{"id":67336,"date":"2025-11-30T17:00:00","date_gmt":"2025-11-30T20:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nos-por-nos-o-combate-a-violencia-no-alemao-via-arte-educacao-e-renda-por-david-amen\/"},"modified":"2025-11-30T17:00:00","modified_gmt":"2025-11-30T20:00:00","slug":"nos-por-nos-o-combate-a-violencia-no-alemao-via-arte-educacao-e-renda-por-david-amen","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nos-por-nos-o-combate-a-violencia-no-alemao-via-arte-educacao-e-renda-por-david-amen\/","title":{"rendered":"\u201cN\u00f3s por n\u00f3s\u201d: o combate \u00e0 viol\u00eancia no Alem\u00e3o via arte, educa\u00e7\u00e3o e renda por David Amen"},"content":{"rendered":"<p>No final de outubro, o Rio de Janeiro viveu a maior chacina de sua hist\u00f3ria: 121 pessoas morreram em uma megaopera\u00e7\u00e3o policial nos complexos da Penha e do Alem\u00e3o. Com isso, ganharam destaque os debates sobre viol\u00eancia de Estado e espetaculariza\u00e7\u00e3o da morte em territ\u00f3rios perif\u00e9ricos. A vida dos moradores dessas comunidades segue com indigna\u00e7\u00e3o e medo, mas tamb\u00e9m com mobiliza\u00e7\u00e3o e trabalho de base, na luta por dignidade, respeito e pertencimento, especialmente para a juventude.<\/p>\n<p>Neste contexto, o Pauta P\u00fablica desta semana traz uma conversa\u00a0com Davi Amen, morador do Complexo do Alem\u00e3o e cofundador do Instituto Ra\u00edzes em Movimento, que h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas atua em projetos de forma\u00e7\u00e3o, comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e mem\u00f3ria local. A entrevista acontece poucos dias ap\u00f3s o lan\u00e7amento da pesquisa \u201cRaio X Real da Favela\u201d, do Data Favela, que ouviu jovens que se relacionam com o crime em todo o pa\u00eds e revela que a entrada para o tr\u00e1fico, majoritariamente, \u00e9 consequ\u00eancia da pobreza, aus\u00eancia de oportunidades, viol\u00eancia e falta de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Amen comenta o impacto da chacina sobre os moradores e destaca o que acontece longe das c\u00e2meras e da espetaculariza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia: as a\u00e7\u00f5es de educa\u00e7\u00e3o, cultura, comunica\u00e7\u00e3o comunit\u00e1ria e apoio \u00e0 juventude. Para ele, iniciativas como o Ra\u00edzes s\u00e3o essenciais para abrir caminhos de futuro, justamente num cen\u00e1rio em que o Estado chega, quase sempre, sob a forma de opera\u00e7\u00f5es policiais. \u201cA gente n\u00e3o pode normalizar o que aconteceu na Penha e no Alem\u00e3o. Foi um problema social, n\u00e3o s\u00f3 da favela. [Por outro lado], estamos enfrentando isso do nosso jeito [\u2026] criticando e cobrando o poder p\u00fablico para que d\u00ea aten\u00e7\u00e3o devida para os nossos projetos, a\u00e7\u00f5es e ideias. Porque estamos prontos para o di\u00e1logo\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Leia os principais pontos e ou\u00e7a o podcast completo abaixo.