{"id":80123,"date":"2026-03-27T07:30:00","date_gmt":"2026-03-27T10:30:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/minerais-criticos-avancam-sobre-area-quilombola-na-amazonia-maior-que-o-df\/"},"modified":"2026-03-27T07:30:00","modified_gmt":"2026-03-27T10:30:00","slug":"minerais-criticos-avancam-sobre-area-quilombola-na-amazonia-maior-que-o-df","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/minerais-criticos-avancam-sobre-area-quilombola-na-amazonia-maior-que-o-df\/","title":{"rendered":"Minerais cr\u00edticos avan\u00e7am sobre \u00e1rea quilombola na Amaz\u00f4nia maior que o DF"},"content":{"rendered":"<p><strong>AO MENOS 31 TERRIT\u00d3RIOS QUILOMBOLAS<\/strong> na Amaz\u00f4nia Legal est\u00e3o na rota da explora\u00e7\u00e3o dos chamados minerais cr\u00edticos \u2014 essenciais para tecnologias avan\u00e7adas, energia renov\u00e1vel e ind\u00fastria b\u00e9lica. Essas terras somam 653 mil hectares, \u00e1rea superior \u00e0 do Distrito Federal e equivalente a 24% da \u00e1rea quilombola na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Os achados integram o <strong>Observat\u00f3rio da Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica<\/strong>, projeto de jornalismo de dados da <strong>Rep\u00f3rter Brasil<\/strong>, em parceria com o Inesc (Instituto de Estudos Socioecon\u00f4micos) e o PoEMAS (Grupo de Pesquisa e Extens\u00e3o Pol\u00edtica, Economia, Minera\u00e7\u00e3o, Ambiente e Sociedade, de diferentes universidades), lan\u00e7ado nesta quinta-feira (26). A iniciativa tem a colabora\u00e7\u00e3o da Rainforest Investigations Network (Pulitzer Center) e apoio da Funda\u00e7\u00e3o Ford.<\/p>\n<p>A plataforma monitora empreendimentos ligados \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica no Brasil \u2014 como usinas e\u00f3licas, usinas solares, linhas de transmiss\u00e3o de alta tens\u00e3o e \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o de minerais usados na eletrifica\u00e7\u00e3o, tamb\u00e9m chamados de minerais cr\u00edticos \u2014 e mostra seus impactos sobre unidades de conserva\u00e7\u00e3o, terras ind\u00edgenas, territ\u00f3rios quilombolas e assentamentos de reforma agr\u00e1ria.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia Legal, a plataforma identificou 7.233 requerimentos de minerais cr\u00edticos \u2014 como l\u00edtio, cobre, n\u00edquel, estanho, mangan\u00eas e terras raras \u2014 registrados na base da ANM (Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o) desde 1953. A maior parte deles (2.563, ou 35%) foi protocolada nos \u00faltimos cinco anos (2021\u20132025), um sinal do crescente interesse em torno desses recursos. O Observat\u00f3rio monitora 27 elementos ao todo (veja a lista completa).\u00a0<\/p>\n<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"651\" height=\"1024\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-115x.png\" alt=\"Minerais cr\u00edticos na Amaz\u00f4nia\" srcset=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-1@1.5x-651x1024.png 651w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-1@1.5x-191x300.png 191w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-1@1.5x-768x1209.png 768w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-1@1.5x-976x1536.png 976w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-1@1.5x-1301x2048.png 1301w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/INFOGRAFIA-minerais-criticos-na-AmazoniaPrancheta-115x.png 1620w\" sizes=\"(max-width: 651px) 100vw, 651px\"><figcaption>Dados de 2025 s\u00e3o parciais e consideram o per\u00edodo de janeiro a setembro (Gr\u00e1ficos: Rodrigo Bento\/Rep\u00f3rter Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Essenciais para baterias, turbinas e\u00f3licas, pain\u00e9is solares, ligas met\u00e1licas e carros el\u00e9tricos, esses minerais v\u00eam sendo impulsionados por pol\u00edticas associadas \u00e0 transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica, para reduzir a depend\u00eancia de combust\u00edveis f\u00f3sseis. O consumo dessas mat\u00e9rias-primas cresce tamb\u00e9m com a ind\u00fastria b\u00e9lica, j\u00e1 que s\u00e3o fundamentais para equipamentos militares, em meio a gastos globais recordes com defesa.