{"id":84695,"date":"2026-04-24T17:39:22","date_gmt":"2026-04-24T20:39:22","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/terras-raras-o-brasil-e-a-vocacao-colonial\/"},"modified":"2026-04-24T17:39:22","modified_gmt":"2026-04-24T20:39:22","slug":"terras-raras-o-brasil-e-a-vocacao-colonial","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/terras-raras-o-brasil-e-a-vocacao-colonial\/","title":{"rendered":"Terras Raras: o Brasil e a voca\u00e7\u00e3o colonial"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"888\" height=\"500\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/photo_5143664172863261723_y-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/photo_5143664172863261723_y-1.jpg 888w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/04\/24174130\/photo_5143664172863261723_y-1-300x169.jpg 300w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2026\/04\/24174130\/photo_5143664172863261723_y-1-768x432.jpg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 888px) 100vw, 888px\"><figcaption>Foto: Getty Images<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p>T\u00edtulo original<br \/><strong>Serra Verde e a estrat\u00e9gia estatal dos EUA na disputa por minerais cr\u00edticos \u2013 A soberania mineral que o Brasil se recusa a discutir<\/strong><\/p>\n<p>A recusa \u00e0 proposta de cria\u00e7\u00e3o de uma empresa estatal para terras raras, a Terrabras, e a compra da Serra Verde, em Goi\u00e1s, pela USA Rare Earth, com financiamento do governo dos Estados Unidos, exp\u00f5em uma contradi\u00e7\u00e3o pouco discutida no debate brasileiro sobre minerais cr\u00edticos. Enquanto propostas de coordena\u00e7\u00e3o p\u00fablica sobre recursos estrat\u00e9gicos foram rapidamente descartadas como anacr\u00f4nicas ou incompat\u00edveis com a l\u00f3gica do setor, a entrada de capital articulado a uma estrat\u00e9gia estatal estrangeira em um ativo estrat\u00e9gico nacional foi tratada quase como opera\u00e7\u00e3o ordin\u00e1ria de mercado. Essa dissocia\u00e7\u00e3o obscurece justamente o problema mais relevante: o que est\u00e1 em jogo n\u00e3o \u00e9 apenas um investimento em minera\u00e7\u00e3o, mas a forma como o Brasil est\u00e1 sendo inserido na reorganiza\u00e7\u00e3o internacional das cadeias minerais em curso.<\/p>\n<p>A aquisi\u00e7\u00e3o da Serra Verde n\u00e3o \u00e9 apenas como transa\u00e7\u00e3o empresarial. Ela se insere em uma estrat\u00e9gia mais ampla dos Estados Unidos para reduzir depend\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China e reorganizar cadeias de suprimento de minerais cr\u00edticos consideradas essenciais para seguran\u00e7a nacional, defesa e transi\u00e7\u00e3o energ\u00e9tica. O apoio do U.S. International Development Finance Corporation (DFC), a articula\u00e7\u00e3o com plataformas como a TechMet, cujos portf\u00f3lio de ativos \u00e9 descrito como \u201clocalizado em jurisdi\u00e7\u00f5es alinhadas com os EUA e seus aliados\u201d, e corpora\u00e7\u00f5es como a USA Rare Earth, indicam que n\u00e3o se trata de simples expans\u00e3o de investimentos privados, mas de um esfor\u00e7o de coordena\u00e7\u00e3o pol\u00edtica e econ\u00f4mica entre Estados aliados e corpora\u00e7\u00f5es, voltado \u00e0 constitui\u00e7\u00e3o de cadeias minerais sob controle dos Estados Unidos. E o objetivo \u00e9 anunciado pelo DFC, trata-se criar uma cadeia de suprimento diversificada de minerais cr\u00edticos para \u201cgarantir o crescimento e a seguran\u00e7a dos Estados Unidos no futuro\u201d.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Prancheta--38.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/Prancheta--38.png 680w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2022\/12\/31181126\/Prancheta-4-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Nesse contexto, o Brasil ocupa lugar relevante, mas esse lugar vem sendo definido muito mais pelas estrat\u00e9gias em disputa entre grandes pot\u00eancias do que por um debate nacional sobre o uso soberano desses recursos. Esse \u00e9 o ponto central frequentemente ausente da discuss\u00e3o. O problema n\u00e3o \u00e9 a presen\u00e7a de capital estrangeiro em si, mas a aus\u00eancia de reflex\u00e3o sobre os termos em que o pa\u00eds \u00e9 incorporado a essa nova arquitetura mineral e sobre as consequ\u00eancias disso para decis\u00f5es ligadas ao desenvolvimento, \u00e0 industrializa\u00e7\u00e3o e \u00e0 pr\u00f3pria soberania sobre recursos naturais.