{"id":65377,"date":"2025-11-19T15:53:46","date_gmt":"2025-11-19T18:53:46","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/taxa-de-sindicalizacao-volta-a-crescer-no-brasil-apos-dez-anos\/"},"modified":"2025-11-19T15:53:46","modified_gmt":"2025-11-19T18:53:46","slug":"taxa-de-sindicalizacao-volta-a-crescer-no-brasil-apos-dez-anos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/taxa-de-sindicalizacao-volta-a-crescer-no-brasil-apos-dez-anos\/","title":{"rendered":"Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o volta a crescer no Brasil ap\u00f3s dez anos"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3-300x200.jpg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3-768x512.jpg 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3-272x182.jpg 272w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/677a210d-15ee-4cab-b0bf-38acb9b377e3.jpg 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>Depois de uma d\u00e9cada em queda, finalmente um respiro: pela primeira vez desde 2012, a taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores brasileiros apresenta alta. Os dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (19) revelam n\u00e3o s\u00f3 uma inflex\u00e3o estat\u00edstica, mas um sinal de vigor no cora\u00e7\u00e3o do movimento sindical. S\u00e3o trajet\u00f3rias de luta que comp\u00f5em o avan\u00e7o com 9,1 milh\u00f5es de pessoas (8,9% dos ocupados) associadas a sindicatos, contra 8,3 milh\u00f5es em 2023: um incremento de 812 mil novos filiados.<\/p>\n<p>Segundo a Pesquisa Nacional por Amostra de Domic\u00edlios Cont\u00ednua (PNAD Cont\u00ednua), o n\u00famero foi impulsionado por setores historicamente mais organizados, como ind\u00fastria, administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica, educa\u00e7\u00e3o, sa\u00fade e servi\u00e7os sociais. A taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria subiu de 10,3% para 11,4%, enquanto o setor p\u00fablico chegou a 18,9%. No com\u00e9rcio, respons\u00e1vel por quase um quinto dos trabalhadores ocupados, houve pequeno avan\u00e7o, de 5,1% para 5,6% \u2014 ainda abaixo da m\u00e9dia nacional.<\/p>\n<p><strong>Retomada conjuntural ou tend\u00eancia estrutural?<\/strong><\/p>\n<p>Para o analista sindical Jo\u00e3o Guilherme Vargas Netto, a revers\u00e3o do cen\u00e1rio \u00e9 antes de tudo um reconhecimento da persist\u00eancia do movimento sindical brasileiro. \u201cO dado positivo n\u00e3o \u00e9 uma anomalia, mas fruto da resist\u00eancia dos sindicatos \u00e0 precariza\u00e7\u00e3o e aos ataques sofridos desde as reformas trabalhistas. O sindicato resistiu, continuou presente e, mesmo enfraquecido, nunca abriu m\u00e3o de representar os trabalhadores. Se tivesse desaparecido, ningu\u00e9m buscaria sua prote\u00e7\u00e3o\u201d, analisa Vargas Netto.<\/p>\n<p>Ele destaca tr\u00eas fatores para explicar o aumento: \u201cO sindicato manteve-se ativo e vis\u00edvel; houve recomposi\u00e7\u00e3o de empregos formais, que s\u00e3o a base do sindicalismo; e, finalmente, o Estado voltou a contratar, repondo quadros no setor p\u00fablico, o que ajuda a elevar a taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o\u201d. Vargas Netto alerta, no entanto, para o fato de que esse crescimento ainda \u00e9 conjuntural. \u201cO desafio \u00e9 transformar essa retomada em fato estrutural. Para isso, ser\u00e1 preciso fortalecer a capacidade do sindicato de mobilizar e ampliar sua atua\u00e7\u00e3o, especialmente junto aos trabalhadores mais vulner\u00e1veis.\u201d<\/p>\n<p><strong>Comerci\u00e1rios enfrentam rotatividade, baixos sal\u00e1rios e individualismo<\/strong><\/p>\n<p>No com\u00e9rcio, a taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o permanece baixa, mas cresceu levemente em 2024. O presidente da Fecom\u00e9rcio-RS, Guiomar Vidor, aponta m\u00faltiplos obst\u00e1culos \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. \u201cTemos aqui um dos maiores \u00edndices de rotatividade do pa\u00eds, em alguns setores superando 60% ao ano. Isso significa uma categoria em constante mudan\u00e7a e muitos jovens em seus primeiros empregos, com sal\u00e1rios baixos que muitas vezes impossibilitam a contribui\u00e7\u00e3o sindical.