{"id":73080,"date":"2026-02-04T15:59:46","date_gmt":"2026-02-04T18:59:46","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nos-primeiros-18-dias-do-ano-sorocaba-sp-ja-registrou-tres-feminicidios\/"},"modified":"2026-02-04T15:59:46","modified_gmt":"2026-02-04T18:59:46","slug":"nos-primeiros-18-dias-do-ano-sorocaba-sp-ja-registrou-tres-feminicidios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/nos-primeiros-18-dias-do-ano-sorocaba-sp-ja-registrou-tres-feminicidios\/","title":{"rendered":"Nos primeiros 18 dias do ano, Sorocaba (SP) j\u00e1 registrou tr\u00eas feminic\u00eddios"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"799\" height=\"533\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c.jpg\" alt=\"\" link_thumbnail=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c.jpg 799w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-350x233.jpg 350w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-250x167.jpg 250w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-768x512.jpg 768w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-150x100.jpg 150w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-300x200.jpg 300w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c-696x464.jpg 696w\" sizes=\"(max-width: 799px) 100vw, 799px\"><\/p>\n<p><strong>A cidade de Sorocaba (SP) registrou tr\u00eas feminic\u00eddios apenas nos primeiros 18 dias do ano, reflexo do abandono das pol\u00edticas de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher e da viol\u00eancia estrutural do sistema capitalista<\/strong><\/p>\n<p><strong>Talita Silva | Movimento Olga Benario (SP)<\/strong><\/p>\n<hr>\n<p>MULHERES \u2013 J\u00e1 no primeiro m\u00eas do ano, o machismo estrutural ficou escancarado no munic\u00edpio de Sorocaba (SP): apenas nos primeiros dias de 2026, a cidade alcan\u00e7ou o n\u00famero de tr\u00eas feminic\u00eddios, mesma quantidade de casos registrados em todo o ano passado. O caso mais recente, ocorrido no dia 18, se tratou de um duplo feminic\u00eddio: Tamara (30 anos) e Giovanna (32 anos) foram assassinadas a facadas por Ant\u00f4nio Batista de Lima, ex-companheiro de Tamara. A primeira v\u00edtima do ano foi uma mulher de 53 anos, tamb\u00e9m morta a facadas, tendo como principal suspeito seu companheiro de 50 anos.<\/p>\n<p>Infelizmente, a realidade de Sorocaba segue os cen\u00e1rios estadual e nacional. Entre janeiro e novembro do ano passado, foram registrados 233 feminic\u00eddios no estado de S\u00e3o Paulo, dentre eles, 128 no interior. No Brasil, quatro mulheres s\u00e3o assassinadas por dia, reflexo de uma sociedade patriarcal, machista e violenta.<\/p>\n<p>Outro sinal de alerta \u00e9 a quantidade de medidas protetivas despachadas que, segundo dados da Delegacia da Mulher de Sorocaba, entre janeiro e julho do ano anterior, ultrapassaram a m\u00e9dia de cinco medidas por dia. S\u00e3o cinco mulheres vivendo viol\u00eancia dom\u00e9stica que conseguem romper in\u00fameras barreiras por precisar de prote\u00e7\u00e3o estatal. Se esse dado j\u00e1 \u00e9 grave, \u00e9 preciso lembrar das tantas outras que, por in\u00fameros motivos, sequer conseguem acessar esse direito.<\/p>\n<p>Para al\u00e9m do feminic\u00eddio e das agress\u00f5es f\u00edsicas, a viola\u00e7\u00e3o dos corpos femininos tamb\u00e9m se expressa de forma brutal por meio do estupro. No ano passado, Sorocaba registrou 234 casos de estupro, sendo, destes, 174 de estupro de vulner\u00e1vel, crimes que atingem majoritariamente mulheres, crian\u00e7as e pessoas com defici\u00eancia ou doen\u00e7as que limitam sua capacidade de resposta. Isso significa que, em m\u00e9dia, mais de uma pessoa de popula\u00e7\u00e3o minorit\u00e1ria foi estuprada por dia na cidade, revelando uma viol\u00eancia que permanece naturalizada.