{"id":29106,"date":"2025-05-21T17:28:38","date_gmt":"2025-05-21T20:28:38","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/como-superar-a-monotonia-agroalimentar\/"},"modified":"2025-05-21T17:28:38","modified_gmt":"2025-05-21T20:28:38","slug":"como-superar-a-monotonia-agroalimentar","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/como-superar-a-monotonia-agroalimentar\/","title":{"rendered":"Como superar a monotonia agroalimentar?"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"597\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/5003755643257073307-1024x597-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/5003755643257073307-1024x597-1.jpg 1024w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/5003755643257073307-300x175.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/5003755643257073307-768x448.jpg 768w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/5003755643257073307.jpg 1200w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>O espetacular aumento da riqueza derivado da grande acelera\u00e7\u00e3o que marca a segunda metade do s\u00e9culo 20 teve na dr\u00e1stica redu\u00e7\u00e3o global da fome uma de suas express\u00f5es mais emblem\u00e1ticas. Em 1960, uma em cada tr\u00eas pessoas passava fome, no mundo. Hoje, apesar da vergonhosa cifra de 800 milh\u00f5es de pessoas que n\u00e3o ingerem o suficiente para satisfazer suas necessidades cal\u00f3ricas b\u00e1sicas, isso representa menos de um d\u00e9cimo da popula\u00e7\u00e3o mundial.<\/p>\n<p>O Brasil, ap\u00f3s ter sa\u00eddo do Mapa Global da Fome em 2014, voltou a ele durante a gest\u00e3o do fanatismo fundamentalista, situa\u00e7\u00e3o que come\u00e7ou a ser rapidamente revertida quando ci\u00eancia e democracia voltaram a nortear as a\u00e7\u00f5es governamentais. Apesar do recente aumento no pre\u00e7o dos alimentos e de seus impactos tanto macroecon\u00f4micos como na vida das fam\u00edlias, a democracia brasileira tem instrumentos m\u00faltiplos de pol\u00edticas p\u00fablicas para combater a fome.<\/p>\n<p>Fome Zero, o segundo dos dezessete Objetivos do Desenvolvimento Sustent\u00e1vel, tem que ser, no entanto, ponto de partida e n\u00e3o de chegada. A Revolu\u00e7\u00e3o Verde conseguiu aumentar as safras, as produ\u00e7\u00f5es animais e a dura\u00e7\u00e3o dos produtos nas prateleiras, gra\u00e7as a um conjunto de t\u00e9cnicas que se mostram cada vez menos compat\u00edveis com o agravamento dos eventos clim\u00e1ticos extremos. O sistema agroalimentar contempor\u00e2neo responde por nada menos que um ter\u00e7o das emiss\u00f5es globais de gases de efeito estufa. Ele \u00e9 tamb\u00e9m o mais importante vetor de eros\u00e3o da biodiversidade e est\u00e1 na raiz de algumas das formas mais graves de polui\u00e7\u00e3o, tanto pelo uso em larga escala de antibi\u00f3ticos, como por sua depend\u00eancia de agrot\u00f3xicos e fertilizantes minerais em quantidades que v\u00e3o muito al\u00e9m dos limites planet\u00e1rios.<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\" aria-label=\"MAT\u00c9RIA-5\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-5-5.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-5-5.png 681w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MATERIA-5-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 681px) 100vw, 681px\" width=\"681\" height=\"171\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>A ingest\u00e3o de calorias e de produtos animais no mundo \u00e9 muito superior \u00e0s necessidades metab\u00f3licas das pessoas. N\u00e3o \u00e9 o aumento das safras que permitir\u00e1 zerar a fome nas regi\u00f5es onde ela se concentra e sim a estabilidade pol\u00edtica, a conquista da democracia e de meios para o acesso a uma alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel e diversificada.<\/p>\n<p>O Grupo Consultivo da Pesquisa Agron\u00f4mica Internacional (a organiza\u00e7\u00e3o que esteve na origem da Revolu\u00e7\u00e3o Verde desde o final dos anos 1960 e que re\u00fane as mais importantes organiza\u00e7\u00f5es de pesquisa agropecu\u00e1ria do mundo, entre elas a Embrapa) tem trabalhos mostrando que, embora a humanidade conhe\u00e7a mais de sete mil produtos comest\u00edveis (dos quais 400 s\u00e3o cultiv\u00e1veis), apenas seis deles oferecem 75% das calorias vindas de plantas: trigo, milho, soja, arroz, batata e cana-de-a\u00e7\u00facar. E isso num contexto em que a presen\u00e7a de ultraprocessados \u00e9, no mundo todo, cada vez maior. Nos Estados Unidos eles respondem por cerca de dois ter\u00e7os das calorias ingeridas e s\u00e3o os principais determinantes da epidemia de obesidade que atinge nada menos que 40% de sua popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O maior desafio contempor\u00e2neo n\u00e3o est\u00e1, portanto, na obten\u00e7\u00e3o de safras cada vez mais abundantes daquilo que o sistema agroalimentar oferece hoje. Claro que a alimenta\u00e7\u00e3o de oito e talvez de dez milh\u00f5es de pessoas n\u00e3o tem como prescindir da oferta massiva de gr\u00e3os. Soja, milho e trigo continuar\u00e3o a ter papel important\u00edssimo tanto no consumo humano como na alimenta\u00e7\u00e3o animal. Mas as mudan\u00e7as clim\u00e1ticas e a destrui\u00e7\u00e3o em que, at\u00e9 aqui, a expans\u00e3o destas culturas se apoia tem que se transformar. Tr\u00eas s\u00e3o os desafios centrais.