scarcity\/en\/\">escassez absoluta de \u00e1gua<\/a>\u201c, como denomina a Organiza\u00e7\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para Agricultura e Alimenta\u00e7\u00e3o (FAO). \u201cTemos visto os grandes desastres e acompanhado com muita aten\u00e7\u00e3o, que n\u00e3o \u00e9 um problema s\u00f3 do Brasil. \u00c9 parte das evid\u00eancias do que significa a sanha do capital e a sua crise\u201d, completa Messilene.<\/p>\n<h2>Unidade popular internacional<\/h2>\n<p>A a\u00e7\u00e3o conjunta entre os povos organizados do mundo \u00e9 uma necessidade hist\u00f3rica e um princ\u00edpio para o Movimento. \u201cO MST n\u00e3o existiria se n\u00e3o tivesse nosso internacionalismo como esse princ\u00edpio \u00e9tico, moral, de constru\u00e7\u00e3o, para al\u00e9m de entender que para construir um modelo de sociedade diferente no Brasil \u00e9 necess\u00e1rio, e obrigat\u00f3rio, a gente construir com outros e outras, para al\u00e9m das nossas fronteiras\u201d, explica Messilene.<\/p>\n<p>O movimento contribuiu na funda\u00e7\u00e3o e integra a coordena\u00e7\u00e3o de tr\u00eas organiza\u00e7\u00f5es. A mais antiga \u00e9 a Via Campesina, articula\u00e7\u00e3o do campo criada em 1992. Ela est\u00e1 presente em 81 pa\u00edses, por meio de 180 organiza\u00e7\u00f5es camponesas. As organiza\u00e7\u00f5es e movimentos populares urbanos, sindicais, partid\u00e1rios e populares est\u00e3o unificadas em torno da Assembleia Internacional dos Povos, a AIP. Criada em 2019, est\u00e1 presente nos cinco continentes, com 23 escolas de forma\u00e7\u00e3o na Am\u00e9rica Latina. J\u00e1 a Articula\u00e7\u00e3o de Movimentos da Am\u00e9rica Latina (ALBA), desde 2007, congrega na\u00e7\u00f5es da regi\u00e3o, em 25 pa\u00edses e com 400 diferentes for\u00e7as populares.<\/p>\n<p>As linhas de a\u00e7\u00e3o da AIP e da ALBA convergem na luta contra o capitalismo, imperialismo, colonialismo, patriarcado e racismo. Assim como na solidariedade entre os povos, unidade em torno de a\u00e7\u00f5es pr\u00e1ticas e defesa da vida e do meio ambiente.<\/p>\n<p>Messilene explica que essas organiza\u00e7\u00f5es s\u00e3o espa\u00e7os para elabora\u00e7\u00e3o de an\u00e1lises comuns, constru\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es conjuntas e para \u201capresentar para a humanidade uma proposta de vida e de sociedade que seja alternativa a esse capital que est\u00e1 em crise, mas que ainda se articula com os estados, com os governos e, ao mesmo tempo, com as grandes burguesias e oligarquias nos nossos pa\u00edses\u201d.<\/p>\n<h2>Solidariedade para a reconstru\u00e7\u00e3o<\/h2>\n<p>A m\u00edstica em torno do Internacionalismo transformou o palco da Reuni\u00e3o Nacional em um cen\u00e1rio de destrui\u00e7\u00e3o, simbolizando escombros, m\u00f3veis, tijolos e objetos espalhados pelo ch\u00e3o, ao som de tiros e \u00e0 batida de tambores. As bandeiras de quatro na\u00e7\u00f5es se ergueram em meio \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o: Palestina, Haiti, Cuba e Venezuela.<\/p>\n<p>De diferentes maneiras, estes quatro pa\u00edses enfrentam a sanha do imperialismo, com bloqueio econ\u00f4mico, massacre e interfer\u00eancia militar. S\u00e3o povos com os quais o povo Sem Terra \u00e9 solid\u00e1rio, e que t\u00eam recebido brigadas de trabalho nos \u00faltimos anos. O apoio a esses povos manteve-se reafirmado como central nas a\u00e7\u00f5es internacionalistas do MST no pr\u00f3ximo per\u00edodo.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33-1024x683-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33-1024x683-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-33.