{"id":78273,"date":"2026-03-14T12:32:18","date_gmt":"2026-03-14T15:32:18","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/jornada-das-mulheres-sem-terra-inicia-ano-de-lutas-no-enfrentamento-ao-latifundio-e-as-violencias\/"},"modified":"2026-03-14T12:32:18","modified_gmt":"2026-03-14T15:32:18","slug":"jornada-das-mulheres-sem-terra-inicia-ano-de-lutas-no-enfrentamento-ao-latifundio-e-as-violencias","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/jornada-das-mulheres-sem-terra-inicia-ano-de-lutas-no-enfrentamento-ao-latifundio-e-as-violencias\/","title":{"rendered":"Jornada das Mulheres Sem Terra inicia ano de lutas no enfrentamento ao latif\u00fandio e \u00e0s viol\u00eancias"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254140-5.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254140-5-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254140-5-300x225.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254140-5-768x576.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254140-5.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano. Foto: MST-AL <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Solange Engelmann<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>Nesta quinta-feira (12), chegou ao fim uma das principais Jornadas Nacionais de Lutas do MST. Impulsionada pela for\u00e7a e resist\u00eancia feminina, repleta de enfeites com len\u00e7os de chitas, a bandeira vermelha em punho, e os aromas de mar\u00e7o, as mulheres Sem Terra coloriram de lil\u00e1s e vermelho mais uma vez as cinco regi\u00f5es do pa\u00eds, durante a Jornada Nacional das Mulheres Sem Terra de 2026, realizada de 8 a 12 de mar\u00e7o.<\/p>\n<p>Com o lema, \u201cReforma Agr\u00e1ria Popular: enfrentar as viol\u00eancias, ocupar e organizar!\u201d, a atividade contou com a realiza\u00e7\u00e3o de dezenas de mobiliza\u00e7\u00f5es em acampamentos e assentamentos do MST em todo pa\u00eds, dando o \u2018ponta p\u00e9\u2019 inicial nos processos de lutas do Movimento deste ano.<\/p>\n<p><strong>A Jornada Nacional de 2026 mobilizou mais de 15 mil pessoas em 24 estados e no Distrito Federal e Entorno. Entre as dezenas de a\u00e7\u00f5es foram realizadas marchas, bloqueios, espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o, atos e ocupa\u00e7\u00f5es. Ao todo 14 latif\u00fandios improdutivos foram ocupados<\/strong> nos estados do Rio Grande do Sul, S\u00e3o Paulo, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Pernambuco, Piau\u00ed e Tocantins. O estado com mais ocupa\u00e7\u00f5es foi o Pernambuco, em que as camponesas ocuparam sete \u00e1reas improdutivas, nos demais estados foi registrada uma ocupa\u00e7\u00e3o em cada.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-554DA069-F46E-4438-AFF0-B88D45EE1F3D.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Durante a Jornada, as camponesas denunciaram a concentra\u00e7\u00e3o de terras, no enfrentamento a concentra\u00e7\u00e3o de terras por meio de ocupa\u00e7\u00f5es de latif\u00fandios improdutivos, cobrando a urg\u00eancia da Reforma Agr\u00e1ria e o combate \u00e0s viol\u00eancias contra as mulheres e meninas no campo e nas cidades.<\/p>\n<blockquote>\n<p><em>A Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra abriu o calend\u00e1rio de lutas do Movimento, demonstrando a import\u00e2ncia da Reforma Agr\u00e1ria Popular para a constru\u00e7\u00e3o de um pa\u00eds justo, solid\u00e1rio e sem viol\u00eancias. N\u00f3s temos a convic\u00e7\u00e3o de que a constru\u00e7\u00e3o desse pa\u00eds passa por darmos centralidade pol\u00edtica no enfrentamento das viol\u00eancias\u201d<\/em>, defende Lizandra Guedes, da coordena\u00e7\u00e3o nacional do setor de G\u00eanero do MST.<\/p>\n<\/blockquote>\n<p>Margarida Silva, conhecida como Magal, assentada da Reforma Agr\u00e1ria em Alagoas e integrante da coordena\u00e7\u00e3o Nacional do MST, destaca que a Jornada Nacional de mar\u00e7o, deste ano foi importante para impulsionar a Reforma Agr\u00e1ria Popular junto \u00e0 sociedade, como uma proposta importante e robusta para o campo brasileiro.<\/p>\n<p>\u201cNesta Jornada de Lutas tamb\u00e9m denunciamos o capital, a minera\u00e7\u00e3o e as suas diversas facetas e os impactos que isso tem trazido n\u00e3o s\u00f3 na vida das mulheres Sem Terra, mas na sociedade em geral, em especial \u00e0s meninas e mulheres. Com o avan\u00e7o do feminic\u00eddio, e as diversas formas de viol\u00eancia e de como o capital em nosso pa\u00eds vem atuando no campo, destruindo os bens da natureza\u201d, resume Magal.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-3.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-3-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-3-300x225.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-3-768x576.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-3.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Nesse cen\u00e1rio, Lizandra relembra que no \u00faltimo per\u00edodo, as mulheres brasileiras tem convivido com o aumento da viol\u00eancia contra seus corpos e territ\u00f3rios, o que tamb\u00e9m tem acontecido no campo. <\/p>\n<p>O Brasil bateu recorde de feminic\u00eddios, com uma m\u00e9dia de mais de quatro mulheres mortas por dia por raz\u00f5es de g\u00eanero, registrando aumento de 4,7% em 2025, com 1.568 v\u00edtimas. Os registros de viol\u00eancia sexual subiram para 961 casos, aumento de 56,6% em rela\u00e7\u00e3o a 2024, com m\u00e9dia de 12 v\u00edtimas de estupros e ass\u00e9dios por dia. Entre as v\u00edtimas, mais da metade eram meninas de 0 a 17 anos. Al\u00e9m disso, pequenas cidades concentram maiores taxas de v\u00edtimas, de acordo com a Rede de Observat\u00f3rios da Seguran\u00e7a.