{"id":74994,"date":"2026-02-20T09:45:12","date_gmt":"2026-02-20T12:45:12","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-internacional-o-canto-da-emancipacao-dos-trabalhadores\/"},"modified":"2026-02-20T09:45:12","modified_gmt":"2026-02-20T12:45:12","slug":"a-internacional-o-canto-da-emancipacao-dos-trabalhadores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-internacional-o-canto-da-emancipacao-dos-trabalhadores\/","title":{"rendered":"A Internacional: o canto da emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"800\" height=\"800\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet.jpeg\" alt=\"Comuna de Paris, a primeira experi\u00eancia socialista da hist\u00f3ria\" link_thumbnail=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet.jpeg 800w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-350x350.jpeg 350w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-250x250.jpeg 250w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-768x768.jpeg 768w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-150x150.jpeg 150w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-300x300.jpeg 300w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet-696x696.jpeg 696w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\"><\/p>\n<p align=\"left\"><strong><span><span>Da Comuna de Paris \u00e0 palavra de ordem da revolu\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria<br \/>\nTati Bornato \u2013 <\/span><\/span><span><span>S\u00e3o Paulo<\/span><\/span><\/strong><\/p>\n<hr>\n<p align=\"left\"><span><span><strong>CULTURA \u2013 <\/strong><\/span><\/span><span>H\u00e1 poesias que atravessam o tempo n\u00e3o apenas como lembran\u00e7a, mas como for\u00e7a viva da hist\u00f3ria. A Internacional pertence a essa categoria. Nascida do fogo da luta de classes, na Comuna de Paris de 1871,<\/span> <span>ela expressa o primeiro grito de esperan\u00e7a da classe trabalhadora.<\/span><\/p>\n<p><span>O autor desta poesia, o franc\u00eas Eug\u00e8ne Pottier<\/span><b>,<\/b><span> era um oper\u00e1rio, poeta e militante da Comuna de Paris. Filho de uma fam\u00edlia pobre come\u00e7ou a trabalhar ainda crian\u00e7a. Aos 13 anos era aprendiz de gravador[1] e desenhista t\u00eaxtil. Durante a juventude, mergulhou nas ideias socialistas que agitavam Paris no s\u00e9culo XIX.<\/span><\/p>\n<p><span>Participou da Revolu\u00e7\u00e3o de 1848, quando o povo franc\u00eas derrubou a monarquia e proclamou a Segunda Rep\u00fablica. Foi nas barricadas dessa revolta que Pottier entendeu, de forma definitiva, que a liberta\u00e7\u00e3o do povo n\u00e3o viria das promessas dos burgueses, mas da luta consciente dos trabalhadores.<\/span><\/p>\n<p><span>Em 1871, quando o povo de Paris se levantou e instaurou a<\/span><span><span> Comuna de Paris<\/span><\/span><span>, Pottier estava entre os que transformaram a vontade em pr\u00e1tica. Foi eleito delegado do 2\u00ba distrito e defendeu medidas que fariam da Comuna o primeiro governo oper\u00e1rio da hist\u00f3ria: o controle popular sobre os mandatos, o fim do ex\u00e9rcito permanente, a socializa\u00e7\u00e3o das f\u00e1bricas, a separa\u00e7\u00e3o entre Igreja e Estado e a igualdade entre homens e mulheres.<\/span><\/p>\n<p><span>Durante 72 dias, os trabalhadores transformaram Paris na capital do proletariado mundial. Pela primeira vez na hist\u00f3ria, o povo trabalhador governava para si. Instaurou-se ali a primeira experi\u00eancia concreta do socialismo cient\u00edfico.<\/span><\/p>\n<p><span>A resposta da burguesia foi a repress\u00e3o. A Semana Sangrenta assassinou cerca de 30 mil trabalhadores. Pottier foi condenado \u00e0 morte e obrigado a fugir. No ex\u00edlio continuou trabalhando como oper\u00e1rio e manteve viva sua milit\u00e2ncia socialista. Foi durante esses anos de ex\u00edlio, entre o frio das f\u00e1bricas inglesas e as ruas tumultuadas de Nova York, que Pottier escreveu o poema \u201cL\u2019Internationale\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Em pequenos quartos alugados, vivendo do pr\u00f3prio trabalho, ele passava as noites escrevendo versos para manter viva a mem\u00f3ria dos camaradas mortos. O poema nasceu como uma<\/span> <span>carta \u00e0 humanidade futura, um chamado \u00e0 uni\u00e3o dos oprimidos, escrito por um homem que acreditava, contra toda a derrota, que a hist\u00f3ria ainda estava do lado do povo. Cada linha carrega o eco das barricadas, o cheiro da p\u00f3lvora e o som das vozes prolet\u00e1rias sufocadas pela repress\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>Ao afirmar que \u201csenhores, patr\u00f5es, chefes supremos, nada esperamos de nenhum\u201d, Pottier sintetizava a li\u00e7\u00e3o mais profunda deixada pela Comuna: a emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ser\u00e1 obra dos pr\u00f3prios trabalhadores.