{"id":26211,"date":"2025-05-07T18:09:19","date_gmt":"2025-05-07T21:09:19","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/"},"modified":"2025-05-07T18:09:19","modified_gmt":"2025-05-07T21:09:19","slug":"eduardo-galeano-o-cacador-de-historias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/","title":{"rendered":"Eduardo Galeano, o ca\u00e7ador de hist\u00f3rias"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"681\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-1024x681-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-1024x681-1.jpeg 1024w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-300x199.jpeg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-768x511.jpeg 768w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-1536x1021.jpeg 1536w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-2048x1362.jpeg 2048w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/eduardo-galeano-272x182.jpeg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Foto: Mariela De Marchi Moyano\/Wikimedia Commons<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Os seres humanos s\u00e3o feitos n\u00e3o s\u00f3 de mat\u00e9ria, sangue, carne, cren\u00e7as e afetos, mas tamb\u00e9m de hist\u00f3rias. Hist\u00f3rias coletivas, compartilhadas. Narrativas que, ao serem passadas de gera\u00e7\u00e3o em gera\u00e7\u00e3o, mant\u00eam viva a mem\u00f3ria dos que j\u00e1 foram. Mas h\u00e1 uma imensid\u00e3o de micro hist\u00f3rias perdidas nos fios que tecem o tempo, e ao serem redescobertas e transmitidas, servem de resist\u00eancia contra o esquecimento e o desencantamento da vida. Em 2025, data que marca 10 anos da partida de Eduardo Galeano, revisitar sua obra pode ser uma boa estrat\u00e9gia para resgatarmos hist\u00f3rias que estavam desbotadas em nossa mem\u00f3ria coletiva. Afinal de contas, esse foi o of\u00edcio de Galeano durante sua vida.<\/p>\n<p>O escritor uruguaio \u00e9 um genu\u00edno ca\u00e7ador de hist\u00f3rias, pois real\u00e7a o encantamento das pequenas coisas que mostram a grandeza da vida. N\u00e3o a grandeza dos tapetes vermelhos, dos trajes de gala e das linguagens rebuscadas, mas das coisas que, sendo aparentemente pequenas, revelam uma grandiosidade quase esquecida.<\/p>\n<p>Galeano diz algo sobre isso em \u201cpegadas\u201d:<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\" aria-label=\"MAT\u00c9RIA-GERAL\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-GERAL-7.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-GERAL-7.png 681w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MATERIA-GERAL-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 681px) 100vw, 681px\" width=\"681\" height=\"171\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>\u201cO vento apaga as pegadas das gaivotas. As chuvas apagam as pegadas dos passos humanos. O sol apaga as pegadas do tempo. Os contadores de hist\u00f3ria procuram as pegadas da mem\u00f3ria perdida, do amor e da dor, que n\u00e3o s\u00e3o vistas, mas que n\u00e3o se apagam.\u201d<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote1sym\"><sup>1<\/sup><\/a><\/p>\n<p>A sua obra \u00e9 recheada desses acontecimentos pouco conhecidos. No seu livro <em>Ca\u00e7ador de hist\u00f3rias<\/em>, retrata a primeira greve da humanidade, no Vale dos Reis, Egito, em 1152 antes de Cristo. Conta que os desenhistas, quebradores de pedras, carpinteiros que estavam construindo as pir\u00e2mides resolveram cruzar os bra\u00e7os e parar o trabalho at\u00e9 que recebessem seus sal\u00e1rios. Segundo Galeano, at\u00e9 pouco tempo atr\u00e1s nada ou quase nada sab\u00edamos disso \u201ctalvez pelo medo de que o exemplo se espalhasse.