<\/p>\n<h4><strong>A falsa pol\u00edtica de prote\u00e7\u00e3o \u00e0s mulheres<\/strong><\/h4>\n<p>Esses n\u00fameros s\u00e3o inaceit\u00e1veis para uma cidade que disp\u00f5e de uma Secretaria da Mulher, que gastou, desde sua funda\u00e7\u00e3o, escandalosos mais de R$ 2,1 milh\u00f5es apenas com o pagamento de sal\u00e1rios de suas 11 funcion\u00e1rias. Ainda assim, a secretaria n\u00e3o teve sequer a humanidade de vir a p\u00fablico se posicionar diante dos feminic\u00eddios. A \u00faltima not\u00edcia oficial, cinco dias ap\u00f3s o duplo feminic\u00eddio, restringiu-se \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o de inscri\u00e7\u00f5es para o chamado \u201cMercado Solid\u00e1rio\u201d.<\/p>\n<p>Diferentemente de muitas cidades, de fato, Sorocaba at\u00e9 disp\u00f5e de uma Delegacia da Mulher, mas esta \u00e9 localizada no bairro do Campolim, regi\u00e3o elitizada e distante dos bairros perif\u00e9ricos, onde se concentram os maiores \u00edndices de viol\u00eancia dom\u00e9stica. O deslocamento \u00e9 longo e caro, e muitas mulheres, especialmente em situa\u00e7\u00e3o de depend\u00eancia financeira, n\u00e3o t\u00eam condi\u00e7\u00f5es de arcar com o custo da passagem ou sequer disp\u00f5em de sa\u00fade f\u00edsica e emocional para percorrer longos trajetos ap\u00f3s sofrer viol\u00eancia.<\/p>\n<p>O munic\u00edpio tamb\u00e9m possui o Centro de Refer\u00eancia da Mulher (CEREM), equipamento da pol\u00edtica de prote\u00e7\u00e3o social especial, mas este possui uma equipe t\u00e9cnica m\u00ednima para atender uma cidade com mais de 750 mil habitantes. O atendimento depende de agendamento, com espera que pode chegar at\u00e9 a um m\u00eas. \u00c9 nesse espa\u00e7o, inclusive, que ocorre a instala\u00e7\u00e3o do aplicativo \u201cProtege Mulher\u201d, antigo Bot\u00e3o do P\u00e2nico, fundamental para acionar a pol\u00edcia diante da amea\u00e7a do agressor.<\/p>\n<p>Para completar o cen\u00e1rio de abandono, as vagas em casas abrigo tamb\u00e9m s\u00e3o insuficientes. Sorocaba conta com apenas duas parcerias, que somam cerca de 30 vagas, quase sempre ocupadas. No ano passado, uma mulher, acompanhada do filho, passou a noite na prefeitura como forma de protesto ap\u00f3s denunciar o marido por amea\u00e7a e n\u00e3o encontrar nenhuma vaga dispon\u00edvel para acolhimento. O epis\u00f3dio escancara a fal\u00eancia da pol\u00edtica de prote\u00e7\u00e3o: mesmo ap\u00f3s romper o sil\u00eancio e buscar ajuda, muitas mulheres seguem sem ter para onde ir.<\/p>\n<h4><strong>O ciclo da viol\u00eancia e a pris\u00e3o cotidiana<\/strong><\/h4>\n<p>Vivemos em uma sociedade que tem como base a propriedade privada dos meios de produ\u00e7\u00e3o, por isso as pol\u00edticas p\u00fablicas de atendimento \u00e0s mulheres s\u00e3o ineficazes. Al\u00e9m disso, \u00e9 preciso lembrar que romper com a viol\u00eancia, por si s\u00f3, j\u00e1 \u00e9 extremamente dif\u00edcil, justamente porque a viol\u00eancia contra as mulheres n\u00e3o se refere a casos e comportamentos isolados, mas todo um sistema que coloca as mulheres na posi\u00e7\u00e3o de subjugadas.<\/p>\n<p>Com o aprofundamento do sistema capitalista, as mulheres s\u00e3o ensinadas desde cedo a tolerar viol\u00eancias, das microagress\u00f5es \u00e0s formas mais brutais. Somos empurradas a permanecer em rela\u00e7\u00f5es profundamente insatisfat\u00f3rias \u2014 e muitas vezes violentas \u2014 em nome da institui\u00e7\u00e3o do casamento e da ideia de que a separa\u00e7\u00e3o \u201cprejudica os filhos\u201d. Nesse sentido, a viol\u00eancia torna-se um ciclo na vida de muitas delas.