{"id":26792,"date":"2025-05-09T19:50:00","date_gmt":"2025-05-09T22:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/maternar-e-escolha-mas-exige-renuncias-em-uma-sociedade-que-nao-ampara-afirma-vereadora\/"},"modified":"2025-05-09T19:50:00","modified_gmt":"2025-05-09T22:50:00","slug":"maternar-e-escolha-mas-exige-renuncias-em-uma-sociedade-que-nao-ampara-afirma-vereadora","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/maternar-e-escolha-mas-exige-renuncias-em-uma-sociedade-que-nao-ampara-afirma-vereadora\/","title":{"rendered":"\u201cMaternar \u00e9 escolha, mas exige ren\u00fancias em uma sociedade que n\u00e3o ampara\u201d, afirma vereadora"},"content":{"rendered":"<p>Em uma sociedade que ainda naturaliza o ac\u00famulo de responsabilidades sobre as mulheres, especialmente as m\u00e3es, falar sobre cuidado \u00e9 tamb\u00e9m falar sobre pol\u00edtica. No epis\u00f3dio especial desta semana do podcast do Brasil de Fato MG <strong>Vis\u00f5es Populares<\/strong>, em homenagem ao Dia das M\u00e3es, mergulhamos nas hist\u00f3rias e nas vozes que enfrentam diariamente a chamada \u201cjornada m\u00faltipla\u201d \u2014 que, como lembra nossa entrevistada, n\u00e3o se divide em partes, mas se entrela\u00e7a em uma \u00fanica e intensa rotina de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>Conversamos com Adriana Souza (PT), professora de hist\u00f3ria, m\u00e3e, militante, e a vereadora mais votada da hist\u00f3ria de Contagem, na Regi\u00e3o Metropolitana de Belo Horizonte (RMBH).\u00a0<\/p>\n<p>Com uma trajet\u00f3ria marcada pelo engajamento em movimentos sociais, sindicais e ambientais, Souza fala sobre os desafios de conciliar a maternidade com a vida pol\u00edtica, a import\u00e2ncia da valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho de cuidado e as bandeiras que carrega em sua atua\u00e7\u00e3o parlamentar.<\/p>\n<p>Acompanhe, no Podcast, essa conversa que atravessa temas como periferia, educa\u00e7\u00e3o, meio ambiente, sa\u00fade p\u00fablica e, acima de tudo, o protagonismo das mulheres na transforma\u00e7\u00e3o da sociedade.<\/p>\n<p><strong>Confira trechos da entrevista abaixo:<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/tinyurl.com\/4a6dkvn7\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/tinyurl.com\/4a6dkvn7\">Ou\u00e7a a conversa completa no Podcast.<\/a><\/p>\n<p><strong>Brasil de Fato MG<\/strong> \u2013<strong> Neste domingo (11), \u00e9 comemorado o Dia das M\u00e3es. No Brasil, a data \u00e9 muito celebrada, mas tamb\u00e9m \u00e9 muito ligada ao imagin\u00e1rio popular do consumo com a venda de presentes. Como voc\u00ea interpreta essa data? Qual a import\u00e2ncia de prestar homenagem \u00e0s m\u00e3es e ter um dia dedicado a elas?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Adriana Souza \u2013 <\/strong>Embora seja uma data marcada pela comercializa\u00e7\u00e3o do seu sentido, a gente n\u00e3o pode deixar de reconhecer a import\u00e2ncia dela para a celebra\u00e7\u00e3o de uma das figuras mais importantes da nossa sociedade, que s\u00e3o as m\u00e3es. J\u00e1 que somos n\u00f3s, mulheres m\u00e3es, as principais respons\u00e1veis pela cria\u00e7\u00e3o e o cuidado das crian\u00e7as, desde a mais tenra idade at\u00e9 a vida adulta.