{"id":78029,"date":"2026-03-12T14:47:03","date_gmt":"2026-03-12T17:47:03","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/cinema-meninas-do-brasil\/"},"modified":"2026-03-12T14:47:03","modified_gmt":"2026-03-12T17:47:03","slug":"cinema-meninas-do-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/cinema-meninas-do-brasil\/","title":{"rendered":"Cinema: Meninas do Brasil"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"800\" height=\"432\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/photo_5014854096451734391_x.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/photo_5014854096451734391_x.jpg 800w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/03\/12144332\/photo_5014854096451734391_x-300x162.jpg 300w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/03\/12144332\/photo_5014854096451734391_x-768x415.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 800px) 100vw, 800px\"><figcaption>Imagem: Reprodu\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>Por <strong>Jos\u00e9 Geraldo Couto<\/strong>, no <em>Blog do IMS<\/em><\/p>\n<p>S\u00f3 se fala em Oscar, mas vamos mudar de assunto por um momento.\u00a0<em>Hora do recreio<\/em>, de L\u00facia Murat, que entra hoje em cartaz, merece toda a aten\u00e7\u00e3o poss\u00edvel. \u00c9, em linhas gerais, um semidocument\u00e1rio sobre (e com) adolescentes de escolas p\u00fablicas de bairros perif\u00e9ricos do Rio de Janeiro. Sob essa descri\u00e7\u00e3o sum\u00e1ria, no entanto, encontra-se um filme de riqueza \u00edmpar dos pontos de vista social, cultural, moral, pol\u00edtico e art\u00edstico.<\/p>\n<figure>\n<div>\n<\/div>\n<\/figure>\n<p>Dividido em quatro escolas \u2013 tr\u00eas de n\u00edvel m\u00e9dio e uma de ensino fundamental \u2013,\u00a0<em>Hora do recreio<\/em>\u00a0p\u00f5e em cena meninos \u2013 e sobretudo meninas \u2013 falando sobre o seu dia a dia e elaborando artisticamente essa experi\u00eancia, n\u00e3o raro brutal e traum\u00e1tica. Uns (os pequenos) fazem colagens, outros fazem teatro e dan\u00e7a.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Prancheta-4-8.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Prancheta-4-8.png 680w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2022\/12\/31181126\/Prancheta-4-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<h3><strong>Arte como salva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>A equa\u00e7\u00e3o realidade bruta x sublima\u00e7\u00e3o art\u00edstica est\u00e1 presente na estrat\u00e9gia expositiva desde a primeira sequ\u00eancia, ainda pr\u00e9-cr\u00e9ditos: planos curtos de crian\u00e7as e adolescentes indo para a escola (a p\u00e9, de \u00f4nibus, de bicicleta) contrapostos a imagens de uma exposi\u00e7\u00e3o de quadros que mostram\u2026 crian\u00e7as e adolescentes indo para a escola, sob o rap incisivo\u00a0<em>A m\u00fasica da m\u00e3e<\/em>, de Djonga. Vida e arte entrela\u00e7adas intimamente.<\/p>\n<p>Na primeira escola, meninas adolescentes, em sua maioria negras, falam sobre viol\u00eancias de g\u00eanero que presenciaram ou vivenciaram. S\u00e3o hist\u00f3rias terr\u00edveis, de agress\u00f5es a m\u00e3es, de pais alco\u00f3latras ou drogados, abandono, medo, solid\u00e3o. A certa altura aparece a diretora, L\u00facia Murat, para agradecer a coragem e a franqueza das meninas. Ficamos sabendo ent\u00e3o que aquela \u00e9 uma sala de aula\u00a0<em>fake<\/em>, recriada num outro ambiente, j\u00e1 que a secretaria de educa\u00e7\u00e3o do Rio n\u00e3o autorizou a filmagem em escolas da rede p\u00fablica.<\/p>\n<p>Na conversa acalorada, emergem naturalmente outros temas, como racismo, homofobia, transfobia. O tom fica cada vez mais \u00edntimo, confessional, como numa terapia de grupo. Um garoto trans, por exemplo, diz que chegou \u00e0 beira do suic\u00eddio na s\u00e9tima s\u00e9rie porque era impedido de usar os banheiros da escola, tanto o masculino como o feminino. Segundo ele, s\u00f3 um professor o ouvia e acolhia.<\/p>\n<h3><strong>Realidade e fic\u00e7\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p>Expor desde o in\u00edcio o car\u00e1ter parcial de encena\u00e7\u00e3o n\u00e3o enfraquece a contund\u00eancia do que \u00e9 dito e mostrado, muito pelo contr\u00e1rio. Parece at\u00e9 acentuar a veracidade e o frescor do que vemos e ouvimos, pela percep\u00e7\u00e3o de que \u00e9 fruto de um pacto transparente entre filmadora e filmados.<\/p>\n<p>Em outra escola, no complexo da Penha, adolescentes, outra vez quase todos negros, interpretam (eu quase dizia \u201cexorcizam\u201d) em um misto de dan\u00e7a, teatro e m\u00edmica seu cotidiano de viol\u00eancia e opress\u00e3o. M\u00e1scaras com recortes de jornais e revistas sublinham o contexto hist\u00f3rico-social, deixando \u00e0 mostra olhares duros, intensos, como poucas vezes vemos nos palcos ou nas telas.<\/p>\n<p>Estudantes de outra escola transformam em pe\u00e7a de teatro o romance\u00a0<em>Clara dos Anjos<\/em>, de Lima Barreto. Em meio ao ensaio de trechos da pe\u00e7a, eles e elas discutem e atualizam os temas presentes na pe\u00e7a: racismo, machismo, opress\u00e3o de classe. O personagem Cassi Jones, o branco sedutor da garota negra Clara, revela-se muito parecido com os jovens abusadores e estupradores de classe m\u00e9dia que t\u00eam povoado o notici\u00e1rio e as redes sociais.