<\/p>\n<p>O ciclo da viol\u00eancia come\u00e7a com pequenas agress\u00f5es no cotidiano: controle, ci\u00fames, humilha\u00e7\u00f5es, amea\u00e7as e isolamento. Depois, a viol\u00eancia aparece de forma mais direta \u2014 f\u00edsica, sexual ou psicol\u00f3gica. Ap\u00f3s a agress\u00e3o, v\u00eam as promessas e os pedidos de desculpa, quando o agressor afirma que vai mudar e a mulher, por in\u00fameras raz\u00f5es, acaba cedendo. Em seguida, surge a chamada \u201cfase da lua de mel\u201d, quando o agressor demonstra afeto, torna-se prestativo e cria a falsa expectativa de que a viol\u00eancia foi um epis\u00f3dio isolado. Esse ciclo se repete, se intensifica e se torna cada vez mais dif\u00edcil de romper.<\/p>\n<p>Essa perman\u00eancia no ambiente violento tamb\u00e9m \u00e9 sustentada pela depend\u00eancia econ\u00f4mica: seguimos relegadas ao trabalho dom\u00e9stico e aos cuidados com a casa e as crian\u00e7as, sem qualquer remunera\u00e7\u00e3o. Mesmo quando acessamos o mercado de trabalho, o capitalismo aliado ao machismo nos imp\u00f5e sal\u00e1rios menores, jornadas duplas e maiores barreiras \u00e0 progress\u00e3o profissional. Para as mulheres negras, essa realidade \u00e9 ainda mais brutal, evidenciando o car\u00e1ter racista e classista dessa estrutura de opress\u00e3o.<\/p>\n<h4><strong>Organiza\u00e7\u00e3o popular contra a omiss\u00e3o do Estado<\/strong><\/h4>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio de guerra contra n\u00f3s, surge a pergunta: o que podemos fazer? Ap\u00f3s a exposi\u00e7\u00e3o do caso de um estuprador reincidente nas redes sociais, mulheres sorocabanas passaram a se organizar para listar e denunciar agressores conhecidos que seguem impunes. A raiva \u00e9 leg\u00edtima e a tentativa de autoprote\u00e7\u00e3o entre mulheres \u00e9 necess\u00e1ria. No entanto, experi\u00eancias anteriores mostram que iniciativas virtuais desse tipo tendem a se esgotar: passado o momento de maior repercuss\u00e3o, as den\u00fancias s\u00e3o esquecidas e os agressores continuam circulando e violentando. Diante disso, \u00e9 preciso perguntar: essa \u00e9 a nossa alternativa final? O Movimento de Mulheres Olga Benario mostra que n\u00e3o.<\/p>\n<p>Se a origem do problema n\u00e3o \u00e9 individual, mas sim social e econ\u00f4mica, exige uma resposta organizadas coletivamente. Um exemplo disso foi a luta pela revitaliza\u00e7\u00e3o do Parque Ouro Fino, quando uma de nossas companheiras foi violentada sexualmente no local, transformamos a dor em luta: realizamos panfletagens, brigadas, atos, aulas de defesa pessoal, um abaixo-assinado com mais de 600 assinaturas, entregamos of\u00edcios, fizemos falas na C\u00e2mara Municipal e cobramos diretamente as secretarias. Essa conquista foi fruto de muita luta popular e n\u00e3o de nenhuma benesse.<\/p>\n<p>\u00c9 importante lembrar que essas conquistas \u2014 assim como tantas outras advindas das lutas travadas pelas mulheres organizadas no Movimento Olga Benario \u2014 n\u00e3o s\u00e3o um fim em si mesmas, mas parte de um caminho mais amplo: o caminho da revolu\u00e7\u00e3o. N\u00f3s, mulheres trabalhadoras, compreendemos que o machismo n\u00e3o \u00e9 um resqu\u00edcio cultural isolado, mas uma estrutura material, profundamente vinculada ao surgimento da propriedade privada e \u00e0 consolida\u00e7\u00e3o da sociedade de classes. A opress\u00e3o das mulheres se organiza a partir da propriedade privada, criada para garantir a heran\u00e7a, controlar a sexualidade feminina e privatizar o trabalho dom\u00e9stico e o cuidado, transformando-os em responsabilidade individual das mulheres.<\/p>\n<p>Por isso, conquistas pontuais \u2014 como melhorias em servi\u00e7os, equipamentos p\u00fablicos ou revitaliza\u00e7\u00f5es conquistadas pela luta \u2014 s\u00e3o fundamentais e salvam vidas, mas t\u00eam limites claros dentro do capitalismo. Enquanto a reprodu\u00e7\u00e3o da vida seguir subordinada ao lucro, enquanto o trabalho dom\u00e9stico permanecer invis\u00edvel e n\u00e3o remunerado, e enquanto a viol\u00eancia contra as mulheres for tratada como problema privado e n\u00e3o como express\u00e3o de uma ordem social, a opress\u00e3o se reorganiza e se aprofunda. A luta por direitos \u00e9 parte necess\u00e1ria da resist\u00eancia cotidiana, mas a supera\u00e7\u00e3o definitiva do machismo s\u00f3 ser\u00e1 poss\u00edvel com a supera\u00e7\u00e3o do sistema que o produz: o capitalismo.