{"id":71469,"date":"2026-01-22T18:00:00","date_gmt":"2026-01-22T21:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/entrelinhas-vermelhas-reune-vozes-da-luta-dos-trabalhadores-em-edicao-especial\/"},"modified":"2026-01-22T18:00:00","modified_gmt":"2026-01-22T21:00:00","slug":"entrelinhas-vermelhas-reune-vozes-da-luta-dos-trabalhadores-em-edicao-especial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/entrelinhas-vermelhas-reune-vozes-da-luta-dos-trabalhadores-em-edicao-especial\/","title":{"rendered":"Entrelinhas Vermelhas re\u00fane vozes da luta dos trabalhadores em edi\u00e7\u00e3o especial"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"682\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais-25052017-Brasilia-DF_Brasiljpg.webp\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais.-25052017-Brasilia-DF_Brasil.jpg-1024x682.webp 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais.-25052017-Brasilia-DF_Brasil.jpg-300x200.webp 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais.-25052017-Brasilia-DF_Brasil.jpg-768x512.webp 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais.-25052017-Brasilia-DF_Brasil.jpg-1536x1023.webp 1536w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais.-25052017-Brasilia-DF_Brasil.jpg-272x182.webp 272w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/marcha3-centrais-sindicais-25052017-Brasilia-DF_Brasiljpg.webp 1600w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o do\u00a0<em>Entrelinhas Vermelhas<\/em>\u00a0desta quinta-feira (22) foi ao ar como um balan\u00e7o anal\u00edtico das principais entrevistas realizadas pelo programa em 2025, tendo como fio condutor a luta da classe trabalhadora. O programa retoma falas de dirigentes sindicais, lideran\u00e7as populares, parlamentares e acad\u00eamicos para construir uma leitura cr\u00edtica sobre as transforma\u00e7\u00f5es recentes no mundo do trabalho brasileiro.<\/p>\n<p>Mais do que uma retrospectiva, a edi\u00e7\u00e3o especial prop\u00f5e uma s\u00edntese pol\u00edtica: as diferentes frentes de luta \u2014 urbana e rural, formal e informal \u2014 est\u00e3o interligadas por um mesmo processo de precariza\u00e7\u00e3o e disputa de projeto de pa\u00eds.<\/p>\n<\/p>\n<p><strong>Plataformas digitais e a desconstru\u00e7\u00e3o do \u201cmito do emprego\u201d<\/strong><br \/>Um dos destaques do programa \u00e9 a entrevista com representantes dos trabalhadores entregadores por aplicativo, que desmontam a narrativa de que as plataformas digitais teriam criado empregos. Segundo os sindicalistas ouvidos, as empresas de aplicativo substitu\u00edram v\u00ednculos formais por rela\u00e7\u00f5es prec\u00e1rias, transferindo riscos e custos aos trabalhadores.<\/p>\n<p>A nova edi\u00e7\u00e3o abre com um depoimento contundente de Valter, representante dos entregadores por aplicativo no Rio Grande do Sul. Ele denuncia a precariza\u00e7\u00e3o extrema imposta pelas plataformas digitais: \u201cEm 2010, ganh\u00e1vamos R$ 10 por entrega de 3 km. Hoje, s\u00e3o R$ 6,50 \u2014 e trabalhamos 16 a 18 horas por dia\u201d. Para ele, as empresas n\u00e3o criaram empregos, mas transformaram postos formais em rela\u00e7\u00f5es informais via MEI, sem direitos, sem seguro e sem prote\u00e7\u00e3o. \u201cQuando um entregador morre na rua, a empresa s\u00f3 pergunta: \u2018Pelo menos ele entregou o lanche?\u2019\u201d, questiona, resumindo a l\u00f3gica perversa que coloca o lucro acima da vida.<\/p>\n<p>A queda abrupta da remunera\u00e7\u00e3o por entrega, a intensifica\u00e7\u00e3o da jornada \u2014 que chega a 16 ou 18 horas di\u00e1rias \u2014 e a aus\u00eancia de prote\u00e7\u00e3o social comp\u00f5em um quadro de vulnerabilidade extrema. O relato evidencia que a informaliza\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 um efeito colateral, mas um elemento estrutural do modelo de neg\u00f3cios das plataformas.