{"id":75758,"date":"2026-02-25T16:57:17","date_gmt":"2026-02-25T19:57:17","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/como-um-professor-pode-lidar-com-a-homofobia\/"},"modified":"2026-02-25T16:57:17","modified_gmt":"2026-02-25T19:57:17","slug":"como-um-professor-pode-lidar-com-a-homofobia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/como-um-professor-pode-lidar-com-a-homofobia\/","title":{"rendered":"Como um professor pode lidar com a homofobia?"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"995\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/rpf-violencia-nas-escolas-2025-04-1200-800.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/rpf-violencia-nas-escolas-2025-04-1200-800.jpg 800w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/02\/25165459\/rpf-violencia-nas-escolas-2025-04-1200-800-241x300.jpg 241w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/02\/25165459\/rpf-violencia-nas-escolas-2025-04-1200-800-768x955.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\"><figcaption>Arte: <em>Valentina Fraiz<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>\u00c9 imperioso mantermos a esperan\u00e7a<br \/>mesmo quando a dureza ou aspereza da<br \/>realidade sugiram o contr\u00e1rio.<br \/>\u2013 <strong>Paulo Freire<\/strong>, \u00c0 sombra desta mangueira<\/p>\n<p>Segunda-feira, 16 de fevereiro de 2026, dia de Carnaval. Nas ruas, h\u00e1 cores, brilhos, rupturas e costuras de rela\u00e7\u00f5es que, por um instante, gostar\u00edamos que fossem duradouras. O conv\u00edvio pac\u00edfico e alegre com a diferen\u00e7a, o despir-se das amarras do cotidiano e dos pap\u00e9is sociais vigentes, a evas\u00e3o e o dar espa\u00e7o \u00e0quilo que nos \u00e9 (in)comum: as artimanhas do Carnaval. Devido a algumas quest\u00f5es pessoais, hoje n\u00e3o fui \u00e0s ruas celebrar as cores e admirar o brilho do asfalto. Hoje n\u00e3o fui carnavalizar. Como \u00e9 de praxe na rotina de um professor, durante o dia estive lendo, assisti a document\u00e1rios e vi um filme chamado <em>Pixote: a lei do mais fraco<\/em>, um longa brasileiro de 1980 dirigido por Hector Babenco e inspirado no livro \u201cInf\u00e2ncia dos mortos\u201d, de Jos\u00e9 Louzeiro, de 1977. Pixote \u00e9 uma crian\u00e7a que, no filme, vive uma condi\u00e7\u00e3o de precariedade. Ele vive em um reformat\u00f3rio para jovens com hist\u00f3rico de crimes, assaltos e roubos. O filme \u00e9 uma triste realidade de um pa\u00eds que reiteradamente falha em olhar e escutar os que mais dependem de n\u00f3s. Babenco vale-se de um realismo cruel, danado de forte, para expor o que n\u00e3o pode e n\u00e3o deve deixar de ser exposto e discutido: a viol\u00eancia, a precariedade, a falta de aten\u00e7\u00e3o com os mais jovens, sobretudo aqueles das periferias e favelas.<\/p>\n<p>O personagem principal, hom\u00f4nimo ao filme, envereda por um caminho tortuoso, no qual a pr\u00e1tica de crimes torna-se, infelizmente, o \u00fanico horizonte poss\u00edvel de \u201creformar\u201d os sonhos e desejos de liberdade da crian\u00e7a abandonada. N\u00e3o h\u00e1 fam\u00edlias. N\u00e3o h\u00e1 Estado. N\u00e3o h\u00e1 quem olhe para as crian\u00e7as retratadas por Babenco a n\u00e3o ser os agentes do poder armado, j\u00e1 treinados na \u201celimina\u00e7\u00e3o\u201d de certos corpos e no apagamento de algumas hist\u00f3rias. Pixote torna-se logo um morador de rua junto com um grupo de amigos que fez em uma das institui\u00e7\u00f5es pelas quais passou. Sua vida \u00e9 conturbada. H\u00e1 aus\u00eancia de tudo: de alegria, de educa\u00e7\u00e3o, de arte, de sa\u00fade, de alimento, de vida. Pixote faz amizade com uma personagem singular, o jovem rapaz a quem chamamos de \u201cLilica\u201d, \u201cbicha\u201d, como ela mesma se intitula, respons\u00e1vel, a meu ver, pelas falas mais perspicazes do filme. A respeito de um \u201cneg\u00f3cio\u201d que estavam tramando, Lilica diz a Pixote: \u201cAlguns neg\u00f3cios precisam de um pouquinho de sacanagem; outros s\u00e3o pura sacanagem\u201d. Em uma fala mais pr\u00f3xima de um relato de viol\u00eancia extenuante, ela diz: \u201cO que pode esperar uma bicha da vida?