<\/p>\n<p>Contudo, a explora\u00e7\u00e3o de minerais cr\u00edticos tamb\u00e9m afeta \u00e1reas protegidas e comunidades tradicionais. Segundo o <strong>Observat\u00f3rio<\/strong>, ao menos 128 requerimentos na Amaz\u00f4nia Legal se sobrep\u00f5em ou est\u00e3o em um raio de 10 km de 31 territ\u00f3rios quilombolas, nos estados do Amap\u00e1, Par\u00e1, Rond\u00f4nia, Tocantins e Maranh\u00e3o. A plataforma cruza a localiza\u00e7\u00e3o dos processos miner\u00e1rios com os mapas das \u00e1reas quilombolas fornecidos pelo Incra (Instituto Nacional de Coloniza\u00e7\u00e3o e Reforma Agr\u00e1ria).\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEssa transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica \u00e9 para quem? Ser\u00e1 que os povos e comunidades tradicionais est\u00e3o sendo consultados?\u201d, questiona Hil\u00e1rio de Moraes, coordenador da Conaq (Coordena\u00e7\u00e3o Nacional de Articula\u00e7\u00e3o das Comunidades Negras Rurais Quilombolas) no Par\u00e1 e coordenador executivo da Malungu, a associa\u00e7\u00e3o quilombola no estado.<\/p>\n<div data-elementor-type=\"section\" data-elementor-id=\"77670\" data-elementor-post-type=\"elementor_library\">\n<div data-id=\"17a659f\" data-element_type=\"container\" data-settings='{\"background_background\":\"classic\"}'>\n<div>\n<div data-id=\"386385d\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"heading.default\">\n<div>\n<h2>ASSINE NOSSA NEWSLETTER<\/h2>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"6546917\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"html.default\">\n<div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"8c2e333\" data-element_type=\"widget\" data-settings='{\"button_width\":\"20\",\"step_next_label\":\"Next\",\"step_previous_label\":\"Previous\",\"button_width_mobile\":\"20\",\"step_type\":\"number_text\",\"step_icon_shape\":\"circle\"}' data-widget_type=\"form.default\">\n<div>\n<div>\n<div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<label for=\"form-field-email\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\tEmail\t\t\t\t\t\t\t<\/label><\/p><\/div>\n<div>\n\t\t\t\t\t<button type=\"submit\"><br \/>\n\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t<i aria-hidden=\"true\"><\/i>\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<span>Submit<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<\/span><br \/>\n\t\t\t\t\t<\/button>\n\t\t\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>Dos 128 processos miner\u00e1rios, 45 est\u00e3o em opera\u00e7\u00e3o \u2014 as pesquisas j\u00e1 foram finalizadas e as lavras foram concedidas pela ANM ou requeridas pelas mineradoras \u2014, impactando tr\u00eas territ\u00f3rios quilombolas. Os demais processos (83) est\u00e3o na etapa de planejamento, o que indica uma expans\u00e3o das atividades nos pr\u00f3ximos anos. Se todos sa\u00edrem do papel, pelo menos 31 terras quilombolas ser\u00e3o afetadas.<\/p>\n<p>A press\u00e3o \u00e9 maior em Oriximin\u00e1, munic\u00edpio no oeste do Par\u00e1 cuja \u00e1rea \u00e9 maior que a do estado de Pernambuco e a de pa\u00edses como Portugal e Coreia do Sul.\u00a0<\/p>\n<p>A regi\u00e3o abriga diversas comunidades e territ\u00f3rios quilombolas ao longo dos rios Trombetas, Erepecuru e afluentes. O Territ\u00f3rio Quilombola Alto Trombetas II \u00e9 o mais afetado, com 58 processos dentro de suas terras ou a 10 km de dist\u00e2ncia. Na sequ\u00eancia est\u00e1 o vizinho Alto Trombetas I, com 14 registros.