{"id":31700,"date":"2025-06-04T18:18:24","date_gmt":"2025-06-04T21:18:24","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/periferias-nossa-gaza-em-camera-lenta\/"},"modified":"2025-06-04T18:18:24","modified_gmt":"2025-06-04T21:18:24","slug":"periferias-nossa-gaza-em-camera-lenta","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/periferias-nossa-gaza-em-camera-lenta\/","title":{"rendered":"Periferias: Nossa Gaza em c\u00e2mera lenta?"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"850\" height=\"567\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5044241147450469938.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5044241147450469938.jpg 850w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5044241147450469938-300x200.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5044241147450469938-768x512.jpg 768w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5044241147450469938-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 850px) 100vw, 850px\"><figcaption><em>Imagem: Ag\u00eancia Brasil<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u00c9 desconexo comparar Gaza com as periferias brasileiras? Pode parecer. Mas talvez a pergunta esteja mal formulada. N\u00e3o se trata da tentativa de nivelar trag\u00e9dias, mas sim de perceber continuidades estruturais: quem pode ser morto sem esc\u00e2ndalo? Quem n\u00e3o \u00e9 considerado plenamente humano pelas engrenagens de poder, aqui e l\u00e1? A semelhan\u00e7a n\u00e3o est\u00e1 no cen\u00e1rio \u2014 uma faixa de terra sitiada por m\u00edsseis, um bairro patrulhado por viaturas \u2014 mas no status ontol\u00f3gico atribu\u00eddo aos corpos que habitam esses espa\u00e7os. Em ambos os casos, trata-se de popula\u00e7\u00f5es convertidas em excedentes, sujeitas a um regime de viol\u00eancia legitimada, ora pelo discurso da guerra, ora pelo verniz da ordem p\u00fablica. A quest\u00e3o, portanto, \u00e9 outra: quantas formas pode assumir o mesmo gesto de apagar vidas?<\/p>\n<p>Em Gaza, a devasta\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 uma met\u00e1fora. \u00c9 uma opera\u00e7\u00e3o militar planejada, cont\u00ednua, conduzida com respaldo ideol\u00f3gico, log\u00edstico e diplom\u00e1tico por um Estado com superioridade b\u00e9lica. A destrui\u00e7\u00e3o sistem\u00e1tica da infraestrutura, o cerco \u00e0 popula\u00e7\u00e3o civil, o bloqueio a \u00e1gua, alimento, eletricidade \u2014 tudo isso configura uma forma contempor\u00e2nea de limpeza \u00e9tnica, de genoc\u00eddio. Os corpos palestinos s\u00e3o tratados como descart\u00e1veis, obst\u00e1culos a serem eliminados. N\u00e3o se trata de um colapso, mas de um projeto genocida.<\/p>\n<p>Nas periferias das grandes cidades brasileiras, a l\u00f3gica \u00e9 menos ostensiva, mas n\u00e3o menos letal. A guerra \u00e0s drogas serve como justificativa permanente para opera\u00e7\u00f5es policiais que invadem casas, matam sem processo, constroem zonas de exce\u00e7\u00e3o dentro do Estado de Direito. Os alvos t\u00eam cor, endere\u00e7o e condi\u00e7\u00e3o social. O que se combate n\u00e3o \u00e9 apenas o crime, mas a exist\u00eancia indesejada de um povo que n\u00e3o se quer ver, precisa ser eliminado.<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\" aria-label=\"MAT\u00c9RIA-4\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MATERIA-4.