<\/p>\n<p>Para enfrentar esse contexto de viol\u00eancias, a dirigente considera fundamental fortalecer a organiza\u00e7\u00e3o de coletivos, ampliando a participa\u00e7\u00e3o e o protagonismo das mulheres nas lutas e nos processos produtivos e dessa forma avan\u00e7ar na Reforma Agr\u00e1ria Popular.<\/p>\n<p>\u201cEsse ano, o nosso lema Reforma Agr\u00e1ria Popular, enfrentar as viol\u00eancias, ocupar e organizar sintetiza esse processo. Reforma Agr\u00e1ria Popular se faz com o enfrentamento \u00e0s viol\u00eancias, dando centralidade \u00e0 luta pela terra atrav\u00e9s da nossa capacidade organizativa de mulheres, mas tamb\u00e9m de homens, na organiza\u00e7\u00e3o popular, defesa dos territ\u00f3rios e constru\u00e7\u00e3o de formas de enfrentamento \u00e0s viol\u00eancias, seja a viol\u00eancia do capital, a viol\u00eancia patriarcal e racista\u201d, projeta Lizandra.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-2-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-2-768x576.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-BAimage-1773257026-2.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Por\u00e9m, as camponesas ainda enfrentam um conjunto de desafios que perpassam a luta de classes no campo. Magal aponta tr\u00eas desafios centrais para as camponesas no pr\u00f3ximo per\u00edodo:<\/p>\n<blockquote>\n<p>\u201cO primeiro desafio \u00e9 continuarmos denunciando o capital, o hidro-agro-min\u00e9rio neg\u00f3cio no campo, com um projeto de destrui\u00e7\u00e3o das nossas vidas, da vida das mulheres e dos mais pobres. O segundo, \u00e9 continuar enfrentando as diversas formas de viol\u00eancias. N\u00e3o d\u00e1 para vivermos em um pa\u00eds onde todos os dias mulheres s\u00e3o mortas\u201d, denuncia a Margarida.<\/p>\n<\/blockquote>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0-768x512.jpeg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0-1536x1024.jpeg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Priscila-Ramos-MST-930ADC6B-D1B7-4D59-B6DA-A1F975C234E0.jpeg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: MST SP<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Para encerrar, a dirigente complementa que o desafio interno na luta pela Reforma Agr\u00e1ria passa por avan\u00e7ar na organiza\u00e7\u00e3o e participa\u00e7\u00e3o das mulheres em todos os espa\u00e7os e territ\u00f3rios. \u201cPrecisamos seguir avan\u00e7ando na produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis, agroecol\u00f3gicos, na agroind\u00fastria, na comercializa\u00e7\u00e3o. E continuar fazendo a luta pela terra e pela Reforma Agr\u00e1ria como centralidade, para construir uma nova sociedade em que todas as pessoas possam viver livremente e sem viol\u00eancias\u201d, conclui Magal.<\/p>\n<p><strong><em>Confira mais informa\u00e7\u00f5es sobre as mobiliza\u00e7\u00f5es realizadas nas cinco regi\u00f5es do pa\u00eds:<\/em><\/strong><\/p>\n<p><strong>REGI\u00c3O AMAZ\u00d4NICA<\/strong><\/p>\n<p><strong>Tocantins, Maranh\u00e3o e Par\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>Nesta segunda-feira (9),\u00a0<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/mulheres-sem-terra-ocupam-fazenda-com-historico-de-trabalho-escravo-no-tocantins\/\">cerca de 400 Mulheres Sem Terra dos estado de Tocantins, Maranh\u00e3 e Par\u00e1 ocuparam a Fazenda Santo Hil\u00e1rio, em Araguatins (TO)<\/a>. O latif\u00fandio tem hist\u00f3rico marcado por assassinato, viol\u00eancia e trabalho escravo. A \u00e1rea de 2.462 hectares teve sua matr\u00edcula de posse cancelada e sua posse foi transferida para a Uni\u00e3o Federal, em 2020 com o compromisso de ser destinada para fins de Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"853\" height=\"568\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-MAimage-1773253352-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-MAimage-1773253352-1.jpg 853w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-MAimage-1773253352-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-MAimage-1773253352-1-768x511.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 853px) 100vw, 853px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra ocupam fazenda com hist\u00f3rico de trabalho escravo no Tocantins, Foto: MST-TO<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>As mulheres da regi\u00e3o amaz\u00f4nica denunciam que o fazendeiro segue de forma irregular atuando como propriet\u00e1rio da \u00e1rea, num escancarado caso de grilagem. Por outro lado, o Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria (Incra) descumpriu o prazo de vistoria do latif\u00fandio, estabelecido em setembro de 2025, no local em que deveriam ser assentadas 200 fam\u00edlias de trabalhadores rurais do Movimento. Entre o \u00faltimo domingo (8) e segunda (9), as mulheres da regi\u00e3o se reuniram no munic\u00edpio e realizam processos formativos e de solidariedade \u00e0s fam\u00edlias, que a cerca de 20 anos est\u00e3o na luta pela Reforma Agr\u00e1ria Popular no territ\u00f3rio.<\/p>\n<p><strong>Roraima<\/strong><\/p>\n<p>No dia 8 de mar\u00e7o, um grupo de camponesas do MST participaram da manifesta\u00e7\u00e3o do 8 de Mar\u00e7o com organiza\u00e7\u00f5es do campo unit\u00e1rio, em Boa Vista. A mobiliza\u00e7\u00e3o fez a defesa da vida das mulheres, pelo fim da viol\u00eancia e pela cria\u00e7\u00e3o de pol\u00edticas p\u00fablicas para a redu\u00e7\u00e3o de agress\u00f5es e viol\u00eancias contra as mulheres, que atinge todas as camadas sociais do estado. A atividade foi organizada por grupos de mulheres, partidos pol\u00edticos, sindicatos e outros setores do movimento social.