{"id":23852,"date":"2025-04-24T16:39:12","date_gmt":"2025-04-24T19:39:12","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/nisia-floresta-pioneira-do-feminismo-e-da-educacao-libertadora-no-brasil\/"},"modified":"2025-04-24T16:39:12","modified_gmt":"2025-04-24T19:39:12","slug":"nisia-floresta-pioneira-do-feminismo-e-da-educacao-libertadora-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nisia-floresta-pioneira-do-feminismo-e-da-educacao-libertadora-no-brasil\/","title":{"rendered":"N\u00edsia Floresta: pioneira do feminismo e da educa\u00e7\u00e3o libertadora no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 140 anos, em 24 de abril de 1885, falecia a educadora, escritora e poetisa N\u00edsia Floresta. Considerada a precursora do feminismo no Brasil, ela foi a primeira autora do pa\u00eds a publicar textos em defesa dos direitos das mulheres e da igualdade de g\u00eanero.<\/p>\n<p>N\u00edsia tamb\u00e9m se consagrou como uma pioneira da educa\u00e7\u00e3o libertadora, ao fundar um col\u00e9gio feminino que se destacou por romper com o ensino tradicional \u2014 substituindo a prepara\u00e7\u00e3o das meninas para o matrim\u00f4nio e a maternidade por uma educa\u00e7\u00e3o ampla no campo das artes, ci\u00eancias e humanidades.<\/p>\n<p>A atua\u00e7\u00e3o intelectual de N\u00edsia tamb\u00e9m abrangeu a cr\u00edtica social aos costumes do seu tempo, a defesa dos povos ind\u00edgenas e a den\u00fancia dos horrores da escravid\u00e3o. Ela viveu parte de sua vida na Europa, onde teve contato com o positivismo e tornou-se uma das mais not\u00f3rias disc\u00edpulas de Auguste Comte.<\/p>\n<h3>A juventude de N\u00edsia<\/h3>\n<p>N\u00edsia Floresta era o pseud\u00f4nimo de Dion\u00edsia Gon\u00e7alves Pinto, nascida em 12 de outubro de 1810, em Papari (atual munic\u00edpio de N\u00edsia Floresta), no interior do Rio Grande do Norte. Ela era filha do portugu\u00eas Dion\u00edsio Gon\u00e7alves Pinto, um advogado com ideias liberais, e da brasileira Ant\u00f4nia Clara Freire.<\/p>\n<p>A origem portuguesa do pai trouxe alguns contratempos \u00e0 fam\u00edlia \u2014 estigmatizada pelo sentimento antilusitano que crescia durante os movimentos independentistas. Em 1817, a eclos\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Pernambucana obrigaria os Gon\u00e7alves Pinto a se mudarem para Goiana, no interior de Pernambuco. Nesse local, N\u00edsia cursou as primeiras letras, frequentando o Convento das Carmelitas.<\/p>\n<p>A jovem tamb\u00e9m foi bastante influenciada pelo pai, que a apresentou ao pensamento liberal e a estimulou a ter contato com a leitura. Ainda durante a adolesc\u00eancia, N\u00edsia aprendeu a falar franc\u00eas e latim e estudou ci\u00eancias naturais e filosofia.<\/p>\n<p>Em 1823, quando tinha apenas 13 anos de idade, N\u00edsia foi submetida a um casamento arranjado com o fazendeiro Manuel Alexandre Seabra de Melo. A uni\u00e3o foi extremamente conturbada e durou menos de um ano. N\u00edsia deixou o marido e retornou \u00e0 casa dos pais \u2014 um ato de \u201ctransgress\u00e3o\u201d que lhe custou uma s\u00e9rie de julgamentos.<\/p>\n<p>No ano seguinte, a fam\u00edlia se mudou para Olinda, onde o pai de N\u00edsia deu continuidade \u00e0 carreira de advogado. Ele se envolveria em uma contenda jur\u00eddica com uma fam\u00edlia poderosa de Pernambuco e seria assassinado pouco tempo depois, em agosto de 1828, a mando do capit\u00e3o-mor Uchoa Cavalcanti.<\/p>\n<p>Ainda em 1828, N\u00edsia iniciou um relacionamento com Manuel Augusto de Faria Rocha, seu futuro marido. O casal teve uma filha em 1830, batizada como L\u00edvia Augusta. O segundo filho, nascido em 1831, faleceu precocemente. Em 1833, N\u00edsia deu \u00e0 luz ao terceiro filho, Augusto Am\u00e9rico. Nesse mesmo ano, seu marido faleceu repentinamente, deixando-a sozinha duas crian\u00e7as pequenas.