{"id":36302,"date":"2025-07-02T17:00:56","date_gmt":"2025-07-02T20:00:56","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/2-de-julho-a-bahia-em-guerra-pela-independencia-do-brasil\/"},"modified":"2025-07-02T17:00:56","modified_gmt":"2025-07-02T20:00:56","slug":"2-de-julho-a-bahia-em-guerra-pela-independencia-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/2-de-julho-a-bahia-em-guerra-pela-independencia-do-brasil\/","title":{"rendered":"2 de julho: a Bahia em guerra pela independ\u00eancia do Brasil"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 202 anos, em 2 de julho de 1823, as for\u00e7as brasileiras derrotavam e expulsavam as tropas portuguesas estacionadas em Salvador. Declarava-se assim a Independ\u00eancia da Bahia, um dos derradeiros epis\u00f3dios do movimento emancipacionista brasileiro.<\/p>\n<p>Embora a independ\u00eancia do Brasil tenha sido proclamada em 7 de setembro de 1822, o processo de emancipa\u00e7\u00e3o na Bahia ocorreu de forma bem mais turbulenta. A forte presen\u00e7a de portugueses no territ\u00f3rio baiano representava um obst\u00e1culo para a conquista da autonomia nacional.<\/p>\n<p>Os baianos se insurgiram contra o dom\u00ednio portugu\u00eas ainda em fevereiro de 1822. A luta pela independ\u00eancia na prov\u00edncia foi marcada por batalhas sangrentas e combates intensos, com a participa\u00e7\u00e3o ativa das classes populares.<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria em Dois de Julho debelou o \u00faltimo grande reduto do dom\u00ednio portugu\u00eas no Brasil, consolidando a Independ\u00eancia do pa\u00eds. A data se converteria em s\u00edmbolo de resist\u00eancia e orgulho c\u00edvico para os baianos \u2014 e \u00e9 considerada por muitos como o \u201cverdadeiro dia da independ\u00eancia\u201d.<\/p>\n<h3>O movimento independentista<\/h3>\n<p>A independ\u00eancia brasileira foi o cap\u00edtulo final do processo de emancipa\u00e7\u00e3o iniciado ap\u00f3s a transfer\u00eancia da corte portuguesa para o Rio de Janeiro. A invas\u00e3o de Portugal pelas tropas de Napole\u00e3o Bonaparte for\u00e7ou D. Jo\u00e3o VI a transferir a administra\u00e7\u00e3o do imp\u00e9rio colonial portugu\u00eas para o Brasil.<\/p>\n<p>Esse processo culminou com a eleva\u00e7\u00e3o do Brasil ao status de Reino Unido a Portugal. Com a eclos\u00e3o da Revolu\u00e7\u00e3o Liberal do Porto e o retorno de Jo\u00e3o VI a Lisboa, o Brasil vislumbrou o risco de perder sua relativa autonomia.<\/p>\n<p>As Cortes Portuguesas exigiam que o Brasil retornasse ao status de col\u00f4nia, provocando a forte resist\u00eancia de comerciantes e representantes da elite brasileira.<\/p>\n<p>Ao perceber que as press\u00f5es pela emancipa\u00e7\u00e3o seriam incontorn\u00e1veis, o pr\u00edncipe-regente Pedro de Alc\u00e2ntara resolveu se antecipar ao movimento, encampando a luta pela independ\u00eancia como forma de manter o trono. Assim, em 7 de setembro de 1822, D. Pedro I proclamou a independ\u00eancia do Brasil.<\/p>\n<p>A proclama\u00e7\u00e3o, entretanto, n\u00e3o garantiu a ades\u00e3o imediata de todas as prov\u00edncias brasileiras ao novo regime. Em muitos locais, as for\u00e7as portuguesas resistiram fortemente e tentaram garantir a perman\u00eancia dos v\u00ednculos com a antiga metr\u00f3pole, dando in\u00edcio \u00e0 Guerra da Independ\u00eancia.