<\/p>\n<p><strong><strong>REGI\u00c3O<\/strong><\/strong> <strong>NORDESTE<\/strong><\/p>\n<p><strong>Piau\u00ed<\/strong><\/p>\n<p>Na segunda (9), cerca de 1 mil fam\u00edlias, com o protagonismo das mulheres Sem Terra ocuparam uma \u00e1rea improdutiva no munic\u00edpio de Palmeirais, Piau\u00ed, durante a Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Sem Terra. A \u00e1rea da empresa Suzano est\u00e1 abandonada h\u00e1 cerca de dez anos e \u00e9 resultado de um projeto falido de implanta\u00e7\u00e3o de uma f\u00e1brica e da produ\u00e7\u00e3o de eucalipto. O MST reivindica que a \u00e1rea seja destinada para fins de Reforma Agr\u00e1ria, a fim de garantir que as fam\u00edlias acampadas no local possam morar e viver com dignidade.<\/p>\n<p><strong>Alagoas<\/strong><\/p>\n<p>Na manh\u00e3 de segunda (9),\u00a0<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/em-jornada-de-lutas-mulheres-ocupam-vale-verde-no-agreste-de-alagoas-nesta-segunda-feira-9\/\">cerca de 750 mulheres camponesas ocuparam as instala\u00e7\u00f5es da Minera\u00e7\u00e3o Vale Verde, no munic\u00edpio de Cra\u00edbas (AL)<\/a>. A mobiliza\u00e7\u00e3o integra a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra e denuncia os danos ambientais e sociais causados pela explora\u00e7\u00e3o mineral na regi\u00e3o do Agreste do estado.<\/p>\n<p>Al\u00e9m das mulheres do MST, tamb\u00e9m participam do ato representantes do Movimento dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Campo (MTC), da Frente Nacional de Luta (FNL), Movimento Terra, Trabalho e Liberdade (MTL), Movimento Popular de Luta (MPL), o Movimento Via do Trabalho (MVT), a Comiss\u00e3o Pastoral da Terra (CPT), Movimento Terra Livre, al\u00e9m de integrantes dos movimentos populares da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No domingo (8), as mulheres do campo e cidade ocuparam as ruas de Macei\u00f3 no Ato Unificado do Dia Internacional de Luta das Mulheres, com o lema \u201cPela vida das mulheres! Contra o imperialismo, por democracia, soberania e pelo fim da escala 6\u00d71!\u201d. O ato mostrou a pot\u00eancia da organiza\u00e7\u00e3o das mulheres, reunindo movimentos sociais e organiza\u00e7\u00f5es populares, em que as Mulheres Sem Terra tamb\u00e9m marcaram presen\u00e7a na Pra\u00e7a 7 Coqueiros, em Ponta Verde,\u00a0levantando as bandeiras da Reforma Agr\u00e1ria Popular, da produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis e da defesa dos territ\u00f3rios.\u00a0<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254193-5.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254193-5-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254193-5-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254193-5-768x513.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ALimage-1773254193-5.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL <\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Desde o s\u00e1bado pela manh\u00e3 (7), \u00e0s Mulheres Sem Terra em Alagoas estiveram mobilizadas para as a\u00e7\u00f5es da Jornada, onde foi organizada a prepara\u00e7\u00e3o de cerca de mil refei\u00e7\u00f5es, distribu\u00eddas para a comunidade do Benedito Bentes, em Macei\u00f3 (AL). A iniciativa faz parte das a\u00e7\u00f5es da Cozinha Solid\u00e1ria do MST, levando alimentos produzidos em assentamentos e acampamentos da Reforma Agr\u00e1ria para a popula\u00e7\u00e3o em situa\u00e7\u00e3o de fome, que mais precisa.<\/p>\n<p><strong>Sergipe<\/strong><\/p>\n<p>Na segunda-feira (9), cerca de 550 mulheres camponesas sa\u00edram em marcha pelas ruas de Aracaju (SE), em dire\u00e7\u00e3o ao Incra, levantando suas bandeiras e reafirmando a luta pela Reforma Agr\u00e1ria Popular. Organizadas e em movimento, as mulheres denunciam a viol\u00eancia no campo, a lentid\u00e3o da pol\u00edtica de Reforma Agr\u00e1ria e seguem na linha de frente da defesa da terra, da produ\u00e7\u00e3o de alimentos saud\u00e1veis e da vida digna para o povo trabalhador. No Incra, a mobiliza\u00e7\u00e3o seguiu com uma audi\u00eancia com a superintend\u00eancia, em que foram apresentadas pautas das mulheres Sem Terra, cobrando medidas concretas para avan\u00e7ar na Reforma Agr\u00e1ria no estado.<\/p>\n<p><strong>Pernambuco<\/strong><\/p>\n<p>No estado, cerca de 2 mil de fam\u00edlias do MST, com o protagonismo das mulheres Sem Terra ocuparam sete (7) latif\u00fandios durante a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra.<\/p>\n<p>A primeira ocupa\u00e7\u00e3o ocorreu na \u00e1rea Cidade da Copa, em S\u00e3o Louren\u00e7o da Mata; na Fazenda Pontalino, em Lagoa Grande; Fazenda Minador, entre os munic\u00edpios de Pedra e Caet\u00e9s; IPA, em Goiana; Fazenda de Vado Marcolino, em Jata\u00faba; nas terras da Usina Santa Teresina, em Galileia e na Fazenda Tucut\u00fa, em Cabrob\u00f3. As ocupa\u00e7\u00e3o cobram a desapropria\u00e7\u00e3o dos latif\u00fandios para a Reforma Agr\u00e1ria, reafirmando a luta das fam\u00edlias trabalhadoras do campo por terra, trabalho e dignidade, e pela efetiva\u00e7\u00e3o da Reforma Agr\u00e1ria, al\u00e9m de cobrar o fim das viol\u00eancias contra as mulheres.