{"id":68467,"date":"2025-12-23T16:39:41","date_gmt":"2025-12-23T19:39:41","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/venezuela-se-arma-para-resistir-a-ofensiva-dos-eua-apos-decadas-de-cerco\/"},"modified":"2025-12-23T16:39:41","modified_gmt":"2025-12-23T19:39:41","slug":"venezuela-se-arma-para-resistir-a-ofensiva-dos-eua-apos-decadas-de-cerco","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/venezuela-se-arma-para-resistir-a-ofensiva-dos-eua-apos-decadas-de-cerco\/","title":{"rendered":"Venezuela se arma para resistir a ofensiva dos EUA ap\u00f3s d\u00e9cadas de cerco"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"546\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-2048x1091-1.png\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-1024x546.png 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-300x160.png 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-768x409.png 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-1536x818.png 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Maduro-alerta-2048x1091-1.png 2048w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>A decis\u00e3o do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, de impor um \u201cbloqueio total\u201d a petroleiros ligados \u00e0 Venezuela marcou uma nova escalada na rela\u00e7\u00e3o entre os dois pa\u00edses. Caracas denunciou a medida como ato belicista e parte de uma estrat\u00e9gia de intimida\u00e7\u00e3o que inclui opera\u00e7\u00f5es militares no Caribe, respons\u00e1veis por ao menos 95 mortes desde setembro, segundo dados citados por parlamentares norte-americanos. Para o governo venezuelano, trata-se de pirataria internacional e de uma tentativa expl\u00edcita de controlar seus recursos naturais.<\/p>\n<p>Duas entrevistas recentes em podcasts analisaram o clima na Venezuela em meio \u00e0 ofensiva norte-americana. Tanto o pesquisador Pablo Uchoa, entrevistado pelo\u00a0<em><a href=\"https:\/\/theconversation.com\/how-venezuela-has-been-preparing-for-a-us-invasion-for-more-than-two-decades-272304\">The Conversation Weekly<\/a><\/em>, quanto o jornalista Rolando Segura, da <em>Telesur<\/em>, descreve em entrevista a Eleonora Lucena (<em><a href=\"https:\/\/youtu.be\/6zy3V5iMqoM\">Tutam\u00e9ia<\/a><\/em>), os riscos para o governo Trump s\u00e3o enormes diante de uma press\u00e3o prolongada que n\u00e3o logrou nenhuma fissura no governo Maduro. Em vez disso, coesionou 90% dos venezuelanos contra a amea\u00e7a de invas\u00e3o, al\u00e9m de unir os governos vizinhos que se sentem amea\u00e7ados pelo neocolonialismo dos EUA.<\/p>\n<p>\u201cApenas o setor mais extremista da oposi\u00e7\u00e3o venezuelana, acompanha e se pronuncia a favor de uma agress\u00e3o contra a Venezuela. Em geral, pessoas que n\u00e3o est\u00e3o no pa\u00eds, entre eles a opositora que foi at\u00e9 Oslo resgatar esse milh\u00e3o de d\u00f3lares que lhe deram por um suposto pr\u00eamio de paz e, em suas primeiras declara\u00e7\u00f5es, aplaudiu essa agress\u00e3o contra seu pr\u00f3prio pa\u00eds\u201d, diz Segura. Hoje, a oposi\u00e7\u00e3o de Corina Machado est\u00e1 desgastada at\u00e9 mesmo entre as classes m\u00e9dias do pa\u00eds, especialmente enquanto a economia teve um forte impulso nos \u00faltimos anos.<\/p>\n<p><strong>Ra\u00edzes da doutrina de defesa: do golpe de 2002 \u00e0 guerra assim\u00e9trica<\/strong><br \/>O planejamento defensivo venezuelano remonta \u00e0 tentativa de golpe contra Hugo Ch\u00e1vez, em 2002. Segundo Uchoa, o epis\u00f3dio foi decisivo para que o ent\u00e3o presidente passasse a enxergar a seguran\u00e7a como algo que vai al\u00e9m do campo militar. Inspirado nas experi\u00eancias do Vietn\u00e3 e do Iraque, Ch\u00e1vez consolidou a ideia de que uma eventual guerra n\u00e3o seria \u201cex\u00e9rcito contra ex\u00e9rcito\u201d, mas \u201cpovo contra um ex\u00e9rcito\u201d, apostando na resist\u00eancia prolongada e no desgaste do invasor.