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: La\u00eds Alanna<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Na c<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2020\/01\/25\/coordenacao-nacional-do-mst-lanca-carta-ao-povo-brasileiro\/\">arta final da Reuni\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional<\/a>, o MST frisou o compromisso em \u201cExercitar o internacionalismo e a solidariedade como princ\u00edpios, valores e estrat\u00e9gias para construir a luta socialista; de m\u00e3os dadas com Cuba, Palestina, Venezuela, Haiti, os povos da \u00c1frica e com a classe trabalhadora do mundo\u201d, conforme trecho do documento. Messilene sintetiza a \u201csolidariedade entre os povos\u201d como o centro do internacionalismo do MST, guia para as a\u00e7\u00f5es priorit\u00e1rias.<\/p>\n<p>O cessar-fogo no territ\u00f3rio palestino reacende a esperan\u00e7a de reconstru\u00e7\u00e3o de vida digna e liberdade para o povo. \u201cTemos a grande miss\u00e3o de fortalecer mais ainda a solidariedade no sentido pr\u00e1tico da reconstru\u00e7\u00e3o e do apoio concreto, com as nossas experi\u00eancias de produzir, de construir, de ajudar o povo de Gaza a reconstruir a vida que foi destru\u00edda nesse per\u00edodo\u201d, garante Messilene.<\/p>\n<p>Durante o massacre promovido pelo ex\u00e9rcito de Israel contra a Palestina, o Movimento <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2023\/12\/07\/em-mais-uma-doacao-mst-envia-11-toneladas-de-alimentos-para-as-familias-em-gaza\/\">enviou a doa\u00e7\u00e3o de cerca de 13 toneladas de alimentos<\/a>, em parceria com o Minist\u00e9rio das Rela\u00e7\u00f5es Exteriores.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"772\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39-1024x772-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39-1024x772-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39-300x226.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39-768x579.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39-1536x1159.jpeg 1536w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-39.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: La\u00eds Alanna<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"773\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34-1024x773-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34-1024x773-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34-300x227.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34-768x580.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34-1536x1160.jpeg 1536w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-34.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: La\u00eds Alanna<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Em Cuba, o recrudescimento do embargo econ\u00f4mico imposto pelos EUA provoca uma das crises mais profundas desde a revolu\u00e7\u00e3o na Ilha. Messilene explica as consequ\u00eancias do bloqueio econ\u00f4mico: \u201cMuitas das quest\u00f5es econ\u00f4micas que Cuba poderia resolver internamente o pa\u00eds n\u00e3o consegue, pois n\u00e3o pode fazer rela\u00e7\u00e3o externa. N\u00e3o pode receber financiamento. N\u00e3o pode fazer compras fora, porque a empresa que vende para Cuba \u00e9 punida\u201d, resume.<\/p>\n<p>A dirigente tamb\u00e9m frisa a urg\u00eancia de a\u00e7\u00f5es humanit\u00e1rias e solid\u00e1rias para ajudar na reconstru\u00e7\u00e3o do Haiti, que enfrenta um colapso do Estado e coloca o povo em situa\u00e7\u00f5es de extrema inseguran\u00e7a. \u201c\u00c9 um povo que hoje tamb\u00e9m tem sofrido as consequ\u00eancias do que foi fazer revolu\u00e7\u00e3o e luta contra o colonialismo franc\u00eas, e que hoje tem sofrido fortemente as a\u00e7\u00f5es do imperialismo norte-americano\u201d.<\/p>\n<p>Guardi\u00e3 da maior reserva de petr\u00f3leo do mundo, a Venezuela resiste a uma violenta press\u00e3o imperialista dos EUA, com embargos e san\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas. A partir da leitura conjunta de movimentos populares da Am\u00e9rica Latina, Messilene sintetiza a Venezuela como \u201co modelo que tem hoje um enfrentamento do imperialismo norte-americano, precisamente porque contrap\u00f5e o seu modelo econ\u00f4mico, pol\u00edtico, ideol\u00f3gico e social para o mundo, que \u00e9 o que nos apresenta como uma alternativa para salvar a humanidade: o socialismo\u201d.