{"id":65381,"date":"2025-11-19T15:50:00","date_gmt":"2025-11-19T18:50:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/amazonia-tem-area-indigena-do-tamanho-do-maranhao-afetada-por-petroleo-diz-estudo\/"},"modified":"2025-11-19T15:50:00","modified_gmt":"2025-11-19T18:50:00","slug":"amazonia-tem-area-indigena-do-tamanho-do-maranhao-afetada-por-petroleo-diz-estudo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/amazonia-tem-area-indigena-do-tamanho-do-maranhao-afetada-por-petroleo-diz-estudo\/","title":{"rendered":"Amaz\u00f4nia tem \u00e1rea ind\u00edgena do tamanho do Maranh\u00e3o afetada por petr\u00f3leo, diz estudo"},"content":{"rendered":"<div data-elementor-type=\"container\" data-elementor-id=\"113082\" data-elementor-post-type=\"elementor_library\">\n<div data-id=\"3c73a68\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"820f841\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"image.default\">\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"aedaca2\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"spacer.default\">\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>\u00c1REAS DE EXPLORA\u00c7\u00c3O DE PETR\u00d3LEO<\/strong> e g\u00e1s afetam mais de 320 mil km\u00b2 de terras ind\u00edgenas na bacia amaz\u00f4nica, regi\u00e3o que compreende \u00e1reas florestais de nove pa\u00edses: Brasil, Bol\u00edvia, Col\u00f4mbia, Equador, Guiana, Guiana Francesa, Peru, Suriname e Venezuela.\u00a0<\/p>\n<p>Ao todo, s\u00e3o 567 blocos para extra\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e g\u00e1s com impactos diretos ou indiretos sobre territ\u00f3rios ocupados por popula\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas. A \u00e1rea afetada \u00e9 equivalente ao estado do Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Esse \u00e9 o resultado de um levantamento feito pela equipe de monitoramento territorial da Coiab (Coordena\u00e7\u00e3o das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Amaz\u00f4nia Brasileira), em parceria com a Coica (Coordenadoria das Organiza\u00e7\u00f5es Ind\u00edgenas da Bacia Amaz\u00f4nica, que re\u00fane institui\u00e7\u00f5es dos nove pa\u00edses amaz\u00f4nicos), publicado nesta quarta-feira (19) em primeira m\u00e3o pela <strong>Rep\u00f3rter Brasil<\/strong>.<strong>\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>A an\u00e1lise identificou tamb\u00e9m cerca de 114 mil pedidos de minera\u00e7\u00e3o ativos na bacia panamaz\u00f4nica, os quais impactam mais de 2.500 terras ind\u00edgenas no continente.<\/p>\n<p>O estudo considera como territ\u00f3rios diretamente impactados aqueles sobrepostos por atividades de minera\u00e7\u00e3o, petr\u00f3leo e g\u00e1s, ou localizados em um raio de at\u00e9 30 km das atividades \u2014 dist\u00e2ncia na qual os efeitos ambientais e sociais costumam se manifestar de forma imediata, de acordo com as organiza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>J\u00e1 as \u00e1reas classificadas como de impacto indireto s\u00e3o aquelas conectadas por bacias hidrogr\u00e1ficas, especialmente rios e igarap\u00e9s que recebem sedimentos, merc\u00fario, esgoto industrial ou res\u00edduos oriundos do garimpo e da explora\u00e7\u00e3o petrol\u00edfera. Nesses casos, mesmo sem sobreposi\u00e7\u00e3o, o territ\u00f3rio ind\u00edgena sente a contamina\u00e7\u00e3o e os efeitos acumulados, segundo o estudo.<\/p>\n<p>\u201cA expans\u00e3o dos combust\u00edveis f\u00f3sseis segue viva na Amaz\u00f4nia\u201d, afirma Vanessa Apurin\u00e3, gerente de monitoramento territorial da Coiab. \u201cO presidente Lula tem o desejo pol\u00edtico de se afastar do petr\u00f3leo, mas os dados n\u00e3o mentem\u201d, continua.