{"id":35501,"date":"2025-06-27T18:25:18","date_gmt":"2025-06-27T21:25:18","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/sly-stone-e-o-som-como-provocacao-coletiva\/"},"modified":"2025-06-27T18:25:18","modified_gmt":"2025-06-27T21:25:18","slug":"sly-stone-e-o-som-como-provocacao-coletiva","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/sly-stone-e-o-som-como-provocacao-coletiva\/","title":{"rendered":"Sly Stone e o som como provoca\u00e7\u00e3o coletiva"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1192\" height=\"669\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5114226054695857945.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5114226054695857945.jpg 1192w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5114226054695857945-300x168.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/5114226054695857945-768x431.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 1192px) 100vw, 1192px\"><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Por <strong>Ricardo Queiroz Pinheiro<\/strong>, na coluna <em><a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/tag\/outras-cancoes\/\">Outras Can\u00e7\u00f5es<\/a><\/em><\/p>\n<p>Em 2007, numa das poucas entrevistas que aceitou dar ap\u00f3s d\u00e9cadas de reclus\u00e3o, Sly Stone apareceu abatido, desconfiado, arredio, demorando-se em sil\u00eancios antes de responder. \u00c0s vezes, respondia em monoss\u00edlabos; outras, em frases que pareciam vir de um plano s\u00f3 dele. Falava de vozes em sua cabe\u00e7a, de sons que surgiam do nada, como ecos de algo que j\u00e1 n\u00e3o sabia se vinha de fora ou de dentro. N\u00e3o era met\u00e1fora: era uma forma literal de dizer ao mundo como estava \u2014 confuso, sens\u00edvel, carregando no corpo e na escuta as marcas de tudo que viveu. Esse detalhe m\u00ednimo, estranho, quase pat\u00e9tico \u2014 diz mais sobre Sly do que muitas biografias. A m\u00fasica que ele criou sempre esteve nesse limiar: entre o groove e o colapso, entre o som coletivo e o ru\u00eddo interno, entre a festa e a ressaca.<\/p>\n<p>Sly, naquele momento, j\u00e1 n\u00e3o brilhava \u2014 carregava sinais de um desgaste profundo. O brilho se transfigurava em cicatriz, e o que o tornava enigm\u00e1tico agora o tornava insond\u00e1vel. A ind\u00fastria, que o havia elevado, tamb\u00e9m o triturou \u2014 e parte de sua reclus\u00e3o era a resposta crua a esse processo. Ele n\u00e3o desapareceu do nada. Foi expulso pelas engrenagens que pedem sempre mais um hit, mais uma turn\u00ea, mais uma vers\u00e3o rent\u00e1vel de si mesmo.<\/p>\n<div>\n<div><a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\" aria-label=\"MAT\u00c9RIA-5\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MATERIA--10.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/MATERIA--10.png 681w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2023\/03\/MATERIA-5-300x75.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 681px) 100vw, 681px\" width=\"681\" height=\"171\"><\/a><\/div>\n<\/div>\n<p>Sly Stone, nascido Sylvester Stewart, foi crian\u00e7a prod\u00edgio, DJ precoce, multi-instrumentista autodidata. Mas o mais decisivo: foi um ouvinte incomum. Ouvia tudo \u2014 gospel, doo-wop, jazz modal, rock branco, James Brown, r\u00e1dio \u2014 e editava com um talento raro. Ainda nos anos 60, compreendeu que a mistura superava o exerc\u00edcio est\u00e9tico: era um ato pol\u00edtico. Criou a Family Stone, seu caldeir\u00e3o de experi\u00eancia sonora e multirracial. Gente preta, branca, mulher, homem, funk, psicodelia \u2014 tudo em combust\u00e3o. Antes de se falar em representatividade, ele j\u00e1 praticava desordem como m\u00e9todo. Seu som n\u00e3o era inclusivo, explodia fronteiras.