{"id":28979,"date":"2025-05-21T10:19:02","date_gmt":"2025-05-21T13:19:02","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/jabbour-conducao-do-pcch-diferencia-socialismo-chines-de-capitalismo-de-estado\/"},"modified":"2025-05-21T10:19:02","modified_gmt":"2025-05-21T13:19:02","slug":"jabbour-conducao-do-pcch-diferencia-socialismo-chines-de-capitalismo-de-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/jabbour-conducao-do-pcch-diferencia-socialismo-chines-de-capitalismo-de-estado\/","title":{"rendered":"Jabbour: Condu\u00e7\u00e3o do PCCh diferencia socialismo chin\u00eas de capitalismo de estado"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222-300x169.jpg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222-768x432.jpg 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222-1536x864.jpg 1536w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/skynews-china-tiananmen-square_5011222.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>O ge\u00f3grafo Elias Jabbour, presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos e professor da UERJ, fez uma reflex\u00e3o sobre o que significa o socialismo no s\u00e9culo XXI e os desafios da esquerda brasileira. Para ele, o marxismo n\u00e3o \u00e9 apenas uma teoria acad\u00eamica, mas sim uma ci\u00eancia em constante movimento, desenvolvida a partir do exerc\u00edcio real do poder pol\u00edtico e das lutas nas periferias do sistema capitalista global.<\/p>\n<p>A partir de uma leitura marxista-leninista, Jabbour afirma que o socialismo deve ser entendido como uma pr\u00e1tica pol\u00edtica concreta, orientada pelo exerc\u00edcio do poder por parte de blocos hist\u00f3ricos hegemonizados por partidos comunistas. <\/p>\n<p>\u201cO marxismo-leninismo se distingue justamente por sua capacidade de adapta\u00e7\u00e3o \u00e0s realidades nacionais, seja no poder estatal, como na China, seja nas lutas pol\u00edticas da periferia do capitalismo\u201d, afirmou durante uma live realizada pela Escola Nacional de Forma\u00e7\u00e3o Pol\u00edtica do PCdoB Jo\u00e3o Amazonas. <\/p>\n<p>\u201cTrata-se de uma ci\u00eancia que se desenvolve n\u00e3o no laborat\u00f3rio acad\u00eamico, mas no enfrentamento direto das contradi\u00e7\u00f5es colocadas pelo exerc\u00edcio do poder pol\u00edtico e pelas lutas populares, especialmente nos pa\u00edses da periferia do sistema\u201d, afirmou. Para ele, experi\u00eancias como a da China, de Cuba e do Vietn\u00e3 demonstram que o socialismo n\u00e3o pode ser reduzido a f\u00f3rmulas abstratas, como a simples aboli\u00e7\u00e3o da propriedade privada, mas exige uma estrat\u00e9gia hist\u00f3rica que articule planejamento, soberania e transforma\u00e7\u00e3o estrutural.<\/p>\n<p>Um dos principais pontos de sua an\u00e1lise \u00e9 a centralidade do Partido Comunista na condu\u00e7\u00e3o do processo socialista. \u201cO Partido Comunista chin\u00eas n\u00e3o se fundiu com o Estado. O Estado \u00e9 um instrumento do Partido\u201d, diz Jabbour. Ele tamb\u00e9m criticou vis\u00f5es que equiparam a China a \u201ccapitalismos de Estado\u201d como o japon\u00eas ou coreano: \u201cA diferen\u00e7a est\u00e1 no controle partid\u00e1rio sobre a economia e na introdu\u00e7\u00e3o planejada de contradi\u00e7\u00f5es que impulsionam o desenvolvimento, como a inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica disruptiva\u201d. Segundo ele, o que se observa no pa\u00eds asi\u00e1tico \u00e9 uma nova forma hist\u00f3rica de desenvolvimento, que ele denomina <em>Communist-Party-led Development<\/em> \u2014 ou desenvolvimento liderado pelo Partido Comunista.