<\/p>\n<p>O primeiro consiste em encontrar m\u00e9todos que permitam introduzir biodiversidade no interior das culturas agr\u00edcolas para recuperar a vida dos solos, reverter a destrui\u00e7\u00e3o em larga escala de fungos, insetos e plantas indispens\u00e1veis \u00e0 pr\u00f3pria oferta global de gr\u00e3os. O Brasil \u00e9 globalmente pioneiro na pesquisa e na implementa\u00e7\u00e3o de bioinsumos que abrem promissor caminho para reduzir a depend\u00eancia de agroqu\u00edmicos cada vez mais caros, poluentes e que se apoiam em tecnologias fechadas das quais os produtores agropecu\u00e1rios se tornam dependentes. Bioinsumos j\u00e1 s\u00e3o uma realidade em muitas fazendas brasileiras e t\u00eam contribu\u00eddo para reduzir custos de produ\u00e7\u00e3o e, ao mesmo tempo, recuperar servi\u00e7os ecossist\u00eamicos amea\u00e7ados pelas t\u00e9cnicas hoje predominantes.<\/p>\n<p>O segundo desafio consiste em reduzir drasticamente o v\u00ednculo entre produ\u00e7\u00e3o animal (sobretudo de aves e su\u00ednos) e o uso de antibi\u00f3ticos. A monotonia gen\u00e9tica das ra\u00e7as animais tem que dar lugar a maior diversidade. \u00c9 preciso combater o mito da escassez iminente de prote\u00ednas e buscar m\u00e9todos produtivos que respeitem a dignidade animal, que melhorem a higiene nas cria\u00e7\u00f5es e que permitam reduzir ao m\u00ednimo o uso de antibi\u00f3ticos. Nada menos que 70% dos antibi\u00f3ticos que a humanidade produz destina-se a cria\u00e7\u00f5es animais concentracion\u00e1rias, e o Brasil \u00e9 o segundo consumidor mundial deste produto que, ao se espalhar pelo meio ambiente favorece a resist\u00eancia aos antimicrobianos e se converte em um dos vetores da crescente inefici\u00eancia dos antibi\u00f3ticos frente \u00e0s chamadas superbact\u00e9rias.<\/p>\n<p>O terceiro desafio, correlativo aos dois outros, \u00e9 aumentar a diversidade da dieta. Isso passa tanto pela redu\u00e7\u00e3o no consumo de produtos animais, como pela quase completa elimina\u00e7\u00e3o dos ultraprocessados dos padr\u00f5es alimentares atuais, com aumento da presen\u00e7a de plantas. Valorizar as culturas alimentares e culin\u00e1rias locais \u00e9 igualmente decisivo, pela valoriza\u00e7\u00e3o dos produtos naturais e biodiversos e pelos aspectos culturais e conviviais relativos ao h\u00e1bito de produzir e consumir alimentos.<\/p>\n<p>Essa abordagem marca a produ\u00e7\u00e3o cient\u00edfica da C\u00e1tedra Josu\u00e9 de Castro de Sistemas Alimentares Saud\u00e1veis e Sustent\u00e1veis, da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP. Ela inspirou a proposta de um Instituto Nacional de Ci\u00eancia e Tecnologia (INCT) voltado \u00e0 Erradica\u00e7\u00e3o da Fome e \u00e0 Seguran\u00e7a Alimentar, recentemente aprovado pelo CNPq. INCTs s\u00e3o centros de excel\u00eancia voltados a pesquisas que resultem em propostas para enfrentar os grandes problemas do desenvolvimento brasileiro. Tendo em vista as amea\u00e7as envolvidas nas atuais formas de produ\u00e7\u00e3o agropecu\u00e1ria, de transforma\u00e7\u00e3o industrial e de consumo alimentar esse INCT ter\u00e1 por objetivo contribuir para \u201cSuperar a tr\u00edplice monotonia do sistema agroalimentar\u201d.<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/editoraunesp.com.br\/catalogo\/9786557111345,introducao-a-dialetica\" aria-label=\"banner-Outraspalavras-Adorno-728\u00d790\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/banner-Outraspalavras-Adorno-728x90-1.gif\" alt=\"\" width=\"728\" height=\"90\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>O INCT \u201cSuperar a tr\u00edplice monotonia do sistema agroalimentar\u201d, tem sua coordena\u00e7\u00e3o no Instituto de Estudos Avan\u00e7ados da USP e re\u00fane outras sete organiza\u00e7\u00f5es de pesquisa: a C\u00e1tedra Josu\u00e9 de Castro e o N\u00facleo de Pesquisas Epidemiol\u00f3gicas em Nutri\u00e7\u00e3o e Sa\u00fade, ambos da Faculdade de Sa\u00fade P\u00fablica da USP, o Instituto de Pesquisas da Amaz\u00f4nia, o Woodwell Institute de Massachussets, do EUA, a Embrapa do Acre, o Instituto Federal Catarinense e o Instituto Fome Zero. Os INCTs, al\u00e9m de formar profissionais altamente qualificados em suas \u00e1reas de atua\u00e7\u00e3o, estabelecem parcerias e conv\u00eanios com organiza\u00e7\u00f5es brasileiras e internacionais, colocando a ci\u00eancia no cora\u00e7\u00e3o da resolu\u00e7\u00e3o dos mais importantes desafios do desenvolvimento sustent\u00e1vel.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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