<\/p>\n<p>Mas Sly n\u00e3o queria ser pedag\u00f3gico. N\u00e3o havia projeto educativo: a m\u00fasica era o mote. O que ele e sua banda matutavam no palco era energia bruta. Usavam roupas extravagantes, mas tocavam como se estivessem em transe. E o p\u00fablico reagia com o corpo. Aquilo n\u00e3o era Motown, n\u00e3o era Stax, n\u00e3o era Woodstock: era outra coisa, no meio de tudo. A Family Stone parecia mais uma c\u00e9lula revolucion\u00e1ria do que um grupo musical. <em>Everybody is star.<\/em><\/p>\n<p>Stand! foi o ponto mais luminoso. Lan\u00e7ado em 1969, o disco parecia condensar tudo o que Sly acreditava que a m\u00fasica podia ser: convoca\u00e7\u00e3o coletiva, beleza r\u00edtmica, lirismo direto e groove como comunh\u00e3o. Cada faixa soava como uma bandeira que tremulava sozinha. A can\u00e7\u00e3o-t\u00edtulo era imperativa: fique de p\u00e9, posicione-se. Mas havia tamb\u00e9m o deboche de \u201cDon\u2019t Call Me Nigger, Whitey\u201d, o existencialismo sorridente de \u201cI Want to Take You Higher\u201d, a delicadeza \u00e1cida de \u201cSomebody\u2019s Watching You\u201d. Era funk e psicodelia em plena alquimia, mas sem perder o ch\u00e3o. O otimismo ali n\u00e3o era ing\u00eanuo: era decis\u00e3o est\u00e9tica e pol\u00edtica.<\/p>\n<p>Stand! saiu no mesmo ano em que Fred Hampton foi assassinado. O mesmo ano em que o otimismo hippie come\u00e7ava a rachar. Mas ali estava Sly, ainda acreditando no corpo como resist\u00eancia, no som como provoca\u00e7\u00e3o coletiva. O \u00e1lbum funciona como um rito de passagem entre a d\u00e9cada do sonho e a d\u00e9cada do refluxo. Um antes e um depois.<\/p>\n<p>Por tr\u00e1s do espet\u00e1culo, havia o controle. Sly produzia, arranjava, mixava, comandava cada detalhe. Era obsessivo, imprevis\u00edvel, man\u00edaco por som. Passava horas no est\u00fadio, testando timbres, sobrepondo vozes, desfigurando grava\u00e7\u00f5es. \u201cEveryday People\u201d parece um hino universal, mas sua constru\u00e7\u00e3o \u00e9 quase cient\u00edfica: vozes em un\u00edssono que se desafinam propositalmente, ritmos que parecem simples mas escondem microvaria\u00e7\u00f5es. Nada era espont\u00e2neo \u2014 mas tudo soava como se fosse.<\/p>\n<p>\u201c<em>My own beliefs are in my songs<br \/>A butcher, a banker, a drummer and then<br \/>Makes no difference what group I\u2019m in<br \/>I am everyday people\u201d<\/em><\/p>\n<p>A virada veio com There\u2019s a Riot Goin\u2019 On, de 1971. O t\u00edtulo anunciava revolta \u2014 e o disco cumpria. Era o oposto de Stand!, lan\u00e7ado dois anos antes. Se Stand! era clar\u00e3o, Riot era neblina espessa. Funk desacelerado, grava\u00e7\u00e3o suja, letras paranoicas, uma sensa\u00e7\u00e3o de clausura. O pr\u00f3prio Sly parecia ter se recolhido a um por\u00e3o interno. Era um disco em estado de recusa, que soava mais como ru\u00eddo interior do que como produto cultural. O mundo reagia com estranhamento. A cr\u00edtica demorou a entender. O p\u00fablico, mais ainda. Mas ali estava o artista confrontando sua pr\u00f3pria linguagem, como se dissesse: o otimismo morreu \u2014 e eu fui ao enterro. \u00c9 o \u00e1lbum mais cultuado: um templo que o universo do hip hop evoca constantemente.