\u201d<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote2sym\"><sup>2<\/sup><\/a><\/p>\n<p>N\u00e3o s\u00e3o poucas as vezes que Galeano cita o Brasil em sua obra. No relato \u201clibertadoras brasileiras\u201d, presente no livro <em>Os filhos dos dias<\/em>, relata: \u201cHoje terminou, em 1770, o reinado de Teresa de Benguela em Quariter\u00ea. Foi um dos santu\u00e1rios de liberdade dos escravos fugidos do Brasil. Durante vinte anos, Teresa enlouqueceu os soldados do governador do Mato Grosso. N\u00e3o conseguiram apanh\u00e1-la viva.\u201d<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote3sym\"><sup>3<\/sup><\/a> Logo ap\u00f3s, nomeia outras mulheres brasileiras que constru\u00edram santu\u00e1rios de liberdade e organizaram territ\u00f3rios de resist\u00eancia: Zacimba Gamb\u00e1, no Esp\u00edrito Santo, Mariana Crioula, no interior do Rio de Janeiro, Zeferina, na Bahia e Felipa Maria Aranha, em Tocantins.<\/p>\n<p>\u00c9 comum ouvirmos que devemos aprender com a hist\u00f3ria para que os fantasmas do passado n\u00e3o ressuscitem. Entretanto, o passado tamb\u00e9m serve de exemplo, constituindo uma esp\u00e9cie de diretriz \u00e0 a\u00e7\u00e3o. Galeano lembra que em 1988 a Fran\u00e7a elaborou uma lei reduzindo para 35 horas a jornada de trabalho semanal. Ora, qual a finalidade das m\u00e1quinas se n\u00e3o reduzir nosso tempo de trabalho? Por que o progresso tecnol\u00f3gico deveria nos causar cansa\u00e7o e desemprego? A lucidez dos franceses durou pouco, e a lei foi revogada dez anos depois.<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote4sym\"><sup>4<\/sup><\/a> A luta do movimento Vida Al\u00e9m do Trabalho pelo fim da escala 6\u00d71 parece ser uma forma de recuperar a lucidez nos dias atuais.<\/p>\n<p>O autor uruguaio tamb\u00e9m registra hist\u00f3rias pessoais com li\u00e7\u00f5es coletivas, ao contar seus tempos de inf\u00e2ncia escolar. A professora lhes contou que Balboa, conquistador espanhol, avistou do alto de um morro no Panam\u00e1, o Oceano Pac\u00edfico de um lado e do outro o Oceano atl\u00e2ntico. Segundo a professora, Balboa foi o primeiro homem a ver, ao mesmo tempo, os dois mares. At\u00e9 que o pequeno Galeano pergunta: \u201cProfessora, professora. Os \u00edndios eram cegos?\u201d Foi a primeira expuls\u00e3o de sua vida.<\/p>\n<p>Algumas contradi\u00e7\u00f5es dos pais fundadores do liberalismo tamb\u00e9m s\u00e3o recuperadas em sua obra, como no texto \u201co fil\u00f3sofo da liberdade\u201d, que aborda John Locke como o fil\u00f3sofo que deu fundamento \u00e0 liberdade em suas diversas variantes, inclusive a liberdade de investir.<\/p>\n<p>Palavras de Galeano: \u201cEnquanto escrevia seu <em>Ensaio sobre o entendimento humano<\/em>, o fil\u00f3sofo contribuiu para o entendimento humano investindo suas economias na compra de um pacote de a\u00e7\u00f5es da Royal Africa Company. Essa empresa, que pertencia \u00e0 coroa brit\u00e2nica e aos homens industriosos e racionais, ocupava-se de agarrar escravos na \u00c1frica para vende-los na Am\u00e9rica. De acordo com a Royal Africa Company, seus esfor\u00e7os asseguravam um constante e suficiente subministro de negros a pre\u00e7os moderados.<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote5sym\"><sup>5<\/sup><\/a>\u201d<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/www.quatrocincoum.com.br\/br\/register\" aria-label=\"banner_assinatura-granta_728x90\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner_assinatura-granta_728x90-1.gif\" alt=\"\" width=\"728\" height=\"90\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>Parte relevante de seus livros \u00e9 composto por pequenas hist\u00f3rias \u2013 com uma ou duas p\u00e1ginas \u2013 que recomp\u00f5e acontecimentos perdidos na mem\u00f3ria coletiva. \u00c9 o que encontramos em <em>O livro dos abra\u00e7os<\/em>, <em>O ca\u00e7ador de hist\u00f3rias<\/em>, <em>Os filhos dos dias<\/em> e <em>Espelhos<\/em>. Talvez a forma e o conte\u00fado estejam entrela\u00e7ados, j\u00e1 que escutar suas hist\u00f3rias nos leva a reconhecer a grandeza do que, na apar\u00eancia, \u00e9 pequeno.