{"id":71616,"date":"2026-01-23T16:41:48","date_gmt":"2026-01-23T19:41:48","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/estudo-da-usp-mostra-que-a-cor-da-pele-e-fator-de-risco-para-violencias-e-homicidio\/"},"modified":"2026-01-23T16:41:48","modified_gmt":"2026-01-23T19:41:48","slug":"estudo-da-usp-mostra-que-a-cor-da-pele-e-fator-de-risco-para-violencias-e-homicidio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/estudo-da-usp-mostra-que-a-cor-da-pele-e-fator-de-risco-para-violencias-e-homicidio\/","title":{"rendered":"Estudo da USP mostra que a cor da pele \u00e9 fator de risco para viol\u00eancias e homic\u00eddio"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"682\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010.jpg\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010-300x200.jpg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010-768x512.jpg 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010-272x182.jpg 272w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/71b1938c-4a2f-44ac-aa8c-c8b24153b010.jpg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>No Brasil contempor\u00e2neo, a cor da pele n\u00e3o \u00e9 apenas um marcador social: \u00e9 um fator de risco independente para a morte violenta. Essa \u00e9 a principal conclus\u00e3o de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e publicado nesta sexta-feira (23) na revista cient\u00edfica\u00a0<em>Ci\u00eancia &amp; Sa\u00fade Coletiva<\/em>. A pesquisa indica que pessoas negras \u2014 pretas e pardas \u2014 t\u00eam 49% mais chances de morrer assassinadas do que pessoas brancas, mesmo quando comparadas em condi\u00e7\u00f5es equivalentes de idade, sexo, escolaridade e local de moradia.<\/p>\n<p>O trabalho foi conduzido pelos m\u00e9dicos Antonio Pazin Filho, professor da Faculdade de Medicina de Ribeir\u00e3o Preto da USP, e Rildo Pinto da Silva, pesquisador da mesma institui\u00e7\u00e3o. Os autores cruzaram dados do Censo 2022, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica (IBGE), com informa\u00e7\u00f5es do Sistema de Informa\u00e7\u00e3o sobre Mortalidade (SIM), do Minist\u00e9rio da Sa\u00fade.<\/p>\n<p><strong>Quando tudo \u00e9 igual, a cor decide<\/strong><br \/>O diferencial metodol\u00f3gico do estudo est\u00e1 no uso da chamada escala de propens\u00e3o, t\u00e9cnica estat\u00edstica que permite comparar indiv\u00edduos com caracter\u00edsticas sociais semelhantes, isolando a cor da pele como \u00fanica vari\u00e1vel distinta entre os grupos analisados. Dessa forma, os pesquisadores conseguiram demonstrar causalidade relativa entre ra\u00e7a e risco de morte violenta.<\/p>\n<p>\u201cCriamos grupos iguais que diferem apenas pela cor da pele\u201d, explica Rildo Pinto da Silva. \u201cIsso permite afirmar que negros, pardos e pretos morrem mais por morte violenta do que brancos em fun\u00e7\u00e3o da cor da pele. H\u00e1 fortes evid\u00eancias de que simplesmente a cor da pele \u00e9 causa de morte violenta\u201d, afirma o pesquisador.<\/p>\n<p>Ao eliminar fatores tradicionalmente associados \u00e0 viol\u00eancia \u2014 como renda, escolaridade ou territ\u00f3rio \u2014 o estudo desmonta explica\u00e7\u00f5es simplistas que atribuem a maior letalidade apenas \u00e0 pobreza ou \u00e0 desigualdade social gen\u00e9rica.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"682\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846-1024x682.jpg 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846-300x200.jpg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846-768x512.jpg 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846-272x182.jpg 272w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/904e8cf0-ee0e-41f0-bd62-bc4339a5a846.jpg 2000w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Neymar Jr, que n\u00e3o se considerava negro, at\u00e9 ent\u00e3o, passou a protestar contra o racismo em campo. Durante jogo do Paris Saint-Germain x Olympique de Marselha, o jogador milion\u00e1rio foi mais uma vez v\u00edtima de ataques. Pesquisa mostra que marcador racial \u00e9 mais relevante para o preconceito e vulnerabilidade \u00e0 viol\u00eancias do que qualquer outra condi\u00e7\u00e3o social.