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"475\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia.jpg\" alt=\"Observat\u00f3rio mostra terras quilombolas na Amaz\u00f4nia (em azul) e \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o dos minerais cr\u00edticos (em vermelho) (Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Observat\u00f3rio da Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica)\" srcset=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia-1024x475.jpg 1024w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia-300x139.jpg 300w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia-768x356.jpg 768w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia-1536x712.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/print-observatorio-quilombos-amazonia.jpg 1890w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Observat\u00f3rio da Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica mostra as terras quilombolas, em azul, e as \u00e1reas de explora\u00e7\u00e3o dos minerais cr\u00edticos, em vermelho (Cr\u00e9dito: Reprodu\u00e7\u00e3o\/Observat\u00f3rio da Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Embora a legisla\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o pro\u00edba atividades miner\u00e1rias a menos de 10 km de \u00e1reas protegidas, especialistas alertam que empreendimentos a essa dist\u00e2ncia podem provocar impactos diretos nos territ\u00f3rios. Al\u00e9m disso, uma portaria federal de 2015 prev\u00ea, para esses casos na Amaz\u00f4nia, a realiza\u00e7\u00e3o de estudos de impacto, a ado\u00e7\u00e3o de medidas de mitiga\u00e7\u00e3o e a consulta pr\u00e9via \u00e0s comunidades afetadas.<\/p>\n<p>Os 653 mil hectares afetados mostram apenas parte dos impactos dos minerais cr\u00edticos sobre as comunidades quilombolas. Isso ocorre porque a base cartogr\u00e1fica do Incra n\u00e3o inclui todos os territ\u00f3rios existentes. Al\u00e9m disso, muitas \u00e1reas ainda em processo de regulariza\u00e7\u00e3o sequer tiveram seus limites oficialmente identificados.<\/p>\n<p>Dos quase 2 mil processos de regulariza\u00e7\u00e3o em andamento no Incra, \u201capenas 10% ou 20% conclu\u00edram o RTID\u201d, o relat\u00f3rio que identifica e delimita os territ\u00f3rios quilombolas, critica Moraes, da Conaq. \u201cO Incra tem o dever de regularizar os territ\u00f3rios, junto com os institutos de terra estaduais\u201d, cobra.<\/p>\n<p>\u201cNesse cen\u00e1rio, as comunidades e seus territ\u00f3rios ficam ainda mais vulner\u00e1veis\u201d, afirma L\u00facia Andrade, coordenadora executiva da Comiss\u00e3o Pr\u00f3-\u00cdndio de S\u00e3o Paulo, organiza\u00e7\u00e3o que atua com comunidades tradicionais na Amaz\u00f4nia desde a d\u00e9cada de 1970.<\/p>\n<figure><figcaption>(Infografia: Rodrigo Bento\/Rep\u00f3rter Brasil)<\/figcaption><\/figure>\n<p>Levantamento do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estat\u00edstica) de 2025 identificou 245 territ\u00f3rios quilombolas oficialmente delimitados na Amaz\u00f4nia Legal, com \u00e1rea de 2,7 milh\u00f5es de hectares. Isso significa que os 653 mil hectares afetados pelos projetos de minerais de eletrifica\u00e7\u00e3o representam 24% da \u00e1rea quilombola na Amaz\u00f4nia Legal.\u00a0<\/p>\n<p>Questionado pela <strong>Rep\u00f3rter Brasil<\/strong>, o Incra disse que os territ\u00f3rios quilombolas integram a base p\u00fablica somente a partir da publica\u00e7\u00e3o do RTID.<\/p>\n<p>A pesquisadora Cristina Amorim, coordenadora da iniciativa Nordeste Pot\u00eancia, do Observat\u00f3rio do Clima, critica a instala\u00e7\u00e3o de empreendimentos desse tipo sem que a presen\u00e7a das comunidades seja devidamente considerada.