<\/p>\n<p>A controv\u00e9rsia em torno da Terrabras torna esse contraste particularmente evidente porque permite confrontar duas vis\u00f5es muito distintas sobre o papel do Estado. No debate brasileiro, propostas de coordena\u00e7\u00e3o p\u00fablica tendem a ser frequentemente reduzidas \u00e0 oposi\u00e7\u00e3o entre estatiza\u00e7\u00e3o e mercado. Mas a experi\u00eancia recente das grandes pot\u00eancias mostra um quadro muito mais complexo. Nos Estados Unidos, por exemplo, o Estado n\u00e3o atua apenas financiando projetos ou criando incentivos ao setor privado. Atua tamb\u00e9m organizando mercados, condicionando investimentos e, em alguns casos, participando diretamente das estruturas de decis\u00e3o sobre ativos considerados estrat\u00e9gicos pelas regula\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a nacional.<\/p>\n<p>Esse aspecto \u00e9 importante porque mostra que a centralidade do Estado em setores estrat\u00e9gicos n\u00e3o se reduz \u00e0 exist\u00eancia de uma empresa estatal, mas pode se expressar por diferentes mecanismos de coordena\u00e7\u00e3o, controle e participa\u00e7\u00e3o p\u00fablica. Longe de invalidar debates sobre instrumentos como a Terrabras, essa experi\u00eancia amplia seu horizonte, ao revelar que a dire\u00e7\u00e3o estatal sobre recursos cr\u00edticos pode assumir formas variadas, do financiamento e da participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria \u00e0 influ\u00eancia sobre governan\u00e7a e regula\u00e7\u00e3o do investimento. No caso da Serra Verde, o apoio do DFC n\u00e3o se limita ao cr\u00e9dito, mas prev\u00ea possibilidade de participa\u00e7\u00e3o acion\u00e1ria do governo norte-americano no projeto. Esse tipo de instrumento n\u00e3o \u00e9 marginal. Ele integra um repert\u00f3rio mais amplo que inclui participa\u00e7\u00f5es estrat\u00e9gicas, poderes especiais sobre governan\u00e7a corporativa, mecanismos equivalentes a <em>golden shares<\/em> e instrumentos regulat\u00f3rios voltados a preservar capacidade de decis\u00e3o sobre ativos sens\u00edveis.<\/p>\n<p>O caso recente envolvendo a aquisi\u00e7\u00e3o da United States Steel Corporation pela Nippon Steel tornou esse ponto particularmente vis\u00edvel ao mostrar que, mesmo em opera\u00e7\u00f5es entre aliados, os Estados Unidos recorrem a mecanismos que preservam influ\u00eancia p\u00fablica sobre decis\u00f5es estrat\u00e9gicas das empresas. Mais do que epis\u00f3dio isolado, isso revela uma concep\u00e7\u00e3o em que soberania econ\u00f4mica n\u00e3o se separa da organiza\u00e7\u00e3o dos mercados e em que o Estado atua por instrumentos societ\u00e1rios e regulat\u00f3rios sofisticados, mesmo sem a propriedade direta.<\/p>\n<p>Nesse quadro, o Committee on Foreign Investment in the United States (CFIUS) ocupa papel central, ao revisar aquisi\u00e7\u00f5es, impor condicionantes ou mesmo exigir desinvestimentos em nome da seguran\u00e7a nacional. Isso \u00e9 relevante porque mostra que a centralidade do Estado, no caso norte-americano, n\u00e3o reside apenas em financiar cadeias produtivas, mas em moldar estruturas de propriedade e orientar a organiza\u00e7\u00e3o do capital em setores sens\u00edveis. Esse mecanismo tem sido adotado pelos aliados, como condicionalidade exigida pelos EUA para participa\u00e7\u00e3o das corpora\u00e7\u00f5es nesses setores.<\/p>\n<p>Essa dimens\u00e3o praticamente n\u00e3o aparece no debate brasileiro, embora seja justamente ela que torne a discuss\u00e3o sobre recursos estrat\u00e9gicos insepar\u00e1vel da discuss\u00e3o sobre desenvolvimento. Porque o problema deixa de ser apenas quem explora determinados recursos e passa a ser quem decide sobre seu uso e sobre sua inser\u00e7\u00e3o em estrat\u00e9gias nacionais ou externas.<\/p>\n<p>Esse movimento tampouco se limita aos Estados Unidos. Jap\u00e3o, Coreia do Sul, Austr\u00e1lia e Canad\u00e1 v\u00eam adotando instrumentos convergentes para proteger cadeias cr\u00edticas, coordenar investimentos e reduzir depend\u00eancias em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 China. Mas essa articula\u00e7\u00e3o precisa ser lida \u00e0 luz de uma condi\u00e7\u00e3o espec\u00edfica: trata-se, em grande medida, de pa\u00edses cuja estrat\u00e9gia mineral responde \u00e0 escassez relativa de reservas pr\u00f3prias ou \u00e0 vulnerabilidade em rela\u00e7\u00e3o ao acesso e ao processamento desses recursos. A l\u00f3gica dessa converg\u00eancia \u00e9 a de Estados que, diante de depend\u00eancias estrat\u00e9gicas, buscam organizar cadeias seguras de abastecimento.