<\/p>\n<p>Esse modelo, afirma, introduz contradi\u00e7\u00f5es no seio do sistema econ\u00f4mico por meio da inova\u00e7\u00e3o tecnol\u00f3gica e da planifica\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica, criando um movimento din\u00e2mico que impulsiona transforma\u00e7\u00f5es. \u201cO socialismo chin\u00eas tem uma capacidade in\u00e9dita de mobilizar a sociedade para responder \u00e0s contradi\u00e7\u00f5es, algo que n\u00e3o se v\u00ea nas economias capitalistas\u201d, avalia.<\/p>\n<p><strong>O socialismo como pr\u00e1tica concreta: China, Cuba e Vietn\u00e3 como exemplos vivos<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com Jabbour, o socialismo contempor\u00e2neo se define por tr\u00eas elementos principais: o controle pol\u00edtico exercido por um partido comunista, a propriedade p\u00fablica dos meios de produ\u00e7\u00e3o e a utiliza\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica da raz\u00e3o como instrumento de governo. Ele destacou a China como a experi\u00eancia mais avan\u00e7ada dessa nova forma de organiza\u00e7\u00e3o socioecon\u00f4mica.<\/p>\n<p>\u201cNa China, o Partido Comunista utiliza o Estado como ferramenta de transforma\u00e7\u00e3o da realidade. Isso \u00e9 diferente de pa\u00edses capitalistas onde o Estado pode ser dominado pelo capital privado\u201d, afirmou, durante a conversa com o diretor da Escola, Altair Freitas.<\/p>\n<p>Ele ressaltou ainda que a economia chinesa tem se baseado cada vez menos na lei do valor e nos mecanismos tradicionais de mercado, caminhando para uma nova forma de media\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica que ele chama de \u201cprojetamento\u201d.<\/p>\n<p>Jabbour tamb\u00e9m prop\u00f5e uma nova categoria para pensar a economia pol\u00edtica do socialismo: o <em>projetamento<\/em>. Diferentemente da cl\u00e1ssica dicotomia entre planejamento e mercado, o projetamento seria uma forma superior de racionalidade econ\u00f4mica, baseada na raz\u00e3o como mediadora de decis\u00f5es e investimentos. Essa forma hist\u00f3rica de planifica\u00e7\u00e3o permitiria \u00e0 China, por exemplo, deslocar 200 milh\u00f5es de pessoas para as cidades em apenas uma d\u00e9cada sem os efeitos desorganizadores verificados em experi\u00eancias semelhantes no Brasil ou na \u00cdndia.<\/p>\n<p>Ao comentar a integra\u00e7\u00e3o da China ao mercado mundial, Jabbour resgata o paralelo com a Nova Pol\u00edtica Econ\u00f4mica (NEP) de L\u00eanin, mas argumenta que o uso do mercado como ferramenta transit\u00f3ria nunca significou abandonar a perspectiva socialista. \u201cA presen\u00e7a do mercado n\u00e3o nega o socialismo; ele pode ser orientado para fins socializantes. A diferen\u00e7a \u00e9 que, na China, a l\u00f3gica do lucro est\u00e1 sendo cada vez mais subordinada \u00e0 l\u00f3gica da contabilidade social do Estado\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>A supera\u00e7\u00e3o do mercado e o novo modelo de planifica\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Para Jabbour, o mercado n\u00e3o desaparece por decreto, mas vai perdendo espa\u00e7o \u00e0 medida que o setor p\u00fablico ganha for\u00e7a e efici\u00eancia. Ele citou exemplos como a constru\u00e7\u00e3o de 45 mil quil\u00f4metros de ferrovias de alta velocidade na China em duas d\u00e9cadas, ou os subs\u00eddios anuais ao transporte p\u00fablico que ultrapassam US$ 580 bilh\u00f5es \u2013 projetos que fogem completamente da l\u00f3gica mercantil.