<\/p>\n<p>A posi\u00e7\u00e3o do MST \u00e9 de apoio e compromisso com a revolu\u00e7\u00e3o bolivariana. \u201cN\u00f3s que estamos muito presentes na Venezuela, que temos a\u00e7\u00f5es concretas na Venezuela desde o ano 2005 junto \u00e0s organiza\u00e7\u00f5es venezuelanas, a gente sabe o que \u00e9 o modelo do governo e a revolu\u00e7\u00e3o bolivariana e n\u00e3o temos medo nenhum de defend\u00ea-lo frente a qualquer outra cr\u00edtica que se coloca pela esquerda brasileira e pelo governo brasileiro\u201d, garante Messilene.<\/p>\n<h2>\u201cEu considero a Venezuela como minha segunda p\u00e1tria\u201d<\/h2>\n<p>Vizinho do Brasil e uma das na\u00e7\u00f5es com quem compartilhamos o bioma amaz\u00f4nico, a Venezuela tem sido uma escola para centenas de Sem Terra, ao longo de 20 anos. Filipe Emanuel, do MST do estado de Alagoas, est\u00e1 entre os militantes que t\u00eam se dedicado na constru\u00e7\u00e3o da Brigada no pa\u00eds.<\/p>\n<p>O compromisso com o internacionalismo para Filipe se enraizou quando participou do curso de teoria latino-americana na Escola Nacional Florestan Fernandes (ENFF), a escola nacional do MST. A germina\u00e7\u00e3o veio com a tarefa pr\u00e1tica como brigadista na Venezuela, durante quatro anos.<\/p>\n<p>\u201cE \u00e9 algo incr\u00edvel, porque eu posso dizer que eu fui uma pessoa e voltei outra totalmente diferente. Eu aprendi bastante com o povo\u201d. Mais do que contribuir, a viv\u00eancia no pa\u00eds foi uma escola, seja sobre a cultura, do novo idioma, sobre a produ\u00e7\u00e3o, e principalmente sobre as formas de organiza\u00e7\u00e3o, com as comunas e os conselhos comunais. \u201cFoi algo que me ajudou muito como militante. Expandiu bastante minha mente e sem d\u00favida voltei outra pessoa. Eu considero a Venezuela como minha segunda p\u00e1tria\u201d, completa.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"576\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-36.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-36.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-36-300x225.jpeg 300w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\"><\/figure>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"720\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-35.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-35.jpeg 960w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-35-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-35-768x576.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 960px) 100vw, 960px\"><\/figure>\n<p><em>Militantes da Brigada Internacionalista Apol\u00f4nio de Carvalho. Foto: MST<\/em><\/p>\n<p>O estreitamento da rela\u00e7\u00e3o entre o MST e o povo venezuelano tem como marco um encontro entre o comandante Hugo Ch\u00e1vez e lideran\u00e7as do Movimento em 2005, durante um F\u00f3rum Social Mundial, no Rio Grande do Sul. Ch\u00e1vez conheceu uma cooperativa e um assentamento, hoje batizado com o nome do comandante.<\/p>\n<p>De l\u00e1 para c\u00e1, centenas de militantes do MST de todo o Brasil j\u00e1 participaram da Brigada permanente formada no pa\u00eds vizinho, batizada em homenagem a Apol\u00f4nio de Carvalho \u2013 militante comunista volunt\u00e1rio nas Brigadas Internacionais da Guerra Civil Espanhola, combatendo o fascismo na d\u00e9cada de 1930. As principais tarefas de apoio ao povo venezuelano s\u00e3o na produ\u00e7\u00e3o de alimentos e de sementes, na organiza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o e na forma\u00e7\u00e3o sobre agroecologia.<\/p>\n<p>A rela\u00e7\u00e3o entre o MST e o povo venezuelano ganha nova fase com a organiza\u00e7\u00e3o do projeto P\u00e1tria Grande do Sul, criado a partir de um convite do presidente Nicol\u00e1s Maduro, reeleito para o terceiro mandato. \u201cEstamos num momento mais especial para dar essa contribui\u00e7\u00e3o massiva de massifica\u00e7\u00e3o da agroecologia, de produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis\u201d, explica Filipe.