<\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Norte<\/strong><\/p>\n<p>Na manh\u00e3 de segunda (9), cerca de 500 <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/camponesas-protestam-contra-impactos-de-megaprojetos-e-por-reforma-agraria-em-rodovias-do-rn\/\">mulheres Sem Terra do Rio Grande do Norte realizaram protestos <\/a><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/camponesas-protestam-contra-impactos-de-megaprojetos-e-por-reforma-agraria-em-rodovias-do-rn\/\">em duas regi\u00f5es do estado<\/a>, como parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra. Com a\u00e7\u00f5es na BR-101, em Touros e na BR-405, na Chapada do Apodi, durante a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra. As camponesas denunciam o avan\u00e7o do capital energ\u00e9tico e a territorializa\u00e7\u00e3o das empresas, que amea\u00e7am as fam\u00edlias do campo, restringindo o uso da terra e colocando em risco os territ\u00f3rios e a natureza.<\/p>\n<p>Na Chapada do Apodi, as mulheres reivindicaram o cumprimento da pauta do MST junto ao Governo do Estado e denunciaram os impactos dos megaprojetos de energia e\u00f3lica, com o ass\u00e9dio \u00e0s fam\u00edlias, arrendamentos injustos, destrui\u00e7\u00e3o ambiental e amea\u00e7as ao modo de vida dos povos do campo. E entre as urg\u00eancias na regi\u00e3o as camponesas cobraram agilidade na conclus\u00e3o da desapropria\u00e7\u00e3o das terras do DIBA, onde cerca de 100 fam\u00edlias aguardam o assentamento na \u00e1rea. Al\u00e9m de outros dez acampamentos, que tamb\u00e9m reivindicam terra para fins de Reforma Agr\u00e1ria, na regi\u00e3o que se encontra h\u00e1 20 anos sem nenhuma desapropria\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Bahia<\/strong><\/p>\n<p>Na tarde de segunda-feira (9), ocorreu a Plen\u00e1ria das Mulheres e Forma\u00e7\u00e3o com os Homens, reunindo mulheres e homens Sem Terra dos assentamentos Edite Xavier, Jos\u00e9 Mart\u00ed e Eunice Adriana, em Ara\u00e7oiaba (BA), com objetivo de fortalecer o debate sobre o papel da luta coletiva na constru\u00e7\u00e3o de uma sociedade mais justa.<\/p>\n<p>Com o tema \u201cReforma Agr\u00e1ria Popular: enfrentar as viol\u00eancias, ocupar e organizar\u201d, o encontro proporcionou um espa\u00e7o de reflex\u00e3o, troca de experi\u00eancias e fortalecimento da luta das mulheres Sem Terra, reafirmando a import\u00e2ncia da organiza\u00e7\u00e3o popular para garantir direitos, dignidade e justi\u00e7a no campo. J\u00e1 na manh\u00e3 de domingo (8), as Mulheres Sem Terra na Bahia se somaram \u00e0 tradicional caminhada at\u00e9 o farol da barra, em Salvador. Mulheres vivas, em luta e sem medo, foi o lema que marcou o Ato. Por democracia com soberania pelo bem viver, pelo fim do feminic\u00eddio e da escala 6\u00d71.<\/p>\n<p>Outros atos de rua do 8M reuniram as camponesas Sem Terra nos munic\u00edpios de Feira de Santana, Santo S\u00e9 e Barra Cho\u00e7a. Cerca de 2 mil mulheres participaram das mobiliza\u00e7\u00f5es no estado durante a Jornada.<\/p>\n<p><strong>Para\u00edba<\/strong><\/p>\n<p>No \u00faltimo s\u00e1bado (7), cerca de 500 mulheres do MST, realizam a Feira das Mulheres Sem Terra, no Armaz\u00e9m do Campo em Jo\u00e3o Pessoa (PB). O encontro reuniu mulheres de acampamentos e assentamentos da Reforma Agr\u00e1ria de v\u00e1rias regi\u00f5es do estado e integrou as atividades da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra. <\/p>\n<p>Al\u00e9m da comercializa\u00e7\u00e3o de produtos agroecol\u00f3gicos e artesanato produzidos pelas mulheres Sem Terra, tamb\u00e9m foi realizado debate sobre as viol\u00eancias contra as mulheres, abordando diferentes dimens\u00f5es dessa realidade, as desigualdades que atravessam a vida das mulheres no campo e os impactos provocados pelo avan\u00e7o do capital energ\u00e9tico nos territ\u00f3rios, que tem gerado conflitos, desestrutura\u00e7\u00e3o e novas formas de viol\u00eancia. Al\u00e9m de reflex\u00f5es sobre a conjuntura internacional, destacando a resist\u00eancia das mulheres em pa\u00edses que enfrentam guerras, bloqueios econ\u00f4micos e interven\u00e7\u00f5es apoiadas pelos Estados Unidos, como em Palestina, Cuba, Venezuela, Ir\u00e3, S\u00edria. <\/p>\n<p>As participantes reafirmaram a solidariedade internacionalista entre as mulheres que lutam em defesa da vida, da soberania dos povos e da justi\u00e7a social. E participaram de programa\u00e7\u00e3o cultural, com apresenta\u00e7\u00e3o de capoeira.<\/p>\n<p><strong>Cear\u00e1<\/strong><\/p>\n<p>No domingo, 8 de mar\u00e7o, as mulheres Sem Terra do estado, estiveram nas ruas da capital Fortaleza, somando for\u00e7a ao ato unificado em defesa da vida, dos direitos e da dignidade das mulheres. <\/p>\n<p>Entre sexta-feira (13) e s\u00e1bado, 14 de mar\u00e7o, cerca de 200 mulheres do MST de assentamentos e acampamentos no Cear\u00e1 tamb\u00e9m participam do\u00a0Semin\u00e1rio Estadual das Mulheres Sem Terra, que acontece no\u00a0Centro Frei Humberto, em Fortaleza. No semin\u00e1rio, as camponesas debatem o enfrentamento \u00e0s viol\u00eancias, al\u00e9m de planejar a\u00e7\u00f5es para os pr\u00f3ximos per\u00edodos e fortalecer a organiza\u00e7\u00e3o das mulheres Sem Terra no estado. <\/p>\n<p>Entre as duas atividades e espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o em outras regi\u00f5es do estado, o MST no estado reuniu cerca de 1.600 camponesas. As atividades integram a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra de 2026, que neste ano tem como lema: \u201cReforma Agr\u00e1ria Popular: enfrentar as viol\u00eancias, ocupar e organizar\u201d\u00a0e teve in\u00edcio no \u00faltimo domingo, 8 de mar\u00e7o em todo pa\u00eds.