<\/p>\n<p><strong>Trabalho rural, g\u00eanero e poder sindical<\/strong><br \/>Outro eixo central da edi\u00e7\u00e3o \u00e9 a luta das trabalhadoras rurais, a partir da entrevista com V\u00e2nia Marques, primeira mulher a presidir a Contag (Confedera\u00e7\u00e3o Nacional dos Trabalhadores na Agricultura) em 61 anos de hist\u00f3ria. A dirigente situa sua elei\u00e7\u00e3o como resultado de d\u00e9cadas de enfrentamento ao machismo estrutural no movimento sindical e na sociedade brasileira.<\/p>\n<p>A entrevista destaca os avan\u00e7os e desafios da participa\u00e7\u00e3o feminina no campo. Ela lembra que, no passado, mulheres precisavam se passar por homens para se filiar ao sindicato. Hoje, representam 60% da base associativa nacional \u2014 chegando a mais de 70% no Nordeste. A Marcha das Margaridas, em homenagem \u00e0 l\u00edder assassinada Margarida Alves, \u00e9 apontada como marco de visibilidade e organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica: \u201c\u00c9 a maior mobiliza\u00e7\u00e3o de mulheres da Am\u00e9rica Latina\u201d, afirma V\u00e2nia, destacando sua dupla pauta \u2014 interna (igualdade no movimento) e externa (pol\u00edticas p\u00fablicas para fam\u00edlias rurais).<\/p>\n<p>O programa articula g\u00eanero, trabalho e pol\u00edtica p\u00fablica, mostrando como a pauta das mulheres rurais extrapola o sindicalismo e incide sobre soberania alimentar, meio ambiente e direitos sociais.<\/p>\n<p><strong>MST, terra e a viol\u00eancia estrutural no campo<\/strong><br \/>A entrevista com Gilmar Mauro, da dire\u00e7\u00e3o nacional do MST, insere a quest\u00e3o agr\u00e1ria no centro da an\u00e1lise. Ao desmontar a imagem criminalizada do movimento, Mauro reconstr\u00f3i a hist\u00f3ria da concentra\u00e7\u00e3o fundi\u00e1ria no Brasil e a associa a um projeto econ\u00f4mico baseado na exporta\u00e7\u00e3o de commodities, sustentado por recursos p\u00fablicos e isen\u00e7\u00f5es fiscais.<\/p>\n<p>Mauro rebate a narrativa criminalizante contra o movimento e contextualiza historicamente a viol\u00eancia no campo. \u201cO Brasil nunca fez reforma agr\u00e1ria porque a estrutura fundi\u00e1ria serve ao agroneg\u00f3cio exportador, financiado com recursos p\u00fablicos\u201d, explica. Ele alerta que, enquanto 45 milh\u00f5es de hectares s\u00e3o destinados \u00e0 soja, apenas 10 milh\u00f5es produzem alimentos para o povo. Para Gilmar, a reforma agr\u00e1ria hoje deve ser popular, agroecol\u00f3gica e voltada \u00e0 soberania alimentar \u2014 e \u00e9 essencial para combater a infla\u00e7\u00e3o dos alimentos, que \u201cderruba governos\u201d e atinge diretamente as classes trabalhadoras.<\/p>\n<p>O diagn\u00f3stico \u00e9 direto: a aus\u00eancia hist\u00f3rica de uma reforma agr\u00e1ria efetiva aprofunda desigualdades, alimenta a viol\u00eancia no campo e compromete a seguran\u00e7a alimentar. A edi\u00e7\u00e3o enfatiza que a reforma agr\u00e1ria, longe de ser uma pauta do passado, \u00e9 apresentada como resposta contempor\u00e2nea \u00e0 crise ambiental, \u00e0 infla\u00e7\u00e3o dos alimentos e ao modelo predat\u00f3rio do agroneg\u00f3cio.<\/p>\n<p><strong>Redu\u00e7\u00e3o da jornada e disputa de hegemonia<\/strong><br \/>O debate sobre a redu\u00e7\u00e3o da jornada de trabalho ocupa espa\u00e7o central no programa, reunindo o presidente da CTB, Adilson Ara\u00fajo, a deputada Daiana Santos (PCdoB) e dirigentes sindicais do com\u00e9rcio. A proposta de reduzir a jornada para 40 horas semanais, com dois dias consecutivos de descanso, \u00e9 tratada como parte de uma luta hist\u00f3rica e internacional.