<\/p>\n<h3>\u201cDireitos das Mulheres\u201d<\/h3>\n<p>N\u00edsia iniciou sua atividade como escritora em 1831, escrevendo artigos para o <em>Espelho das Brasileiras<\/em>, um jornal voltado \u00e0 comunidade feminina de Pernambuco, mantido pelo tip\u00f3grafo franc\u00eas Adolphe Emille de Bois Garin. Foi nessa ocasi\u00e3o que a jovem escritora elaborou suas primeiras an\u00e1lises sobre as quest\u00f5es femininas.<\/p>\n<p>No ano seguinte, N\u00edsia lan\u00e7ou seu primeiro livro: <em>Direitos das Mulheres e Injusti\u00e7a dos Homens<\/em>, publicado sob o pseud\u00f4nimo \u201cN\u00edsia Floresta Brasileira Augusta\u201d. O livro se tornou um marco hist\u00f3rico do movimento feminista brasileiro. Foi a primeira obra a pautar a luta pela emancipa\u00e7\u00e3o feminina e pela igualdade de g\u00eanero e a reivindicar o acesso das mulheres aos sistemas de ensino.<\/p>\n<p>O livro foi inspirado pela obra <em>Reivindica\u00e7\u00e3o dos Direitos da Mulher<\/em>, da autora brit\u00e2nica Mary Wollstonecraft. Estudos posteriores o descreveram como uma tradu\u00e7\u00e3o adaptada de \u201cLa femme n\u2019est pas inferieure a l\u2019homme\u201d (<em>A mulher n\u00e3o \u00e9 inferior ao homem<\/em>), uma obra de autoria desconhecida publicada na Fran\u00e7a em meados do s\u00e9culo 18.<\/p>\n<p>Entre 1832 e 1837, N\u00edsia viveu em Porto Alegre, onde trabalhou como professora do magist\u00e9rio e deu aulas particulares. O acirramento dos combates da Revolu\u00e7\u00e3o Farroupilha, no entanto, for\u00e7ou a escritora a se mudar mais uma vez, agora para o Rio de Janeiro.<\/p>\n<h3>O Col\u00e9gio Augusto<\/h3>\n<p>Na capital do Imp\u00e9rio, N\u00edsia fundou o Col\u00e9gio Augusto, destinado ao p\u00fablico feminino. A institui\u00e7\u00e3o se destacou pela abordagem pedag\u00f3gica inovadora, que buscava superar o modelo de ensino para mulheres ent\u00e3o vigente \u2014 tradicionalmente composto por aulas de etiqueta, li\u00e7\u00f5es sobre tarefas dom\u00e9sticas e ensinamentos sobre obriga\u00e7\u00f5es conjugais e maternidade.<\/p>\n<p>N\u00edsia acreditava que a educa\u00e7\u00e3o era a base para a emancipa\u00e7\u00e3o feminina e trabalhava para que suas alunas desenvolvessem independ\u00eancia intelectual. Assim, seu col\u00e9gio priorizava o ensino de filosofia, hist\u00f3ria, geografia, l\u00ednguas, literatura, matem\u00e1tica e ci\u00eancias naturais. Isso \u00e9, N\u00edsia ensinava \u00e0s meninas o mesmo conte\u00fado dos melhores col\u00e9gios masculinos da \u00e9poca.<\/p>\n<p>A proposta pedag\u00f3gica do Col\u00e9gio Augusto antecipava em d\u00e9cadas a luta pela valoriza\u00e7\u00e3o da autonomia intelectual feminina e o reconhecimento do papel emancipador da educa\u00e7\u00e3o nas quest\u00f5es de g\u00eanero. N\u00edsia n\u00e3o pretendia formar esposas obedientes, mas mulheres cultas, intelectualizadas e dotadas de esp\u00edrito cr\u00edtico.<\/p>\n<p>O Col\u00e9gio Augusto ganhou prest\u00edgio, atraindo filhas de fam\u00edlias abastadas, mas enfrentou muitas cr\u00edticas de setores conservadores que viam a educa\u00e7\u00e3o para mulheres como uma amea\u00e7a \u00e0 ordem social.<\/p>\n<p>N\u00edsia foi duramente atacada na imprensa por querer \u201cprover ensinamentos desnecess\u00e1rios\u201d. Em um artigo reprovando o m\u00e9todo pedag\u00f3gico do col\u00e9gio, o Jornal Mercantil chegou a dizer que a sociedade precisava de \u201cmulheres que trabalhem mais e falem menos\u201d.<\/p>\n<p>O Col\u00e9gio Augusto seguiria em funcionamento por 17 anos, at\u00e9 1856, deixando uma contribui\u00e7\u00e3o de grande import\u00e2ncia para a inclus\u00e3o das mulheres no \u00e2mbito educacional.