<\/p>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<p>Esse mergulho na escurid\u00e3o n\u00e3o era apenas est\u00e9tico. Sly estava cercado: os canas vigiando seus passos, gravadora exigindo resultados, a banda desmoronando, as drogas tomando conta. Mas ele n\u00e3o recuava. Em vez de voltar ao formato previs\u00edvel, empurrava ainda mais fundo a disson\u00e2ncia. \u201cFamily Affair\u201d, maior sucesso do disco, \u00e9 quase um sussurro: vozes abafadas, caixa eletr\u00f4nica, tristeza contida. Funk sem catarse. Soul sem consolo. \u00c9 como se Sly dissesse: esta \u00e9 a Am\u00e9rica. E nela, o amor \u00e9 uma abstra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O tempo passou e ele n\u00e3o se adaptou. Os anos 80 exigiam clareza, espet\u00e1culo higienizado. Sly respondia com sil\u00eancios, sumi\u00e7os, reapari\u00e7\u00f5es constrangedoras. Sua figura virou ru\u00edna em tempo real. Mas mesmo na decad\u00eancia, havia coer\u00eancia. Ele n\u00e3o mentia sobre sua condi\u00e7\u00e3o. Enquanto outros se refaziam em vers\u00f5es otimizadas, Sly desaparecia \u2014 e esse gesto, em si, era uma cr\u00edtica. Sua recusa ao marketing finalizou o personagem. Ficou o rastro. O desconforto. E a m\u00fasica.<\/p>\n<p>Quem ouve hoje a discografia de Sly Stone percebe que cada can\u00e7\u00e3o carrega uma ideia de mundo. Stand! \u00e9 uma convoca\u00e7\u00e3o, esperan\u00e7a angulosa; If You Want Me to Stay, ultimato afetivo; In Time, matem\u00e1tica aplicada ao groove; Runnin\u2019 Away, fuga c\u00ednica em forma de canto infantil. N\u00e3o h\u00e1 tema menor. Tudo \u00e9 tratado como documento emocional e pol\u00edtico. O amor, a tens\u00e3o racial, a festa, o fracasso \u2014 tudo pulsa com urg\u00eancia. Mesmo os sil\u00eancios falam. As repeti\u00e7\u00f5es s\u00e3o afirma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Poucos m\u00fasicos dialogaram com seu pr\u00f3prio repert\u00f3rio como ele. Sly revisita, refaz, distorce. \u201cThank You\u201d vira \u201cThank You for Talkin\u2019 to Me Africa\u201d \u2014 mesma letra, nova escurid\u00e3o. \u00c9 como se dissesse: voc\u00eas dan\u00e7aram, mas n\u00e3o ouviram. A releitura n\u00e3o \u00e9 vers\u00e3o pregui\u00e7osa, \u00e9 uma esp\u00e9cie de manifesto sem demagogia. Isso diz tudo sobre ele. Nunca quis ser marionete, produziu inc\u00f4modo real.<\/p>\n<p>Ainda em \u201cRiot\u201d, o uso precursor de drum machine anteviu o hip hop. Com a banda fragmentada, Sly gravava sozinho. Inventava modos de soar coletivo sem depender de ningu\u00e9m. Cada batida eletr\u00f4nica carrega solid\u00e3o e insist\u00eancia. \u00c9 ali que o funk encontra a m\u00e1quina. E nasce o prot\u00f3tipo do que viria depois: Prince, OutKast, D\u2019Angelo, MF Doom, Kendrick Lamar. N\u00e3o por imita\u00e7\u00e3o, mas por tens\u00e3o herdada. Sly Stone foi um mestre sem proselitismo.<\/p>\n<p>Sem Sly, o neosoul n\u00e3o teria alma nervosa, nem o funk eletr\u00f4nico seu veneno pol\u00edtico. Ele foi o elo entre o gospel e o sampler, entre o del\u00edrio coletivo de um palco e o isolamento de uma mente sitiada. Os anos passaram, mas a m\u00fasica que pulsa com urg\u00eancia e contradi\u00e7\u00e3o ainda \u00e9 escrita na chave que ele forjou.<\/p>\n<p>Seus herdeiros est\u00e3o por toda parte. No falsete lac\u00f4nico de Frank Ocean. No virtuosismo desconstru\u00eddo de Thundercat. Na arquitetura desobediente de Flying Lotus. Na fala rimada e ferida de Kendrick Lamar. Todos eles operam no espa\u00e7o que Sly abriu: um espa\u00e7o onde a m\u00fasica negra n\u00e3o precisa escolher entre festa e den\u00fancia, entre espiritualidade e ironia. Sly lhes deu a possibilidade de ser ao mesmo tempo l\u00fadico e insuport\u00e1vel, suave e afiado, herm\u00e9tico e popular. N\u00e3o como modelo a seguir, mas como autoriza\u00e7\u00e3o para o risco.<\/p>\n<p>Sly nunca aceitou os limites impostos ao m\u00fasico negro nos Estados Unidos do p\u00f3s-guerra. N\u00e3o queria apenas ocupar o palco \u2014 queria desmontar as regras de conviv\u00eancia sonora ali dentro. Ao borrar vozes, embaralhar arranjos, desalinhar batidas, misturar sons, desmontava a expectativa de controle. Seus discos eram livres \u2014 o quanto podiam ser, na ind\u00fastria. Sem teoria e fala\u00e7\u00e3o, mas como experi\u00eancia concreta. O est\u00fadio virava campo de tens\u00e3o \u2014 n\u00e3o de experimenta\u00e7\u00e3o livre, mas de inven\u00e7\u00e3o sob press\u00e3o.