<\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>Os n\u00fameros da desigualdade letal<\/strong><br \/>Em termos absolutos, os dados refor\u00e7am a dimens\u00e3o racial da viol\u00eancia no pa\u00eds. Em 2022, o Brasil registrou 42.441 homic\u00eddios. Desse total, 32.540 v\u00edtimas \u2014 quase 80% \u2014 eram pretas ou pardas. Pessoas identificadas como brancas somaram 8.968 mortes.<\/p>\n<p>O perfil predominante das v\u00edtimas segue um padr\u00e3o hist\u00f3rico: homens jovens, negros, solteiros e com baixa escolaridade. Nas \u00e1reas classificadas como de alta viol\u00eancia \u2014 os chamados\u00a0<em>hot spots<\/em>\u00a0\u2014 nove em cada dez v\u00edtimas s\u00e3o negras.<\/p>\n<p><strong>Geografia da viol\u00eancia e desigualdade racial<\/strong><br \/>A pesquisa tamb\u00e9m utilizou t\u00e9cnicas de an\u00e1lise geoespacial para mapear a distribui\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia no territ\u00f3rio nacional. Os resultados indicam maior concentra\u00e7\u00e3o de homic\u00eddios na regi\u00e3o Nordeste, enquanto munic\u00edpios das regi\u00f5es Sul e Sudeste apresentam, em m\u00e9dia, \u00edndices mais baixos. Ainda assim, mesmo em \u00e1reas menos violentas (<em>cold spots<\/em>), a popula\u00e7\u00e3o negra continua mais exposta ao risco de morte.<\/p>\n<p>Uma \u00e1rea espec\u00edfica entre os estados da Para\u00edba e do Rio Grande do Norte chamou a aten\u00e7\u00e3o dos pesquisadores por apresentar dados inconsistentes, apesar de estar cercada por munic\u00edpios violentos. Uma das hip\u00f3teses levantadas \u00e9 a subnotifica\u00e7\u00e3o de \u00f3bitos \u2014 o chamado \u201chomic\u00eddio oculto\u201d \u2014, o que pode mascarar a real dimens\u00e3o da viol\u00eancia.<\/p>\n<p><strong>Casos emblem\u00e1ticos refor\u00e7am o diagn\u00f3stico<\/strong><br \/>Embora ancorado em dados estat\u00edsticos robustos, o estudo dialoga diretamente com epis\u00f3dios recorrentes de viol\u00eancia racializada que ganham repercuss\u00e3o nacional. Mortes decorrentes de abordagens policiais, a\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7as privados ou opera\u00e7\u00f5es em periferias urbanas t\u00eam, majoritariamente, pessoas negras como v\u00edtimas.<\/p>\n<p>De opera\u00e7\u00f5es policiais letais no Rio de Janeiro a assassinatos cometidos em situa\u00e7\u00f5es banais do cotidiano, a pesquisa ajuda a explicar por que esses epis\u00f3dios n\u00e3o s\u00e3o exce\u00e7\u00f5es, mas express\u00e3o de um padr\u00e3o estrutural.<\/p>\n<p><strong>Viol\u00eancia normalizada e desumaniza\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>Para Rildo Pinto da Silva, um dos achados mais inquietantes do estudo \u00e9 a naturaliza\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia racial. \u201cA rea\u00e7\u00e3o de muitas pessoas brancas ao conhecer os dados \u00e9 dizer que isso \u00e9 \u2018\u00f3bvio\u2019 ou \u2018normal\u2019. Isso revela um processo de desumaniza\u00e7\u00e3o\u201d, observa. Segundo ele, o rigor cient\u00edfico torna \u201cmuito dif\u00edcil fugir da afirma\u00e7\u00e3o de que a viol\u00eancia tem como causa a cor da pele\u201d.<\/p>\n<p>O pesquisador ressalta ainda que o fato de ser branco n\u00e3o o exime da responsabilidade de apontar o problema. \u201cA resposta esperada n\u00e3o \u00e9 indiferen\u00e7a, mas a compreens\u00e3o de que isso \u00e9 grave e exige a\u00e7\u00e3o\u201d, afirma.<\/p>\n<p><strong>Racismo estrutural como marcador de desprote\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Os resultados dialogam diretamente com a obra do intelectual Abdias do Nascimento, que j\u00e1 denunciava, nos anos 1970, o genoc\u00eddio da popula\u00e7\u00e3o negra e o mito da democracia racial brasileira. Desta forma, a principal contribui\u00e7\u00e3o do estudo da USP \u00e9 retirar qualquer margem para nega\u00e7\u00e3o baseada em argumentos t\u00e9cnicos.