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-217403\"><figcaption>Retrato de N\u00edsia Floresta jovem <br \/>Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<h3>Outras obras<\/h3>\n<p>Em paralelo ao seu trabalho como educadora, N\u00edsia deu continuidade \u00e0 sua produ\u00e7\u00e3o intelectual, escrevendo uma s\u00e9rie artigos e cr\u00f4nicas, tratando de temas variados. Consolidou-se assim como uma das raras vozes femininas a circular nos espa\u00e7os p\u00fablicos e nos meios editoriais do Brasil Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>As obras de N\u00edsia se caracterizavam pelo didatismo e pelo constante di\u00e1logo com a produ\u00e7\u00e3o internacional. A autora efetuava um delicado processo de adapta\u00e7\u00e3o dos conceitos \u00e0 realidade brasileira, sempre mantendo o foco no que ela considerava o cerne da desigualdade de g\u00eanero: a aus\u00eancia de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 1842, N\u00edsia publicou seu segundo livro, <em>Conselhos \u00e0 Minha Filha<\/em>, no qual a autora oferece orienta\u00e7\u00f5es sobre \u00e9tica e educa\u00e7\u00e3o e refor\u00e7a a ideia de que as mulheres deveriam ser preparadas para exercer pap\u00e9is ativos na sociedade, e n\u00e3o apenas para a vida dom\u00e9stica. Em 1847, a autora lan\u00e7ou <em>Daciz, ou a Jovem Completa<\/em> e <em>Fany, ou o Modelo das Donzelas<\/em>, tamb\u00e9m versando sobre educa\u00e7\u00e3o e carregados de reflex\u00f5es sobre a condi\u00e7\u00e3o feminina.<\/p>\n<p>Entre 1849 e 1852, N\u00edsia esteve na Europa buscando tratamento para a filha, L\u00edvia, que havia se acidentado ao cair de um cavalo. Ap\u00f3s retornar ao Brasil, ela publicou <em>Op\u00fasculo Humanit\u00e1rio<\/em>, uma de suas obras mais importantes. O livro consiste em um compilado de 62 artigos sobre a educa\u00e7\u00e3o feminina e traz um apanhado abrangente sobre a hist\u00f3ria das mulheres ao longo de v\u00e1rias civiliza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p><em>Op\u00fasculo Humanit\u00e1rio<\/em>\u00a0tamb\u00e9m critica o despreparo dos diretores de escolas brasileiras para o exerc\u00edcio da miss\u00e3o educacional e denuncia a manuten\u00e7\u00e3o de um ensino prec\u00e1rio como ferramenta de dom\u00ednio pol\u00edtico. \u201cQuanto mais ignorante o povo, tanto mais f\u00e1cil \u00e9 a um governo absoluto exercer sobre ele o seu ilimitado poder\u201d, explica a autora em um trecho do livro.<\/p>\n<p>O ativismo de N\u00edsia ultrapassava as quest\u00f5es de g\u00eanero. Ela tamb\u00e9m criticou o tratamento desumano dado aos povos ind\u00edgenas e condenou a escravid\u00e3o. No poema <em>A L\u00e1grima de um Caet\u00e9<\/em>, lan\u00e7ado em 1849, N\u00edsia fala sobre a opress\u00e3o dos povos origin\u00e1rios e a barb\u00e1rie dos colonizadores.<\/p>\n<p>J\u00e1 em <em>P\u00e1ginas de uma Vida Obscura<\/em>, publicado em 1855, a escritora narra a hist\u00f3ria de um africano escravizado, for\u00e7ado a trabalhar at\u00e9 a morte, e apresenta suas reflex\u00f5es sobre o regime escravocrata. N\u00edsia tamb\u00e9m se tornaria uma militante ativa no movimento abolicionista a partir da d\u00e9cada de 1870.<\/p>\n<h3>Trajet\u00f3ria na Europa<\/h3>\n<p>A partir de 1855, N\u00edsia passou a viver na Europa. Ela viajou para v\u00e1rias cidades e passou longas temporadas na It\u00e1lia, Gr\u00e9cia, Alemanha e Inglaterra, antes de se estabelecer na Fran\u00e7a. Em Paris, N\u00edsia frequentou os sal\u00f5es liter\u00e1rios e os c\u00edrculos intelectuais e aprofundou seu contato com os ideais iluministas e positivistas que influenciaram a sua vis\u00e3o pedag\u00f3gica e a sua cr\u00edtica social.