<\/p>\n<p>Na abertura da C\u00fapula dos L\u00edderes, antes da COP30, o presidente Lula apontou a necessidade de a confer\u00eancia da ONU aprovar \u201cmapas do caminho\u201d para \u201creverter o desmatamento, superar a depend\u00eancia dos combust\u00edveis f\u00f3sseis e mobilizar os recursos necess\u00e1rios para esses objetivos.\u201d<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, na semana passada, a ministra de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustent\u00e1vel da Col\u00f4mbia, Irene V\u00e9lez Torres, declarou a por\u00e7\u00e3o amaz\u00f4nica de seu pa\u00eds como zona livre de petr\u00f3leo. Em 2023, o presidente Gustavo Petro j\u00e1 havia defendido o fim da explora\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis na regi\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Contudo, para as lideran\u00e7as ind\u00edgenas ouvidas pela <strong>Rep\u00f3rter Brasil<\/strong>, os dados divulgados hoje pela Coiab revelam as contradi\u00e7\u00f5es nos discursos das autoridades.<\/p>\n<p>\u201cOs territ\u00f3rios ind\u00edgenas est\u00e3o amea\u00e7ados pela expans\u00e3o do petr\u00f3leo e pela minera\u00e7\u00e3o ilegal e legal\u201d, afirma Olivia Bisa Tirko, presidente do governo territorial aut\u00f4nomo da na\u00e7\u00e3o Chapra, na Amaz\u00f4nia peruana.<\/p>\n<p>\u201cPara n\u00f3s, povos ind\u00edgenas, n\u00e3o existe transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica verdadeira enquanto nossos territ\u00f3rios continuarem sobrepostos por blocos de petr\u00f3leo e g\u00e1s. O mapa do caminho n\u00e3o pode ser feito apenas no discurso\u201d, acrescenta Vanessa Apurin\u00e3, da Coiab.<\/p>\n<p>Os dados sobre explora\u00e7\u00e3o mineral e de petr\u00f3leo e g\u00e1s foram disponibilizados pela Earth Insight, organiza\u00e7\u00e3o que mapeia a expans\u00e3o industrial em territ\u00f3rios cr\u00edticos. As informa\u00e7\u00f5es combinam dados da ANM (Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o), do Instituto Geologico, Minero y Metalurigo, do Peru, e da Rede Amaz\u00f4nica de Informa\u00e7\u00e3o Socioambiental Georreferenciada (RAISG).<\/p>\n<h2>Petr\u00f3leo se espalha pela bacia amaz\u00f4nica\u00a0<\/h2>\n<p>A bacia amaz\u00f4nica abriga mais de 2,4 milh\u00f5es de km\u00b2 de territ\u00f3rios ind\u00edgenas, segundo a Coiab. Do total, 320 mil km\u00b2 (13%) s\u00e3o afetados por blocos de petr\u00f3leo \u2014 o levantamento considera \u201c\u00e1reas licitadas pelo governo de cada pa\u00eds para empresas explorarem e produzirem petr\u00f3leo e g\u00e1s natural\u201d.<\/p>\n<p>Dos 567 blocos, a maior parte est\u00e1 no Brasil (189), seguido por Bol\u00edvia (138) e Peru (102). H\u00e1 tamb\u00e9m concentra\u00e7\u00e3o de blocos licitados nas regi\u00f5es andinas de Equador, Col\u00f4mbia e Peru.<\/p>\n<p>O tema ganhou aten\u00e7\u00e3o no Brasil tr\u00eas semanas antes da COP, quando o Ibama concedeu autoriza\u00e7\u00e3o para a Petrobras iniciar a perfura\u00e7\u00e3o explorat\u00f3ria de petr\u00f3leo na foz do rio Amazonas, no Amap\u00e1. \u201cN\u00f3s precisamos usar da riqueza da Petrobras para financiar e antecipar essa transi\u00e7\u00e3o [energ\u00e9tica] justa\u201d, defendeu o governador paraense Helder Barbalho, em entrevista \u00e0 <strong>Rep\u00f3rter Brasil<\/strong> durante a COP.