{"id":35731,"date":"2025-06-30T14:22:43","date_gmt":"2025-06-30T17:22:43","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/vidas-tracadas-pela-luta-pela-terra-e-o-cooperativismo\/"},"modified":"2025-06-30T14:22:43","modified_gmt":"2025-06-30T17:22:43","slug":"vidas-tracadas-pela-luta-pela-terra-e-o-cooperativismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/vidas-tracadas-pela-luta-pela-terra-e-o-cooperativismo\/","title":{"rendered":"Vidas tra\u00e7adas pela luta pela terra e o cooperativismo"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-4.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-4-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-4-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-4-768x576.jpeg 768w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-4.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Katia Marko<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Katia Marko\/ MST no RS<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>Conhecer as hist\u00f3rias de vida dos assentados e assentadas da reforma agr\u00e1ria, nos territ\u00f3rios conquistados pela luta do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), \u00e9 uma aula de determina\u00e7\u00e3o, resist\u00eancia, resili\u00eancia, f\u00e9 e amor.\u00a0<\/p>\n<p>Os desafios para a conquista da terra s\u00e3o muitos, mas as conquistas s\u00e3o celebradas diariamente. Principalmente por quem escolheu produzir de forma cooperada e acredita que a agroecologia \u00e9 o \u00fanico futuro poss\u00edvel para o planeta.<\/p>\n<p>Arnaldo Monte Pio \u00e9 produtor de arroz agroecol\u00f3gico no assentamento Santa Rita de C\u00e1ssia II, em Nova Santa Rita (RS). Olair Nunes dos Santos e Maria Gorete Menezes Argolo Nunes s\u00e3o do grupo das hortas org\u00e2nicas, no assentamento Itapu\u00ed, tamb\u00e9m em Nova Santa Rita.\u00a0<\/p>\n<p>O que eles t\u00eam com comum? S\u00e3o associados da <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2025\/06\/04\/cooperativa-terra-livre-busca-investimento-para-avancar-na-agroecologia-e-comercializacao-de-alimentos\/\">Cooperativa Terra Livre<\/a> que busca captar mais de R$ 2 milh\u00f5es por meio do Financiamento Popular para Produ\u00e7\u00e3o de Alimentos Saud\u00e1veis (<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2024\/12\/17\/investir-no-finapop-e-garantir-alimento-saudavel-e-impacto-social\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">Finapop<\/a>). O objetivo \u00e9 a forma\u00e7\u00e3o de capital de giro e compra de produtos, com a inten\u00e7\u00e3o de adquirir a produ\u00e7\u00e3o dos cooperados e cooperadas e garantir a comercializa\u00e7\u00e3o no mercado institucional.<\/p>\n<h2>A trajet\u00f3ria de Arnaldo<\/h2>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-3.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-3-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-3-225x300.jpeg 225w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-3.jpeg 960w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\"><figcaption><em>Foto: Katia Marko<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Arnaldo, cuja fam\u00edlia tem uma hist\u00f3ria de origem camponesa, sempre ligada ao campo, ingressou no movimento social por volta de 1996. Sua motiva\u00e7\u00e3o pessoal para a luta pela terra surgiu da percep\u00e7\u00e3o de que os 20 hectares de terra de seu pai seriam insuficientes para os seis irm\u00e3os.<\/p>\n<p>Em 2001, Arnaldo se uniu a um acampamento do MST em Lagoa Vermelha, na regi\u00e3o norte do estado, em um per\u00edodo de intensa luta social. Ele tinha quase 30 anos na \u00e9poca. Ap\u00f3s quatro anos acampado, conquistou a terra em 2005.\u00a0<\/p>\n<p>O assentamento onde hoje vive, em Nova Santa Rita, era uma fazenda do ex\u00e9rcito leiloada que foi desapropriada pelo Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) para contemplar 100 fam\u00edlias. Arnaldo lembra que a \u00e1rea era inicialmente um \u201cdeserto\u201d, com poucas cabe\u00e7as de gado e sem produ\u00e7\u00e3o de arroz, e levou um ano para que as fam\u00edlias conseguissem chegar e se estabelecer.