\u201d. Ao que Pixote responde, com um olhar confuso, triste e de lamento: \u201cNada, Lilica. Nada\u201d. Eles se entreolham em sil\u00eancio e continuam a experimentar a vida em sua pura sacanagem. Um olhar que sabe o que \u00e9 a vida como sacanagem das mais s\u00f3rdidas. O filme despertou alguns gatilhos, revivi algumas experi\u00eancias e reencontrei personagens do meu pr\u00f3prio longa, ainda fresco na mem\u00f3ria, saltitante nas recorda\u00e7\u00f5es e cravado na pele.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/15-1-5.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/15-1-5.png 680w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2022\/12\/31180113\/15-1-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>No \u00faltimo ano, tive a experi\u00eancia de lecionar em um col\u00e9gio estadual da cidade de S\u00e3o Paulo, em uma unidade escolar bem localizada no Brooklin, que recebe alunos das comunidades do entorno. Presenciei de um tudo. A escola onde trabalhei serviu como espelho de uma realidade mais ampla que atravessa a cultura escolar da cidade de S\u00e3o Paulo: os desencontros entre as pol\u00edticas p\u00fablicas, o foco na m\u00e1quina e n\u00e3o no humano, a plataformiza\u00e7\u00e3o do ensino, a pouca leitura, bibliotecas empoeiradas, abandonadas e com mofo. O computador e a tela como professores. A barb\u00e1rie em curso. A viol\u00eancia em sua mat\u00e9ria-prima. Pixotes e Lilicas tentando sonhar. Pixotes e Lilicas na sacanagem de uma vida que prepararam para eles. Pixotes e Lilicas tentando acordar. Volto a este lugar por considerar o meu trabalho incompleto, n\u00e3o no sentido de que deixei algo pendente, mas sim como um of\u00edcio que reverbera no tempo, juntamente com o amadurecimento do estudante. O professor fala hoje e s\u00f3 mais tarde o aluno escuta. O professor passa pelo ch\u00e3o da sala de aula e sua imagem fica. Ela persiste. Ela insiste. Ela \u00e9 um fantasma. Ela recupera fantasmas.<\/p>\n<p>Parafraseando Lilica, perguntaria: \u201cO que pode esperar uma professora bicha da vida?\u201d. Neste dia de Carnaval, em meio a atividades acad\u00eamicas, abro a minha caixa de e-mail institucional da SEDUC e me deparo com a mensagem de um ex-aluno, enviada no dia 11\/02, ainda nas primeiras semanas de aula do estado de S\u00e3o Paulo, em hor\u00e1rio letivo, por volta das 13h39. Ele me envia: \u201cSEU GAY\u201d. H\u00e1 na mensagem o nome do aluno, seu registro de matr\u00edcula, seu e-mail e sua pouca vergonha em ser violento. Eis que paro o meu \u201cCarnaval\u201d para registrar um Boletim de Ocorr\u00eancia. No requerimento, informei que no ano passado tive a minha primeira atua\u00e7\u00e3o como docente no estado e que, portanto, acredito que o aluno tenha v\u00ednculo com aquela unidade de ensino, e que exijo a devida apura\u00e7\u00e3o dos fatos e a ado\u00e7\u00e3o das provid\u00eancias cab\u00edveis. Triste. Mas \u00e9 a realidade.