<\/p>\n<p>Este projeto est\u00e1 sendo organizado a partir de brigadas de t\u00e9cnicos e camponeses Sem Terra para atuar no estado Bol\u00edvar, localizado no sul da Venezuela, na fronteira com o estado brasileiro de Roraima. Filipe explica se tratar de um grande latif\u00fandio que foi recuperado pela revolu\u00e7\u00e3o bolivariana e agora est\u00e1 sendo destinado para a produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis. A implanta\u00e7\u00e3o de agroflorestas estar\u00e1 no centro do trabalho, somado \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de sementes, de prote\u00edna animal, e de hortas perto dos centros urbanos.<\/p>\n<h2>A urg\u00eancia do apoio ao povo haitiano<\/h2>\n<p>Al\u00e9m de Cuba e da Venezuela, o Haiti \u00e9 o pa\u00eds latino-americano com o qual o MST mant\u00e9m maiores esfor\u00e7os de solidariedade e coopera\u00e7\u00e3o. A na\u00e7\u00e3o caribenha \u00e9 formada por cerca de 11 milh\u00f5es de pessoas, e atravessa uma das piores crises da sua hist\u00f3ria recente. A capital Porto Pr\u00edncipe est\u00e1 tomada por gangues, e a viol\u00eancia coloca pelo menos 1 milh\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de deslocamento dentro do pr\u00f3prio pa\u00eds, sendo metade delas crian\u00e7as \u2013 segundo dados das Na\u00e7\u00f5es Unidas de fevereiro deste ano.<\/p>\n<p>\u201cDe quatro anos para c\u00e1, com a domina\u00e7\u00e3o das gangues, \u00e9 outro Haiti. H\u00e1 uma demoniza\u00e7\u00e3o do Haiti. O povo haitiano sofre um racismo mundial, um desprezo mundial, como se eles fossem animais, gente da pior qualidade\u201d, relata Augusto Silva, militante do MST de S\u00e3o Paulo que contribui com a Brigada permanente do Movimento no Haiti, e h\u00e1 mais de 20 anos no Setor de Internacionalismo.<\/p>\n<p>Ele descreve marcas profundas na hist\u00f3ria do pa\u00eds, com efeitos diretos na atualidade: \u201cO povo sofre a vingan\u00e7a do imp\u00e9rio pelo que representou o Haiti, onde ocorreu a primeira revolu\u00e7\u00e3o de pessoas escravizadas que deu certo. Eles derrotaram os tr\u00eas maiores ex\u00e9rcitos da \u00e9poca, o Imp\u00e9rio Napole\u00f4nico, que ningu\u00e9m derrotava, o Imp\u00e9rio Ingl\u00eas, o Ex\u00e9rcito Ingl\u00eas e o Ex\u00e9rcito Espanhol. Ent\u00e3o, est\u00e3o pagando por essa ousadia at\u00e9 hoje\u201d.<\/p>\n<p>Liderada por pessoas negras escravizadas, a revolu\u00e7\u00e3o que tornou o Haiti independente da Fran\u00e7a foi de 1791 a 1803, contra o poder colonial da Fran\u00e7a e a escravid\u00e3o. Mesmo derrotada, a Fran\u00e7a imp\u00f4s uma d\u00edvida cruel at\u00e9 a d\u00e9cada de 1940, que estrangulou a economia nacional.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-37-1024x683-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-37-1024x683-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-37-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-37-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-37.jpeg 1536w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-38.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-38.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-38-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-38-768x512.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<p><em>Militantes da Brigada Dessalines, no Haiti. Fotos: Ricardo Cabano<\/em><\/p>\n<p>Um outro ponto relevante, na avalia\u00e7\u00e3o de Augusto, \u00e9 a presen\u00e7a constante dos Estados Unidos no pa\u00eds desde a d\u00e9cada de 1910, \u201csaqueando, roubando e inviabilizando o Haiti em todo o momento\u201d. A posi\u00e7\u00e3o geogr\u00e1fica do Haiti tamb\u00e9m soma entre os fatores determinantes para a crise prolongada: entre seus vizinhos caribenhos, est\u00e1 a ilha de Cuba, enclave de resist\u00eancia anti-imperialista que segue inspirando o mundo. No sul de Cuba, est\u00e1 a base naval de Guant\u00e1namo, controlada pelos EUA, e com o Haiti, seu vizinho mais pr\u00f3ximo, a leste. A localiza\u00e7\u00e3o \u00e9 estrat\u00e9gica para controlar toda a entrada, inclusive no caso de um conflito contra a Venezuela.