{"id":29118,"date":"2025-05-21T19:39:42","date_gmt":"2025-05-21T22:39:42","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/o-nos-universal-diante-de-impasses-identitarios\/"},"modified":"2025-05-21T19:39:42","modified_gmt":"2025-05-21T22:39:42","slug":"o-nos-universal-diante-de-impasses-identitarios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/o-nos-universal-diante-de-impasses-identitarios\/","title":{"rendered":"O n\u00f3s universal diante de impasses identit\u00e1rios"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"538\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Xul-mini-1024x538-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Xul-mini-1024x538-1.jpg 1024w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Xul-mini-300x158.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Xul-mini-768x403.jpg 768w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Xul-mini.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Imagem: Xul So (1887-1963), artista argentino<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Se o Brasil, um dos pa\u00edses mais desiguais do planeta, \u00e9 um ponto geogr\u00e1fico ideal para concentrar-se a fim de pensar sobre a injusti\u00e7a social e as consequ\u00eancias do liberalismo hist\u00f3rico e do neoliberalismo atual para os bols\u00f5es da pobreza mundial, a Espanha e a Catalunha s\u00e3o um lugar muito adequado a partir do qual e com o qual se pode refletir sobre o universal e o particular. Dito desta forma, pareceria mais uma quest\u00e3o de raz\u00e3o pura, mas na realidade tem conota\u00e7\u00f5es principalmente pr\u00e1ticas, \u00e9ticas e pol\u00edticas, pois \u00e9 imposs\u00edvel dialogar sobre diversidade e diferen\u00e7a sem assumir implicitamente aquilo que \u00e9 comum a todos n\u00f3s: somos seres humanos de todas as partes do mundo que n\u00e3o temos outra maneira de nos apresentar socialmente sen\u00e3o de forma plural e diversa. E \u00e9 justamente por isso que, num momento t\u00e3o delicado a n\u00edvel internacional, em que a mentalidade excludente da extrema-direita \u2013 da qual os partidos pol\u00edticos s\u00e3o apenas uma mostra \u2013 se sente t\u00e3o confort\u00e1vel, s\u00f3 a defesa da universalidade nos permitir\u00e1 respeitar as diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>Hegel disse em frase memor\u00e1vel que a filosofia \u00e9 seu tempo capturado em pensamentos, e talvez seja por isso que n\u00e3o devemos nos alarmar pelo fato de que a filosofia tamb\u00e9m esteja sujeita a modas. Digo isso porque, como valores, a humanidade e a universalidade tiveram cota\u00e7\u00e3o baixa durante as \u00faltimas d\u00e9cadas (se \u00e9 que alguma vez a tiveram alta). Parece que s\u00f3 conseguem entrar em cena depois de alguma calamidade \u2013 a Segunda Guerra Mundial \u2013, acalmar as pessoas por algum tempo e logo mais cair na deslembran\u00e7a. Certamente, elas t\u00eam pouco glamour, se por glamour entendemos essa necessidade prim\u00e1ria que os indiv\u00edduos e os grupos humanos t\u00eam de se distinguir dos demais.<\/p>\n<p>Uma necessidade antropol\u00f3gica, a de nos sabermos dentro de um grupo reconhec\u00edvel e reconhecido, que, at\u00e9 que esteja em perigo, parece que poder\u00edamos ignorar. N\u00e3o \u00e9 de surpreender, portanto, que quando um coletivo \u00e9 discriminado ou perseguido, ele se proteja atacando primeiro os de dentro (traidores) e a continua\u00e7\u00e3o os de fora. At\u00e9 quando teremos que lembrar, por\u00e9m, que o velho sonho de um Estado, um povo, um territ\u00f3rio, nunca foi uma realidade e que, se algum dia o fosse, se tornaria um pesadelo? No Brasil, a diversidade ind\u00edgena cont\u00e9m mais de 300 etnias e mais de 250 l\u00ednguas. Mas h\u00e1 quem siga pensando que o \u00fanico idioma que se fala por aqui \u00e9 o portugu\u00eas\u2026 Da\u00ed a necessidade do di\u00e1logo e da pol\u00edtica, cuja fun\u00e7\u00e3o consiste em atenuar incansavelmente esta estranha tenta\u00e7\u00e3o de nos assemelharmos demasiado a n\u00f3s mesmos, porque <em>de facto<\/em> cada