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MATERIA-4.png 681w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MATERIA-4-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 681px) 100vw, 681px\" width=\"681\" height=\"171\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>\u00c9 aqui que Lo\u00efc Wacquant ajuda a compreender: o Estado penal e o Estado neoliberal n\u00e3o s\u00e3o opostos, mas complementares. Em contextos de abandono econ\u00f4mico, a puni\u00e7\u00e3o ocupa o lugar do amparo. A pris\u00e3o, a pol\u00edcia, o caveir\u00e3o s\u00e3o as formas de \u201cpol\u00edtica social\u201d oferecidas \u00e0 juventude negra perif\u00e9rica. Em sua an\u00e1lise sobre os EUA, Wacquant mostra como o desmonte do Estado social \u00e9 compensado pelo fortalecimento do aparato repressivo. A periferia brasileira, nesse sentido, \u00e9 governada pela mesma racionalidade: punir para governar. O abandono do Estado de um lado, e sua m\u00e3o pesada em const\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Fanon, desde <em>Os Condenados da Terra<\/em>, j\u00e1 nos alertava que o colonialismo n\u00e3o se sustenta apenas com palavras, mas com balas, ocupa\u00e7\u00e3o e hierarquia ontol\u00f3gica. O colonizado n\u00e3o \u00e9 apenas explorado: ele \u00e9 desfigurado em sua condi\u00e7\u00e3o de ser. Sua morte n\u00e3o causa espanto porque sua vida n\u00e3o foi reconhecida como tal. O \u201cn\u00e3o-ser\u201d de Fanon paira sobre os corpos que tombam em Gaza sob escombros e sobre os que tombam no Cap\u00e3o Redondo ou na Mar\u00e9. Ambos compartilham uma condi\u00e7\u00e3o: a de popula\u00e7\u00f5es convertidas em excedentes. Vivem sob constante amea\u00e7a, com a exist\u00eancia marcada pela antecipa\u00e7\u00e3o da morte.<\/p>\n<p>Cl\u00f3vis Moura, por sua vez, nos lembra que a hist\u00f3ria brasileira se funda sobre a elimina\u00e7\u00e3o dos indesej\u00e1veis. Em <em>Rebeli\u00f5es da Senzala<\/em>, ele afirma que os escravizados que fugiam ou se rebelavam n\u00e3o eram marginais ao sistema \u2014 eram sua nega\u00e7\u00e3o interna, sua cr\u00edtica viva. Os quilombos, como formas de recusa e constru\u00e7\u00e3o de outro modo de vida, encarnavam o potencial de ruptura. Mas Moura tamb\u00e9m mostrava como o escravismo se atualizava sob novas formas: da senzala \u00e0 favela, do pelourinho \u00e0 pris\u00e3o. A sociedade brasileira, longe de romper com o passado, reinventou suas tecnologias de opress\u00e3o e morte.<\/p>\n<p>Gaza est\u00e1 sendo destru\u00edda diante de nossos olhos. \u00c9 um massacre transmitido em tempo real. H\u00e1 ali uma viol\u00eancia declarada, legitimada por discursos de seguran\u00e7a, pela desumaniza\u00e7\u00e3o do inimigo, pelo sil\u00eancio dos aliados e pelas hesita\u00e7\u00f5es da comunidade internacional. No Brasil, a destrui\u00e7\u00e3o se d\u00e1 em c\u00e2mera lenta \u2014 \u00e9 menos vis\u00edvel, mas n\u00e3o menos programada. A cada opera\u00e7\u00e3o policial com mortos n\u00e3o contabilizados, a cada despejo de fam\u00edlias pobres, a cada aus\u00eancia de pol\u00edticas p\u00fablicas efetivas, reafirma-se o pacto social que aceita, e at\u00e9 deseja, a morte de certos corpos.<\/p>\n<p>O que une Gaza e as periferias brasileiras n\u00e3o \u00e9 a semelhan\u00e7a dos meios, mas a afinidade das finalidades: produzir ordem a partir do exterm\u00ednio dos indesej\u00e1veis. Em contextos onde a desigualdade \u00e9 estrutural e naturalizada, o Estado abandona qualquer promessa de inclus\u00e3o e se dedica a administrar corpos e territ\u00f3rios como res\u00edduos. Essa administra\u00e7\u00e3o se d\u00e1 por meio de tecnologias distintas \u2014 m\u00edsseis ou metralhadoras, checkpoints ou blitzes, drones ou helic\u00f3pteros \u2014 mas todas operam sob uma mesma l\u00f3gica: transformar a exclus\u00e3o social em quest\u00e3o de seguran\u00e7a p\u00fablica. E assim, o pobre deixa de ser um problema a ser resolvido e passa a ser um inimigo a ser neutralizado.