<\/p>\n<p>Quando li o e-mail, voltei a um filme: o meu primeiro dia na sala de aula. O professor preto. O professor bicha. O professor do candombl\u00e9. O professor de ingl\u00eas. Olhares curiosos atravessaram o meu corpo. Nenhum problema quanto a isso. A curiosidade \u00e9 arte das mais belas e, quando bem direcionada para seu aproveitamento, ajuda-nos a afastar a ignor\u00e2ncia. Ao mesmo tempo, senti que isso era muito para alguns alunos \u2014 ser preto, bicha, do candombl\u00e9 e professor. Tanto \u00e9 verdade que o aluno do e-mail n\u00e3o se conteve em mandar a mensagem tempos depois, e azar o meu de l\u00ea-la em pleno Carnaval. Destaco que n\u00e3o fa\u00e7o mais parte daquela escola devido a quest\u00f5es de atribui\u00e7\u00f5es e diretrizes da SEDUC\/SP para professores contratados, sob o regime da categoria O. No fim do ano passado, fui bem avaliado pelo trio gestor da escola e pelos alunos e, se n\u00e3o fossem algumas resolu\u00e7\u00f5es da Secretaria de Educa\u00e7\u00e3o, eu ainda estaria l\u00e1. Mas o que quero enfatizar \u00e9 isto: o aluno n\u00e3o se conformou. Ele n\u00e3o aceitou. Ele esperou e atacou: \u201cSEU GAY\u201d. Ele abre seu ano letivo atacando covardemente quem n\u00e3o est\u00e1 l\u00e1 para se defender. Ele sabe o que est\u00e1 fazendo. \u201cSEU GAY\u201d \u00e9 frase depreciativa, \u00e9 redu\u00e7\u00e3o, \u00e9 arma. Notemos a constru\u00e7\u00e3o t\u00edpica de xingamento na frase do aluno e sua n\u00edtida inten\u00e7\u00e3o de humilhar. Ele sabe o que est\u00e1 fazendo. N\u00e3o h\u00e1 boas-vindas ao professor, n\u00e3o h\u00e1 palavras de alegria e bom retorno ao trabalho que se inicia. N\u00e3o h\u00e1, porque, como perguntou Lilica, \u201cO que pode uma bicha esperar da vida?\u201d.<\/p>\n<p>Na contram\u00e3o dessa viol\u00eancia, fa\u00e7o o exerc\u00edcio de voltar e recuperar, \u201csankofando\u201d nas mem\u00f3rias, as boas a\u00e7\u00f5es e os cora\u00e7\u00f5es junto dos quais despertei afetos e verdadeiras aprendizagens. O ataque veio como alerta do agressor: ele est\u00e1 na sala de aula, professor. Come\u00e7ou o ano letivo dizendo ao que veio. Sem vergonha alguma. Entregando nome completo e endere\u00e7o. Atacando gratuitamente quem o serviu. S\u00e3o os \u00f3cios do of\u00edcio da doc\u00eancia. S\u00e3o os desafios de se lecionar atualmente. O professor luta contra muitos fantasmas. \u00c9 uma realidade fantasmag\u00f3rica a que se apresenta: a ignor\u00e2ncia, o preconceito e a baixeza moral, o ataque \u00e0 nossa classe. Se eu pudesse responder a esse aluno \u2014 o que posso fazer, mas n\u00e3o o farei \u2014, diria: \u201cComo voc\u00ea est\u00e1, querido aluno? A despeito de sua mensagem, desejo um excelente ano letivo a voc\u00ea, no qual suas amarras, ignor\u00e2ncias e preconceitos sejam lavados nas \u00e1guas de um aprendizado verdadeiro e de uma educa\u00e7\u00e3o que sonhei e sonho para voc\u00ea, para os Pixotes e para as Lilicas deste imenso Brasil. O que voc\u00ea pensou e planejou como ofensa aqui tocou como lembrete de uma passagem forte e marcante que tive pela sua vida, apresentando-lhe a diferen\u00e7a, mostrando-lhe que corpos outros e viados tamb\u00e9m pensam, lecionam, s\u00e3o competentes, sonham, riem, vibram e lutam por uma realidade melhor e justa a todos n\u00f3s. Dedique-se em ser melhor do que se \u00e9. Siga com afinco no trabalho de desfazer as amarras da ignor\u00e2ncia que te aprisiona e permita-se seguir leve, aprendiz da boa vida e da boa luta. E saia, saia logo deste lugar comum, pobre e mesquinho que prepararam para voc\u00ea\u201d.<\/p>\n<p>Linhas finais de um relato que n\u00e3o queria fazer: consegui.<\/p>\n<p>Elaborei a dor.<\/p>\n<p>Performei a frustra\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/OQ_banner_680x250_V1-1-7.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/02\/OQ_banner_680x250_V1-1-7.png 680w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2022\/12\/31175341\/OQ_banner_680x250_V1-1-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Encontrei fantasmas.