{"id":5913,"date":"2024-11-21T09:01:57","date_gmt":"2024-11-21T12:01:57","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/em-porto-alegre-jeferson-tenorio-jose-falero-e-marcelino-freire-debatem-genero-raca-e-classe-em-suas-obras\/"},"modified":"2024-11-21T09:01:57","modified_gmt":"2024-11-21T12:01:57","slug":"em-porto-alegre-jeferson-tenorio-jose-falero-e-marcelino-freire-debatem-genero-raca-e-classe-em-suas-obras","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/em-porto-alegre-jeferson-tenorio-jose-falero-e-marcelino-freire-debatem-genero-raca-e-classe-em-suas-obras\/","title":{"rendered":"Em Porto Alegre, Jeferson Ten\u00f3rio, Jos\u00e9 Falero e Marcelino Freire debatem g\u00eanero, ra\u00e7a e classe em suas obras"},"content":{"rendered":"<div>\n<p>\u201cEu vim de l\u00e1, eu vim de l\u00e1 pequenininho\/ Mas eu vim de l\u00e1 pequenininho\/Algu\u00e9m me avisou pra pisar neste ch\u00e3o devagarinho (&#8230;) Foram me chamar \/Eu estou aqui, o que \u00e9 que h\u00e1?\u201d. O trecho \u00e9 da m\u00fasica <em>Algu\u00e9m me avisou<\/em>, de Dona Ivone Lara, entoada pelo escritor Jeferson Ten\u00f3rio e p\u00fablico na roda de conversa realizada no \u00faltimo s\u00e1bado (16), durante a\u00a0<a href=\"https:\/\/www.brasildefators.com.br\/2024\/11\/14\/feira-do-livro-de-porto-alegre-para-alem-do-comercio-uma-relacao-de-afeto\">70\u00aa Feira do Livro de Porto Alegre<\/a>. Participaram ainda os escritores Jos\u00e9 Falero e Marcelino Freire. A media\u00e7\u00e3o foi de Nanni Rios,\u00a0jornalista, livreira e curadora da Livraria Baleia.\u00a0<\/p>\n<p>O Teatro Carlos Urbim ficou pequeno para o bate-papo entre os escritores, parte do p\u00fablico presente ficou ao redor da lona, acompanhando o debate de pouco mais de uma hora. Nele Ten\u00f3rio, Falero, Freire e Nanni Rios, conversaram sobre as influ\u00eancias, experi\u00eancias, inspira\u00e7\u00f5es, desafios das obras e seus lugares de fala.\u00a0<\/p>\n<p>Citando a pesquisa da<a href=\"https:\/\/revistacult.uol.com.br\/home\/quem-e-e-sobre-o-que-escreve-o-autor-brasileiro\/\"> professora Regina Dalcastagn\u00e8<\/a>, que aponta que a maioria dos personagens da literatura brasileira s\u00e3o homens brancos, de grandes centros, muito preocupados com o seu pr\u00f3prio umbigo, Nanni indagou aos escritores sobre a interseccionalidade entre g\u00eanero, ra\u00e7a e classe na produ\u00e7\u00e3o nas obras dos convidados.\u00a0<\/p>\n<p>Falero pontuou que apesar da preocupa\u00e7\u00e3o sociol\u00f3gica dos personagens, em muitas das por\u00e7\u00f5es de suas elabora\u00e7\u00f5es est\u00e9ticas, gosta de deix\u00e1-las ocultas. \u201cAlgumas por\u00e7\u00f5es da minha elabora\u00e7\u00e3o eu gosto de manter acontecendo de maneira espont\u00e2nea. Evidentemente, eu tenho preocupa\u00e7\u00e3o mais sociol\u00f3gica dos personagens que v\u00e3o aparecer, das experi\u00eancias que v\u00e3o aparecer, mas eu n\u00e3o preciso pensar muito sobre isso, porque eu vim de l\u00e1\u201d, ressaltou.<\/p>\n<p>\u201cQuando eu come\u00e7o a contar hist\u00f3rias baseadas na minha experi\u00eancia social, da minha fam\u00edlia, no modo como a gente experimenta o mundo, a maioria vai ser negra, a maioria vai ser trabalhadora, a maioria vai ser das classes populares. Eu n\u00e3o tenho como fazer diferente\u201d, complementou.