{"id":81234,"date":"2026-04-02T18:00:00","date_gmt":"2026-04-02T21:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/midia-na-guerra-a-verdade-como-primeira-vitima-analisa-laurindo-leal-filho\/"},"modified":"2026-04-02T18:00:00","modified_gmt":"2026-04-02T21:00:00","slug":"midia-na-guerra-a-verdade-como-primeira-vitima-analisa-laurindo-leal-filho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/midia-na-guerra-a-verdade-como-primeira-vitima-analisa-laurindo-leal-filho\/","title":{"rendered":"M\u00eddia na guerra: a verdade como primeira v\u00edtima, analisa Laurindo Leal Filho"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"666\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-162238-2048x1332-1.png\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-16.22.38-1024x666.png 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-16.22.38-300x195.png 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-16.22.38-768x499.png 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-16.22.38-1536x999.png 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Captura-de-Tela-2026-04-02-as-162238-2048x1332-1.png 2048w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>A nova edi\u00e7\u00e3o do programa <em>Entrelinhas Vermelhas<\/em>, veiculada nesta quinta-feira (2), traz uma reflex\u00e3o urgente e necess\u00e1ria sobre um tema que atravessa todas as esferas da vida contempor\u00e2nea: o papel da m\u00eddia nas guerras do s\u00e9culo XXI. Com a participa\u00e7\u00e3o do professor Laurindo Leal Filho (Lalo), jornalista, soci\u00f3logo e diretor do Centro de Estudos da M\u00eddia Alternativa Bar\u00e3o de Itarar\u00e9, o debate desmonta a ilus\u00e3o de neutralidade informativa e exp\u00f5e como os grandes ve\u00edculos atuam como correias de transmiss\u00e3o de narrativas oficiais que justificam interven\u00e7\u00f5es militares e minimizam trag\u00e9dias humanit\u00e1rias.<\/p>\n<p>Assista a \u00edntegra da entrevista:<\/p>\n<\/p>\n<p><strong>\u201cNa guerra, a primeira derrotada \u00e9 a verdade\u201d<\/strong><\/p>\n<p>A frase, atribu\u00edda a diversos pensadores ao longo da hist\u00f3ria, serve como fio condutor da an\u00e1lise de Lalo. Segundo ele, em situa\u00e7\u00f5es de conflito como os atuais ataques dos EUA e Israel ao Ir\u00e3, o poder de conten\u00e7\u00e3o da verdade \u2014 ou, mais precisamente, de imposi\u00e7\u00e3o da meia-verdade \u2014 alcan\u00e7a n\u00edveis exponenciais. \u201cN\u00e3o se conta o todo, se conta apenas uma parte\u201d, explica. O resultado \u00e9 uma censura rigorosa, n\u00e3o por decreto, mas por sele\u00e7\u00e3o editorial: o que n\u00e3o interessa ao poder dominante simplesmente n\u00e3o aparece.<\/p>\n<p>O exemplo \u00e9 contundente: enquanto a m\u00eddia ocidental destaca supostos avan\u00e7os militares, silencia sobre fatos como a destrui\u00e7\u00e3o de uma esta\u00e7\u00e3o central de trem em Tel Aviv por ataques iranianos. \u201cIsso n\u00e3o aparece na m\u00eddia brasileira\u201d, observa Lalo. A omiss\u00e3o n\u00e3o \u00e9 acidental: \u00e9 estrat\u00e9gica.<\/p>\n<p><strong>A linguagem como arma de guerra<\/strong><\/p>\n<p>Um dos pontos mais instigantes da entrevista \u00e9 a an\u00e1lise do poder da linguagem na constru\u00e7\u00e3o do imagin\u00e1rio b\u00e9lico. Lalo retoma express\u00f5es como \u201cataques cir\u00fargicos\u201d, cunhadas durante a invas\u00e3o do Iraque, para demonstrar como termos aparentemente t\u00e9cnicos servem para suavizar a viol\u00eancia e criar uma falsa sensa\u00e7\u00e3o de precis\u00e3o e controle.<\/p>\n<p>A escolha vocabular revela alinhamento pol\u00edtico: governos advers\u00e1rios s\u00e3o \u201cregimes\u201d; seus l\u00edderes, \u201cditadores\u201d ou \u201cteocratas\u201d. J\u00e1 aliados s\u00e3o \u201cgovernos democr\u00e1ticos\u201d, mesmo quando controlados por monarquias absolutistas. \u201cAs palavras t\u00eam um sentido que vai muito al\u00e9m do simples olhar inicial\u201d, alerta. Todas s\u00e3o carregadas de conte\u00fado pol\u00edtico \u2014 e, na guerra, essa carga \u00e9 multiplicada.<\/p>\n<p><strong>Do s\u00e9culo XIX ao algoritmo: uma estrutura que persiste<\/strong><\/p>\n<p>Lalo oferece uma aula de hist\u00f3ria da comunica\u00e7\u00e3o para contextualizar o presente. As tr\u00eas grandes ag\u00eancias telegr\u00e1ficas do s\u00e9culo XIX \u2014 Reuters (Reino Unido), Havas (Fran\u00e7a) e uma alem\u00e3, a Wolff \u2014 dividiram o mundo em esferas de influ\u00eancia, como um \u201cTratado de Tordesilhas\u201d informativo. No s\u00e9culo XX, ag\u00eancias estadunidenses romperam esse monop\u00f3lio, impondo os interesses de Washington como universais.