<\/p>\n<p>Disse oi a uns e tchau a outros.<\/p>\n<p>Encontrei o professor de ontem e o de hoje, ainda empolgados em fazer crescer a chama da esperan\u00e7a e da boa educa\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Eles disseram-me: isto n\u00e3o pode te parar.<\/p>\n<p>E eu disse: isso n\u00e3o vai me parar.<\/p>\n<p>A realidade est\u00e1 gritando, \u00e9 esta a mensagem.<\/p>\n<p>A realidade est\u00e1 regurgitando por vida e diferen\u00e7as.<\/p>\n<p>A realidade seria insuficiente sem a sua presen\u00e7a.<\/p>\n<p>Siga, professor, agora avisado e atento: o retorno \u00e0 doc\u00eancia \u00e9 tamb\u00e9m um<\/p>\n<p>retorno \u00e0 viol\u00eancia.<\/p>\n<p>Bom ano letivo (?).<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. Se voc\u00ea valoriza nossa produ\u00e7\u00e3o, seja nosso apoiador e fortale\u00e7a o jornalismo cr\u00edtico: <strong>apoia.se\/outraspalavras<\/strong><\/em><\/span><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>The post Como um professor pode lidar com a homofobia? appeared first on Outras Palavras.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/levante-da-juventude-recebe-medalha-por-seus-20-anos-de-organizacao-popular-e-social\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Levante da Juventude recebe medalha por seus 20 an...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/tse-marca-julgamento-que-pode-cassar-o-mandato-de-jorge-seif-senador-e-acusado-de-abuso-de-poder-economico\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">TSE marca julgamento que pode cassar o mandato de ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/sul21.com.br\/noticias\/geral\/2025\/10\/justica-do-trabalho-garante-direito-a-amamentacao-em-unidade-da-jbs-seara-em-seberi\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Justi\u00e7a do Trabalho garante direito \u00e0 amamenta\u00e7\u00e3o ...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/quem-critica-haddad-ataca-os-avancos-positivos-do-brasil-dispara-rogerio-carvalho\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">\u201dQuem critica Haddad ataca os avan\u00e7os positivos do...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Relato de um docente. Era Carnaval, mas o brilho e a alegria foram quebrados por um email ofensivo do ex-aluno. \u201cSer preto, bicha, do candombl\u00e9 e professor\u201d \u00e9 demais nas escolas do Brasil, conta ele. De que modo responder? Qual o papel da escola?<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/como-professor-pode-lidar-com-a-homofobia\/\">Como um professor pode lidar com a homofobia?<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":75759,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[6007,9135,9879,36837,6270,36838,1001,36839,229,36840,36841],"tags":[],"class_list":["post-75758","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-crise-brasileira","category-educacao-brasileira","category-ensino-publico","category-hector-babenco","category-homofobia","category-lilica","category-paulo-freire","category-pixote","category-racismo","category-violencia-contra-lgbtqia","category-violencia-simbolica"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75758","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=75758"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/75758\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/75759"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=75758"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=75758"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=75758"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}