<\/p>\n<h3>O movimento emancipacionista na Bahia<\/h3>\n<p>Na Bahia, onde a presen\u00e7a portuguesa era muito forte, o processo de independ\u00eancia ocorreu de forma paralela e bem mais turbulenta, iniciando-se v\u00e1rios meses antes (19 de fevereiro de 1822) e terminando quase um ano depois (2 de julho de 1823).<\/p>\n<p>Desde a eclos\u00e3o da Conjura\u00e7\u00e3o Baiana em 1798, a Bahia se tornara um dos mais importantes epicentros do movimento pela independ\u00eancia. Representantes da Bahia participaram da Revolu\u00e7\u00e3o Liberal do Porto e defenderam a limita\u00e7\u00e3o do poder dos monarcas portugueses, incitando desde cedo a mobiliza\u00e7\u00e3o em prol da autonomia.<\/p>\n<p>Em fevereiro de 1821, Salvador foi palco da Revolu\u00e7\u00e3o Liberal da Bahia, um levante constitucionalista que reivindicava a limita\u00e7\u00e3o do poder mon\u00e1rquico.<\/p>\n<p>Os rebeldes ocuparam a C\u00e2mara Municipal, derrotaram as tropas legalistas e lograram a institui\u00e7\u00e3o de uma Junta Governativa, ap\u00f3s a ren\u00fancia do governador Francisco de Assis Mascarenhas, o Conde de Palma.<\/p>\n<p>Com o retorno de Jo\u00e3o VI a Lisboa e a confirma\u00e7\u00e3o de que as Cortes Portuguesas n\u00e3o pretendiam aceitar o status do Brasil como reino, ampliou-se o clima de cis\u00e3o entre portugueses e brasileiros, levando a uma forte agita\u00e7\u00e3o pol\u00edtica na capital baiana.<\/p>\n<p>Em 12 de novembro de 1821, militares portugueses atacaram soldados brasileiros, iniciando uma sangrenta batalha campal na Pra\u00e7a da Piedade. Ap\u00f3s a elei\u00e7\u00e3o de uma nova Junta Governativa em janeiro de 1822, o brigadeiro In\u00e1cio Lu\u00eds Madeira de Melo foi imposto pela Coroa Portuguesa como Comandante de Armas da Bahia, substituindo o brasileiro Manuel Pedro, simpatizante da causa autonomista.<\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-224038\"><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia.jpg\" alt=\"\" width=\"800\" height=\"430\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia.jpg 800w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia-300x161.jpg 300w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia-768x413.jpg 768w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia-150x81.jpg 150w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bahia-750x403.jpg 750w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\"><figcaption>\u2018O Primeiro Passo para a Independ\u00eancia da Bahia\u2019, pintura de Ant\u00f4nio Parreiras, representa subleva\u00e7\u00e3o contra o dom\u00ednio portugu\u00eas <br \/>Acervo do Pal\u00e1cio Rio Branco<\/figcaption><\/figure>\n<h3>A insurrei\u00e7\u00e3o<\/h3>\n<p>Em 19 de fevereiro de 1822, logo ap\u00f3s a confirma\u00e7\u00e3o da nomea\u00e7\u00e3o de Madeira de Melo, militares brasileiros iniciaram uma subleva\u00e7\u00e3o no Forte S\u00e3o Pedro e nos quart\u00e9is da Palma e da Mouraria, contando com significativo apoio da popula\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Madeira de Melo reagiu ordenando o bombardeio das instala\u00e7\u00f5es militares e reprimindo a popula\u00e7\u00e3o baiana. Um grupo de militares rebelados buscou ref\u00fagio no Convento da Lapa, mas foi perseguido por soldados legalistas.<\/p>\n<p>Ao tentar impedir que os portugueses invadissem o convento, a s\u00f3ror Joana Ang\u00e9lica foi assassinada a golpes de baioneta. O mart\u00edrio da freira, muito conhecida e bem quista na cidade, comoveu a popula\u00e7\u00e3o, insuflando ainda mais a ades\u00e3o popular \u00e0 rebeli\u00e3o.