<\/p>\n<p>\u00c9 fundamental reconhecer as dissens\u00f5es: Gaza \u00e9 uma na\u00e7\u00e3o sem Estado, sob ocupa\u00e7\u00e3o direta, alvo de bombardeios. As periferias brasileiras existem dentro de um regime democr\u00e1tico, ainda que seletivo e prec\u00e1rio. Os m\u00e9todos diferem, os contextos divergem. Mas a l\u00f3gica de administra\u00e7\u00e3o do indesej\u00e1vel, a reatualiza\u00e7\u00e3o da distin\u00e7\u00e3o entre vidas que importam e vidas que podem ser perdidas \u2013 essa \u00e9 comum.<\/p>\n<p>\u00c9 verdade que h\u00e1 um risco em analogias apressadas: borrar as especificidades pode resultar em relativiza\u00e7\u00f5es perigosas. Mas recusar toda compara\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m \u00e9 uma forma de nega\u00e7\u00e3o. Quando o mundo se habitua \u00e0 morte sistem\u00e1tica de certos povos \u2014 sejam palestinos sob ataque, sejam jovens negros sob patrulha \u2014, talvez devamos justamente insistir nas conex\u00f5es. N\u00e3o para homogeneizar, mas para compreender o sistema que torna a morte de uns mais toler\u00e1vel do que a de outros.<\/p>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<p>H\u00e1 resist\u00eancia. Em Gaza, ela se manifesta na perman\u00eancia, na sobreviv\u00eancia, na insist\u00eancia em viver sob as ru\u00ednas. No Brasil, ela pulsa nos coletivos de base e den\u00fancia, nos movimentos perif\u00e9ricos, na cultura que insiste em florescer entre o entulho e o sangramento. Mas tamb\u00e9m h\u00e1 fragilidade. A resist\u00eancia \u00e9 desarticulada, atravessada por disputas, cooptada ou esvaziada. Fanon j\u00e1 dizia: a luta pela liberta\u00e7\u00e3o exige coragem, sim, mas tamb\u00e9m m\u00e9todo, organiza\u00e7\u00e3o e projeto.<\/p>\n<p>O que se mata em Gaza e na periferia brasileira n\u00e3o \u00e9 apenas o corpo, mas a possibilidade de exist\u00eancia plena. Ambas s\u00e3o zonas de n\u00e3o-ser, de experimenta\u00e7\u00e3o do descarte humano. S\u00e3o iguais em tratar a v\u00edtima como culpado e o assassino como cumpridor do dever. Como canta o Clash, em \u201cStraight to Hell\u201d (\u00e1lbum Combat Rock, 1982), encarnando a voz do imp\u00e9rio que dispensa os seus excedentes das col\u00f4nias e das periferias: \u201cYou ain\u2019t got no need for ya \/ Go straight to hell, boys\u201d. N\u00e3o precisamos de voc\u00eas. V\u00e3o direto para o inferno.<\/p>\n<p>Essa linha captura a ess\u00eancia da desumaniza\u00e7\u00e3o e do descarte de popula\u00e7\u00f5es consideradas \u201cexcedentes\u201d ou indesejadas \u2014 uma caracter\u00edstica central da l\u00f3gica colonial e p\u00f3s-colonial e do grande patrocinador soturno e presente: o capitalismo. E sim, ela aproxima Gaza \u00e0s nossas periferias entre fardas de cores diferentes e elimina\u00e7\u00f5es sum\u00e1rias.<\/p>\n<p>\u00c9 um tema que nos fere, nos exaspera, sangra \u2014 mas tudo o que n\u00e3o podemos fazer \u00e9 silenciar.<\/p>\n<hr>\n<p><strong>Refer\u00eancias:<\/strong><\/p>\n<p>FANON, Frantz. Os condenados da terra. Civiliza\u00e7\u00e3o Brasileira, 1968.<\/p>\n<p>MOURA, Cl\u00f3vis. Rebeli\u00f5es da senzala. S\u00e3o Paulo: Express\u00e3o Popular, 2014.<\/p>\n<p>WACQUANT, Lo\u00efc. Punir os pobres: a nova gest\u00e3o da mis\u00e9ria nos Estados Unidos. Rio de Janeiro: Revan, 2003.<\/p>\n<p>WACQUANT, Lo\u00efc. Punir para governar. New Left Review, n. 152, mar.\/abr. 2025.<\/p>\n<p>THE CLASH. Straight to Hell. In: THE CLASH. Combat Rock. [S. l.]: Epic Records, 1982. 1 disco (50 min). Faixa 4.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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Assinar Loading&#8230; Agradecemos! Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura! \u00c9 desconexo comparar Gaza com as periferias brasileiras? Pode parecer. Mas talvez a pergunta esteja mal formulada. 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