\u00a0<\/p>\n<p>Se em <em>Supridores<\/em> ele pautou a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho no pa\u00eds, em seu novo livro, <em>Vera<\/em>, ele fez observando as mulheres da sua fam\u00edlia. \u201cAqui estou preocupado nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero. Eu acho interessante a gente pensar como isso \u00e9 mais grave quando tu considera a intersec\u00e7\u00e3o com ra\u00e7a, por exemplo. A gente sabe que, por exemplo, nas duas \u00faltimas d\u00e9cadas, o feminic\u00eddio reduziu contra as mulheres brancas, mas aumentou contra as mulheres negras\u201d, destacou.<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><imgsrc=\"\"><br \/>\nP\u00fablico lotou o Teatro Carlos Urbim \/ Foto: Juliana de Deus\/CRL<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Origens<\/p>\n<p>Ao entoar a m\u00fasica <em>Algu\u00e9m me avisou<\/em>, Ten\u00f3rio disse que ela \u00e9 de uma sabedoria \u00edmpar. \u201cEssa coisa de pisar no ch\u00e3o devagarinho, de fazer uma an\u00e1lise do terreno, entender de onde se vem, as origens. A origem de uma popula\u00e7\u00e3o branca, principalmente uma popula\u00e7\u00e3o branca no Rio Grande do Sul, que tem acesso \u00e0 sua ancestralidade, documentos, tem uma s\u00e9rie de maneiras de saber de onde veio. No caso da popula\u00e7\u00e3o negra, a gente precisa inventar essas origens. \u00c9 uma esp\u00e9cie de raiz movente\u201d, afirmou<\/p>\n<p>Segundo ele, ao mesmo tempo que voc\u00ea finca a raiz numa origem imaginada, tamb\u00e9m se move. \u201cE \u00e9 nesse movimento que a gente corre o risco de se perder. \u00c9 mais ou menos isso que trata o <em>De onde eles vem<\/em>\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>No seu recente lan\u00e7amento, o escritor conta a hist\u00f3ria de Joaquim, que chega \u00e0 universidade por meio das pol\u00edticas de cotas e precisa lidar com um mundo dif\u00edcil, tentando n\u00e3o cortar as rela\u00e7\u00f5es com as suas origens, com as pessoas com quem ele conviveu. \u201c\u00c9 muito comum, que pessoas, os jovens, quando entram na universidade e v\u00eam de uma periferia, come\u00e7am a ter contato com esse mundo universit\u00e1rio e j\u00e1 n\u00e3o conseguem encontrar uma identifica\u00e7\u00e3o com o lugar de onde veio. E nessa trajet\u00f3ria entram as quest\u00f5es de classe, as quest\u00f5es de ra\u00e7a e principalmente de g\u00eanero tamb\u00e9m\u201d.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Presen\u00e7a Familiar\u00a0<\/p>\n<p>Por sua vez, Freire disse que seu lugar de fala se encontra sempre em tr\u00eas palavras: a sua m\u00e3e, Maria do Carmo Freire, dona Carminha; seu pai, Ant\u00f4nio Gilberto Freire, seu Ant\u00f4nio; e Sert\u00e2nia, cidade pernambucana onde nasceu. \u201cEssas tr\u00eas palavras t\u00eam ramifica\u00e7\u00f5es, mas nunca deixam de estar no que eu escrevo, desde o primeiro livro. (&#8230;). A quest\u00e3o LGBTQIAPN+, n\u00e3o pode faltar\u201d.<\/p>\n<p>\u201cA minha m\u00e3e me influenciou demais e me influencia ainda. Eu tenho muita saudade da voz da minha m\u00e3e. Fotografia a gente v\u00ea, mas a voz n\u00e3o ouve mais. Ent\u00e3o ela me chamava pela casa, sabe? Menino! \u00d4 menino! Ent\u00e3o eu escrevi pra conversar com ela, pra instaurar essa fala de volta. Minha m\u00e3e era uma mulher aperreada. Tinha frases \u00f3timas. Toda vez colocava a gente pra dormir, dizia assim, \u2018amanh\u00e3 n\u00e3o amanhe\u00e7o viva\u2019.