<\/p>\n<p>Apesar disso, sociedade civil e organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas pedem o fim da explora\u00e7\u00e3o. As organiza\u00e7\u00f5es ind\u00edgenas que formam a Coica est\u00e3o planejando uma a\u00e7\u00e3o conjunta para pedir aos governos de cada pa\u00eds a suspens\u00e3o de todos os esfor\u00e7os petrol\u00edferos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>\u201cComo que o Brasil pode liderar uma agenda global contra os combust\u00edveis f\u00f3sseis se ainda mant\u00e9m dezenas de blocos de petr\u00f3leo dentro dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas? \u00c9 hora de alinhar esse discurso com a pr\u00e1tica\u201d, afirma Vanessa.<\/p>\n<p>\u201c70% do nosso territ\u00f3rio \u00e9 campo alagado, por isso ficamos muito preocupados com os impactos ambientais. A nossa principal luta \u00e9 que seja feita a consulta aos povos ind\u00edgenas, direito nosso que n\u00e3o est\u00e1 sendo respeitado,\u201d conta Janina Karipuna, cacica da aldeia Esp\u00edrito Santo, no Amap\u00e1, e presidente da AMIM (Associa\u00e7\u00e3o das Mulheres Ind\u00edgenas em Mutir\u00e3o).\u00a0<\/p>\n<p>Os ind\u00edgenas j\u00e1 relatam impactos sobre seus territ\u00f3rios e no munic\u00edpio de Oiapoque (AP), a partir da licen\u00e7a emitida pelo Ibama, como incha\u00e7o populacional, aumento da viol\u00eancia e invas\u00e3o nos territ\u00f3rios ind\u00edgenas.<\/p>\n<p>Bisa Tirko foi at\u00e9 l\u00e1 e contou que ficou impressionada com o discurso do governo na regi\u00e3o: \u201cos governos vivem dizendo que [o petr\u00f3leo] vai trazer desenvolvimento. Mas, para n\u00f3s, desenvolvimento \u00e9 morte certa para os povos ind\u00edgenas\u201d.<\/p>\n<h2>Corrida por min\u00e9rios acelera em toda Amaz\u00f4nia<\/h2>\n<p>Segundo o levantamento, a bacia amaz\u00f4nica tem cerca de 114 mil processos miner\u00e1rios ativos com impacto sobre 2.527 terras ind\u00edgenas.\u00a0<\/p>\n<p>O levantamento da Coiab acende um alerta, pois 34,5 mil processos est\u00e3o na etapa inicial (autoriza\u00e7\u00e3o de pesquisa ou requerimento de lavra garimpeira). Isso revela uma tend\u00eancia expans\u00e3o das fronteiras de minera\u00e7\u00e3o, aponta a organiza\u00e7\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Esse processo pode ser agravado pela busca por minerais cr\u00edticos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, como l\u00edtio, terras raras e cobre.\u00a0<\/p>\n<p>O Brasil desponta como um caso preocupante, segundo o estudo, pois mais da metade dos processos (65,7 mil) est\u00e1 concentrada na por\u00e7\u00e3o brasileira da bacia. As subst\u00e2ncias mais cobi\u00e7adas s\u00e3o ouro, cassiterita e bauxita \u2014 os dois \u00faltimos s\u00e3o os minerais de onde se extrai estanho e alum\u00ednio e considerados estrat\u00e9gicos para a transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica.<\/p>\n<p>Na COP30, empresas de minera\u00e7\u00e3o t\u00eam tentado emplacar o discurso de que a explora\u00e7\u00e3o dessas subst\u00e2ncias \u00e9 fundamental, mas sem levar em considera\u00e7\u00e3o os potenciais impactos sobre povos ind\u00edgenas e a floresta.\u00a0<\/p>\n<p><strong>:: Leia mais: Inspiradas no \u2018agro \u00e9 pop\u2019, Vale e Hydro promovem \u2018minera\u00e7\u00e3o \u00e9 top\u2019<\/strong> ::<\/p>\n<p>\u201cEsses min\u00e9rios para placas solares, por exemplo, v\u00e3o sair de onde? S\u00e3o falsas solu\u00e7\u00f5es\u201d, questiona Alana Manchineri, assessora internacional da Coiab.<\/p>\n<p>Ela defende a articula\u00e7\u00e3o dos povos ind\u00edgenas da bacia Amaz\u00f4nica como fundamental para a prote\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios. Um rio que nasce no Peru, conta, vai desaguar na terra ind\u00edgena Mamoadate, onde ela vive no Brasil. Os impactos da minera\u00e7\u00e3o ilegal no pa\u00eds vizinho, portanto, atingem os ind\u00edgenas do outro lado da fronteira.