<\/p>\n<p>E na maior parte das vezes, esse cuidado fica s\u00f3 sobre os nossos ombros, porque a gente fica desamparada, muitas vezes pelo companheiro, mas tamb\u00e9m pelo Estado, que n\u00e3o apresenta pol\u00edticas p\u00fablicas, nenhum tipo de amparo para essa atividade da cria\u00e7\u00e3o das crian\u00e7as na nossa sociedade. Portanto, ter a data \u00e9 importante, mas a gente precisa ir al\u00e9m do comercial. Precisamos fazer dessa data um momento de reflex\u00e3o sobre uma sociedade que hoje penaliza as m\u00e3es por serem m\u00e3es. Isso pode ser visto nos dados socioecon\u00f4micos.<\/p>\n<p>Tem uma pesquisa da Funda\u00e7\u00e3o Get\u00falio Vargas (FGV) que aponta que 48% das mulheres que tiram licen\u00e7a maternidade s\u00e3o demitidas at\u00e9 dois anos ap\u00f3s o seu retorno ao trabalho. Uma prova de que a sociedade espera que a gente seja m\u00e3e como se n\u00e3o trabalh\u00e1ssemos e que a gente trabalhe como se n\u00e3o f\u00f4ssemos m\u00e3es. A conta n\u00e3o fecha, porque a gente n\u00e3o tem sequer creche ou escola infantil ou algum tipo de pol\u00edtica p\u00fablica que acolha as nossas crian\u00e7as em tempo integral para que a gente possa trabalhar em seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Simplesmente n\u00e3o temos pol\u00edticas p\u00fablicas que deem sustenta\u00e7\u00e3o para o exerc\u00edcio da maternidade. O que faz com que seja cada vez mais crescente o n\u00famero de mulheres que negam a vontade de ser m\u00e3es. O dia das m\u00e3es precisa ir al\u00e9m dessa celebra\u00e7\u00e3o individual da fam\u00edlia e ser um momento onde a gente possa debater sobre a melhoria das condi\u00e7\u00f5es do exerc\u00edcio da maternidade, o reconhecimento de uma fun\u00e7\u00e3o e de um trabalho que \u00e9 fundamental para reprodu\u00e7\u00e3o e para a continuidade da vida em nossa sociedade.<\/p>\n<p>E \u00e9 por isso que eu, desde a minha campanha para vereadora, trouxe o lema do maternar a pol\u00edtica para socializar o cuidado, pensando na ocupa\u00e7\u00e3o dos espa\u00e7os de poder pelas m\u00e3es para que a gente possa, na verdade, fazer a cobran\u00e7a e instituir pol\u00edticas p\u00fablicas que acolham a maternidade e garantam o cuidado com as nossas crian\u00e7as, com as pessoas com defici\u00eancia, com os idosos que acabam ficando sob nossa responsabilidade.<\/p>\n<p><strong>Embora muito romantizada, a maternidade perpassa imensos desafios que s\u00e3o emocionais, profissionais e sociais. Na sua vis\u00e3o, quais s\u00e3o os principais desafios enfrentados por mulheres ao se tornarem m\u00e3es? E como foi e ainda \u00e9 a sua experi\u00eancia com a maternidade?\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>Acho que os desafios s\u00e3o imensos. Ent\u00e3o, se for pensar do ponto de vista econ\u00f4mico social, a gente tem o desafio do mercado de trabalho que penaliza e expulsa as m\u00e3es.\u00a0 No mercado de trabalho, ele incentiva que as mulheres sejam m\u00e3es. Chega o per\u00edodo do dia das m\u00e3es, tem esse incentivo, mas na pr\u00e1tica as m\u00e3es s\u00e3o demitidas por serem m\u00e3es.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de emprego, \u00e9 muito comum que uma mulher ela seja perguntada se ela tem filhos e isso seja um crit\u00e9rio de elimina\u00e7\u00e3o daquela mulher para uma vaga de trabalho. Justamente porque a empresa pensa que aquela mulher pode se ausentar para poder levar um filho ao m\u00e9dico, que \u00e9, de fato, uma realidade. Mas que o mercado de trabalho deveria garantir as condi\u00e7\u00f5es de que uma mulher m\u00e3e possa trabalhar e possa tamb\u00e9m ter o exerc\u00edcio da maternidade. Al\u00e9m disso, faltam pol\u00edticas p\u00fablicas.