<\/p>\n<div>\n<div data-init=\"0\" data-id=\"208405\" data-playing=\"0\">\n<div>\n<div><\/div>\n<div>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<h2>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span>EP 196<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\tA mobiliza\u00e7\u00e3o que desafia a viol\u00eancia, a favela pela favela\t\t\t\t\t\t\t<\/h2>\n<div>\n<p>\n\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t<span>28 de novembro de 2025<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\u00b7<br \/>\n\t\t\t\t<\/span><br \/>\n\t\t\t\tDavid Amen, do Instituto Ra\u00edzes em Movimento, fala sobre a luta por dignidade e o trabalho com a juventude nas favelas<\/p>\n<div data-init=\"0\" data-id=\"208405\" data-playing=\"0\">\n<p>\t\t\t\t\t\t<audio src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/11\/PAUTA-196-FAVELAS-v3.mp3\" preload=\"none\"><\/audio><\/p>\n<div>\n<div>\n<div>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><\/p><\/div>\n<div>\n<div><\/div>\n<div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span><span>0:00<\/span><\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span><span>-:\u2013<\/span><\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i>15<br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i>15<\/p>\n<div>\n<p>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><\/p>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i><\/i>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div><center>Veja mais epis\u00f3dios desta s\u00e9rie<\/center><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p><strong>Como surge e quais s\u00e3o os principais projetos desenvolvidos pelo Instituto Ra\u00edzes em Movimentos?<\/strong><\/p>\n<p>O Ra\u00edzes Movimento come\u00e7ou em 2001, com o [soci\u00f3logo] Alan Brum, que \u00e9 cofundador junto comigo. De l\u00e1 para c\u00e1, o nosso foco sempre foi trabalhar com a juventude. Eu procurei o Alan justamente porque eu era jovem, com 20 anos, e tinha acabado de sair do ex\u00e9rcito. Estava em um trabalho formal, mas muito incomodado com algumas situa\u00e7\u00f5es e porque tamb\u00e9m percebi que meus amigos estavam \u00e0 margem de uma s\u00e9rie de fatores dentro da favela. Eu queria criar op\u00e7\u00f5es, e a gente criou o Ra\u00edzes pensando a partir das perspectivas das pessoas aqui do Complexo Alem\u00e3o, principalmente, para os mais jovens que estavam passando por muitas dificuldades, sem quase nenhuma oportunidade.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, o trabalho do Ra\u00edzes come\u00e7ou com pr\u00e9-vestibular comunit\u00e1rio, distribui\u00e7\u00e3o de preservativos e informativos sobre [Infec\u00e7\u00f5es Sexualmente Transmiss\u00edveis] e tamb\u00e9m fomos trabalhando com arte, comunica\u00e7\u00e3o e cultura, a partir do grafite. Esse trabalho foi evoluindo durante o passar dos anos. Fomos criando esse v\u00ednculo com a comunidade e com a juventude. [Desenvolvendo] uma capilaridade ainda maior dentro do Complexo Alem\u00e3o. As pessoas foram reconhecendo e valorizando o nosso trabalho. Em 2017, criamos o programa Circulando, que era para trabalhar com comunica\u00e7\u00e3o e arte, no Complexo Alem\u00e3o. Esse projeto passou a ser um grande evento anual e hoje \u00e9 o guarda-chuva do programa de comunica\u00e7\u00e3o e cultura do Raiz e Movimento.<\/p>\n<p>Atualmente, estamos trabalhando com dois eixos de atua\u00e7\u00e3o estrat\u00e9gica. Uma \u00e9 o Circulando, com\u00a0projetos de audiovisual e o programa Favela Doc, e tamb\u00e9m a revista Fala Favela, que \u00e9 um programa de design gr\u00e1fico que a gente trabalha com juventude, que est\u00e1 na quinta edi\u00e7\u00e3o agora. Nosso segundo eixo estrat\u00e9gico \u00e9 a produ\u00e7\u00e3o de conhecimento, trabalhando profundamente com pesquisa, mem\u00f3ria, documenta\u00e7\u00e3o e assist\u00eancia t\u00e9cnica de base comunit\u00e1ria com a comunidade, visando a urbaniza\u00e7\u00e3o verde.