<\/p>\n<p>A brasileira se tornou amiga e disc\u00edpula do fil\u00f3sofo franc\u00eas Auguste Comte, que a elogiou efusivamente por sua abordagem emancipat\u00f3ria. N\u00edsia ajudaria a adaptar o positivismo ao contexto brasileiro e \u00e0s suas ideias sobre educa\u00e7\u00e3o feminina e direitos das mulheres.<\/p>\n<p>Em 1857, N\u00edsia faria um discurso c\u00e9lebre junto ao t\u00famulo de Clotilde de Vaux, a musa inspiradora de Comte e cofundadora da Religi\u00e3o da Humanidade. Esse discurso se tornaria um elemento de culto presente no positivismo religioso.<\/p>\n<p>Mesmo distante do Brasil, N\u00edsia continuou acompanhando e se fazendo presente nos debates pol\u00edticos e sociais pertinentes ao pa\u00eds, posicionando-se a favor das reformas na educa\u00e7\u00e3o e da aboli\u00e7\u00e3o da escravatura. Seu cosmopolitismo contribuiu para enriquecer o debate nos c\u00edrculos intelectuais brasileiros com perspectivas universais, sem perder de vista as particularidades da realidade nacional.<\/p>\n<h3>O legado de N\u00edsia<\/h3>\n<p>N\u00edsia Floresta morreu em 24 de abril de 1885, em Rouen, na Fran\u00e7a, aos 74 anos de idade. Seus restos mortais s\u00f3 retornaram ao Brasil quase sete d\u00e9cadas depois, em 1954.<\/p>\n<p>O reconhecimento do legado de N\u00edsia foi consideravelmente tardio. A trajet\u00f3ria da autora come\u00e7ou a ser resgatada por estudiosas do movimento feminista a partir da d\u00e9cada de 1980 \u2014 com destaque para Const\u00e2ncia Lima Duarte, que publicou <em>N\u00edsia Floresta: uma mulher \u00e0 frente do seu tempo<\/em>\u00a0e organizou edi\u00e7\u00f5es comentadas de sua obra.<\/p>\n<p>Com esse esfor\u00e7o, passou-se a compreender a profundidade do pensamento de N\u00edsia e a sua ineg\u00e1vel import\u00e2ncia como pioneira do movimento feminista e da educa\u00e7\u00e3o emancipadora. Antes mesmo do termo \u201cfeminismo\u201d ser cunhado, N\u00edsia j\u00e1 articulava a constru\u00e7\u00e3o de uma cr\u00edtica contundente ao patriarcado e identificava que a opress\u00e3o feminina estava enraizada em um projeto educacional limitador, que visava ensinar as mulheres apenas a obedecer, e n\u00e3o a pensar.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/pensar-a-historia\/nisia-floresta-pioneira-do-feminismo-e-da-educacao-libertadora-no-brasil\/\">N\u00edsia Floresta: pioneira do feminismo e da educa\u00e7\u00e3o libertadora no Brasil<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/\">Opera Mundi<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/mulheres-sao-a-maioria-no-empreendedorismo-no-brasil\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Mulheres s\u00e3o a maioria no empreendedorismo no Bras...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/chuva-forte-impacta-cerca-de-700-familias-na-regiao-de-sorocaba\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Chuva forte impacta cerca de 700 fam\u00edlias na regi\u00e3...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/dosimetria-congresso-derruba-veto-de-lula-e-abre-caminho-para-anistia-de-bolsonaro\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Dosimetria: Congresso derruba veto de Lula e abre ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/prefeito-de-rio-preto-aumenta-iptu-em-20-joga-culpa-em-lula-e-e-desmentido-ao-vivo-video\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Prefeito de Rio Preto aumenta IPTU em 20%, joga cu...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 140 anos, em 24 de abril de 1885, falecia a educadora, escritora e poetisa N\u00edsia Floresta. 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