<\/p>\n<p>\u201cA China est\u00e1 inaugurando uma din\u00e2mica de desenvolvimento liderada pelo Partido Comunista, n\u00e3o apenas pelo Estado. Isso \u00e9 algo novo e precisa ser compreendido teoricamente\u201d, explicou. Questionado sobre a pol\u00eamica envolvendo a utiliza\u00e7\u00e3o de mecanismos de mercado no socialismo, Jabbour foi taxativo: \u201c\u00c9 uma falsa controv\u00e9rsia. O mercado \u00e9 uma categoria hist\u00f3rica que s\u00f3 desaparecer\u00e1 quando surgirem condi\u00e7\u00f5es materiais para isso. At\u00e9 l\u00e1, pode ser um instrumento para fortalecer as for\u00e7as produtivas sob dire\u00e7\u00e3o pol\u00edtica\u201d.<\/p>\n<p>Outro tra\u00e7o fundamental do socialismo chin\u00eas, segundo o pesquisador, \u00e9 a expans\u00e3o das formas p\u00fablicas e coletivas de propriedade. Jabbour destaca que o avan\u00e7o da propriedade p\u00fablica reduz progressivamente a influ\u00eancia da lei do valor e dos mecanismos de mercado. Ele cita o exemplo dos investimentos bilion\u00e1rios em infraestrutura e transporte p\u00fablico: \u201cSubs\u00eddios de mais de 500 bilh\u00f5es de d\u00f3lares por ano em transporte p\u00fablico n\u00e3o s\u00e3o decis\u00f5es de mercado. S\u00e3o projetos guiados por outra l\u00f3gica, pela raz\u00e3o social.\u201d<\/p>\n<p>Para o ge\u00f3grafo, a China representa uma nova etapa da constru\u00e7\u00e3o do socialismo, que supera os dilemas herdados do s\u00e9culo XX e inaugura um novo modelo civilizacional. \u201cHoje, o socialismo se define n\u00e3o apenas pelo que ele nega, mas pelo que ele constr\u00f3i: uma forma superior de organiza\u00e7\u00e3o social baseada na racionalidade, na planifica\u00e7\u00e3o e na hegemonia pol\u00edtica do proletariado\u201d, conclui.<\/p>\n<p>Segundo ele, tecnologias disruptivas como intelig\u00eancia artificial, Big Data e 5G est\u00e3o sendo usadas para criar uma forma superior de planifica\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, capaz de integrar sociedade, natureza e produ\u00e7\u00e3o de maneira consciente e planejada.<\/p>\n<p><strong>A centralidade da quest\u00e3o nacional e a cr\u00edtica \u00e0s esquerdas sem lugar<\/strong><\/p>\n<p>Um dos pontos mais debatidos durante a conversa foi a import\u00e2ncia da quest\u00e3o nacional na constru\u00e7\u00e3o do socialismo. Elias Jabur criticou duramente as correntes da esquerda brasileira que teriam abandonado a defesa do Brasil como projeto coletivo e emancipador.<\/p>\n<p>\u201cUma esquerda que opera na periferia do capitalismo e que n\u00e3o advoga a centralidade da quest\u00e3o nacional perde sua raz\u00e3o de exist\u00eancia\u201d, disse, defendendo que a luta por soberania, desenvolvimento e integra\u00e7\u00e3o regional deve ser parte fundamental da agenda comunista.<\/p>\n<p>Para ele, a crise da esquerda brasileira est\u00e1 ligada ao abandono desse eixo: \u201cQuando voc\u00ea substitui a luta por um projeto nacional de desenvolvimento por pautas fragmentadas, perde-se o lugar na hist\u00f3ria. O PCdoB deve ser o n\u00facleo de um bloco patri\u00f3tico, desenvolvimentista e anti-imperialista\u201d.<\/p>\n<p>Ele criticou a esquerda brasileira por ignorar essas transforma\u00e7\u00f5es: \u201cEnquanto a China inaugura um novo modelo, muitos insistem em olhar apenas para Europa e EUA. \u00c9 uma cegueira estrat\u00e9gica\u201d.<\/p>\n<p>Ele tamb\u00e9m abordou a rela\u00e7\u00e3o entre as pautas identit\u00e1rias e a quest\u00e3o nacional, propondo que tais pautas sejam universalizadas e incorporadas dentro de uma vis\u00e3o hist\u00f3rica e materialista da sociedade.