<\/p>\n<p>Sly Stone morreu h\u00e1 algumas semanas, no in\u00edcio de junho de 2025. No dia, passei o fim da noite e o comecinho da madrugada ouvindo seus \u00e1lbuns. Vale o quanto pesa. O corpo se foi, a m\u00fasica continua em estado de combust\u00e3o. A morte de Sly n\u00e3o o silencia. Vai viver nas pistas, nos est\u00fadios, nas ruas, nos desvios. Talvez ele tenha finalmente descoberto o som perfeito. Este texto n\u00e3o \u00e9 pra chorar, mas pra confirmar o qu\u00e3o vivo ele foi.<\/p>\n<p>Boa viagem, camarada.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Sem publicidade ou patroc\u00ednio, dependemos de voc\u00ea. Fa\u00e7a parte do nosso grupo de apoiadores e ajude a manter nossa voz livre e plural: <a href=\"https:\/\/apoia.se\/outraspalavras\"><strong>apoia.se\/outraspalavras<\/strong><\/a><\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/sly-stone-e-o-som-como-provocacao-coletiva\/\">Sly Stone e o som como provoca\u00e7\u00e3o coletiva<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/o-antropofagista-precisa-do-apoio-dos-seus-leitores-apoie\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">O Antropofagista precisa do apoio dos seus leitore...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/italia-e-cobrada-por-indicios-de-importacao-de-ouro-ilegal-do-brasil\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/vista_garimpo_itaituba_fernando_martinho-1-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">It\u00e1lia \u00e9 cobrada por ind\u00edcios de importa\u00e7\u00e3o de our...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/emprego-formal-avanca-abril-tem-melhor-saldo-desde-2020\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Emprego formal avan\u00e7a: abril tem melhor saldo desd...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/rogerio-carvalho-discute-estrategias-para-o-fortalecimento-da-embrapa\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Rog\u00e9rio Carvalho discute estrat\u00e9gias para o fortal...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Boletim Outras Palavras Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site Assinar Loading&#8230; Assinar Loading&#8230; Agradecemos! 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Por Ricardo Queiroz Pinheiro, na coluna Outras Can\u00e7\u00f5es Em 2007, numa das poucas entrevistas que aceitou dar ap\u00f3s d\u00e9cadas de reclus\u00e3o, Sly Stone apareceu [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":35502,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[8982,8983,8984,8985,7338,5499,8986,8987,8988,8989,8990],"tags":[],"class_list":["post-35501","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-contracultura-norte-americana","category-family-stone","category-hip-hop","category-movimento-hippie","category-outras-cancoes","category-poeticas","category-sly-stone","category-soul","category-stand","category-sylvester-stewart","category-theres-a-riot-goin-on"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35501","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=35501"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/35501\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/35502"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=35501"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=35501"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=35501"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}