<\/p>\n<p><strong>CENTRO-OESTE<\/strong><\/p>\n<p><strong>Goi\u00e1s, Mato Grosso e Distrito Federal e Entorno<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/usina-com-denuncias-de-trabalho-analogo-a-escravidao-e-ocupada-por-mulheres-do-mst-em-goias\/\">Cerca de 560 mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST) de Goi\u00e1s, Mato Grosso, e do Distrito Federal e Entorno ocuparam<\/a>, na madrugada desta segunda-feira (9), uma \u00e1rea falida de 8 mil hectares da Usina da Companhia Bioenerg\u00e9tica Brasileira (CBB), no munic\u00edpio de Vila Boa de Goi\u00e1s (GO). A a\u00e7\u00e3o integra a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra e denuncia crimes trabalhistas e ambientais da empresa, al\u00e9m de cobrar do governo federal a desapropria\u00e7\u00e3o da \u00e1rea para a Reforma Agr\u00e1ria.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0000-1024x576-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0000-1024x576-1.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0000-1024x576-1-300x169.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0000-1024x576-1-768x432.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Cerca de 500 mulheres do DF e Entorno ocuparam na madrugada de 9 de mar\u00e7o, \u00e1rea falida de 8 mil hectares, da CBB. Foto: Comunica\u00e7\u00e3o do MST<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>As mulheres do MST denunciam a demora do governo em desapropriar a usina que foi oferecida ao patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o para quitar as d\u00edvidas milion\u00e1rias, e assim ser incorporada ao Programa Nacional de Reforma Agr\u00e1ria, resolvendo o passivo de fam\u00edlias Sem Terra que vivem na regi\u00e3o.<\/p>\n<p><strong>Rond\u00f4nia <\/strong><\/p>\n<p>Nesta sexta-feira pela manh\u00e3 (13), cerca de 100 camponesas do MST no estado, participaram de uma caminhada e ato pol\u00edtico unit\u00e1rio, em conjunto com a Via Campesina, realizado em frente ao Centro Administrativo do governo estadual, em Porto Velho, como parte da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra. <\/p>\n<p>As mulheres da Via Campesina entregar n\u00e3o foram recebidas por representantes do governo, mas protocolaram uma pauta de reivindica\u00e7\u00f5es. E entre os dias 18 e 19 de mar\u00e7o, as camponesas do MST, juntamente com a Via Campesina devem retomar a mobiliza\u00e7\u00e3o no Centro Administrativo do estado para cobrar respostas sobre a pauta de reivindica\u00e7\u00f5es entregue no dia 13.<\/p>\n<p><strong>Mato Grosso do Sul<\/strong><\/p>\n<p>No estado, cerca de 600 mulheres do MST participaram de assembleias realizadas em acampamentos do MST no estado. As atividades, que integram as a\u00e7\u00f5es da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra, aconteceram no acampamento Terra Prometida, em Anast\u00e1cio; acampamento Sepete Tiaraju, em Corguinho; acampamento Jo\u00e3o Lu\u00eds ll, em Terenos; acampamento Eg\u00eddio Bruneto, em Campo Grande e acampamento Esperan\u00e7a, em Dourados.<\/p>\n<p><strong>Acre<\/strong><\/p>\n<p>No munic\u00edpio de Brasil\u00e9ia, no dia 8 de mar\u00e7o, cerca de 230 mulheres Sem Terra, participaram de atividade de forma\u00e7\u00e3o sobre a luta das mulheres, no acampamento Chico Mendes, como parte das atividades da Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra.<\/p>\n<p><strong>Bras\u00edlia<\/strong><\/p>\n<p>Na quinta-feira, 5 de mar\u00e7o, Uma comiss\u00e3o de mulheres do MST estiveram presentes na entrega de um documento com reivindica\u00e7\u00f5es do movimento feminista e o manifesto do 8 de Mar\u00e7o, assinado por mais de 300 organiza\u00e7\u00f5es, \u00e0 ministra das Mulheres, M\u00e1rcia Lopes, em Bras\u00edlia. O documento foi organizado pela Articula\u00e7\u00e3o Nacional do 8 de Mar\u00e7o de 2026, que re\u00fane 42 organiza\u00e7\u00f5es, Movimentos Populares e sindicatos, entre eles o MST. A iniciativa integrou as atividades da mobiliza\u00e7\u00e3o nacional rumo ao Dia Internacional de Luta das Mulheres, que neste ano teve como lema: \u201cPela Vida das Mulheres: Contra o Imperialismo, por Democracia, Soberania e pelo Fim da Escala 6\u00d71\u201d.<\/p>\n<p><strong>SUDESTE<\/strong><\/p>\n<p><strong>Minas Gerais<\/strong><\/p>\n<p>No estado mais de 1 mil pessoas, com o protagonismo das mulheres, realizaram o trancamento dos trilhos da Estrada de Ferro Vit\u00f3ria-Minas, no munic\u00edpio de Tumiritinga, desde a madrugada de segunda-feira (09). As a\u00e7\u00f5es integram a Jornada Nacional de Luta das Mulheres Sem Terra 2026 e denunciam que, ap\u00f3s dez anos do rompimento da barragem de Fund\u00e3o, em Mariana (MG), e o crime ambiental e contra a vida, na bacia do Rio Doce, ainda prevalece a impunidade e que milhares de fam\u00edlias seguem sem repara\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, o MST no estado reivindica o assentamento de 1.500 fam\u00edlias acampadas. <\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"578\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-10-at-163610-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-10-at-16.36.10-1024x578.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-10-at-16.36.10-300x169.