<\/p>\n<p><strong>O papel do Partido Comunista: o novo Pr\u00edncipe de Maquiavel<\/strong><\/p>\n<p>Ao falar sobre o papel dos partidos comunistas tanto no poder quanto na oposi\u00e7\u00e3o, Jabbour retomou uma met\u00e1fora inspirada em Maquiavel: o Partido Comunista como o \u201cnovo pr\u00edncipe\u201d, capaz de articular for\u00e7as pol\u00edticas, construir hegemonia cultural e impulsionar mudan\u00e7as estruturais na sociedade.<\/p>\n<p>No caso do Brasil, ele defendeu que o PCdoB deve buscar ser o n\u00facleo de um campo pol\u00edtico patri\u00f3tico, desenvolvimentista e anti-imperialista, mesmo estando fora do poder central. Jabbour defendeu que o PCdoB busque a \u201chegemonia cultural\u201d na esquerda, mesmo com baixa representa\u00e7\u00e3o eleitoral. <\/p>\n<p>\u201cN\u00f3s somos pequenos, mas podemos ter grande influ\u00eancia se formos capazes de oferecer ideias para o pa\u00eds e de liderar o debate intelectual da esquerda brasileira\u201d, afirmou. \u201cPrecisamos ser a for\u00e7a que pensa o Brasil de forma soberana e desenvolve teorias sofisticadas para isso. S\u00f3 assim influenciaremos os rumos do pa\u00eds\u201d, concluiu.<\/p>\n<p><strong>Geopol\u00edtica e a guerra h\u00edbrida: Trump, EUA e a disputa por um mundo multipolar<\/strong><\/p>\n<p>Por fim, Jabbour analisou a atual conjuntura internacional marcada por tens\u00f5es geopol\u00edticas crescentes, especialmente entre Estados Unidos e China. Ele classificou a pol\u00edtica externa norte-americana, desde Obama at\u00e9 Trump, como baseada na instala\u00e7\u00e3o do caos permanente como forma de manter a hegemonia global.<\/p>\n<p>\u201cTrump n\u00e3o inventou nada. Ele \u00e9 parte de um processo hist\u00f3rico que usa guerras h\u00edbridas, san\u00e7\u00f5es financeiras e redes sociais para desestabilizar governos e economias rivais\u201d, disse.<\/p>\n<p>Ele destacou ainda a resposta da R\u00fassia na Ucr\u00e2nia e a ascens\u00e3o da China como sinais de que a ordem liberal criada ap\u00f3s 1991 come\u00e7a a ruir, dando espa\u00e7o a um mundo multipolar mais complexo e conflituoso. \u201cA resposta da R\u00fassia na Ucr\u00e2nia e o avan\u00e7o chin\u00eas mostram que h\u00e1 pela primeira vez um contrapoder militar e econ\u00f4mico capaz de frear essa escalada\u201d, avaliou.<\/p>\n<p><strong>A necessidade de reinventar o comunismo no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>Encerrando a live, Elias Jabbour reafirmou a urg\u00eancia de repensar o comunismo no Brasil, com base na realidade hist\u00f3rica e nas contradi\u00e7\u00f5es espec\u00edficas do pa\u00eds. Segundo ele, o caminho passa por uma reconstru\u00e7\u00e3o intelectual e pol\u00edtica que coloque o Brasil no centro das discuss\u00f5es, articulando desenvolvimento, soberania e justi\u00e7a social.<\/p>\n<p>\u201cO comunismo n\u00e3o \u00e9 abstrato. \u00c9 uma pr\u00e1tica concreta, feita de lutas, projetos e decis\u00f5es pol\u00edticas. E s\u00f3 ser\u00e1 vitorioso se souber responder \u00e0s perguntas que a hist\u00f3ria nos faz hoje\u201d, concluiu.<\/p>\n<p><strong>Uma experi\u00eancia em disputa<\/strong><\/p>\n<p>A fala de Elias Jabbour se insere em um contexto de crescente interesse sobre as transforma\u00e7\u00f5es na China e seus impactos sobre o pensamento socialista contempor\u00e2neo. Ao propor categorias como <em>projetamento<\/em> e desenvolvimento liderado pelo Partido Comunista, ele busca atualizar o debate marxista para os desafios e as possibilidades do s\u00e9culo XXI.