<\/p>\n<p>Criada em 2008, a Mil\u00edcia Bolivariana tornou-se o eixo dessa estrat\u00e9gia. Com milh\u00f5es de integrantes, segundo dados oficiais, ela integra civis ao sistema de defesa territorial, atuando tanto na vigil\u00e2ncia comunit\u00e1ria quanto na prepara\u00e7\u00e3o para uma eventual ocupa\u00e7\u00e3o estrangeira. Para analistas, trata-se da chamada \u201csegunda fase da guerra\u201d: ap\u00f3s bloqueios e ataques pontuais, viria a resist\u00eancia popular disseminada, capaz de tornar qualquer invas\u00e3o extremamente custosa.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s a morte de Ch\u00e1vez, Nicol\u00e1s Maduro assumiu em um contexto mais adverso. San\u00e7\u00f5es econ\u00f4micas severas, hiperinfla\u00e7\u00e3o e ofensivas diplom\u00e1ticas dos EUA aprofundaram a depend\u00eancia do governo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s For\u00e7as Armadas, que, atualmente, mant\u00e9m a vigorosa parceria civil-militar com o governo. Ainda assim, Maduro venceu elei\u00e7\u00f5es contestadas pela oposi\u00e7\u00e3o, mas reconhecidas por observadores internacionais, e refor\u00e7ou o discurso de defesa da soberania diante do que classifica como tentativa de mudan\u00e7a de regime patrocinada por Washington.<\/p>\n<p>Um dos efeitos centrais de um conflito seria o\u00a0aprofundamento da militariza\u00e7\u00e3o da vida pol\u00edtica venezuelana. Pablo Uchoa observa que, ap\u00f3s a morte de Hugo Ch\u00e1vez, Nicol\u00e1s Maduro passou a operar em um terreno de ataques a sua legitimidade eleitoral, o que o levou a apoiar-se cada vez mais nas For\u00e7as Armadas e no apoio popular. Segundo ele, \u00e9 nesse contexto que surge a no\u00e7\u00e3o de \u201cdire\u00e7\u00e3o pol\u00edtico-militar da revolu\u00e7\u00e3o\u201d, algo que n\u00e3o era central no per\u00edodo anterior.<\/p>\n<p>Um conflito externo tende a\u00a0refor\u00e7ar esse movimento, pois crises b\u00e9licas funcionam como mecanismos cl\u00e1ssicos de coes\u00e3o for\u00e7ada do poder. Como o pr\u00f3prio pesquisador sintetiza, ao analisar lideran\u00e7as sob press\u00e3o: \u201cUm autocrata ama uma crise. A crise \u00e9 a forma como se mobiliza a base\u201d, diz ele, referindo-se tanto em governos centralizadores como o de Maduro, quanto a Trump, com a diferen\u00e7a entre a eventual desmobiliza\u00e7\u00e3o das bases sociais norte-americanas. O eleitor de Trump se sente tra\u00eddo por suas promessas descumpriras de n\u00e3o envolver os EUA em novos conflitos internacionais.<\/p>\n<p>Ante os primeiros an\u00fancios desta pretens\u00e3o de invadir o pa\u00eds, de maneira massiva, os venezuelanos e as venezuelanas, se alistaram nas mil\u00edcias para defender seu pa\u00eds. Segundo Segura, hoje, as For\u00e7as Bolivarianas, comandadas pelo grande polo patri\u00f3tico \u2014 que n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 o Partido Socialista Unido da Venezuela, a organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica que lidera o pa\u00eds \u2014, h\u00e1 outra grande conflu\u00eancia de organiza\u00e7\u00f5es de jovens, de organiza\u00e7\u00f5es de mulheres, de camponeses, de trabalhadores, que acompanham todo esse processo, que apoiam o ordem constitucional na Venezuela, e est\u00e3o muito organizados para enfrentar n\u00e3o s\u00f3 essa inten\u00e7\u00e3o de agress\u00e3o contra o pa\u00eds, mas para enfrentar os desafios que est\u00e1 enfrentando a Venezuela durante o \u00faltimo per\u00edodo.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, na opini\u00e3o de Uchoa, isso tamb\u00e9m pode significar maior controle social, repress\u00e3o a opositores internos e redu\u00e7\u00e3o do espa\u00e7o para media\u00e7\u00f5es pol\u00edticas, sob o argumento da defesa nacional.<\/p>\n<p>Do ponto de vista social, as entrevistas mostram que a prepara\u00e7\u00e3o para a guerra j\u00e1 impacta o cotidiano das comunidades. A estrat\u00e9gia de defesa territorial descrita por Uchoa envolve a divis\u00e3o de bairros em \u00e1reas monitoradas por grupos comunit\u00e1rios, formando uma malha densa de vigil\u00e2ncia.