<\/p>\n<p>A tentativa de resposta do Sul Global, nos anos 1960, com a proposta de uma Nova Ordem Mundial da Informa\u00e7\u00e3o e da Comunica\u00e7\u00e3o via Unesco, foi sufocada quando EUA e Reino Unido se retiraram da organiza\u00e7\u00e3o. \u201cA informa\u00e7\u00e3o tinha um peso quase semelhante \u00e0 presen\u00e7a da Palestina na ONU\u201d, ironiza. Hoje, apesar das redes sociais, a estrutura b\u00e1sica permanece: os interesses dos pa\u00edses dominantes continuam sendo veiculados como not\u00edcia global.<\/p>\n<p><strong>Concentra\u00e7\u00e3o midi\u00e1tica e interesses econ\u00f4micos<\/strong><\/p>\n<p>No Brasil, a an\u00e1lise ganha contornos ainda mais graves. Lalo aponta que o pa\u00eds possui uma das maiores concentra\u00e7\u00f5es de meios de comunica\u00e7\u00e3o do mundo democr\u00e1tico. E essa concentra\u00e7\u00e3o n\u00e3o \u00e9 acidental: reflete a penetra\u00e7\u00e3o de outros setores econ\u00f4micos \u2014 imobili\u00e1rio, agroneg\u00f3cio, mercado financeiro \u2014 no controle editorial.<\/p>\n<p>\u201cA <em>Folha de S.Paulo<\/em> \u00e9 um jornal para o mercado financeiro, do mercado e para o mercado financeiro\u201d, exemplifica. O controle n\u00e3o se d\u00e1 mais apenas pela press\u00e3o publicit\u00e1ria, mas pela propriedade direta: quem \u00e9 dono do ve\u00edculo define a linha. O resultado \u00e9 um jornalismo que abandona a fun\u00e7\u00e3o social para se tornar instrumento de disputa pol\u00edtica.<\/p>\n<p><strong>Jornalismo de guerra: uma arma eleitoral<\/strong><\/p>\n<p>O conceito de \u201cjornalismo de guerra\u201d, cunhado por um jornalista argentino durante o confronto entre a imprensa e o governo Kirchner na Argentina, \u00e9 aplicado por Lalo ao cen\u00e1rio brasileiro. Aqui, a guerra \u00e9 eleitoral, mas n\u00e3o menos violenta. \u201cOs jornais t\u00eam um partido\u201d, afirma. Sem capacidade de construir uma candidatura de centro, a m\u00eddia hegem\u00f4nica lan\u00e7a-se nos bra\u00e7os da extrema direita.<\/p>\n<p>As armas s\u00e3o conhecidas: sele\u00e7\u00e3o de pautas, uso de slogans de f\u00e1cil introje\u00e7\u00e3o (\u201cmensal\u00e3o\u201d, \u201cpetrol\u00e3o\u201d, \u201crachadinha\u201d) e a falsa t\u00e9cnica de \u201couvir os dois lados\u201d \u2014 que, na pr\u00e1tica, serve para dar apar\u00eancia de equil\u00edbrio a narrativas previamente constru\u00eddas. \u201c\u00c9 uma lavagem cerebral propiciada atrav\u00e9s das m\u00eddias\u201d, conclui.<\/p>\n<p><strong>Alternativas e resist\u00eancia<\/strong><\/p>\n<p>Diante desse quadro, qual o papel da m\u00eddia alternativa, popular ou anti-hegem\u00f4nica? Para Lalo, a resposta passa por reconhecer que o problema \u00e9 estrutural: faz parte da l\u00f3gica do capitalismo global e, no Brasil, de um capitalismo com fortes tra\u00e7os monopolistas. \u201cN\u00e3o h\u00e1 uma conten\u00e7\u00e3o a essa forma\u00e7\u00e3o de monop\u00f3lios\u201d, lamenta.<\/p>\n<p>A sa\u00edda, portanto, n\u00e3o \u00e9 apenas denunciar, mas lutar por pol\u00edticas p\u00fablicas que ofere\u00e7am alternativas reais \u00e0 concentra\u00e7\u00e3o. \u201cA democracia brasileira n\u00e3o ser\u00e1 autossustent\u00e1vel e ampla se continuarmos tendo essa concentra\u00e7\u00e3o de meios\u201d, sentencia. Enquanto isso, a m\u00eddia de combate cumpre seu papel: furar o cerco, contextualizar a informa\u00e7\u00e3o e devolver ao cidad\u00e3o a capacidade de pensar por si mesmo.<\/p>\n<p><strong>Por que assistir esta edi\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/p>\n<p>O <em>Entrelinhas Vermelhas<\/em> desta semana \u00e9 essencial para quem busca compreender como a informa\u00e7\u00e3o \u00e9 instrumentalizada em tempos de conflito e polariza\u00e7\u00e3o. Com clareza did\u00e1tica e densidade anal\u00edtica, Lalo conecta hist\u00f3ria, economia e pol\u00edtica para mostrar que a disputa pela narrativa \u00e9 parte insepar\u00e1vel da disputa pelo poder.<\/p>\n<p>Em um momento em que guerras reais e guerras de informa\u00e7\u00e3o se confundem, a edi\u00e7\u00e3o reafirma uma convic\u00e7\u00e3o fundamental: sem diversidade de vozes e sem compromisso com a verdade contextualizada, n\u00e3o h\u00e1 democracia poss\u00edvel. Como resume o pr\u00f3prio entrevistado: \u201c\u00c9 uma coisa estrutural, que n\u00e3o se rompe apenas lutando dentro, mas tamb\u00e9m lutando fora, na formula\u00e7\u00e3o de novas pol\u00edticas\u201d.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/04\/02\/midia-na-guerra-a-verdade-como-primeira-vitima-analisa-laurindo-leal-filho\/\">M\u00eddia na guerra: a verdade como primeira v\u00edtima, analisa Laurindo Leal Filho<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/bc-libera-resgate-automatico-de-valores-a-receber-a-partir-desta-terca\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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