<\/span><\/p>\n<p><span>Foi desta an\u00e1lise material que fez de A Internacional n\u00e3o apenas o hino de uma \u00e9poca, mas a<\/span> <span>can\u00e7\u00e3o universal da luta pela liberta\u00e7\u00e3o humana.<\/span><\/p>\n<p><span>Pottier voltou \u00e0 Fran\u00e7a em 1880, ap\u00f3s a anistia concedida aos sobreviventes da Comuna. Filiou-se ao Partido Oper\u00e1rio Franc\u00eas, ao lado de Jules Guesde e Paul Lafargue, genro de Karl Marx, publicou em 1887 o livro \u201cChants R\u00e9volutionnaires\u201d (m\u00fasicas revolucion\u00e1rias<\/span><i><span>)<\/span><\/i><span>, reunindo seus poemas de combate.<\/span><\/p>\n<p><span>Mesmo envelhecido e doente, manteve-se firme no campo socialista, escrevendo at\u00e9 seus \u00faltimos dias. Morreu em 6 de novembro de 1887 sendo honrado pelo povo. Seu corpo est\u00e1 no Cemit\u00e9rio do P\u00e8re-Lachaise, ao lado dos m\u00e1rtires da Comuna. Ali, sob a sombra das \u00e1rvores e das bandeiras vermelhas, repousa o homem que deu \u00e0 humanidade uma can\u00e7\u00e3o imortal.<\/span><\/p>\n<p><span>Eug\u00e8ne Pottier foi mais do que um poeta, foi um combatente do povo. De sua pena nasceu o hino que uniu gera\u00e7\u00f5es inteiras na luta pela emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores. Enquanto houver injusti\u00e7a, mis\u00e9ria e explora\u00e7\u00e3o, sua voz continuar\u00e1 a ecoar nas ruas do mundo, lembrando-nos que:<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cBem unidos fa\u00e7amos, nesta luta final,<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>Uma terra sem amos, A Internacional!\u201d<\/span><\/p>\n<p><span>Em 1888, um ano ap\u00f3s sua morte, o tamb\u00e9m oper\u00e1rio e m\u00fasico Pierre Degeyter, morador da cidade oper\u00e1ria de Lille, no norte da Fran\u00e7a, deu melodia aos versos da Internacional. A can\u00e7\u00e3o foi apresentada pela primeira vez num encontro sindical, entoada por coros de trabalhadores t\u00eaxteis. Simples, vibrante e profundamente coletiva, sua melodia se espalhou rapidamente pelas f\u00e1bricas e reuni\u00f5es oper\u00e1rias, ultrapassando fronteiras e idiomas.<\/span><\/p>\n<p><b>A Internacional: a voz do povo em luta<\/b><\/p>\n<p><span>A Internacional foi adotada como hino oficial do movimento oper\u00e1rio em 1889, durante o Congresso da Segunda Internacional, e reafirmada pela Terceira Internacional Comunista em 1919. Traduzida e adaptada em dezenas de idiomas, ela nunca perdeu seu conte\u00fado revolucion\u00e1rio. No Brasil, o hino chegou com o avan\u00e7o das ideias socialistas no in\u00edcio do s\u00e9culo XX.<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>Foi cantado nas greves oper\u00e1rias de 1917 e 1919, e, mais tarde, durante a ditadura militar, tornou-se s\u00edmbolo de resist\u00eancia. Cantar A Internacional \u00e9 reafirmar que a luta de classes continua viva.<\/span><\/p>\n<p><span>Os versos de A Internacional condensam um programa pol\u00edtico. Cada estrofe \u00e9 uma bandeira de combate, um manifesto em forma de can\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cDe p\u00e9, \u00f3 v\u00edtimas da fome \/ De p\u00e9, fam\u00e9licos da terra\u201d<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>\u00c9 o chamado \u00e0 uni\u00e3o dos trabalhadores do mundo. O grito que rompe a passividade e convoca os oprimidos \u00e0 consci\u00eancia e \u00e0 a\u00e7\u00e3o coletiva.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cCortai o mal bem pelo fundo \/ De p\u00e9, de p\u00e9, n\u00e3o mais senhores\u201d<\/span><b>. <\/b><span>Afirma a necessidade de destruir as ra\u00edzes da explora\u00e7\u00e3o capitalista. N\u00e3o basta reformar, \u00e9 preciso transformar radicalmente as bases da sociedade.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cSenhores, patr\u00f5es, chefes supremos \/ Nada esperamos de nenhum\u201d<\/span><b>. <\/b><span>Denuncia a farsa dos \u201csalvadores\u201d e das institui\u00e7\u00f5es burguesas. A liberta\u00e7\u00e3o vir\u00e1 da a\u00e7\u00e3o dos trabalhadores, em acordo com o princ\u00edpio marxista: \u201ca emancipa\u00e7\u00e3o dos trabalhadores ser\u00e1 obra dos pr\u00f3prios trabalhadores.\u201d<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cO crime do rico a lei o cobre \/ O Estado esmaga o oprimido\u201d,<\/span> <span>revela a natureza de classe do Estado e da justi\u00e7a capitalista. A lei protege o poder econ\u00f4mico e criminaliza a pobreza.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cOs reis da mina e da fornalha \/ Edificaram a riqueza \/ Sobre o suor de quem trabalha\u201d<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>Exp\u00f5e a verdade econ\u00f4mica que o capitalismo tenta ocultar: toda riqueza nasce do trabalho, e n\u00e3o do capital. \u00c9 a mais-valia cantada em verso.