\u201d\u00a0<\/p>\n<p>Vidor destaca outro fen\u00f4meno, o apelo crescente ao individualismo: \u201cO ambiente competitivo, onde cada trabalhador precisa vender mais ou mostrar resultados melhores para garantir o pr\u00f3prio emprego, refor\u00e7a a ideia de que os problemas devem ser resolvidos individualmente, n\u00e3o coletivamente.<\/p>\n<p> Al\u00e9m disso, nas pequenas e microempresas, predomina uma rela\u00e7\u00e3o direta e por vezes de press\u00e3o entre patr\u00e3o e empregado, o que dificulta a organiza\u00e7\u00e3o coletiva e o v\u00ednculo sindical.\u201d<\/p>\n<p>Para superar esse quadro, Vidor afirma que a federa\u00e7\u00e3o tem investido em campanhas unit\u00e1rias, buscando massificar o valor do sindicato. \u201cPrecisamos fazer o sindicato estar presente no cotidiano da categoria, mostrando seu papel transformador, na luta por melhores sal\u00e1rios, direitos e condi\u00e7\u00f5es de trabalho. Nosso objetivo \u00e9 reagrupar os trabalhadores e reconstruir essa identidade coletiva, fazendo do sindicato um verdadeiro instrumento de mobiliza\u00e7\u00e3o e conquistas\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Trabalhadores da ind\u00fastria apostam em reinven\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o ampliada<\/strong><\/p>\n<p>Na ind\u00fastria, o crescimento da taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o reflete movimentos de reinven\u00e7\u00e3o e novas estrat\u00e9gias de aproxima\u00e7\u00e3o com a base. Para o presidente do Sindicato dos Metal\u00fargicos de Betim, Alex Santos Cust\u00f3dio, o setor tem investido na oferta de servi\u00e7os, lazer e cultura para associados, al\u00e9m da tradicional luta econ\u00f4mica. \u201cO sindicato vem ampliando seu papel, oferecendo contrapartidas em esporte, cultura, assist\u00eancia \u2014 isso ajuda o trabalhador a perceber o valor de estar associado, n\u00e3o apenas na defesa dos direitos, mas tamb\u00e9m em sua trajet\u00f3ria social\u201d, destaca.<\/p>\n<p>Cust\u00f3dio aponta ainda para o aumento da percep\u00e7\u00e3o coletiva dos trabalhadores diante dos riscos e ataques a direitos. \u201cHoje est\u00e1 claro que, sem unidade, a categoria segue sofrendo perdas. Esse movimento de retorno \u00e0 sindicaliza\u00e7\u00e3o mostra que muitos trabalhadores entenderam: ou se unem com o sindicato, ou continuam a perder conquistas. Nosso desafio \u00e9 ampliar essa consci\u00eancia e lutar para alterar aspectos da legisla\u00e7\u00e3o que prejudicam o trabalhador, como formas alternativas de contrata\u00e7\u00e3o e v\u00ednculos via CNPJ, que j\u00e1 foram normalizadas mas precisam ser debatidas e, se poss\u00edvel, revertidas\u201d, explica.<\/p>\n<p><strong>Sindicaliza\u00e7\u00e3o e desenvolvimento caminham juntos<\/strong><\/p>\n<p>Adilson Ara\u00fajo, presidente da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB), interpreta o crescimento como resultado da recupera\u00e7\u00e3o dos investimentos p\u00fablicos e de pol\u00edticas de valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho: \u201cSempre que h\u00e1 crescimento econ\u00f4mico, gera\u00e7\u00e3o de emprego e renda, os trabalhadores tendem a se organizar mais. Esses n\u00fameros positivos traduzem um cen\u00e1rio de reconstru\u00e7\u00e3o, com a retomada de obras, a nova pol\u00edtica industrial e a recupera\u00e7\u00e3o da massa salarial.\u201d<\/p>\n<p>Ara\u00fajo lembra que, no auge do ciclo de desenvolvimento iniciado por Lula e Dilma, o Brasil chegou a ter quase 20% dos trabalhadores sindicalizados \u2014 hoje ainda muito abaixo desse patamar. \u201cO desafio \u00e9 enorme. Mais de 90% dos ocupados ganham at\u00e9 R$ 3.600 e enfrentam dificuldades para contribuir. Por isso, precisamos apostar em pol\u00edticas que estimulem empregos de melhor qualidade, amplia\u00e7\u00e3o da contrata\u00e7\u00e3o formal e protagonismo dos sindicatos no debate nacional\u201d, afirma. <\/p>\n<p>Para o presidente da CTB, somente com desenvolvimento, trabalho decente e organiza\u00e7\u00e3o sindical forte ser\u00e1 poss\u00edvel construir um Brasil menos desigual e com maior incid\u00eancia de direitos trabalhistas. \u201cA sindicaliza\u00e7\u00e3o \u00e9 parte essencial do projeto nacional e da reconstru\u00e7\u00e3o social. O balan\u00e7o \u00e9 positivo, mas os desafios s\u00e3o muitos para que o Brasil retome seu protagonismo e fortale\u00e7a o papel dos sindicatos.