um \u00e9 portador de v\u00e1rias culturas, umas herdadas, outras adoptadas voluntariamente, e todas em cont\u00ednua transforma\u00e7\u00e3o. O fil\u00f3sofo catal\u00e3o Xavier Rubert de Vent\u00f3s refletiu nesse mesmo sentido sobre nossa identidade p\u00f3s-moderna: \u201cTenho uma identidade familiar, religiosa, sexual, \u00e9tnica, nacional e confessional. Um conjunto de pertencimentos ou \u2018marcadores\u2019 que podem eventualmente se cruzar, mas nunca chegam a se identificar. [\u2026] Meu <em>direito<\/em> individual \u00e9 justamente dar voz ou expressar sem hesita\u00e7\u00e3o essa encruzilhada, essa identidade complexa que hoje sabemos que n\u00e3o desce de nenhum c\u00e9u ou de nenhum governo, mas sim que somos n\u00f3s que a criamos para n\u00f3s mesmos, com os ingredientes que nos foram dados, cada um \u00e0 sua maneira. [\u2026] Minha <em>obriga\u00e7\u00e3o<\/em> moral, por sua vez, \u00e9 manter viva a consci\u00eancia do conjunto de identidades nunca perfeitamente alinhadas que carrego. Afinal, somente essa consci\u00eancia me permitir\u00e1 manter uma positiva <em>defer\u00eancia \u00e0 diferen\u00e7a<\/em> e um respeito n\u00e3o condescendente pelas minorias. (\u00c9 a minoria \u00e0 qual perten\u00e7o como catal\u00e3o, por exemplo, que, em \u00faltima an\u00e1lise, me permite compreender e respeitar outras minorias \u2013 de sexo, g\u00eanero, na\u00e7\u00e3o, sa\u00fade ou idade \u2013 da qual n\u00e3o fa\u00e7o parte.)\u201d<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\" aria-label=\"MAT\u00c9RIA-1\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-1-7.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/MATERIA-1-7.png 681w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MATERIA-1-300x75.png 300w\" sizes=\"(max-width: 681px) 100vw, 681px\" width=\"681\" height=\"171\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>Dir-se-\u00e1 que o universal n\u00e3o tem poder libertador, apenas efeitos conservadores, que n\u00e3o h\u00e1 luta que possa ser travada em seu nome, porque se trata sempre da liberta\u00e7\u00e3o de um grupo \u2013 classes exploradas, povos oprimidos, mulheres, negros, o coletivo LGBTQIA+, judeus, \u00e1rabes, ciganos, etc. \u2013 contra uma fachada de universalismo. Admitamos a obje\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o deixemos de observar com Francis Wolff (<em>Em defesa do universal<\/em>, Unesp, 2021) que quando as lutas contra a injusti\u00e7a cometida contra alguns esquecem que seu objetivo \u00e9 a igualdade e a liberdade para todos, elas est\u00e3o traindo sua pr\u00f3pria causa. O ideal universalista n\u00e3o \u00e9 um obst\u00e1culo \u00e0s lutas emancipat\u00f3rias, mas sim seu objetivo, pois, do contr\u00e1rio, o que se perpetua \u00e9 uma vis\u00e3o do mundo dividida entre v\u00edtimas, sempre merecedoras da m\u00e1xima considera\u00e7\u00e3o, e carrascos, condenados ao opr\u00f3brio eterno, sem perspectiva de solu\u00e7\u00e3o. A injusti\u00e7a n\u00e3o se refere apenas ao oprimido ou ao opressor, mas a todos, a toda a comunidade \u00e9tica, pois para que a ideia de justi\u00e7a exista ela n\u00e3o pode ignorar o universal.<\/p>\n<p>No entanto, Elisabeth Roudinesco, historiadora e psicanalista, pensadora pouco suspeita de conservadorismo, assegura em <em>O eu soberano<\/em> (Zahar, 2022) que hoje os movimentos de emancipa\u00e7\u00e3o \u2013 de ra\u00e7a, de g\u00eanero, p\u00f3s-coloniais, \u2026\u2013 parecem ter mudado de rumo. Eles n\u00e3o se perguntam mais como transformar o mundo, mas, ref\u00e9ns de si mesmos, usam a linguagem e os afetos como marcadores identit\u00e1rios para expressar um desejo de visibilidade, seja para afirmar sua indigna\u00e7\u00e3o, seja para serem reconhecidos. N\u00e3o se trataria mais de reconstruir uma realidade global onde todos possamos caber, mas sim de uma forma narcisista de se explicar sem dist\u00e2ncia cr\u00edtica, destruindo o espa\u00e7o p\u00fablico necess\u00e1rio ao di\u00e1logo e \u00e0 a\u00e7\u00e3o coletiva. Uma pseudopol\u00edtica, segundo Roudinesco, que