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cFa\u00e7amos greve de soldados \/ Somos irm\u00e3os trabalhadores\u201d<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>Clama pela fraternidade internacional e pelo rompimento com o militarismo burgu\u00eas. O soldado, irm\u00e3o de classe, deve recusar o papel de instrumento da repress\u00e3o e juntar-se ao povo.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cPertence a Terra aos produtivos \/ \u00d3 parasita, deixa o mundo\u201d<\/span><span><br \/>\n<\/span><span>\u00c9 a s\u00edntese da can\u00e7\u00e3o, proclama\u00e7\u00e3o de um novo mundo sem exploradores nem explorados. O trabalho \u00e9 a base da vida, e os parasitas da riqueza devem ceder lugar ao sol dos trabalhadores livres.<\/span><\/p>\n<p><span>Cada estrofe, portanto, traduz em linguagem po\u00e9tica o conte\u00fado essencial do socialismo cient\u00edfico. A Internacional \u00e9 ao mesmo tempo hist\u00f3ria, teoria e futuro, o espelho musical da consci\u00eancia revolucion\u00e1ria.<\/span><\/p>\n<p><b>A atualidade do hino<\/b><\/p>\n<p><span>Mais de 150 anos depois, A Internacional continua a ecoar nos atos e nas marchas de todo o mundo. Em cada greve e mobiliza\u00e7\u00e3o, o canto de Pottier ressurge como lembran\u00e7a e como promessa: enquanto houver injusti\u00e7a, haver\u00e1 quem lute, de punhos erguidos, a certeza de que \u201cse nada somos neste mundo, sejamos tudo, \u00f3 produtores\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Cantar A Internacional \u00e9 recordar os m\u00e1rtires da Comuna e os construtores da Revolu\u00e7\u00e3o de Outubro. \u00c9 afirmar que o poder pertence ao povo e que enquanto houver exploradores e explorados, esse hino continuar\u00e1 vivo, como o grito universal dos que lutam para transformar o mundo.<\/span><\/p>\n<p><span>[1] Na Paris do in\u00edcio do s\u00e9culo XIX, o of\u00edcio de gravador era uma das atividades mais simb\u00f3licas da transi\u00e7\u00e3o entre o artesanato e a ind\u00fastria moderna. O jovem aprendia a entalhar imagens em madeira ou metal para reproduzi-las em livros, panfletos e tecidos \u2014 um trabalho que unia precis\u00e3o manual e senso art\u00edstico.<\/span><\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/cine-alvorada-exibe-a-melhor-mae-do-mundo-com-presenca-de-lula-e-equipe\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/09\/lula-e-convidados-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Cine Alvorada exibe A Melhor M\u00e3e do Mundo com pres...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/projeto-do-deputado-patrus-assegura-controle-nacional-sobre-minerais-criticos\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Projeto do deputado Patrus assegura controle nacio...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/pgr-solicita-que-pf-monitore-em-tempo-real-cumprimento-de-medidas-cautelares-por-bolsonaro\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">PGR solicita que PF \u2018monitore em tempo real\u2019 cumpr...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/teatro-gratuito-em-tres-passos-rs-aborda-historia-das-missoes-e-a-vida-dos-povos-indigenas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Teatro gratuito em Tr\u00eas Passos (RS) aborda hist\u00f3ri...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"800\" src=\"https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/grafismo_comunadeparis_internet.jpeg\" alt=\"Comuna de Paris, a primeira experi\u00eancia socialista da hist\u00f3ria\">Da Comuna de Paris \u00e0 palavra de ordem da revolu\u00e7\u00e3o prolet\u00e1ria Tati Bornato \u2013 S\u00e3o Paulo CULTURA \u2013 H\u00e1 poesias que atravessam o tempo n\u00e3o apenas como lembran\u00e7a, mas como for\u00e7a viva da hist\u00f3ria. A Internacional pertence a essa categoria. Nascida do fogo da luta de classes, na Comuna de Paris de 1871, ela expressa [\u2026]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":74995,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[36246,36247,309,36248,461,3072,246],"tags":[],"class_list":["post-74994","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-internacional","category-comuna-de-paris","category-cultura","category-hino","category-historia","category-instagram","category-musica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74994","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=74994"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/74994\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/74995"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=74994"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=74994"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=74994"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}