{"id":707,"date":"2024-05-22T17:39:45","date_gmt":"2024-05-22T17:39:45","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/zamrock-a-restituicao-de-lacos-com-a-identidade-de-um-povo\/"},"modified":"2024-05-22T17:39:45","modified_gmt":"2024-05-22T17:39:45","slug":"zamrock-a-restituicao-de-lacos-com-a-identidade-de-um-povo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/zamrock-a-restituicao-de-lacos-com-a-identidade-de-um-povo\/","title":{"rendered":"Zamrock: a restitui\u00e7\u00e3o de la\u00e7os com a identidade de um povo"},"content":{"rendered":"<div>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"830\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-267790\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda-1024x830.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda-300x243.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda-768x623.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda-1536x1246.jpg 1536w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Maureen-Lilanda.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption class=\"wp-element-caption\"><em>Maureen Lilanda. Foto: MST<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Iris Pacheco\u00a0<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>Uma das primeiras coisas as quais fui apresentada quando cheguei \u00e0 Zambia foi o <em>afrobeats <\/em>zambiano contempor\u00e2neo, e depois conheci as m\u00fasicas tradicionais. Mas, foi em julho de 2023, que tive o primeiro contato com o que posso chamar de um dos maiores movimentos musicais deste pa\u00eds, o \u201cZamrock\u201d, uma mistura de m\u00fasica tradicional africana com rock psicod\u00e9lico e <em>garage <\/em>criada na d\u00e9cada de 70. Esse encontro aconteceu durante o primeiro Zamrock Festival realizado pelo Bojangles Restaurant em Lusaka, capital do pa\u00eds. O evento marcou um retorno aos dias de gl\u00f3ria da m\u00fasica zambiana, sobretudo, pela presen\u00e7a de Jagari Chanda, um dos pioneiros mais famosos do g\u00eanero.<\/p>\n<p>Voltemos no tempo para entender melhor toda a efervesc\u00eancia que o estilo provocou deste lado do Atl\u00e2ntico. Quando Kenneth Kaunda chegou ao poder como o primeiro presidente da rec\u00e9m-independente Z\u00e2mbia, em 1964, ele decretou que 95% das m\u00fasicas na r\u00e1dio zambiana deveriam ser de origem zambiana. A iniciativa era parte de uma s\u00e9rie de pol\u00edticas para enfrentar o impacto do colonialismo na cultura do pa\u00eds. Como sabemos, uma das caracter\u00edsticas da coloniza\u00e7\u00e3o \u00e9 destruir aquilo que nos impede de identificar de onde viemos, dos nossos ancestrais, para tanto, a natureza local \u00e9 esmagada. Restituir esse la\u00e7os \u00e9 o primeiro movimento para se reparar tal rompimento.<\/p>\n<p>Nos idos dos anos iniciais da primeira Rep\u00fablica zambiana, o ritmo cresceu de forma ampla e ficou marcado principalmente pela \u201cWitch\u201d, a banda mais popular do pa\u00eds, que lan\u00e7ou cinco \u00e1lbuns completos em um mesmo ano e foi a for\u00e7a motriz do movimento Zamrock da d\u00e9cada. Eles foram apelidados de Beatles de seu pa\u00eds e eram famosos por shows incendi\u00e1rios de sete horas ao vivo. Isso deu origem a uma nova onda de bandas de rock que misturavam composi\u00e7\u00f5es originais com covers de Sympathy for the Devil e We\u2019re an American Band do Grand Funk Railroad (ou We Are a Zambian Band, como Witch tocava). No entanto, ao final da d\u00e9cada de 70 tanto a crise econ\u00f4mica quanto os conflitos junto \u00e0s fronteiras da Z\u00e2mbia e a crescente instabilidade pol\u00edtica impactaram na continuidade do rock zambiano.\u00a0<\/p>\n<p>De volta \u00e0 cena contempor\u00e2nea, um dos nomes que se apresentaram no Zamrock Festival foi\u00a0 Maureen Lilanda. Fiquei encantada com sua performance, presen\u00e7a de palco e profissionalismo musical, somente depois soube que a mesma \u00e9 um nome conhecido no cen\u00e1rio musical zambiano h\u00e1 quase 40 anos. No entanto, por ser mulher ainda \u00e9 dif\u00edcil receber o devido destaque ao seu trabalho e talvez a gera\u00e7\u00e3o atual saiba pouco sobre as mulheres pioneiras no mundo art\u00edstico musical.\u00a0<\/p>\n<figure class=\"wp-block-gallery has-nested-images columns-default is-cropped wp-block-gallery-1 is-layout-flex wp-block-gallery-is-layout-flex\">\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"951\" height=\"570\" data-id=\"267789\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Witch-performing-in-the-1970s.Photograph_-Times-of-Zambia-Archive.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-267789\" srcset=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Witch-performing-in-the-1970s.Photograph_-Times-of-Zambia-Archive.jpg 951w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Witch-performing-in-the-1970s.Photograph_-Times-of-Zambia-Archive-300x180.