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o, fazemos um chamado \u00e0s mulheres trabalhadoras, m\u00e3es, estudantes, jovens e idosas de Sorocaba: n\u00e3o enfrentem essa viol\u00eancia sozinhas! A organiza\u00e7\u00e3o coletiva \u00e9 o que transforma medo em for\u00e7a e indigna\u00e7\u00e3o em luta concreta. O Movimento de Mulheres Olga Benario est\u00e1 de portas abertas para acolher, organizar e lutar ao lado de todas aquelas que n\u00e3o aceitam mais a viol\u00eancia como destino. \u00c9 na constru\u00e7\u00e3o coletiva, na presen\u00e7a nos bairros, nas ruas, nos equipamentos p\u00fablicos e nos espa\u00e7os de decis\u00e3o que fortalecemos nossa capacidade de defesa e de transforma\u00e7\u00e3o da realidade. S\u00f3 organizadas conseguiremos enfrentar o machismo, a viol\u00eancia e a omiss\u00e3o do Estado \u2014 e construir um futuro onde nossas vidas n\u00e3o sejam descart\u00e1veis!<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/entre-os-resultados-e-a-urgencia-de-um-novo-paradigma-de-desenvolvimento\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/Lula-durante-abertura-da-Cop-30-foto-Ricardo-Stuckert-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Entre os resultados e a urg\u00eancia de um novo paradi...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/penas-para-os-golpistas-nao-sao-pesadas-os-crimes-e-que-sao-gravissimos\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Penas para os golpistas n\u00e3o s\u00e3o pesadas; os crimes...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-greve-da-hubrasil-ex-ebserh-e-a-importancia-da-organizacao-da-classe-trabalhadora\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Ato-unificado-01-04-26-055-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">A greve da HUBrasil (Ex EBSERH) e a import\u00e2ncia da...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/entenda-o-que-sao-redpill-e-outros-termos-de-odio-contra-mulheres\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Entenda o que s\u00e3o \u2018redpill\u2019 e outros termos de \u00f3di...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" width=\"799\" height=\"533\" src=\"https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/54971664641_6dc907ce4a_c.jpg\" alt=\"\">A cidade de Sorocaba (SP) registrou tr\u00eas feminic\u00eddios apenas nos primeiros 18 dias do ano, reflexo do abandono das pol\u00edticas de combate \u00e0 viol\u00eancia contra a mulher e da viol\u00eancia estrutural do sistema capitalista Talita Silva | Movimento Olga Benario (SP) MULHERES \u2013 J\u00e1 no primeiro m\u00eas do ano, o machismo estrutural ficou escancarado no [\u2026]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":73081,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[1088,369,82,1090],"tags":[],"class_list":["post-73080","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-feminicidio","category-movimento-de-mulheres-olga-benario","category-mulheres","category-violencia-de-genero"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73080","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=73080"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/73080\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/73081"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=73080"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=73080"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=73080"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}