<\/p>\n<h3><strong>A cidade e a hist\u00f3ria<\/strong><\/h3>\n<p>Uma das sequ\u00eancias mais bonitas e reveladoras do filme \u00e9 a que mostra a excurs\u00e3o de um grupo grande de alunos de uma escola de periferia ao centro do Rio. Na Candel\u00e1ria, o professor\/guia negro explica os fatos contradit\u00f3rios acontecidos ali: o com\u00edcio das diretas e a \u201cchacina da Candel\u00e1ria\u201d. No cais do Valongo, ele lembra que o local era a principal porta de entrada no pa\u00eds dos africanos escravizados. No Centro Cultural Banco do Brasil a garotada se encanta e se diverte com a arquitetura majestosa e as obras de arte modernistas.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90_banner_sobcomuns-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/728x90_banner_sobcomuns-2.jpg 728w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2024\/06\/31200612\/728x90_banner_sobcomuns-300x37.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px\" width=\"728\" height=\"90\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Resumido assim, pode-se ter a impress\u00e3o de um filme sisudo, militante, professoral. Nada disso. Tudo \u2013 o horror, a den\u00fancia, a car\u00eancia \u2013 \u00e9 permeado pelo humor, pela vitalidade e pelo frescor da adolesc\u00eancia. \u00c9 de vida que se trata ali, afinal. Maltratada, marginalizada, tornada quase invis\u00edvel, mas tamb\u00e9m pulsante e transbordante vida.<\/p>\n<p>Realizadora tarimbada tanto no document\u00e1rio como na fic\u00e7\u00e3o, L\u00facia Murat atesta em\u00a0<em>Hora do recreio<\/em>\u00a0sua enorme generosidade, curiosidade e capacidade de escuta. Seu filme \u00e9, de fato, uma obra coletiva, de cria\u00e7\u00e3o horizontal, que deve tanto a ela quanto a cada garota e garoto que entregou sua mente e seu corpo ao projeto. O Urso de Cristal conquistado na mostra Generation 14plus do Festival de Berlim consagrou essa qualidade.<\/p>\n<h3><strong>Oscariz\u00e1veis<\/strong><\/h3>\n<p>Para n\u00e3o dizer que o blog n\u00e3o falou de Oscar, remeto aos textos publicados aqui sobre alguns dos principais concorrentes:\u00a0<em>O agente secreto<\/em>,\u00a0<em>Pecadores<\/em>,\u00a0<em>Uma batalha ap\u00f3s a outra<\/em>,\u00a0<em>Hamnet<\/em>,\u00a0<em>Foi apenas um acidente<\/em>,\u00a0<em>A voz de Hind Rajab<\/em> e\u00a0<em>Frankenstein.<\/em><\/p>\n<h3><strong>Desvendando Kubrick<\/strong><\/h3>\n<p>Se existe um cineasta-esfinge, cuja obra segue desafiando cin\u00e9filos e estudiosos, \u00e9 o estadunidense Stanley Kubrick (1928-99). Sua filmografia relativamente pouco numerosa inclui marcos incontorn\u00e1veis em v\u00e1rios g\u00eaneros, do policial (<em>O grande golpe<\/em>) \u00e0 fic\u00e7\u00e3o cient\u00edfica (<em>2001: Uma odisseia no espa\u00e7o<\/em>), do terror (<em>O iluminado<\/em>) \u00e0 s\u00e1tira militar (<em>Dr. Fant\u00e1stico<\/em>), do \u00e9pico antigo (<em>Spartacus<\/em>) ao drama de guerra (<em>Gl\u00f3ria feita de sangue<\/em>,\u00a0<em>Nascido para matar<\/em>), sem falar de suas incurs\u00f5es pela pervers\u00e3o er\u00f3tica em\u00a0<em>Lolita<\/em>\u00a0e\u00a0<em>De olhos bem fechados<\/em>.<\/p>\n<p>Para desbravar o terreno complexo e acidentado dessa obra, o cr\u00edtico In\u00e1cio Araujo, da\u00a0<em>Folha de S. Paulo<\/em>, vai ministrar\u00a0<em>on line<\/em>\u00a0um curso compacto, em seis aulas semanais, a partir de 23 de mar\u00e7o. Interessados devem escrever para o endere\u00e7o\u00a0<em>cinegrafia@uol.com.br<\/em>. Um bom complemento para o curso pode ser o livro\u00a0<em>Conversas com Kubrick<\/em>, de Michel Ciment, editado no Brasil pela Cosac Naify, com tradu\u00e7\u00e3o de Eloisa Ara\u00fajo Ribeiro.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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Filme escapa do tom <i>militantesco<\/i>: h\u00e1 a den\u00fancia e humor; car\u00eancia e o frescor e vida pulsante dos adolescentes<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/poeticas\/cinema-meninas-do-brasil\/\">Cinema: Meninas do Brasil<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":78030,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[38680,28630,38681,27402,5578,507,95,9879,4532,38682,5499,49],"tags":[],"class_list":["post-78029","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-a-musica-da-mae","category-audiovisual-brasileiro","category-cinama-nacional","category-complexo-da-penha","category-djonga","category-documentario","category-educacao","category-ensino-publico","category-filme-nacional","category-lucia-murat","category-poeticas","category-rio-de-janeiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78029","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78029"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78029\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78030"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78029"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78029"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78029"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}