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Witch-performing-in-the-1970s.Photograph_-Times-of-Zambia-Archive-768x460.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 951px) 100vw, 951px\"><\/figure>\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"886\" data-id=\"267788\"src=\"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-267788\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda-1024x886.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda-300x260.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda-768x664.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda-1536x1329.jpg 1536w, https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2024\/05\/Jagari-Chanda.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure><figcaption class=\"blocks-gallery-caption wp-element-caption\"><em>Fotos: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Pouco mais de quatro d\u00e9cadas depois, o ritmo retorna \u00e0 cena musical, e soube que uma mulher foi a respons\u00e1vel por isso. Assim como no per\u00edodo \u00e1ureo do Zamrock, onde havia muitas mulheres zambianas incr\u00edveis fazendo o ritmo acontecer. Mas, eu s\u00f3 tomei conhecimento disso recentemente por meio de uma amiga jornalista zambiana, Fiske S Nyirongo, que escreveu<a href=\"https:\/\/blackballad.co.uk\/black-women-beyond-britain\/women-zambian-music-zamrock\" target=\"_blank\" rel=\"noreferrer noopener\"> um artigo buscando nos apresentar as mulheres pioneiras desse movimento musical<\/a>.\u00a0<\/p>\n<p>Foi por meio dela que soube que o Zamrock foi incorporado no segundo \u00e1lbum da artista Sampa the Great \u2013 uma rapper, cantora e compositora nascida na Z\u00e2mbia e criada em Botsuana \u2013 , que apresentou \u00e0 seu pa\u00eds os sons de uma era da m\u00fasica zambiana repleta de nostalgia e com a participa\u00e7\u00e3o de um de seus pioneiros mais famosos, Jagari Chanda, vocalista da WITCH, a boyband de maior sucesso na hist\u00f3ria da Z\u00e2mbia.<\/p>\n<p>Um dos nomes pioneiros, mas n\u00e3o o \u00fanico. Como boa escritora que \u00e9, Nyirongo recupera com sucesso a parte dessa hist\u00f3ria onde apresenta Violet Kafula (1950-2018), pioneira do Zamrock e madrinha da m\u00fasica zambiana por ter sido a primeira artista feminina a gravar na Z\u00e2mbia. O per\u00edodo que Violet nasceu foi antes da efetiva\u00e7\u00e3o da Rep\u00fablica zambiana, no in\u00edcio da d\u00e9cada de 1950, a m\u00fasica era vista como uma atividade masculina e embora as mulheres tenham desempenhado um papel importante nesse g\u00eanero musical \u00fanico, foram por muito tempo ignoradas e apagadas da hist\u00f3ria.<\/p>\n<p>Portanto, para mim n\u00e3o \u00e9 estranho que a restitui\u00e7\u00e3o dos la\u00e7os com essa parte da identidade do povo zambiano seja constru\u00eddo por uma mulher do cen\u00e1rio contempor\u00e2neo musical no mesmo per\u00edodo em que a Z\u00e2mbia completa 60 anos de sua independ\u00eancia. \u00c9 a constru\u00e7\u00e3o do link entre passado e presente que permite que os pioneiros do Zamrock voltem \u00e0 cena. \u00c9 o caso da WITCH que lan\u00e7ou seu primeiro \u00e1lbum de est\u00fadio em 2022 com a participa\u00e7\u00e3o de Sampa the Great, al\u00e9m das novas roqueiras Theresa Ngambi e Hanna Tembo, que est\u00e3o apenas come\u00e7ando suas carreiras musicais no Zamrock. Al\u00e9m da Maureen Lilanda que mesmo tendo tantos anos de estrada no g\u00eanero musical ainda precisa se reafirmar como leg\u00edtima representante detssa hist\u00f3ria.<\/p>\n<p><strong>Saiba mais em neste<a href=\"https:\/\/www.theguardian.com\/music\/2021\/jul\/05\/witch-the-glory-and-tragedy-of-zambias-psych-rock-trailblazers\"> artigo do The Guardian<\/a> ou neste do site <a href=\"https:\/\/www.ambitious.africa\/ambitious-news\/the-rise-fall-and-renaissance-of-zamrock-the-story-of-zambias-forgotten-1970s-rock-scene\">Ambitious.africa<\/a>.  <\/strong><\/p>\n<p><em>*Editado por Fernanda Alc\u00e2ntara<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2024\/05\/22\/zamrock-a-restituicao-de-lacos-com-a-identidade-de-um-povo\/\">Zamrock: a restitui\u00e7\u00e3o de la\u00e7os com a identidade de um povo<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<\/div>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/sul21.com.br\/noticias\/geral\/2025\/08\/justica-volta-a-permitir-que-embarcadero-proiba-entrada-de-bebidas-e-alimentos\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Foto: MST Por Iris Pacheco\u00a0Da P\u00e1gina do MST Uma das primeiras coisas as quais fui apresentada quando cheguei \u00e0 Zambia foi o afrobeats zambiano contempor\u00e2neo, e depois conheci as m\u00fasicas tradicionais. 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