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-10-at-16.36.10-768x434.jpeg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/WhatsApp-Image-2026-03-10-at-163610-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Matheus Teixeira<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>A partir da mobiliza\u00e7\u00e3o, as camponesas de MG realizaram um marco hist\u00f3rico, com a resist\u00eancia por 30 horas de paralisa\u00e7\u00e3o nos trilhos da Estrada de Ferro Vit\u00f3ria-Minas. Como resultado do trancamento da ferrovia e negocia\u00e7\u00e3o com a mineradora Samarco, <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/10\/apos-resistencia-das-camponesas-ocupacao-nos-trilhos-da-samarco-e-suspensa-com-avancos-na-pauta-ambiental\/\">as mulheres do MST suspenderam a a\u00e7\u00e3o diante do compromisso feito pela mineradora de que ir\u00e1 reflorestar 2 mil hectares <\/a>nos assentamentos da Bacia do Rio Doce. Tamb\u00e9m foi poss\u00edvel um avan\u00e7o na pauta das indeniza\u00e7\u00f5es individuais, com a inclus\u00e3o de cerca de 1.200 fam\u00edlias assentadas e afetadas pelos rejeitos, que ainda n\u00e3o haviam recebido a repara\u00e7\u00e3o pelo crime de Brumadinho. A mobiliza\u00e7\u00e3o por justi\u00e7a continua. <\/p>\n<p>As Sem Terra, explicam que a ferrovia \u00e9 a principal rota de min\u00e9rio no estado, e com a a\u00e7\u00e3o de trancamento deixaram de circular neste per\u00edodo, cerca de 400 mil toneladas equivalente a mais de R$ 200 milh\u00f5es apenas de min\u00e9rio de ferro, fora as demais cargas que passam pelo local.<\/p>\n<p><strong>Esp\u00edrito Santo e Rio de Janeiro<\/strong><\/p>\n<p>Na madrugada desta segunda-feira (09), no Esp\u00edrito Santo cerca de 450 fam\u00edlias do MST no estado e do Rio de Janeiro, com protagonismo das mulheres Sem Terra, amanheceram em luta ocupando uma \u00e1rea da Samarco no munic\u00edpio de Anchieta. As camponesas seguem na \u00e1rea, aguardando orienta\u00e7\u00f5es para as pr\u00f3ximas negocia\u00e7\u00f5es com a empresa.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ESimage-1773253526-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ESimage-1773253526-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ESimage-1773253526-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ESimage-1773253526-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-ESimage-1773253526-1.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra ocupam terras da Samarco, em Anchieta (ES). Foto: MST-ES<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><strong>S\u00e3o Paulo<\/strong><\/p>\n<p>Durante a madrugada desta segunda-feira (9),\u00a0<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/mulheres-sem-terra-ocupam-fazenda-santo-antonio-em-presidente-epitacio-sp\/\">cerca de 450 mulheres de v\u00e1rias regi\u00f5es do estado de S\u00e3o Paulo ocuparam a fazenda Santo Ant\u00f4nio<\/a>, localizada no munic\u00edpio de Presidente Epit\u00e1cio, regi\u00e3o do Pontal do Paranapanema, extremo Oeste do estado. A a\u00e7\u00e3o busca pressionar o governo do estado sobre a arrecada\u00e7\u00e3o de terras para a Reforma Agr\u00e1ria e resolver a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade social das fam\u00edlias Sem Terra que, em alguns casos, aguardam a mais de 20 anos acampadas. Em especial das mulheres, que sem perspectivas de melhoria da qualidade de vida nas cidades, por falta de pol\u00edticas p\u00fablicas voltadas para o desenvolvimento socioecon\u00f4mico, e somado aos \u00edndices de viol\u00eancia dom\u00e9stica, formam um dos grupos sociais de maior vulnerabilidade social. Encontrando, na Reforma Agr\u00e1ria Popular, uma possibilidade de melhorar a qualidade de vida.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/01-2-1.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/01-2-1024x683.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/01-2-300x200.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/01-2-768x512.jpeg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/01-2-1.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres mobilizadas em SP. Foto: MST<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>A fazenda Santo Ant\u00f4nio, sob posse de Maria Alexandrina Pereira e Maria de F\u00e1tima Oliveira Pereira das Neves, possui 1.675 hectares de terras devolutas, p\u00fablicas, mas que o Estado ainda n\u00e3o tomou a decis\u00e3o pol\u00edtica de arrecada\u00e7\u00e3o para fins de Reforma Agr\u00e1ria, conforme rege o Art. 184 da Constitui\u00e7\u00e3o Federal, continuando sob posse dos latifundi\u00e1rios para explora\u00e7\u00e3o de pecu\u00e1ria extensiva.<\/p>\n<p>Por\u00e9m, ainda na manh\u00e3 da segunda-feira (9), a Pol\u00edcia Militar de S\u00e3o Paulo foi ao acampamento na fazenda Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio (SP) e de\u00a0<strong>forma truculenta, com amea\u00e7as e o uso de bombas de efeito lacrimog\u00eaneo<\/strong>\u00a0<a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/policia-militar-de-tarcisio-realiza-despejo-truculento-contra-trabalhadoras-sem-terra\/\"><strong>realizou o despejo ilegal\u00a0<\/strong>das camponesas, mobilizadas no latif\u00fandio.<\/a><\/p>\n<p>No domingo, 8 de mar\u00e7o, cerca de 70 Mulheres Sem Terra tamb\u00e9m ocuparam a Avenida Paulista, na capital paulista, juntamente com as mulheres da cidade para denunciar todas as formas de viol\u00eancia contra as mulheres, reivindicando vida digna, liberdade e justi\u00e7a. Durante o ato tamb\u00e9m houve declara\u00e7\u00f5es de solidariedade internacionalista \u00e0s mulheres palestinas, que seguem enfrentando a viol\u00eancia do Estado sionista de Israel, e \u00e0s mulheres, meninas e crian\u00e7as do Ir\u00e3, v\u00edtimas da viol\u00eancia imperialista.<\/p>\n<p><strong>SUL<\/strong><\/p>\n<p><strong>Rio Grande do Sul<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/09\/mulheres-sem-terra-ocupam-area-da-fepagro-em-sao-gabriel-no-rio-grande-do-sul\/\">Cerca de 600 mulheres Sem Terra ocuparam, nesta segunda-feira (9), uma \u00e1rea de 400 hectares da Fepagro em S\u00e3o Gabriel (RS).