\u00a0<\/p>\n<p>Eu ficava muito preocupado com isso, porque tamb\u00e9m tem uma coisa de gemido, de dor, muita dor. A\u00ed eu sa\u00eda pequenininho do meu mosquiteiro, ia ver se minha m\u00e3e estava respirando ainda, porque ela disse que ia morrer.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Outra recorda\u00e7\u00e3o \u00e9 o hor\u00e1rio da reza. \u201cSeis horas da tarde. \u00c9 um hor\u00e1rio que at\u00e9 hoje \u00e9 muito aperreado pra mim. Era um momento que apagavam-se as luzes todas da casa. Ficavam s\u00f3 as luzes de vela e a reza. Ent\u00e3o, quando eu escrevo, eu escrevo rezando. Compactuando com ela\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>A m\u00e3e de Marcelino teve 14 filhos dos quais perdeu cinco. Ele \u00e9 o ca\u00e7ula dos nove vivos. Em seu primeiro romance, <em>Nossos Ossos<\/em>, ele traz a tem\u00e1tica LGBT, que tra\u00e7a a sua pr\u00f3pria hist\u00f3ria, perpassando a hist\u00f3ria do personagem principal. \u201cEu fui pra S\u00e3o Paulo por causa de um grande amor. Tava apaixonad\u00edssimo. Me lasquei todinho, n\u00e3o deu certo. A vida \u00e9 feita dos amores poss\u00edveis. Eu s\u00f3 descobri isso chegando em S\u00e3o Paulo\u201d.<\/p>\n<p>J\u00e1 em seu romance recente, <em>Escalavra<\/em>, ele traz o sil\u00eancio de seu pai.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><imgsrc=\"\"><br \/>\nFoto: Juliana de Deus\/CRL<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">A escrita como vingan\u00e7a\u00a0<\/p>\n<p>\u201cTem uma coisa que muita gente diz, e que \u00e9 uma coisa que faz sentido pra mim, que \u00e9 escrever \u00e0s vezes como vingan\u00e7a. E isso interfere na elabora\u00e7\u00e3o est\u00e9tica, \u00e9 muito curioso. A pr\u00f3pria Carolina Maria de Jesus dizia para as pessoas: \u2018\u00f3, vou botar voc\u00eas no meu livro\u2019, quase como uma amea\u00e7a. E a\u00ed, em muitos momentos, eu me sinto nesse lugar\u201d, comentou Falero.\u00a0<\/p>\n<p>No livro <em>Vera<\/em>, ele usa a rela\u00e7\u00e3o da patroa, nesse sentido. \u201cA minha m\u00e3e foi faxineira. Tu sentes essa animosidade de classe que tem ali, o tempo todo. N\u00e3o s\u00f3 de classe, mas de ra\u00e7a tamb\u00e9m. Igual a minha m\u00e3e, colocada em uma posi\u00e7\u00e3o de subalternidade que n\u00e3o precisava se dizer uma palavra, sabe? (..) &#8220;Naquela \u00e9poca, talvez eu n\u00e3o conseguisse pensar isso de maneira elaborada, mas eu sentia que mam\u00e3e era forte, t\u00e1 ligado? Mais forte que aquela mulher.&#8221;<\/p>\n<p>De acordo com o escritor, no caso do livro recente teve alguns desafios novos que foi se colocar num lugar, pensando nas rela\u00e7\u00f5es de g\u00eanero. \u201cEm um lugar onde eu tamb\u00e9m posso cometer as minhas opress\u00f5es. Foi um exerc\u00edcio diferente, desafiador, e que tamb\u00e9m interferiu na elabora\u00e7\u00e3o est\u00e9tica.\u201d<\/p>\n<p class=\"ckeditor-img-caption\"><imgsrc=\"\"><br \/>\n\u00a0Foto: Juliana de Deus\/CRL<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Escrita LGBTQIAPN+<\/p>\n<p>Indagado sobre a literatura LGBTQIAPN+, Freire disse que seu caminho foi pavimentado por muita luta, e destacou o escritor Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan, e outras refer\u00eancias. &#8220;Se eu j\u00e1 transito com mais facilidade \u00e9 porque Jo\u00e3o Silv\u00e9rio Trevisan, Caio Fernando Abreu, Waldo Motta e tantas outras pessoas fizeram\u201d.