<\/p>\n<p>Diana apresenta seu projeto de lei que garante dois dias consecutivos de descanso remunerado, especialmente para o setor do com\u00e9rcio, onde farmac\u00eauticos e supermercadistas chegam a trabalhar 16 horas seguidas. \u201cEssa n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 uma luta sindical \u2014 \u00e9 humanit\u00e1ria\u201d, afirma Jairo Ara\u00fajo, lembrando que a escala atual data de 1932 e est\u00e1 defasada diante dos avan\u00e7os de produtividade e tecnologia.<\/p>\n<p>As falas destacam que o Brasil figura entre os pa\u00edses com jornadas mais longas do mundo, apesar do aumento da produtividade e da concentra\u00e7\u00e3o de renda. O programa articula a pauta da jornada com sa\u00fade, conviv\u00eancia familiar e democratiza\u00e7\u00e3o do tempo, apontando o fim da escala 6\u00d71 como uma reivindica\u00e7\u00e3o capaz de mobilizar amplos setores da classe trabalhadora.<\/p>\n<p><strong>Informalidade, pejotiza\u00e7\u00e3o e crise da seguridade<\/strong><br \/>A edi\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m incorpora uma an\u00e1lise estrutural do mercado de trabalho, com destaque para a informalidade persistente. Economistas e dirigentes alertam para os impactos desse modelo sobre o financiamento da Previd\u00eancia e da seguridade social, classificando-o como uma bomba-rel\u00f3gio para o futuro.<\/p>\n<p>Jos\u00e9 Dari Klein, professor da Unicamp, encerra a edi\u00e7\u00e3o com uma an\u00e1lise estrutural sobre o mercado de trabalho. Ele desmonta o mito do \u201cempreendedorismo\u201d ao mostrar que o crescimento do MEI esconde rela\u00e7\u00f5es de emprego disfar\u00e7adas: \u201cS\u00e3o assalariados sem carteira, subordinados a algoritmos ou patr\u00f5es\u201d. Com 12 milh\u00f5es de MEIs ativos contribuindo com apenas 5% do sal\u00e1rio m\u00ednimo para a Previd\u00eancia, Dari alerta: \u201c\u00c9 uma bomba-rel\u00f3gio para a seguridade social\u201d. Ele defende que a luta por formaliza\u00e7\u00e3o, direitos e valoriza\u00e7\u00e3o do trabalho assalariado \u00e9 condi\u00e7\u00e3o para sustentar um sistema de prote\u00e7\u00e3o baseado na solidariedade intergeracional \u2014 e n\u00e3o na exclus\u00e3o.<\/p>\n<p>Ao relacionar pejotiza\u00e7\u00e3o, reforma trabalhista e fragiliza\u00e7\u00e3o sindical, o programa sustenta que a disputa n\u00e3o \u00e9 apenas por direitos imediatos, mas pela pr\u00f3pria sustentabilidade do pacto social constru\u00eddo ao longo do s\u00e9culo XX.<\/p>\n<p><strong>S\u00edntese pol\u00edtica e horizonte de mobiliza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Ao reunir esses diferentes temas, o\u00a0<em>Entrelinhas Vermelhas<\/em>\u00a0constr\u00f3i uma leitura integrada da conjuntura: a precariza\u00e7\u00e3o do trabalho, no campo e na cidade, \u00e9 resultado de escolhas pol\u00edticas e econ\u00f4micas que podem \u2014 e devem \u2014 ser enfrentadas com organiza\u00e7\u00e3o e mobiliza\u00e7\u00e3o social.<\/p>\n<p>A edi\u00e7\u00e3o especial refor\u00e7a o papel do <strong>Portal Vermelho<\/strong> como espa\u00e7o de contra-narrativa e reflex\u00e3o estrat\u00e9gica, apontando que as lutas de 2025 n\u00e3o s\u00e3o fragmentadas, mas partes de um mesmo conflito central entre capital e trabalho no Brasil contempor\u00e2neo.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/01\/22\/entre-linhas-vermelhas-reune-vozes-da-luta-dos-trabalhadores-em-edicao-especial\/\">Entrelinhas Vermelhas re\u00fane vozes da luta dos trabalhadores em edi\u00e7\u00e3o especial<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/gaza-jornalista-relata-como-israel-transformou-centros-de-ajuda-em-armadilha-mortal\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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