<\/p>\n<p>A gente tem uma luta pr\u00f3 creche que vem desde a d\u00e9cada de 1960 e at\u00e9 hoje n\u00f3s n\u00e3o temos creches nem escolas de educa\u00e7\u00e3o infantil que atendam adequadamente \u00e0 demanda das crian\u00e7as, especialmente em tempo integral. Ent\u00e3o, essa \u00e9 uma aus\u00eancia de uma pol\u00edtica p\u00fablica que tamb\u00e9m penaliza as m\u00e3es, porque se elas n\u00e3o t\u00eam com quem deixar os seus filhos em seguran\u00e7a, como \u00e9 que ela pode trabalhar?<\/p>\n<p>Aquele velho ditado: \u2018Quem pariu Mateus que balance\u2019, ele \u00e9 de fato muito presente na vida das m\u00e3es, porque toda vez que uma m\u00e3e precisa de ajuda, geralmente ela tem muita dificuldade de encontrar.\u00a0<\/p>\n<p>Por isso que a gente tem tamb\u00e9m que separar as m\u00e3es entre m\u00e3es com rede de apoio e relacionamentos est\u00e1veis, m\u00e3es solos com ou sem rede de apoio e m\u00e3es at\u00edpicas com ou sem rede de apoio. Porque isso vai dizer tamb\u00e9m do maior n\u00edvel de dificuldade com rela\u00e7\u00e3o ao exerc\u00edcio da maternidade. As m\u00e3es solos s\u00e3o hoje, no nosso pa\u00eds, 49,1% das unidades dom\u00e9sticas do Brasil, de acordo com o censo de 2022.<\/p>\n<p>Minha m\u00e3e era sempre chamada de guerreira, minha av\u00f3 tamb\u00e9m, mas muitas vezes esse nome do guerreiro, ele esconde diversas viola\u00e7\u00f5es de direitos, viol\u00eancias e uma s\u00e9rie de dificuldades e desafios que essas mulheres enfrentam e\u00a0 enfrentaram para garantir a sobreviv\u00eancia dos filhos e poderem trabalhar e criar crian\u00e7as em seguran\u00e7a. E as m\u00e3es at\u00edpicas da mesma forma.<\/p>\n<p>Inclusive tem um levantamento do Instituto Manodown que fala que 70% dos pais abandonam os filhos com defici\u00eancia intelectual antes que a crian\u00e7a complete 5 anos. Ent\u00e3o a m\u00e3e at\u00edpica ela quase que naturalmente se torna tamb\u00e9m uma m\u00e3e solo e ela tamb\u00e9m enfrenta uma aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas que garantam os direitos das crian\u00e7as at\u00edpicas e enfrentam o maior n\u00edvel de desafio tamb\u00e9m, porque essa crian\u00e7a demanda mais tempo e cuidado do que uma crian\u00e7a sem nenhum tipo de de altera\u00e7\u00e3o intelectual.<\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/www-brasildefato-com-br.webpkgcache.com\/doc\/-\/s\/www.brasildefato.com.br\/2021\/01\/11\/saiba-como-receber-as-noticias-do-brasil-de-fato-mg-no-seu-whatsapp\/\">:: Receba not\u00edcias de Minas Gerais no seu Whatsapp. Clique aqui ::<\/a><\/p>\n<p>Ent\u00e3o, essas m\u00e3es, elas enfrentam desafios ainda maiores. E para finalizar, eu acho que tem uma perspectiva da falta e da falha que perpassa toda a atua\u00e7\u00e3o da maternidade, que \u00e9 algo que gera um desgaste emocional gigantesco para as m\u00e3es. Porque as m\u00e3es, elas fazem tudo todos os dias desde a higiene das crian\u00e7as, o cuidado, a alimenta\u00e7\u00e3o, o levar para a escola, mas essa m\u00e3e s\u00f3 \u00e9 lembrada quando ela falha ou quando ela falta.<\/p>\n<p>Do ponto de vista da minha rela\u00e7\u00e3o com a maternidade, eu tenho tr\u00eas filhos e eu costumo dizer que eles foram as melhores escolhas que eu fiz na vida e sem d\u00favida eu escolheria cada um deles novamente, mas isso n\u00e3o impediu que eu enfrentasse desafios imensos.