\u201d<\/p>\n<p><strong>Formaliza\u00e7\u00e3o aumenta entre aut\u00f4nomos, mas informalidade persiste<\/strong><\/p>\n<p>Al\u00e9m dos dados sobre sindicaliza\u00e7\u00e3o, a PNAD Cont\u00ednua mostra avan\u00e7o na formaliza\u00e7\u00e3o: em 2024, cerca de um ter\u00e7o dos trabalhadores por conta pr\u00f3pria e empregadores estavam cadastrados no CNPJ. Entre os freelancers, 25,7% t\u00eam empresa aberta \u2014 \u00edndice ainda baixo, sinalizando que a informalidade permanece como obst\u00e1culo \u00e0 organiza\u00e7\u00e3o coletiva.<\/p>\n<p>A pesquisa revela que os setores de com\u00e9rcio e servi\u00e7os lideram em formaliza\u00e7\u00e3o via CNPJ, mas a agricultura e constru\u00e7\u00e3o civil ainda apresentam taxas reduzidas. No recorte regional, Sul e Sudeste puxam o aumento da sindicaliza\u00e7\u00e3o e da formaliza\u00e7\u00e3o, enquanto Norte e Nordeste apresentam maiores \u00edndices de informalidade e menor vincula\u00e7\u00e3o sindical.<\/p>\n<p><strong>Desigualdade de g\u00eanero diminui, escolaridade aumenta entre sindicalizados<\/strong><\/p>\n<p>Outro dado relevante \u00e9 a aproxima\u00e7\u00e3o entre os \u00edndices de sindicaliza\u00e7\u00e3o masculina e feminina: pela primeira vez, a diferen\u00e7a caiu para 0,4 ponto percentual, chegando a 9,1% entre homens e 8,7% entre mulheres. No Nordeste, o percentual de mulheres sindicalizadas (10%) superou o dos homens (8,9%).\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o ao n\u00edvel de instru\u00e7\u00e3o, a escolaridade dos sindicalizados tamb\u00e9m aumentou. Dos 9,1 milh\u00f5es, 37,5% t\u00eam ensino m\u00e9dio completo e 37,2% ensino superior. A maior taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o foi entre trabalhadores com n\u00edvel superior (14,2%), embora esse grupo tenha acumulado a maior queda hist\u00f3rica desde 2012.<\/p>\n<p><strong>Hist\u00f3rico e perspectivas para o movimento sindical brasileiro<\/strong><\/p>\n<p>Apesar do avan\u00e7o, a dist\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o ao in\u00edcio da s\u00e9rie hist\u00f3rica ainda \u00e9 grande: em 2012, a taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o era de 16,1%. Para especialistas, \u201co fim da queda tende a ser um ponto de inflex\u00e3o relevante\u201d, mas a recupera\u00e7\u00e3o s\u00f3 ser\u00e1 consolidada se houver medidas para ampliar o di\u00e1logo, corrigir distor\u00e7\u00f5es e fortalecer a atua\u00e7\u00e3o dos sindicatos frente \u00e0 precariza\u00e7\u00e3o, ao trabalho informal e \u00e0s novas formas de contrata\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Desde as reformas trabalhistas de 2017, os sindicatos t\u00eam feito campanhas unit\u00e1rias e permanentes, luta pela redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho, aproxima\u00e7\u00e3o entre dirigentes e trabalhadores, forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica fortalecida, uso de m\u00eddias digitais e abertura para jovens e mulheres para recuperar o terreno perdido. Tais a\u00e7\u00f5es ganharam for\u00e7a, e os dados de 2024 permitem inferir que essa agenda come\u00e7a a dar resultados.<\/p>\n<p>Guiomar Vidor resume o desafio: \u201cNosso maior objetivo \u00e9 trazer os trabalhadores de volta para dentro do sindicato, reconstruir a identidade coletiva e ampliar as conquistas e o bem-estar social\u201d. Jo\u00e3o Guilherme Vargas Netto complementa: \u201cA luta agora \u00e9 transformar o al\u00edvio conjuntural em virada estrutural, fazendo do sindicato instrumento fundamental para organizar e defender a classe trabalhadora\u201d, conclui.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2025\/11\/19\/taxa-de-sindicalizacao-volta-a-crescer-no-brasil-apos-dez-anos\/\">Taxa de sindicaliza\u00e7\u00e3o volta a crescer no Brasil ap\u00f3s dez anos<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/fbi-prende-atleta-e-tecnico-de-equipes-da-nba-por-apostas-ilegais\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/473780624_18479629924027326_1212002652769615355_n-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Os dados divulgados pelo IBGE nesta quarta-feira (19) revelam n\u00e3o s\u00f3 uma inflex\u00e3o estat\u00edstica, mas um sinal de vigor no cora\u00e7\u00e3o do movimento sindical. 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