<\/a>\u00a0A mobiliza\u00e7\u00e3o cobra a destina\u00e7\u00e3o da \u00e1rea para assentamentos de fam\u00edlias acampadas e o reassentamento de atingidos pelas enchentes de 2024 no estado. A \u00e1rea em S\u00e3o Gabriel \u00e9 simb\u00f3lica para o Movimento, al\u00e9m de ser a maior da Fepagro. O local ficou marcado pela marcha de 2003 e pelo assassinato de Elton Brum da Silva, membro do MST, que ocorreu em 21 de agosto de 2009, quando a Brigada Militar o executou com um tiro de calibre 12 pelas costas, em uma das mais violentas a\u00e7\u00f5es de reintegra\u00e7\u00e3o de posse de um latif\u00fandio improdutivo, a Fazenda Southall.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"721\" height=\"406\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-RSimage-1773254341-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-RSimage-1773254341-2.jpg 721w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_MST-RSimage-1773254341-2-300x169.jpg 300w\" sizes=\"(max-width: 721px) 100vw, 721px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra ocuparam \u00e1rea improdutiva da Fepagro, em S\u00e3o Gabriel (RS). Foto: MST-RS<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>O munic\u00edpio conta atualmente com dez assentamentos, reunindo mais de 740 fam\u00edlias assentadas. Cerca de 100 produtores fornecem alimentos para o Programa de Aquisi\u00e7\u00e3o de Alimentos (PAA). Outras 250 fam\u00edlias se dedicam \u00e0 produ\u00e7\u00e3o de leite, gr\u00e3os como feij\u00e3o, milho e arroz, tamb\u00e9m mel e carne. Al\u00e9m da produ\u00e7\u00e3o voltada \u00e0 comercializa\u00e7\u00e3o, todas as fam\u00edlias assentadas cultivam alimentos para a subsist\u00eancia em seus lotes. Os assentamentos tamb\u00e9m participam de diversas feiras na cidade, em sua maioria organizadas pelas mulheres, que tamb\u00e9m produzem uma diversidade de artesanatos.<\/p>\n<p>Com a ocupa\u00e7\u00e3o da \u00e1rea em S\u00e3o Gabriel, as camponesas lograram que uma comiss\u00e3o fosse recebida pelo secret\u00e1rio do Desenvolvimento Rural do estado, Gustavo Paim, com a participa\u00e7\u00e3o do superintendente do Incra no RS, Nelson Grasselli, e o deputado estadual Ad\u00e3o Pretto Filho, no final da tarde de quarta-feira (11). O governo do estado alegou que aguarda uma reuni\u00e3o com o presidente do Incra, C\u00e9sar Aldrighi, para avan\u00e7ar na defini\u00e7\u00e3o das \u00e1reas no estado. <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/13\/mst-rs-inicia-vigilia-no-incra-e-cobra-respostas-sobre-areas-para-a-reforma-agraria-no-estado\/\">O que levou o MST a iniciar uma vig\u00edlia no Incra em Porto Alegre, nesta sexta-feira (13), <\/a>para cobrar respostas concretas sobre \u00e1reas para a Reforma Agr\u00e1ria no estado.<\/p>\n<p><strong>Paran\u00e1<\/strong><\/p>\n<p><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/10\/em-rio-bonito-do-iguacu-pr-mulheres-do-mst-marcham-em-defesa-da-natureza-e-da-reforma-agraria\/\">Cerca de mil Mulheres Sem Terra marcharam pelas ruas de Rio Bonito do Igua\u00e7u (PR), na manh\u00e3 da segunda-feira (9)<\/a>. A marcha integrou a Jornada Nacional de Lutas do Dia Internacional das Mulheres e carrega solidariedade e den\u00fancia. Solidariedade a todas as fam\u00edlias e comunidades afetadas pela cat\u00e1strofe clim\u00e1tica e den\u00fancia \u00e0s viol\u00eancias de g\u00eanero, \u00e0 destrui\u00e7\u00e3o da natureza e \u00e0 crise ambiental.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Diangela-Menegazzi-MST-PRimage-1773252839-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Diangela-Menegazzi-MST-PRimage-1773252839-1-1024x576.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Diangela-Menegazzi-MST-PRimage-1773252839-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Diangela-Menegazzi-MST-PRimage-1773252839-1-768x432.jpg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/Foto_Diangela-Menegazzi-MST-PRimage-1773252839-1.jpg 1440w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/11\/mulheres-do-mst-plantam-10-mil-mudas-de-arvores-durante-jornada-de-lutas-no-parana\/\">Entre os dias 9 e 10 de mar\u00e7o, as mulheres Sem Terra no Paran\u00e1 tamb\u00e9m realizam o Encontro Estadual das Mulheres Sem Terra do MST<\/a>, com a marca de 10 mil mudas distribu\u00eddas e plantadas em territ\u00f3rios dos Reforma Agr\u00e1ria. Os plantios massivos de \u00e1rvores ocorreram em Rio Bonito do Igua\u00e7u e Guarapuava, os dois munic\u00edpios mais atingidos pelos tornados que deixaram um rastro de destrui\u00e7\u00e3o em 11 munic\u00edpios da regi\u00e3o centro-sul do Paran\u00e1, em novembro de 2025.\u00a0<\/p>\n<p>As a\u00e7\u00f5es fizeram refer\u00eancia ao Dia Internacional das Mulheres e integraram a Jornada Nacional de Lutas das Mulheres Sem Terra. O lema deste ano \u00e9 \u201cReforma Agr\u00e1ria Popular: enfrentar as viol\u00eancias, ocupar e organizar!\u201d. <\/p>\n<p><strong>Santa Catarina<\/strong><\/p>\n<p>No estado, <a href=\"https:\/\/www.instagram.com\/p\/DVi4WOhEboi\/\">cerca de 1.200 mulheres do MST, participou do semin\u00e1rio \u201cVivas e\u00a0decididas contra o\u00a0feminic\u00eddio\u201d<\/a>, de enfrentamento ao feminic\u00eddio e viol\u00eancias contra a vida das mulheres, realizado na manh\u00e3 de quinta-feira (5\/3)\u00a0na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (ALESC), em Florian\u00f3polis.