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, eu tive que parar de estudar. Eu atrasei a minha forma\u00e7\u00e3o acad\u00eamica. Eu carreguei durante muito tempo uma culpa pela aus\u00eancia em fun\u00e7\u00e3o do meu trabalho. Eu era vendedora de shopping, ent\u00e3o eu trabalhei na jornada da escala 6\u00d71 por mais de 5 anos. O meu primeiro filho mais velho eu tive no per\u00edodo em que eu estudava, trabalhava no shopping e eu tinha poucos momentos de qualidade com ele e eu me culpei durante muito tempo com rela\u00e7\u00e3o a isso.<\/p>\n<p>E al\u00e9m disso, eu tamb\u00e9m atrasei a minha vida pol\u00edtica porque eu deixei de ser candidata em 2020 por priorizar a minha filha ca\u00e7ula, estava em per\u00edodo de pandemia e eu estava amamentando.<\/p>\n<p>Eu era professora da rede p\u00fablica, ent\u00e3o a maternidade, ela \u00e9 uma escolha, mas ela nos imp\u00f5e muitas ren\u00fancias, justamente porque a gente n\u00e3o tem uma sociedade que ampara a maternidade.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Cada vez mais tem tomado espa\u00e7o, tanto nos movimentos feministas, quanto em outras organiza\u00e7\u00f5es do campo popular, um debate acerca das duplas e, \u00e0s vezes, triplas jornadas de trabalho que s\u00e3o exercidas, na sua esmagadora maioria, por mulheres. Na sua vis\u00e3o, quais pol\u00edticas p\u00fablicas ou propostas contribuem para melhorar a distribui\u00e7\u00e3o dos trabalhos que s\u00e3o ditos dom\u00e9sticos ou a sua remunera\u00e7\u00e3o no nosso pa\u00eds?<\/strong><\/p>\n<p>Quando a gente fala de dupla jornada, parece que s\u00e3o duas jornadas separadas ou triplas jornadas, como se fosse cada um em um hor\u00e1rio do dia. E na verdade, a jornada da m\u00e3e, na pol\u00edtica, no trabalho, na milit\u00e2ncia, ela \u00e9 uma jornada intricada, ela \u00e9 indissoci\u00e1vel.<\/p>\n<p>Enquanto eu estou, por exemplo, no plen\u00e1rio da C\u00e2mara, eu recebo liga\u00e7\u00f5es dos meus filhos para poder resolver a van que vai para escola, um material que tem que ser impresso, para pedir alguma coisa, autorizar alguma situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, a gente n\u00e3o deixa de ser m\u00e3e em nenhum momento, diferente dos pais que geralmente n\u00e3o s\u00e3o acionados quando est\u00e3o no seu ambiente de trabalho, quando est\u00e3o no seu ambiente de lazer, ou seja, quando est\u00e3o fora do lar. N\u00f3s, m\u00e3es, somos acionadas o tempo inteiro, seja pelas nossas crian\u00e7as, seja pelas pessoas que est\u00e3o cuidando das nossas crian\u00e7as enquanto n\u00f3s estamos ausentes, ou seja pela escola ou pelo equipamento p\u00fablico que est\u00e1 com as nossas crian\u00e7as. Ent\u00e3o, a nossa jornada, ela \u00e9 embolada, n\u00e3o d\u00e1 para para dissociar.<\/p>\n<p>Isso causa ainda mais exaust\u00e3o e um desgaste emocional e mental para as m\u00e3es. Ent\u00e3o, esse debate, ele precisa avan\u00e7ar, inclusive, porque n\u00f3s precisamos reconhecer o trabalho do cuidado como trabalho para que ele gere remunera\u00e7\u00e3o e direitos sociais.<\/p>\n<p>O presidente Lula aprovou a pol\u00edtica nacional de cuidados que \u00e9 um grande avan\u00e7o porque \u00e9 uma pol\u00edtica que embora ela n\u00e3o seja uma pol\u00edtica garantidora de direitos previdenci\u00e1rios ou outros direitos, ela \u00e9 uma pol\u00edtica orientadora e que reconhece a responsabilidade do Estado na garantia do cuidado, retirando esse cuidado somente do ambiente privado e familiar.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/feminicidio-esta-sendo-naturalizado-critica-vice-presidente-do-instituto-maria-da-penha\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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