<\/p>\n<p><strong>A pesquisa do Data Favela mostra que 41% dos jovens em situa\u00e7\u00e3o de crime dizem que, olhando para tr\u00e1s, teriam estudado ou se formado. Como o Ra\u00edzes em Movimento atua para responder a esse desejo e oferecer alternativas reais de futuro para a juventude?<\/strong><\/p>\n<p>Eu sou nascido, criado e moro aqui [no Complexo do Alem\u00e3o]. Nesses 24 anos de atua\u00e7\u00e3o, a gente j\u00e1 fez de tudo para atingir as juventudes, mesmo. Primeiro, com o di\u00e1logo. A gente tem que escutar, entender e vivenciar [a realidade das favelas]. O que a gente faz \u00e9 escutar,\u00a0conversar e pensar em um diagn\u00f3stico. Por exemplo, como colocar os jovens daqui na universidade. Existia o pr\u00e9-vestibular comunit\u00e1rio aqui pr\u00f3ximo, mas n\u00e3o era dentro da favela. Ent\u00e3o, a gente criou um pr\u00e9-vestibular dentro da favela, em 2001. Durou tr\u00eas anos e proporcionou a entrada desses jovens nas universidades p\u00fablicas.<\/p>\n<p>Atualmente, tamb\u00e9m estamos formulando um projeto no n\u00facleo de comunica\u00e7\u00e3o e cultura do Complexo Alem\u00e3o. [A ideia] \u00e9 pegar jovens que j\u00e1 passaram por forma\u00e7\u00f5es de cinema, de design, de produ\u00e7\u00e3o cultural, de pesquisa, pelo Raiz e Movimento, e trazer essa galera para esse n\u00facleo, produzindo nossa pr\u00f3pria comunica\u00e7\u00e3o e conte\u00fado.<\/p>\n<p>Um diferencial nosso tamb\u00e9m \u00e9 oferecer servi\u00e7os, para essa galera poder gerar renda, nesse vi\u00e9s de trabalhar com arte, cultura e produ\u00e7\u00e3o. Para que eles se formem, passem pelos Ra\u00edzes, construam suas vidas e sejam multiplicadores. Atingir a juventude \u00e9 isso, escutar, participar, vivenciar, entender o que eles querem e tentar proporcionar. \u00c9 um pouco o que a gente idealiza at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p><strong>Como est\u00e1 a comunidade depois do que aconteceu no m\u00eas passado? Como foi viver isso e como as coisas est\u00e3o agora? Como voc\u00eas est\u00e3o vendo isso com os jovens que trabalham com voc\u00eas?<\/strong><\/p>\n<p>Com muita dor no cora\u00e7\u00e3o digo que, no contexto geral, est\u00e1 normal. Isso \u00e9 muito ruim. De verdade. Precisamos e vamos continuar [com nossas rotinas], mas a luta n\u00e3o para. N\u00e3o podemos normalizar o que aconteceu, n\u00e3o s\u00f3 aqui na favela mas enquanto sociedade. O que aconteceu aqui n\u00e3o foi s\u00f3 um problema do complexo da Penha e do complexo Alem\u00e3o. Foi um problema social.<\/p>\n<p>Por outro lado, estamos na luta construindo pontes, dando assessoria e assist\u00eancia a algumas fam\u00edlias. Mas, o poder p\u00fablico tamb\u00e9m n\u00e3o pode estar presente s\u00f3 nesses momentos. Assim como outras organiza\u00e7\u00f5es sociais, militantes e tal. Precisamos criar uma rotina ainda muito mais presente.<\/p>\n<p>Ainda h\u00e1 muita dor. Ainda h\u00e1 muito coment\u00e1rio. Ainda h\u00e1 muito medo. O que mais assusta \u00e9 o n\u00famero que foi exaltado por uma s\u00e9rie de pessoas: 121 mortes. Porque eles v\u00e3o invadir a favela novamente, fazer ocupa\u00e7\u00e3o e outras megaopera\u00e7\u00f5es. Como vai ser isso? Como ser\u00e3o os pr\u00f3ximos n\u00fameros? J\u00e1 que o limite j\u00e1 \u00e9 exorbitante. Na minha vis\u00e3o, \u00e9 insano e irracional. A gente n\u00e3o pode achar isso normal. N\u00e3o podemos esquecer isso e \u00e9 preciso pautar em qualquer momento, sem se aquietar com essa situa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A gente ainda est\u00e1 sangrando. \u00c9 dif\u00edcil. Mas a gente tem que lembrar para n\u00e3o acontecer novamente em nenhum lugar e n\u00e3o seguir de cabe\u00e7a baixa, enfrentando isso do nosso jeito. Produzindo conhecimento e trazendo nossos jovens para perto, criticando e cobrando o poder p\u00fablico para que d\u00ea aten\u00e7\u00e3o devida para os nossos projetos, a\u00e7\u00f5es e ideias. Porque estamos prontos para o di\u00e1logo.<\/p>\n<p><strong>Tamb\u00e9m foram divulgadas pesquisas apontando que a maioria dos moradores de favelas no RJ aprovou a megaopera\u00e7\u00e3o realizada no fim de outubro. Como voc\u00ea v\u00ea esses dados?<\/strong><\/p>\n<p>H\u00e1 plataformas de pesquisa que a gente n\u00e3o deveria nem considerar. N\u00e3o apresentam relat\u00f3rios, fazem entrevistas por telefone e isso me assusta. Claro que esses n\u00fameros reverberam na imprensa, e a imprensa de massa volta a reproduzir dados que muitas vezes n\u00e3o t\u00eam fundamento algum. Conversamos sobre isso esta semana no Ra\u00edzes: estamos incomodados e queremos nos mobilizar para confrontar esses n\u00fameros.<\/p>\n<p>Estamos nos organizando para fazer nosso pr\u00f3prio levantamento, ouvindo os moradores. A pesquisa do Data Favela que saiu agora \u00e9 muito importante tamb\u00e9m. E \u00e9 isso: a gente precisa [se] ouvir de fato. Para falar de n\u00f3s, s\u00f3 n\u00f3s. Se n\u00e3o for gente da favela, n\u00e3o d\u00e1 para falar da favela. \u00c9 necess\u00e1rio entender isso. E mais: n\u00e3o v\u00e3o mais falar da favela sem a favela. A gente j\u00e1 tem os mecanismos, j\u00e1 conhece os caminhos, j\u00e1 dialoga, j\u00e1 \u00e9 formado.<\/p>\n<p>Se os dados n\u00e3o forem apresentados por n\u00f3s, vamos confrontar esses dados. Est\u00e1 se formando um coletivo justamente para pensar esse enfrentamento. A gente n\u00e3o vai ficar quieto, pode acreditar. Esses n\u00fameros e essas narrativas nos deixaram muito inquietos.<\/p>\n<p>Existem pesquisas tendenciosas. \u00c9 preciso ter cuidado, porque h\u00e1 pesquisas feitas com interesses espec\u00edficos, com um vi\u00e9s \u00fanico. As perguntas precisam ser bem elaboradas.<\/p>\n<p>Se perguntarmos a um morador se ele \u00e9 a favor da megaopera\u00e7\u00e3o, talvez ele diga que sim. Mas ser\u00e1 que ele \u00e9 a favor das consequ\u00eancias que essa megaopera\u00e7\u00e3o causa? Quantas opera\u00e7\u00f5es ocorreram no ano? Quantas vezes o filho dele ficou sem aula? Quantos exames [ele] precisou desmarcar na cl\u00ednica da fam\u00edlia? Quantas vezes chegou atrasado ao trabalho? Quantas vezes ficou sem transporte por causa de uma opera\u00e7\u00e3o? Talvez o morador apoie uma opera\u00e7\u00e3o, mas a pesquisa \u00e9 tendenciosa. Quando lembramos que a escola fechou, que a creche fechou, que ele n\u00e3o p\u00f4de trabalhar porque a filha n\u00e3o p\u00f4de ficar na creche, a resposta pode mudar.<\/p>\n<p>Por isso, precisamos ter muito cuidado com esses dados apresentados por plataformas interesseiras, muitas vezes contratadas pelo poder p\u00fablico ou pela imprensa de massa.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/lula-negociou-e-nos-conseguimos-uma-vitoria-excepcional-com-fim-da-escala-6x1-afirma-carlos-zarattini\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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