<\/p>\n<p>Ele explica: \u201cVoc\u00ea teria um tecido social em que seria muito dif\u00edcil penetrar, porque qualquer pessoa vista como hostil poderia ser atacada.\u201d<\/p>\n<p>Esse modelo, pensado como resist\u00eancia a uma invas\u00e3o estrangeira, tem\u00a0efeitos amb\u00edguos. De um lado, fortalece a ideia de soberania popular e participa\u00e7\u00e3o direta na defesa do pa\u00eds. De outro, pode estimular\u00a0desconfian\u00e7a permanente, den\u00fancias entre vizinhos e um clima de medo, refor\u00e7ado por ferramentas como aplicativos de vigil\u00e2ncia e opera\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a que, segundo o pr\u00f3prio entrevistado, ficaram conhecidas como \u201ctoque na porta no meio da noite\u201d.<\/p>\n<p><strong>Cotidiano, apoio popular e rejei\u00e7\u00e3o \u00e0 guerra<\/strong><br \/>Apesar das amea\u00e7as, Caracas mant\u00e9m um clima de relativa normalidade. O jornalista Rolando Segura, da Telesur, descreve em entrevista a Eleonora Lucena (Tutam\u00e9ia) uma capital em rotina cotidiana, ainda que atenta \u00e0 press\u00e3o externa. Pesquisas recentes indicam que mais de 90% da popula\u00e7\u00e3o venezuelana rejeita uma invas\u00e3o estrangeira, posi\u00e7\u00e3o compartilhada inclusive por setores da oposi\u00e7\u00e3o. Nos pr\u00f3prios EUA, levantamentos apontam maioria contr\u00e1ria a uma guerra contra a Venezuela.<\/p>\n<p>Para analistas e autoridades venezuelanas, a ofensiva dos EUA reflete a tentativa de reafirmar hegemonia sobre uma regi\u00e3o rica em petr\u00f3leo, minerais e \u00e1gua, em um momento de avan\u00e7o das rela\u00e7\u00f5es da Am\u00e9rica Latina com China, R\u00fassia e Ir\u00e3. Uma interven\u00e7\u00e3o militar, alertam, poderia desestabilizar todo o continente, ampliando fluxos migrat\u00f3rios e conflitos. Nesse cen\u00e1rio, Caracas aposta que a prepara\u00e7\u00e3o de duas d\u00e9cadas funcione como dissuas\u00e3o e transforme qualquer agress\u00e3o em um \u201cnovo Vietn\u00e3\u201d para Washington.<\/p>\n<p>As entrevistas tamb\u00e9m deixam claro que um conflito n\u00e3o seria apenas militar, mas profundamente econ\u00f4mico e social. Rolando Segura destaca que, apesar da aparente normalidade nas ruas, a press\u00e3o externa j\u00e1 come\u00e7a a ser sentida: \u201cA vida continua em sua cotidianidade, mas come\u00e7a a se sentir a tens\u00e3o, sobretudo do ponto de vista econ\u00f4mico, na compra de presentes de Natal.\u201d<\/p>\n<p>San\u00e7\u00f5es, bloqueios navais e instabilidade afetam infla\u00e7\u00e3o, abastecimento e renda, penalizando diretamente a popula\u00e7\u00e3o civil. Um conflito armado ampliaria esses efeitos, agravando desigualdades e precarizando ainda mais as condi\u00e7\u00f5es de vida, sobretudo nos setores populares.<\/p>\n<p><strong>Migra\u00e7\u00e3o em massa e desestabiliza\u00e7\u00e3o regional<\/strong><\/p>\n<p>Uma das consequ\u00eancias mais graves apontadas nas entrevistas \u00e9 o\u00a0impacto migrat\u00f3rio. Segura alerta que uma invas\u00e3o poderia provocar um deslocamento populacional de grandes propor\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOs analistas coincidem que isso se converteria em uma desestabiliza\u00e7\u00e3o de toda a regi\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>A migra\u00e7\u00e3o venezuelana j\u00e1 exerce press\u00e3o pol\u00edtica em pa\u00edses vizinhos e, segundo Uchoa, \u00e9 instrumentalizada por for\u00e7as conservadoras na Am\u00e9rica Latina:<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cOs venezuelanos na regi\u00e3o empurram o debate pol\u00edtico para a direita, e isso dificulta uma posi\u00e7\u00e3o comum contra uma invas\u00e3o.\u201d<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Um conflito armado, portanto, n\u00e3o apenas ampliaria fluxos migrat\u00f3rios, como\u00a0reorganizaria o tabuleiro pol\u00edtico regional, fortalecendo discursos securit\u00e1rios, xen\u00f3fobos e autorit\u00e1rios.