<\/p>\n<p>O estudo confirma, com precis\u00e3o in\u00e9dita, diagn\u00f3sticos formulados h\u00e1 d\u00e9cadas pelo movimento negro e por intelectuais brasileiros. O recorte racial funciona como \u201cmarcador objetivo de risco\u201d na sociedade brasileira. Ao controlar todas as outras vari\u00e1veis, desmonta a narrativa de que essa viol\u00eancia \u00e9 apenas efeito colateral da pobreza.<\/p>\n<p>A pesquisa revela algo profundo e perverso ao mostrar o racismo estrutural agindo. A cor da pele opera como marcador social de desprote\u00e7\u00e3o ao carimbar pessoas negras como suspeitas, descart\u00e1veis ou pass\u00edveis de viol\u00eancia letal, tanto em contextos interpessoais quanto institucionais.<\/p>\n<p><strong>Caminhos para enfrentar o problema<\/strong><br \/>Para os autores, o estudo n\u00e3o se encerra no diagn\u00f3stico. Entre os caminhos apontados est\u00e3o o fortalecimento do ativismo social com base em evid\u00eancias cient\u00edficas, pol\u00edticas p\u00fablicas territorializadas, controle rigoroso do uso da for\u00e7a pelo Estado e investimentos estruturais em educa\u00e7\u00e3o de qualidade.<\/p>\n<p>\u201cA supera\u00e7\u00e3o desse quadro exige interven\u00e7\u00e3o pol\u00edtica profunda, que v\u00e1 al\u00e9m de medidas superficiais\u201d, afirma Santos. Para Rildo Pinto, reduzir a viol\u00eancia contra os grupos mais vulner\u00e1veis traz benef\u00edcios para toda a sociedade. \u201cQuando se protege quem mais morre, toda a popula\u00e7\u00e3o ganha\u201d, conclui.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/01\/23\/estudo-da-usp-mostra-que-a-cor-da-pele-e-fator-de-risco-para-violencias-e-homicidio\/\">Estudo da USP mostra que a cor da pele \u00e9 fator de risco para viol\u00eancias e homic\u00eddio<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/na-china-um-possivel-socialismo-de-abundancia\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/251222-China2-2048x1365-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Na China, um poss\u00edvel Socialismo de Abund\u00e2ncia<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/de-terreno-abandonado-a-moradia-a-historia-de-como-as-ocupacoes-moldaram-a-grande-belem\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">De terreno abandonado a moradia: a hist\u00f3ria de com...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/brasil-e-vietna-aprofundam-relacoes-diplomaticas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/03\/1f1e7-1f1f7-4.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Brasil e Vietn\u00e3 aprofundam rela\u00e7\u00f5es diplom\u00e1ticas...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/avanca-projeto-de-instalacao-de-zona-de-processamento-de-exportacoes-no-sul-do-rs\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/card-seminario-corrigido-1024x1024-1-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Avan\u00e7a projeto de instala\u00e7\u00e3o de Zona de Processame...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>No Brasil contempor\u00e2neo, a cor da pele n\u00e3o \u00e9 apenas um marcador social: \u00e9 um fator de risco independente para a morte violenta. Essa \u00e9 a principal conclus\u00e3o de um estudo realizado por pesquisadores da Universidade de S\u00e3o Paulo (USP) e publicado nesta sexta-feira (23) na revista cient\u00edfica\u00a0Ci\u00eancia &amp; Sa\u00fade Coletiva. A pesquisa indica que [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[795,2277,31873,1434,278,4230,2390,34059],"tags":[],"class_list":["post-71616","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ciencia","category-desigualdade-racial","category-desumanizacao","category-letalidade-policial","category-movimentos","category-periferias","category-racismo-estrutural","category-vidas-negras-importam"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71616","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=71616"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/71616\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=71616"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=71616"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=71616"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}