<\/p>\n<p>As hist\u00f3rias de Galeano n\u00e3o se esgotam no plano da vida material, mas ganham espa\u00e7o no mundo on\u00edrico, de tal modo que encontramos em sua escrita alguns relatos dos sonhos de sua esposa, Helena. Em um desses relatos, Galeano conta:<\/p>\n<p>\u201cHelena sonhou que faz\u00edamos fila. Uma longa fila em um aeroporto, como qualquer outro aeroporto, e que cada passageiro levava embaixo do bra\u00e7o o travesseiro que tinha dormido na noite anterior. Os travesseiros passavam, um ap\u00f3s o outro, por uma m\u00e1quina que lia os sonhos. Era uma m\u00e1quina que detectava os sonhos perigosos para a ordem p\u00fablica.\u201d<\/p>\n<p>Eduardo Galeano, filho desse territ\u00f3rio chamado Am\u00e9rica Latina, mergulha nas contradi\u00e7\u00f5es da civiliza\u00e7\u00e3o para exp\u00f4-las, mas tamb\u00e9m para resgatar as hist\u00f3rias esquecidas, que ao serem redescobertas, ajudam a decifrar quem n\u00f3s somos, enquanto sujeitos e enquanto coletividade. A \u201cmetodologia\u201d de Galeano, ao dar vida \u00e0s hist\u00f3rias e lutas do passado, \u00e9 quase um rem\u00e9dio contra o ultra individualismo das redes sociais em tempos de <em>realismo capitalista<\/em>. Na encruzilhada da hist\u00f3ria, alguns caminhos se abrem. \u00c9 necess\u00e1rio que tenhamos olhos agu\u00e7ados e a habilidade de olhar, para tra\u00e7armos os pr\u00f3ximos passos.<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cA fun\u00e7\u00e3o da arte\/1<\/p>\n<p>Diego n\u00e3o conhecia o mar. O pai, Santiago Kovadloff, levou-o para que descobrisse o mar. Viajaram para o sul.<\/p>\n<p>Ele, o mar, estava do outro lado das dunas altas, esperando. Quando o menino e o pai enfim alcan\u00e7aram aquelas alturas de areia, depois de muito caminhar, o mar estava na frente de seus olhos. E foi tanta a imensid\u00e3o do mar, e tanto o seu fulgor, que o menino ficou mudo de beleza.<\/p>\n<p>E quando finalmente conseguiu falar, tremendo, gaguejando, pediu ao pai:<\/p>\n<p>\u2013 Me ajuda a olhar\u201d<a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote6sym\"><sup>6<\/sup><\/a><\/p>\n<\/blockquote>\n<p><strong>REFER\u00caNCIAS<\/strong><\/p>\n<p>GALEANO, Eduardo. Espelhos. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2020<\/p>\n<p>GALEANO, Eduardo. O ca\u00e7ador de hist\u00f3rias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017<\/p>\n<p>GALEANO, Eduardo. Os filhos dos dias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017<\/p>\n<p>GALEANO, Eduardo. O livro dos abra\u00e7os. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2016<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote1anc\">1<\/a> GALEANO, Eduardo. O ca\u00e7ador de hist\u00f3rias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017, pag. 13<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote2anc\">2<\/a> GALEANO, Eduardo. O ca\u00e7ador de hist\u00f3rias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote3anc\">3<\/a> GALEANO, Eduardo. Os filhos dos dias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017, Pag 83<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote4anc\">4<\/a> GALEANO, Eduardo. Os filhos dos dias. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2017, Pag 166<\/p>\n<p><a><\/a> <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote5anc\">5<\/a> GALEANO, Eduardo. Espelhos. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2020, pag 159<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/eduardo-galeano-o-cacador-de-historias\/#sdfootnote6anc\">6<\/a> GALEANO, Eduardo. O livro dos abra\u00e7os. Porto Alegre: RS, L&amp;PM, 2016, pag. 15<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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