<\/p>\n<p>\u201cA produ\u00e7\u00e3o de arroz org\u00e2nico no assentamento come\u00e7ou como uma experi\u00eancia em 2008-2009, impulsionada por um grupo de 10 a 12 fam\u00edlias com um olhar para essa produ\u00e7\u00e3o. Inicialmente, cultivamos um hectare na \u00e1rea de moradia para aprender, mas a falta de \u00e1gua nos levou para a \u00e1rea de v\u00e1rzea, onde expandimos a produ\u00e7\u00e3o\u201d, recorda.\u00a0<\/p>\n<p>Atualmente, segundo ele, de quase 700 hectares de \u00e1rea de v\u00e1rzea, 430 hectares s\u00e3o de arroz certificado org\u00e2nico, com o objetivo de alcan\u00e7ar 100% de certifica\u00e7\u00e3o. \u201cEmbora apenas seis assentados gerenciem a produ\u00e7\u00e3o devido \u00e0 mecaniza\u00e7\u00e3o, a atividade articula-se com as 100 fam\u00edlias do assentamento, cada uma com 8 hectares, garantindo que todas conhe\u00e7am o processo.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Conforme destaca Arnaldo, a Cooperativa Terra Livre \u00e9 central para a vida econ\u00f4mica da produ\u00e7\u00e3o. \u201cEla \u00e9 a financiadora e articuladora do processo produtivo, adiantando valores para cobrir custos como a manuten\u00e7\u00e3o do sistema de irriga\u00e7\u00e3o de mais de 10 km, com os agricultores devolvendo o valor em arroz e produ\u00e7\u00e3o.\u201d<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m lembra que a cooperativa foi fundamental em momentos de crise, como a pandemia da covid-19 e as enchentes de maio, que causaram perdas de at\u00e9 75% da produ\u00e7\u00e3o. \u201cA Terra Livre forneceu oxig\u00eanio econ\u00f4mico, avalizando empr\u00e9stimos e buscando recursos para que n\u00e3o desist\u00edssemos, mantendo-nos organizados. Sem essa ferramenta, n\u00f3s n\u00e3o estar\u00edamos vivos na produ\u00e7\u00e3o hoje.\u201d<\/p>\n<p>Refletindo sobre sua trajet\u00f3ria, Arnaldo afirma que faria tudo de novo pelo sonho de vida, embora reconhe\u00e7a que o cen\u00e1rio atual da reforma agr\u00e1ria \u00e9 muito mais dif\u00edcil, com poucas novas fam\u00edlias assentadas nos \u00faltimos anos.\u00a0<\/p>\n<p>Arnaldo tamb\u00e9m compartilha que sua decis\u00e3o de investir na agroecologia teve uma motiva\u00e7\u00e3o pessoal ligada \u00e0 sa\u00fade, pois sofria de problemas como dor de cabe\u00e7a devido \u00e0 intoxica\u00e7\u00e3o por venenos em produ\u00e7\u00f5es anteriores. \u201cPra mim, produzir alimento limpo tornou-se um princ\u00edpio pessoal e organizativo, refor\u00e7ado pelo apoio dos consumidores nas feiras. E a coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 essencial para a agricultura familiar e assentamentos, sendo a cooperativa a ferramenta que garante nossa exist\u00eancia.\u201d<\/p>\n<h2>Olair e Gorete, uma rela\u00e7\u00e3o que nasceu na luta<\/h2>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-2.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-2-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-2-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-2-768x576.jpeg 768w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-2.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Katia Marko<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Olair \u00e9 natural de Redentora, no Rio Grande do Sul, e Gorete, de Sergipe, no Nordeste. Se conheceram e se casaram sob a lona preta, no primeiro acampamento do MST no estado nordestino.\u00a0<\/p>\n<p>Ele participou das primeiras ocupa\u00e7\u00f5es do movimento no Rio Grande do Sul, sendo uma das lideran\u00e7as do acampamento da Fazenda Nonoai. Ela contribuiu com movimentos sociais desde a inf\u00e2ncia, como a Pastoral da Juventude e a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra, at\u00e9 se unir ao MST.\u00a0<\/p>\n<p>Dessa uni\u00e3o de sonhos, nasceu uma fam\u00edlia que labuta unida na produ\u00e7\u00e3o da alimenta\u00e7\u00e3o saud\u00e1vel. Em 1988 chegaram a Nova Santa Rita, na Fazenda Itapu\u00ed. Mas antes enfrentaram mais de tr\u00eas anos acampados, sob press\u00e3o di\u00e1ria e persegui\u00e7\u00e3o, especialmente no per\u00edodo p\u00f3s-ditadura militar. Gorete recorda as dificuldades no Nordeste, onde a persegui\u00e7\u00e3o de jagun\u00e7os era intensa e o trabalho de base era sigiloso, feito as \u201cescondidas\u201d.