<\/p>\n<p>Freire tamb\u00e9m ressaltou o momento aquecido e extraordin\u00e1rio que a literatura LGBTQIAPN+ vem passando. \u201cE s\u00f3 vai melhorar, para que a gente, inclusive, passe com mais tranquilidade pelos espa\u00e7os. Mas para que eu passasse mais tranquilamente, muita gente teve que sofrer muito. Atualmente h\u00e1 uma presen\u00e7a cada vez mais instigante, inspiradora e poderosa da autoria de travestis, de homens trans, de mulheres trans, \u00e9 uma gera\u00e7\u00e3o incr\u00edvel.\u201d Citando nomes como da escritora brasileira Amara Moira, das argentinas Naty Menstrua (<em>Chuva Dourada sobre mim<\/em>) e Camila Sosa Villada.\u00a0<\/p>\n<p class=\"ckeditor-subtitle\">Racializa\u00e7\u00e3o\u00a0<\/p>\n<p>Indagado sobre a racializa\u00e7\u00e3o dos corpos brancos em sua obra, Ten\u00f3rio afirmou ser intencional, uma forma tamb\u00e9m de educar o imagin\u00e1rio do leitor. \u201cQuando voc\u00ea n\u00e3o racializa um corpo, ele automaticamente vira um corpo branco, porque se tem a ideia de que o corpo branco seria esse corpo universal. E em momentos em que eu n\u00e3o racializo nem a pessoa negra, nem a pessoa branca, \u00e9 quando eu jogo a bola para o leitor. O leitor, com as informa\u00e7\u00f5es que ele tem, com o contexto que as coisas est\u00e3o colocadas ali, \u00e9 que ele comece a formar o imagin\u00e1rio dele\u201d. .<\/p>\n<p>\u201cA gente quer uma outra humanidade. E essa outra humanidade tem a ver com a vis\u00e3o dos povos origin\u00e1rios, tem a ver com toda a di\u00e1spora negra que teve os seus corpos sequestrados por s\u00e9culos. \u00c9 olhar para as nossas origens de maneira honesta e entender como n\u00f3s chegamos at\u00e9 aqui. Porque o racismo nos distrai falando sobre racismo. A gente perde muito tempo justificando as nossas literaturas, sendo que a gente faz muitas outras coisas. O nosso sofrimento n\u00e3o vem s\u00f3 da racializa\u00e7\u00e3o dos nossos corpos\u201d, concluiu.<\/p>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u00a0<\/p>\n<\/div>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/com-novo-reajuste-investimento-do-mec-em-alimentacao-escolar-cresce-55-desde-2023\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Com novo reajuste, investimento do MEC em alimenta...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/com-a-prisao-de-hytalo-santos-bancada-do-pt-reforca-defesa-de-criancas-e-adolescentes\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Com a pris\u00e3o de Hytalo Santos, Bancada do PT refor...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/mais-de-100-cursinhos-populares-terao-investimento-do-governo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Mais de 100 cursinhos populares ter\u00e3o investimento...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/israel-constroi-barreira-de-terra-em-gaza-violando-tratado-de-cessar-fogo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/07\/barreira-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Israel constr\u00f3i barreira de terra em Gaza violando...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cEu vim de l\u00e1, eu vim de l\u00e1 pequenininho\/ Mas eu vim de l\u00e1 pequenininho\/Algu\u00e9m me avisou pra pisar neste ch\u00e3o devagarinho (&#8230;) Foram me chamar \/Eu estou aqui, o que \u00e9 que h\u00e1?\u201d. 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