<\/p>\n<p>Sobre o papel dos organismos internacionais na media\u00e7\u00e3o dos conflitos internos do Haiti, Augusto diz acreditar que o pa\u00eds \u201cest\u00e1 esquecido do mundo\u201d. \u201cNingu\u00e9m est\u00e1 olhando para o Haiti\u201d, as exce\u00e7\u00f5es s\u00e3o Cuba, com brigadas de m\u00e9dicos, e a Venezuela. O militante refor\u00e7a a necessidade da solidariedade ao povo haitiano estar na pauta do movimento negro e dos movimentos populares como um todo.<\/p>\n<p>O MST atua no Haiti desde 2009, com a forma\u00e7\u00e3o da Brigada Jean-Jacques Dessalines \u2013 em homenagem a um dos l\u00edderes da Revolu\u00e7\u00e3o Haitiana. A Brigada se formou em articula\u00e7\u00e3o com os movimentos populares da Via Campesina e Alba Movimentos Sociais. As a\u00e7\u00f5es de solidariedade internacionalista come\u00e7aram no contexto da ocupa\u00e7\u00e3o militar coordenada pelo ex\u00e9rcito brasileiro e promovida por meio da Miss\u00e3o das Na\u00e7\u00f5es Unidas para a Estabiliza\u00e7\u00e3o no Haiti, a MINUSTAH.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40-1024x768-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40-1024x768-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40-768x576.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40-1536x1152.jpeg 1536w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/image-40.jpeg 1600w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Augusto, militante do MST e integrante da brigada no Haiti. Foto: Ednubia Ghisi<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<\/p>\n<p>A amplia\u00e7\u00e3o veio em 2010, ap\u00f3s o terremoto, quando a Brigada passou a ter cerca de 35 militantes no Haiti. O trabalho foi de ajudar a reerguer algumas estruturas b\u00e1sicas de sobreviv\u00eancia. Anos mais tarde, as a\u00e7\u00f5es da Brigada passaram a fortalecer organiza\u00e7\u00f5es camponesas e urbanas para a produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, reflorestamento, forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e comunica\u00e7\u00e3o. Nesta fase de crise profunda pela qual o pa\u00eds passa, o Movimento planeja reorganizar a Brigada permanente que possa somar na resist\u00eancia haitiana.<\/p>\n<p>Seja na Palestina, Haiti, Cuba, Venezuela, as brigadas internacionalistas t\u00eam significado uma oportunidade de forma\u00e7\u00e3o de consci\u00eancia e compreens\u00e3o da realidade, como apresenta este trecho lido durante a m\u00edstica da Reuni\u00e3o da Coordena\u00e7\u00e3o Nacional: \u201cConstruir a vida \u00e9 abrir espa\u00e7o para a escuta, o luto e a busca por justi\u00e7a. \u00c9 reconhecer o sofrimento, mas tamb\u00e9m buscar maneiras de transform\u00e1-lo em aprendizado e for\u00e7a. No processo de reconstru\u00e7\u00e3o, as pessoas redescobrem sua resili\u00eancia. Cada tijolo recolocado, cada \u00e1rvore replantada, cada sorriso recuperado \u00e9 um ato de resist\u00eancia \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o. Abrimos os escombros para criar ruas outra vez cheias de vida. Reconstruir a vida ap\u00f3s uma guerra \u00e9 uma tarefa imensa, mas tamb\u00e9m \u00e9 profundamente humana\u201d.<\/p>\n<p><em>*Editado por Fernanda Alc\u00e2ntara<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2025\/03\/14\/a-solidariedade-entre-os-povos-esta-no-centro-do-internacionalismo-do-mst-diz-dirigente\/\">\u2018A solidariedade entre os povos est\u00e1 no centro do internacionalismo do MST\u2019, diz dirigente<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/operacao-do-ice-termina-com-mulher-morta-a-tiros-em-minneapolis\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/03166129-ff54-4404-810f-78f00d12240b-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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