<\/p>\n<p>Gorete foi fundamental na primeira ocupa\u00e7\u00e3o do MST, na Fazenda Monte Santo, em Sergipe. Com a ajuda de uma diocese solid\u00e1ria, a ocupa\u00e7\u00e3o foi realizada de forma sigilosa, usando uma \u201csanta miss\u00e3o\u201d como disfarce.\u00a0<\/p>\n<p>A luta pela terra para Olair e Gorete significava a possibilidade de produzir alimentos saud\u00e1veis, por uma melhor qualidade de vida e por uma educa\u00e7\u00e3o diferente para seus filhos. Eles tamb\u00e9m foram pioneiros na educa\u00e7\u00e3o dentro do movimento. Gorete ensinava crian\u00e7as sob um p\u00e9 de manga, usando a terra para escrever, e Olair, professor de hist\u00f3ria, foi um dos fundadores da escola Nova Sociedade, que j\u00e1 formou 13 m\u00e9dicos filhos de agricultores, atrav\u00e9s de parcerias com universidades.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-1024x768.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop-768x576.jpeg 768w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/RS-Finapop.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Katia Marko<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Desde o in\u00edcio, a fam\u00edlia de Olair e Gorete optou por um sistema cooperativado, sendo o grupo Herval, no assentamento Itapu\u00ed, o primeiro no Rio Grande do Sul a buscar a certifica\u00e7\u00e3o org\u00e2nica. Eles lembram que ajudaram a emancipar Nova Santa Rita, que hoje \u00e9 conhecida como a \u201ccapital do org\u00e2nico\u201d. Em sua propriedade de quase 14 hectares, produzem mais de 50 tipos de plantas comest\u00edveis, incluindo frutas e verduras, e s\u00e3o grandes incentivadores do plantio de \u00e1rvores para proteger vertentes.<\/p>\n<p>A comercializa\u00e7\u00e3o de seus produtos org\u00e2nicos \u00e9 feita diretamente em feiras em Porto Alegre e na regi\u00e3o Metropolitana, al\u00e9m da entrega para o Programa Nacional de Alimenta\u00e7\u00e3o Escolar (PNAE) e para o Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA).\u00a0<\/p>\n<p>Segundo eles, a Cooperativa Terra Livre e a Cooperativa de Trabalhadores Assentados de Porto Alegre (Cootap) s\u00e3o cruciais para o escoamento da produ\u00e7\u00e3o e para a busca de recursos, especialmente para enfrentar os desafios clim\u00e1ticos como secas e enchentes. Em momentos de dificuldade, como as enchentes recentes, a cooperativa providenciou apoio com sementes e insumos.<\/p>\n<p>Olair e Gorete veem o MST como uma \u201cgrande fam\u00edlia\u201d, onde se sentem em casa em qualquer lugar do Brasil. Eles celebram o legado de seus filhos e netos, que tamb\u00e9m estudaram nas escolas do movimento, com a filha mais velha sendo dirigente e o filho Sandino, t\u00e9cnico agr\u00edcola, trabalhando na terra.<\/p>\n<p>Para Olair, o cooperativismo \u00e9 indispens\u00e1vel. \u201cSozinhos n\u00e3o vamos em lugar nenhum.\u201d Ele destaca tamb\u00e9m a import\u00e2ncia das parcerias com institui\u00e7\u00f5es como o Banco do Brasil e a Universidade Federal do Rio Grande do Sul (Ufrgs), que apoiam suas t\u00e9cnicas de produ\u00e7\u00e3o avan\u00e7adas, como o plantio direto.<\/p>\n<p>O casal expressa profunda felicidade e gratid\u00e3o pelo movimento e suas conquistas, reafirmando que fariam tudo de novo. Para eles, a reforma agr\u00e1ria \u00e9 vital para o desenvolvimento do Brasil, evitando que fam\u00edlias inchem as cidades e aumentem o desemprego, e promovendo a produ\u00e7\u00e3o de alimentos.<\/p>\n<p>\u201cTemos orgulho do nosso movimento ser um dos maiores protetores de \u00e1reas de preserva\u00e7\u00e3o ambiental nos assentamentos. Mesmo quem n\u00e3o produz para comercializa\u00e7\u00e3o pratica a agricultura de subsist\u00eancia, cultivando hortas, frutas e criando animais.\u201d<\/p>\n<p>A terra em que vivem, que antes era um campo de lazer, sem \u00e1rvores, do ex-governador Ildo Meneghetti, apoiador da ditadura militar, foi inteiramente cultivada e reflorestada por eles. Para Olair e Gorete, a luta pela terra \u00e9 uma luta pela vida, sa\u00fade e pela forma\u00e7\u00e3o das futuras gera\u00e7\u00f5es, com a convic\u00e7\u00e3o de que o povo n\u00e3o precisa passar anos debaixo de lona se houver mais reforma agr\u00e1ria. Eles carregam a bandeira da luta com \u201cmuita honra, com muito orgulho\u201d.