<\/p>\n<p>Militares, comerciantes, fazendeiros e populares passaram a organizar a resist\u00eancia ao dom\u00ednio portugu\u00eas. Acossados pelas tropas de Madeira de Melo, os moradores de Salvador iniciaram um \u00eaxodo gradual rumo \u00e0s fazendas do Rec\u00f4ncavo Baiano.<\/p>\n<p>Entre maio e junho de 1822, as c\u00e2maras municipais das vilas do Rec\u00f4ncavo \u2014 Cachoeira, Santo Amaro e S\u00e3o Francisco do Conde \u2014 apresentaram conclama\u00e7\u00f5es reconhecendo D. Pedro como leg\u00edtimo regente da prov\u00edncia da Bahia, renegando a autoridade das Cortes Portuguesas.<\/p>\n<p>Em 25 de junho, a C\u00e2mara Municipal de Cachoeira organizou uma consulta popular, referendando o t\u00edtulo de D. Pedro como \u201cRegente Constitucional e Defensor Perp\u00e9tuo do Brasil\u201d. As tropas de Madeira de Melo retaliaram a a\u00e7\u00e3o, bombardeando a vila com uma canhoneira ancorada no Rio Paragua\u00e7u.<\/p>\n<h3>As batalhas pela independ\u00eancia<\/h3>\n<p>Os brasileiros reagiram formando as Juntas de Defesa para combater as tropas portuguesas. Uniram-se ao ex\u00e9rcito rebelde nomes como os irm\u00e3os Ant\u00f4nio Pereira e Manuel Maur\u00edcio Rebou\u00e7as e Rodrigo Ant\u00f4nio Falc\u00e3o Brand\u00e3o, futuro Bar\u00e3o de Bel\u00e9m.<\/p>\n<p>Destacou-se igualmente a combatente Maria Quit\u00e9ria. Primeira mulher a atuar no ex\u00e9rcito brasileiro, Maria Quit\u00e9ria se disfar\u00e7ou de homem para atuar nos combates contra os portugueses, sendo elogiada por sua destreza, coragem e pontaria. Ela tamb\u00e9m se tornaria uma hero\u00edna de guerra ao impedir o desembarque das tropas portuguesas na Barra do Paragua\u00e7u.<\/p>\n<p>Ao contr\u00e1rio do que ocorreu em outras prov\u00edncias, onde o processo emancipacionista foi conduzido estritamente pelas elites, a luta pela independ\u00eancia na Bahia foi marcada pela ampla participa\u00e7\u00e3o popular. Negros livres e escravizados, ind\u00edgenas, mulheres, trabalhadores rurais, comerciantes e os setores m\u00e9dios se engajaram nas batalhas, enxergando no movimento autonomista a possibilidade de construir um pa\u00eds mais justo.<\/p>\n<p>Entre os eventos que evocam a participa\u00e7\u00e3o popular durante a Guerra de Independ\u00eancia est\u00e1 a hist\u00f3ria de Maria Felipa, uma marisqueira negra que vivia na Ilha de Itaparica. Conforme a tradi\u00e7\u00e3o popular, ela teria liderado um grupo de 200 mulheres negras, ind\u00edgenas tupinamb\u00e1s e tapuias em um ataque contra soldados portugueses durante a Batalha de Itaparica.<\/p>\n<p>A regi\u00e3o do Rec\u00f4ncavo se tornou o epicentro da resist\u00eancia baiana, sediando o ex\u00e9rcito rebelde e as mil\u00edcias populares. Em Cachoeira, os sublevados organizaram um governo provis\u00f3rio, presidido por Miguel Calmon do Pin e Almeida, futuro Marqu\u00eas de Abrantes.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a proclama\u00e7\u00e3o da independ\u00eancia brasileira em 7 de setembro, D. Pedro I despachou para a Bahia uma tropa de 300 combatentes comandados pelo mercen\u00e1rio franc\u00eas Pedro Labatut, contratado para auxiliar as Juntas de Defesa na luta contra a Coroa Portuguesa.