\u00a0<\/p>\n<p><em>Confirma outras imagens sobre as a\u00e7\u00f5es da Jornada Nacional das Mulheres Sem Terra de 2026<\/em>:<\/p>\n<div data-foogallery='{\"item\":{\"showCaptionTitle\":false,\"showCaptionDescription\":true},\"lazy\":true,\"template\":{\"rowHeight\":200,\"maxRowHeight\":250,\"margins\":2,\"align\":\"center\",\"lastRow\":\"smart\"}}'>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam a mineradora no Agreste Alagoano, Foto: MST-AL<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizam caminhada em Salvador. Foto: MST-BA<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da regi\u00e3o Centro-Oeste, em luta na Usina CBB, Foto: MST-DF<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam terras da Samarco, em Anchieta (ES). Foto: MST-ES<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam terras da Samarco, em Anchieta (ES). Foto: MST-ES<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam fazenda com hist\u00f3rico de trabalho escravo no Tocantins, Foto: MST-TO<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam fazenda com hist\u00f3rico de trabalho escravo no Tocantins, Foto: MST-TO<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam trilhos da Samarco em Minas Gerais. Foto: Matheus Teixeira<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam trilhos da Samarco em Minas Gerais. Foto: Matheus Teixeira<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam trilhos da Samarco em Minas Gerais. Foto: Matheus Teixeira<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam trilhos da Samarco em Minas Gerais. Foto: Matheus Teixeira<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra organizaram debate sobre viol\u00eancias, em Jo\u00e3o Pessoa (PB), Foto: Carla Batista \/ MST-PB<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam \u00e1rea abandonada h\u00e1 10 anos, no Piau\u00ed. Foto: MST-PI<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam \u00e1rea abandonada h\u00e1 10 anos, no Piau\u00ed. Foto: MST-PI<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocupam \u00e1rea abandonada h\u00e1 10 anos, no Piau\u00ed. Foto: MST-PI<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra realizaram plantio em Guarapuava, durante Jornada Sem Terra. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas. Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: Diangela Menegaz MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas.Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra da Comunidade Herdeiros da Terra de 1 de maio, Rio Bonito do Igua\u00e7u, realizaram plantio de mudas, Foto: MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra em Rio Bonito do Igua\u00e7u, no centro do estado. Foto:MST-PR<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocuparam \u00e1rea improdutiva da Fepagro, em S\u00e3o Gabriel (RS). Foto: MST-RS<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocuparam \u00e1rea improdutiva da Fepagro, em S\u00e3o Gabriel (RS). Foto: MST-RS<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocuparam \u00e1rea improdutiva da Fepagro, em S\u00e3o Gabriel (RS). Foto: MST-RS<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra  saem em Marcha pelas ruas de Aracaju, Foto: MST-SE<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra  saem em Marcha pelas ruas de Aracaju, Foto: MST-SE<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra  saem em Marcha pelas ruas de Aracaju, Foto: MST-SE<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra  saem em Marcha pelas ruas de Aracaju, Foto: MST-SE<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra. ocupam Fazenda Santo Ant\u00f4nio, em Presidente Epit\u00e1cio. Foto: MST-SP<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocuparam Usina CBB, em Goi\u00e1s, Foto: MST-GO<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<figure><figcaption>\n<div>\n<div>Mulheres Sem Terra ocuparam Usina CBB, em Goi\u00e1s, Foto: MST-GO<\/div>\n<\/div>\n<\/figcaption><\/figure>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><em>*Editado por Lays Furtado<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/03\/14\/jornada-das-mulheres-sem-terra-inicia-ano-de-lutas-no-enfrentamento-ao-latifundio-e-as-violencias\/\">Jornada das Mulheres Sem Terra inicia ano de lutas no enfrentamento ao latif\u00fandio e \u00e0s viol\u00eancias<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/cuba-classifica-como-canalha-a-acusacao-dos-eua-contra-o-lider-raul-castro\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Foto: MST-AL Por Solange EngelmannDa P\u00e1gina do MST Nesta quinta-feira (12), chegou ao fim uma das principais Jornadas Nacionais de Lutas do MST. Impulsionada pela for\u00e7a e resist\u00eancia feminina, repleta de enfeites com len\u00e7os de chitas, a bandeira vermelha em punho, e os aromas de mar\u00e7o, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":78274,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[4025,2885,38147,445,191],"tags":[],"class_list":["post-78273","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-8-de-marco","category-balanco","category-jornada-das-mulheres-2026","category-mulheres-sem-terra","category-noticias"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78273","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=78273"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/78273\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/78274"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=78273"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=78273"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=78273"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}