<\/p>\n<p>As vis\u00f5es sobre o cooperativismo, expressas por Arnaldo, Olair e Gorete, convergem na ideia de que a coopera\u00e7\u00e3o \u00e9 uma ferramenta indispens\u00e1vel e vital para a sobreviv\u00eancia e o sucesso dos assentamentos e da agricultura familiar. Eles a veem n\u00e3o apenas como um modelo econ\u00f4mico, mas como um pilar de sustenta\u00e7\u00e3o social e organizativa, especialmente diante de desafios.<\/p>\n<h2>Como investir na Cooperativa Terra Livre atrav\u00e9s do Finapop?<\/h2>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/2025-05-10_FINAPOP-CasaAnaPrimavesiVFenara-SP_PorMykesioMax-3.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/2025-05-10_FINAPOP-CasaAnaPrimavesiVFenara-SP_PorMykesioMax-3-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/2025-05-10_FINAPOP-CasaAnaPrimavesiVFenara-SP_PorMykesioMax-3-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/2025-05-10_FINAPOP-CasaAnaPrimavesiVFenara-SP_PorMykesioMax-3-768x512.jpg 768w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/06\/2025-05-10_FINAPOP-CasaAnaPrimavesiVFenara-SP_PorMykesioMax-3.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Mykesio Max<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>O Finapop foi criado em 2020, com a inten\u00e7\u00e3o de que as pessoas tenham motivos para\u00a0<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2024\/12\/17\/investir-no-finapop-e-garantir-alimento-saudavel-e-impacto-social\/\">\u201cInvestir com prop\u00f3sito: Investimento sustent\u00e1vel, saud\u00e1vel e seguro\u201d<\/a>, anuncia a plataforma, que tem se tornado uma iniciativa inovadora e essencial na busca de cr\u00e9dito produtivo, com menos burocracia e obst\u00e1culos para o avan\u00e7o da coopera\u00e7\u00e3o e produ\u00e7\u00e3o de alimentos nas \u00e1reas de Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Qualquer pessoa que tiver interesse em investir na capta\u00e7\u00e3o de recursos da Cooperativa Terra Livre pode acessar a\u00a0<a href=\"https:\/\/finapop.com.br\/plataforma\/\">plataforma do Finapop<\/a>\u00a0(<a href=\"http:\/\/e.allin.listasbrasilpopular.org.br\/bendar\/?atmca=11674616&amp;atmme=852&amp;atmte=1&amp;atmso=ck&amp;utm_content=295859741&amp;atmem=cmVkYWNhb21zdEBnbWFpbC5jb20=&amp;\">https:\/\/finapop.com.br\/plataforma\/<\/a>), at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 7 de julho. O investimento conta com uma rentabilidade de 11% ao ano, com dura\u00e7\u00e3o de total de 18 meses e car\u00eancia de seis meses, para o investidor come\u00e7ar a receber os pagamentos de juros e do valor.<\/p>\n<p>Passo a passo: Para ter acesso a oferta de investimento, o primeiro passo \u00e9 o investidor se cadastrar na plataforma, em seguida ter\u00e1 acesso a informa\u00e7\u00f5es sobre como investir, entre outros dados, tornando o investimento mais democr\u00e1tico.<\/p>\n<p>Ao acessar a plataforma do site do<a href=\"https:\/\/finapop.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">\u00a0Finapop\u00a0<\/a>(<a href=\"https:\/\/finapop.com.br\/\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\">https:\/\/finapop.com.br\/<\/a>), \u00e9 s\u00f3 clicar no menu do lado esquerdo e selecionar a op\u00e7\u00e3o \u201cComo investir\u201d. L\u00e1 a pessoa ter\u00e1 acesso a mais informa\u00e7\u00f5es sobre a remunera\u00e7\u00e3o, prazos e as caracter\u00edsticas da atividade produtiva, das cooperativas e fam\u00edlias que ser\u00e3o beneficiadas pelo investimento. No link da plataforma\u00a0<a href=\"http:\/\/e.allin.listasbrasilpopular.org.br\/bendar\/?atmca=11674616&amp;atmme=852&amp;atmte=1&amp;atmso=ck&amp;utm_content=295859741&amp;atmem=cmVkYWNhb21zdEBnbWFpbC5jb20=&amp;\">https:\/\/finapop.com.br\/plataforma\/<\/a>\u00a0tamb\u00e9m \u00e9 poss\u00edvel tirar d\u00favidas com a equipe do Finapop, acessando o bate-papo exclusivo.<\/p>\n<p><em>*Editado por Fernanda Alc\u00e2ntara<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2025\/06\/30\/vidas-tracadas-pela-luta-pela-terra-e-o-cooperativismo\/\">Vidas tra\u00e7adas pela luta pela terra e o cooperativismo<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/messias-critica-lava-jato-comandada-por-moro-em-tese-de-doutorado-e-se-consolida-favorito-a-vaga-no-stf\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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