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cDescobrimos altos \u00edndices de merc\u00fario nos peixes em locais onde n\u00e3o h\u00e1 minera\u00e7\u00e3o. A explora\u00e7\u00e3o mineral no Peru afeta diretamente o meu territ\u00f3rio\u201d, diz.<\/p>\n<p>Para a peruana Bisa Tirko, \u00e9 \u201cir\u00f4nico\u201d e \u201chip\u00f3crita\u201d falar de transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica ao mesmo tempo em que se defende a expans\u00e3o do petr\u00f3leo e da minera\u00e7\u00e3o. \u201cN\u00e3o queremos ser v\u00edtimas da chamada \u2018transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica\u2019\u201d, alerta.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cSe realmente queremos uma transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica justa, precisamos parar a explora\u00e7\u00e3o de petr\u00f3leo e a minera\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia\u201d, concorda Juan Bay, Presidente da Nacionalidade Waorani do Equador (NAWE). Em 2023, a popula\u00e7\u00e3o do Equador aprovou em plebiscito o fim da explora\u00e7\u00e3o de combust\u00edveis f\u00f3sseis no Parque Nacional Yasun\u00ed. Dois anos depois, no entanto, o governo ainda n\u00e3o encerrou as perfura\u00e7\u00f5es de petr\u00f3leo na regi\u00e3o.\u00a0<\/p>\n<p>Em coletiva de imprensa realizada na ter\u00e7a-feira (18), lideran\u00e7as ind\u00edgenas do Equador e Brasil alertaram para a \u201cfalta de compromisso\u201d dos governos em frear a expans\u00e3o do petr\u00f3leo na Amaz\u00f4nia. Entre as principais demandas, eles exigem que a Amaz\u00f4nia seja declarada como uma \u201czona livre de todas as atividades extrativistas, em particular o petr\u00f3leo, o g\u00e1s e os minerais \u2018convencionais\u2019 e cr\u00edticos\u201d.<\/p>\n<div data-elementor-type=\"container\" data-elementor-id=\"75228\" data-elementor-post-type=\"elementor_library\">\n<div data-id=\"5e8db1e6\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"36eb6c91\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"6f52f515\" data-element_type=\"container\">\n<div data-id=\"65d9f401\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n<div>\n<div>\n\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"134a1245\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"10fe55fe\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div>\n<p>Leia tamb\u00e9m<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"3c9495ae\" data-element_type=\"widget\" data-settings='{\"template_id\":\"75221\",\"columns\":1,\"row_gap\":{\"unit\":\"px\",\"size\":10,\"sizes\":[]},\"_skin\":\"post\",\"columns_tablet\":\"2\",\"columns_mobile\":\"1\",\"edit_handle_selector\":\"[data-elementor-type=\"loop-item\"]\",\"row_gap_tablet\":{\"unit\":\"px\",\"size\":\"\",\"sizes\":[]},\"row_gap_mobile\":{\"unit\":\"px\",\"size\":\"\",\"sizes\":[]}}' data-widget_type=\"loop-grid.post\">\n<div>\n<div>\n\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>The post Amaz\u00f4nia tem \u00e1rea ind\u00edgena do tamanho do Maranh\u00e3o afetada por petr\u00f3leo, diz estudo appeared first on Rep\u00f3rter Brasil.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/sul21.com.br\/noticias\/economia\/2025\/10\/haddad-toda-narrativa-de-que-ia-haver-sabotagem-foi-sepultada-com-dialogo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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