<\/p>\n<p>A esquadra de Labatut, entretanto, foi impedida de aportar em Salvador pelos navios de guerra lusitanos, sendo for\u00e7ada a desembarcar em Macei\u00f3, de onde os combatentes avan\u00e7aram por terra.<\/p>\n<h3>A vit\u00f3ria baiana<\/h3>\n<p>A estrat\u00e9gia portuguesa consistia em usar Salvador como uma base para reconquistar as outras prov\u00edncias e, eventualmente, reintegrar uma parte do Brasil \u00e0 Coroa lusitana.<\/p>\n<p>As tropas de Madeiro de Melo receberam um importante refor\u00e7o de dez navios de guerra enviados por Lisboa, mas a ades\u00e3o esmagadora das C\u00e2maras Municipais, comerciantes, fazendeiros e populares ao movimento independentista ampliou o isolamento dos portugueses, mantendo-os limitados a Salvador.<\/p>\n<p>Os portugueses tentaram romper o isolamento e avan\u00e7ar para o norte da Bahia, mas foram contidos pelos brasileiros na Batalha de Cabrito e for\u00e7ados a recuar. Madeira de Melo reorganizou suas tropas e lan\u00e7ou um potente ataque aos brasileiros na Batalha de Piraj\u00e1.<\/p>\n<p>Auxiliados pelas tropas mercen\u00e1rias de Labatut, os brasileiros resistiram ao ataque e, mesmo estando em desvantagem num\u00e9rica, conseguiram for\u00e7ar os portugueses a efetuar mais um recuo.<\/p>\n<p>Em maio de 1823, uma grande esquadra comandada pelo almirante ingl\u00eas Thomas Cochrane, a servi\u00e7o de Pedro I, chegou ao litoral baiano. Cochrane organizou um eficiente bloqueio mar\u00edtimo a Salvador, cortando o abastecimento e a chegada de refor\u00e7os dos portugueses.<\/p>\n<p>Sem meios materiais de seguir com a guerra, Madeira de Melo abandonou a campanha e embarcou rumo a Portugal com as tropas que lhe restavam. Finalmente, em 2 de julho de 1823, as tropas libertadoras adentraram em Salvador oficializando a independ\u00eancia da Bahia, outrora o principal reduto do dom\u00ednio portugu\u00eas no Brasil.<\/p>\n<p>A vit\u00f3ria na Bahia consolidou o projeto de D. Pedro I de manter o Brasil unificado sob um governo centralizado. A resist\u00eancia portuguesa em outras prov\u00edncias, como Maranh\u00e3o e Par\u00e1, foi enfraquecida ap\u00f3s a derrota em Salvador, facilitando a ades\u00e3o dessas regi\u00f5es ao Imp\u00e9rio.<\/p>\n<p>A Bahia, ao se converter no epicentro do movimento autonomista, tamb\u00e9m refor\u00e7ou sua import\u00e2ncia como centro cultural e pol\u00edtico do Brasil. O Dois de Julho se tornaria um s\u00edmbolo de grande relev\u00e2ncia para a identidade cultural do estado, refor\u00e7ando o orgulho baiano por sua hist\u00f3ria de resist\u00eancia.<\/p>\n<p>A data se tornou um tema frequentemente evocado nas manifesta\u00e7\u00f5es culturais do estado, muito presente nas cita\u00e7\u00f5es de autores como Jorge Amado e Jo\u00e3o Ubaldo Ribeiro, retratada nas representa\u00e7\u00f5es do teatro popular e da literatura regional e celebrada nos festejos populares e desfiles c\u00edvicos.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/pensar-a-historia\/2-de-julho-a-bahia-em-guerra-pela-independencia-do-brasil\/\">2 de julho: a Bahia em guerra pela independ\u00eancia do Brasil<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/\">Opera Mundi<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/diluvio-de-al-aqsa-dois-anos-de-firmeza-e-a-vontade-de-libertacao\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/tasnim-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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