em vez de fazer, desfaz os cidad\u00e3os e acaba enfraquecendo o <em>n\u00f3s<\/em> democr\u00e1tico universal. As pontas sempre se tocam. De qualquer forma, a diferen\u00e7a com o identitarismo da direita reacion\u00e1ria \u00e9 que, no caso desta, n\u00e3o se trata de uma deriva, pois sempre atuou da mesma forma, reiterando os mesmos discursos de mitifica\u00e7\u00e3o do passado, machismo desacomplexado, \u00f3dio ao diferente, xenofobia, desprezo pelos direitos humanos e desrespeito pelos do cidad\u00e3o, racismo e medo da \u201cgrande substitui\u00e7\u00e3o\u201d, com o qual se justifica a rejei\u00e7\u00e3o ao acolhimento de migrantes que buscam ref\u00fagio da persegui\u00e7\u00e3o, da guerra e da fome, muitas vezes arriscando a vida atravessando o mar durante semanas.<\/p>\n<p>Universal, no entanto, n\u00e3o significa uniforme nem cosmopolita. O cosmopolitismo \u2013 o autoproclamado cidad\u00e3o do mundo \u2013 \u00e9 uma fic\u00e7\u00e3o amorfa, porque, como Hannah Arendt, refugiada do nazismo desde 1933 e ap\u00e1trida at\u00e9 1951, deixou claro, nossos direitos n\u00e3o valem nada se n\u00e3o tivermos um Estado por tr\u00e1s de n\u00f3s para garanti-los. Com todas as suas defici\u00eancias, e \u00e0 espera de uma alternativa real, o Estado-na\u00e7\u00e3o continua sendo a base da solidariedade coletiva \u2013 previd\u00eancia social, pens\u00f5es, etc. \u2013 que se tornaria invi\u00e1vel se n\u00e3o fosse limitada aos residentes do pa\u00eds. Por outro lado, ter consci\u00eancia do universal significa, em termos simples, que o mundo n\u00e3o acabe para voc\u00ea na sua cidade, na sua regi\u00e3o, no seu pa\u00eds\u2026 Significa, retomando o fio condutor de Francis Wolff, o reconhecimento de pertencimento a uma humanidade \u00fanica, fortalecida, hoje mais do que nunca, pelo extraordin\u00e1rio progresso dos meios de comunica\u00e7\u00e3o, sobretudo ap\u00f3s o surgimento da Internet e das redes sociais que, apesar de todas as falhas, facilitam a autoconsci\u00eancia de integrar uma humanidade global. Nunca a parte rica da humanidade esteve t\u00e3o pr\u00f3xima da parte pobre. Nunca soubemos t\u00e3o bem como agora que estamos todos expostos aos mesmos riscos planet\u00e1rios: epidemias, aquecimento global, desastres nucleares, esgotamento dos recursos naturais, extin\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies, crises econ\u00f4micas globais, etc. E, no entanto, ao mesmo tempo em que \u00e9 imposta \u00e0 nossa consci\u00eancia, a unidade da humanidade vem recuando em representa\u00e7\u00f5es coletivas em favor de desvios identit\u00e1rios de todos os tipos.<\/p>\n<p>Apesar do 11 de setembro de 2001, que pareceu inaugurar uma nova era, dedicamos o primeiro quarto de s\u00e9culo a lutar por quest\u00f5es mais pessoais e herdadas do s\u00e9culo XX. Um dos desafios importantes do s\u00e9culo XXI \u00e9 tornar poss\u00edvel um humanismo eficaz que n\u00e3o esque\u00e7a que a \u00fanica maneira que os seres humanos t\u00eam de aparecer no espa\u00e7o p\u00fablico \u00e9 atrav\u00e9s das nossas diferen\u00e7as \u2013 f\u00edsicas, sociais, familiares, geogr\u00e1ficas, hist\u00f3ricas, lingu\u00edsticas, culturais,\u2026 Cada vez mais definidas por identidades m\u00faltiplas e m\u00f3veis. \u201cAs ideias universalistas devem recuperar seu poder mobilizador e cr\u00edtico: contra a ditadura das emo\u00e7\u00f5es e das opini\u00f5es, defesa da raz\u00e3o cient\u00edfica; contra o imp\u00e9rio das identidades, reconstru\u00e7\u00e3o de uma \u00e9tica da igualdade e da reciprocidade\u201d (Wolff). Por isso, \u00e9 necess\u00e1ria n\u00e3o s\u00f3 uma reforma profunda das Na\u00e7\u00f5es Unidas, mas tamb\u00e9m a pedagogia de uma nova mentalidade individual e coletiva que descanse numa \u00e9tica da igualdade e numa pol\u00edtica das diferen\u00e7as dentro de um mundo em comum, visto de todos os lados e do qual cada um possa falar livremente, e agir nele, com todos os outros.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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