<\/p>\n<p>\u201cH\u00e1 um v\u00edcio muito forte no Brasil: o mito do vazio demogr\u00e1fico. O planejamento energ\u00e9tico, assim como outros ordenamentos territoriais, \u00e9 feito sobre mapas como se n\u00e3o houvesse ningu\u00e9m vivendo ali. Ent\u00e3o, se as terras ind\u00edgenas e quilombolas n\u00e3o aparecem delimitadas, \u00e9 como se n\u00e3o existisse ningu\u00e9m. \u00c9 uma miopia deliberada\u201d, afirma.<\/p>\n<p>\u201cEstamos no s\u00e9culo 21, buscando investimentos baseados em um desenvolvimento de baixo carbono. Temos tecnologia e conhecimento mais do que suficientes para fazer direito\u201d, finaliza.<\/p>\n<p><em>Esta reportagem foi produzida no \u00e2mbito do projeto \u201cJusti\u00e7a na Transi\u00e7\u00e3o Energ\u00e9tica\u201d, uma iniciativa do Inesc (Instituto de Estudos Socioecon\u00f4micos), em parceria com o PoEMAS (Grupo Pol\u00edtica, Economia, Minera\u00e7\u00e3o, Ambiente e Sociedade). Teve apoio tamb\u00e9m da Rainforest Investigations Network, do Pulitzer Center.<\/em><\/p>\n<div>\n<div>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"300\" height=\"243\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/inesc-site-1.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/inesc-site-300x243.png 300w, https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/inesc-site-768x623.png 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/inesc-site-1.png 834w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\"><\/figure>\n<\/div>\n<div>\n<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"267\" height=\"300\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0d42c3ee-b866-4b62-b576-3262521ef3ed.png\" alt=\"Apoio Pulitzer Center\" srcset=\"https:\/\/reporterbrasil.org.br\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/0d42c3ee-b866-4b62-b576-3262521ef3ed-267x300.png 267w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/03\/0d42c3ee-b866-4b62-b576-3262521ef3ed.png 284w\" sizes=\"auto, (max-width: 267px) 100vw, 267px\"><\/figure>\n<\/div>\n<\/div>\n<div data-elementor-type=\"container\" data-elementor-id=\"75228\" data-elementor-post-type=\"elementor_library\">\n<div data-id=\"5e8db1e6\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"36eb6c91\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"6f52f515\" data-element_type=\"container\">\n<div data-id=\"65d9f401\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"divider.default\">\n<div>\n<div>\n\t\t\t<span><br \/>\n\t\t\t\t\t\t<\/span>\n\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"134a1245\" data-element_type=\"container\">\n<div>\n<div data-id=\"10fe55fe\" data-element_type=\"widget\" data-widget_type=\"text-editor.default\">\n<div>\n<p>Leia tamb\u00e9m<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div data-id=\"3c9495ae\" data-element_type=\"widget\" data-settings='{\"template_id\":\"75221\",\"columns\":1,\"row_gap\":{\"unit\":\"px\",\"size\":10,\"sizes\":[]},\"_skin\":\"post\",\"columns_tablet\":\"2\",\"columns_mobile\":\"1\",\"edit_handle_selector\":\"[data-elementor-type=\"loop-item\"]\",\"row_gap_tablet\":{\"unit\":\"px\",\"size\":\"\",\"sizes\":[]},\"row_gap_mobile\":{\"unit\":\"px\",\"size\":\"\",\"sizes\":[]}}' data-widget_type=\"loop-grid.post\">\n<div>\n<div>\n\t\t<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p>\n<p>The post Minerais cr\u00edticos avan\u00e7am sobre \u00e1rea quilombola na Amaz\u00f4nia maior que o DF appeared first on Rep\u00f3rter Brasil.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/noticias-do-dia-com-o-jornal-tvt-news-segunda-edicao-16-01-2025\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/jornal_tvt_news-18-150x150.jpeg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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