<\/p>\n<p>Politicamente, as entrevistas sugerem que uma guerra contra a Venezuela aprofundaria a\u00a0polariza\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica na Am\u00e9rica Latina. O pa\u00eds j\u00e1 funciona como s\u00edmbolo usado tanto pela direita quanto pela esquerda, o que dificulta respostas diplom\u00e1ticas unificadas. Al\u00e9m disso, Segura aponta o descr\u00e9dito dos organismos internacionais diante da escalada militar: \u201cOs organismos internacionais n\u00e3o foram capazes de deter nem o genoc\u00eddio na Palestina. Pouco se pode esperar deles em situa\u00e7\u00f5es como esta.\u201d<\/p>\n<p>Esse vazio institucional refor\u00e7a a percep\u00e7\u00e3o de que conflitos passam a ser resolvidos pela for\u00e7a, n\u00e3o pelo direito internacional, o que fragiliza ainda mais a ordem multilateral.<\/p>\n<p><strong>Soberania como linha vermelha<\/strong><br \/>Entre discursos inflamados, prepara\u00e7\u00e3o militar e mobiliza\u00e7\u00e3o popular, a Venezuela reafirma que sua defesa n\u00e3o depende de pot\u00eancias aliadas, mas da pr\u00f3pria popula\u00e7\u00e3o. Para o governo e seus apoiadores, o conflito em curso n\u00e3o \u00e9 apenas nacional, mas um embate simb\u00f3lico contra o retorno expl\u00edcito de pretens\u00f5es coloniais na Am\u00e9rica Latina. Segura demonstra que \u00e9 dif\u00edcil para os vizinhos entenderem o orgulho hist\u00f3rico dos venezuelanos sobre sua soberania. Este povo, de acordo com ele, n\u00e3o pretende contar com ajuda militar russa ou chinesa para se defender. \u201cA Venezuela \u00e9 defendida pelos venezuelanos e as venezuelana.\u201d<\/p>\n<p>Por fim, as entrevistas indicam que um conflito armado tenderia a\u00a0radicalizar identidades pol\u00edticas internas. Segura destaca que, mesmo entre opositores ao governo, h\u00e1 ampla rejei\u00e7\u00e3o a uma agress\u00e3o estrangeira: \u201cMais de 90% da popula\u00e7\u00e3o rejeita as inten\u00e7\u00f5es de invadir o pa\u00eds.\u201d<\/p>\n<p>Isso sugere que uma invas\u00e3o poderia fortalecer sentimentos nacionalistas e de resist\u00eancia, mas tamb\u00e9m\u00a0fundir cr\u00edtica ao governo com trai\u00e7\u00e3o \u00e0 p\u00e1tria, reduzindo o pluralismo pol\u00edtico. A defesa da soberania passa a ser o eixo central da vida social, com custos elevados para a diversidade democr\u00e1tica.<\/p>\n<p>Como resume Uchoa, a mudan\u00e7a de regime pode at\u00e9 parecer simples \u201cno papel\u201d, mas a sustenta\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds sob ocupa\u00e7\u00e3o ou guerra prolongada seria o verdadeiro desafio \u2014 com custos humanos e pol\u00edticos que recaem, sobretudo, sobre a popula\u00e7\u00e3o civil.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2025\/12\/23\/venezuela-se-arma-para-resistir-a-ofensiva-dos-eua-apos-decadas-de-cerco\/\">Venezuela se arma para resistir a ofensiva dos EUA ap\u00f3s d\u00e9cadas de cerco<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/feira-vermelha-abre-curadoria-para-segunda-edicao-no-df\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Caracas denunciou a medida como ato belicista e parte de uma estrat\u00e9gia de intimida\u00e7\u00e3o que inclui opera\u00e7\u00f5es militares no Caribe, respons\u00e1veis por ao menos 95 mortes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[292,3696,9,50,4255,2328,32449,43,1048,1049],"tags":[],"class_list":["post-68467","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-china","category-doutrina-monroe","category-eua","category-internacional","category-migracao","category-nicolas-maduro","category-risco-regional","category-russia","category-soberania","category-venezuela"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68467","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=68467"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/68467\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=68467"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=68467"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=68467"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}