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/banner-5.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/banner-5.jpg 728w, https:\/\/estaticos.opara.me\/outraspalavras\/uploads\/2024\/03\/31202800\/banner-300x37.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px\" width=\"728\" height=\"90\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Essa n\u00e3o \u00e9, contudo, a posi\u00e7\u00e3o do Brasil. Diferentemente de economias cuja preocupa\u00e7\u00e3o central \u00e9 assegurar acesso a recursos escassos, o desafio brasileiro \u00e9 outro: decidir se suas reservas estrat\u00e9gicas ser\u00e3o incorporadas a estrat\u00e9gias formuladas por outros ou se poder\u00e3o sustentar uma estrat\u00e9gia pr\u00f3pria de desenvolvimento. Porque um pa\u00eds que det\u00e9m recursos n\u00e3o substitu\u00edveis n\u00e3o deveria pensar seu lugar apenas como elo em cadeias desenhadas por quem deles depende.<\/p>\n<p>\u00c9 justamente nesse ponto que a aquisi\u00e7\u00e3o da Serra Verde e a recusa da Terrabras deixam de parecer epis\u00f3dios desconectados e passam a revelar um dilema mais profundo. Enquanto outras pot\u00eancias tratam minerais cr\u00edticos como quest\u00e3o de soberania, poder econ\u00f4mico e pol\u00edtica industrial, na agenda da seguran\u00e7a nacional, o debate brasileiro frequentemente continua preso \u00e0 vis\u00e3o de que qualquer coordena\u00e7\u00e3o p\u00fablica \u00e9, por defini\u00e7\u00e3o, problema. O resultado \u00e9 que o pa\u00eds corre o risco de ingressar em uma nova disputa estrat\u00e9gica ocupando apenas o papel de fornecedor de recursos, sem discutir como esses recursos podem sustentar capacidades produtivas e tecnol\u00f3gicas pr\u00f3prias.<\/p>\n<p>A quest\u00e3o colocada por Serra Verde \u00e9, no fundo, essa. Em um contexto em que minerais cr\u00edticos se tornaram parte da disputa por poder na ordem internacional, o Brasil pretende apenas oferecer recursos a cadeias organizadas por outros ou discutir como exercer poder sobre esses pr\u00f3prios recursos? Essa \u00e9 uma discuss\u00e3o que o pa\u00eds tem adiado, mas que a geopol\u00edtica dos minerais cr\u00edticos torna cada vez mais incontorn\u00e1vel.<\/p>\n<p>Diante da centralidade do Estado na pol\u00edtica mineral dos Estados Unidos, talvez a verdadeira \u201cideia fora do lugar\u201d seja justamente aquela que insiste em negar esse fato. Porque, quando n\u00e3o se v\u00ea o papel efetivo do Estado onde ele est\u00e1 operando com maior intensidade, o problema deixa de ser ideias fora do lugar e passa a ser um debate sem lugar no mundo real.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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O que isso revela sobre a submiss\u00e3o das elites e a urg\u00eancia de um novo projeto de pa\u00eds<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/terras-raras-o-brasil-e-a-vocacao-colonial\/\">Terras Raras: o Brasil e a voca\u00e7\u00e3o colonial<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":84696,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[5511,6007,51016,9,17,6616,10615,51017,1600,35599,3132,51018,37387,4036,553,51019,51020,49210],"tags":[],"class_list":["post-84695","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-capa","category-crise-brasileira","category-disputa-por-terras-raras","category-eua","category-governo-lula","category-governo-trump","category-minerais-criticos","category-nippon-steel","category-ronaldo-caiado","category-serra-verde","category-soberania-nacional","category-techmet","category-terrabras","category-terras-raras","category-transicao-energetica","category-u-s-international-development-finance-corporation","category-united-states-steel-corporation","category-usa-rare-earth"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84695","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=84695"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/84695\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/84696"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=84695"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=84695"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=84695"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}