<\/p>\n<p>Em tempos de crise ambiental, desigualdade global e impasses do neoliberalismo, sua leitura convida \u00e0 reflex\u00e3o sobre alternativas reais e concretas de organiza\u00e7\u00e3o social \u2014 ancoradas em pr\u00e1ticas hist\u00f3ricas e experi\u00eancias de poder, n\u00e3o em abstra\u00e7\u00f5es acad\u00eamicas.<\/p>\n<p>A live integra uma s\u00e9rie de debates preparat\u00f3rios para o 16\u00ba Congresso do PCdoB, que ocorrer\u00e1 em maio. Em breve, Jabbour participar\u00e1 do\u00a0<em>PodMarx<\/em>, podcast da Escola Nacional, analisando o\u00a0<em>Manifesto Comunista<\/em>.<\/p>\n<p>Assista a \u00edntegra da Live do Jo\u00e3o:<\/p>\n<figure>\n<div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2025\/05\/21\/conducao-do-partido-comunista-diferencia-socialismo-chines-de-capitalismo-de-estado\/\">Jabbour: Condu\u00e7\u00e3o do PCCh diferencia socialismo chin\u00eas de capitalismo de estado<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/escalada-de-violencia-da-policia-migratoria-aprofunda-crise-em-minnesota\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/5QPLKKFSZBABDJJYGBVAIHNWTQ-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Escalada de viol\u00eancia da pol\u00edcia migrat\u00f3ria aprofu...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/pl-do-licenciamento-ambiental-e-maior-retrocesso-em-40-anos-diz-ex-presidente-do-ibama\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">PL do licenciamento ambiental \u00e9 \u201cmaior retrocesso ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nao-preciso-me-esforcar-para-trump-saber-que-sou-melhor-que-bolsonaro-diz-lula-ao-washington-post-ele-ja-sabe-disso\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">\u201cN\u00e3o preciso me esfor\u00e7ar para Trump saber que sou ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/criancas-do-mst-entregam-carta-a-lula-por-reforma-agraria-escolas-e-fim-da-violencia-no-campo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/WhatsApp-Image-2026-01-25-at-50107-PM-1-150x150.jpeg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Crian\u00e7as do MST entregam carta a Lula por Reforma ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O ge\u00f3grafo Elias Jabbour, presidente do Instituto Municipal de Urbanismo Pereira Passos e professor da UERJ, fez uma reflex\u00e3o sobre o que significa o socialismo no s\u00e9culo XXI e os desafios da esquerda brasileira. Para ele, o marxismo n\u00e3o \u00e9 apenas uma teoria acad\u00eamica, mas sim uma ci\u00eancia em constante movimento, desenvolvida a partir do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":28980,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[6568,292,6569,2871,3108,6570,4087,6571,6572,6573,627,1482,1118],"tags":[],"class_list":["post-28979","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-capitalismo-de-estado","category-china","category-desenvolvimentismo","category-elias-jabbour","category-esquerda","category-marxismo-leninismo","category-partido-comunista","category-periferia-do-capitalismo","category-planificacao-economica","category-questao-nacional","category-socialismo","category-sul-global","category-teoria-marxista"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28979","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=28979"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/28979\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/28980"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=28979"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=28979"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=28979"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}