{"id":85892,"date":"2026-05-04T08:52:56","date_gmt":"2026-05-04T11:52:56","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/15-anos-da-morte-de-bin-laden-o-fracasso-dos-eua-vendido-como-vitoria\/"},"modified":"2026-05-04T08:52:56","modified_gmt":"2026-05-04T11:52:56","slug":"15-anos-da-morte-de-bin-laden-o-fracasso-dos-eua-vendido-como-vitoria","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/15-anos-da-morte-de-bin-laden-o-fracasso-dos-eua-vendido-como-vitoria\/","title":{"rendered":"15 anos da morte de Bin Laden: o fracasso dos EUA vendido como vit\u00f3ria"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2.png\" alt=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2-1024x576.png 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2-300x169.png 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2-768x432.png 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2-1536x864.png 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Bin-Laden-2.png 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>Quinze anos depois, a cena ainda parece sa\u00edda de um roteiro cuidadosamente editado em Hollywood: \u00e0s 23h35 do dia 1\u00ba de maio de 2011, Barack Obama apareceu na televis\u00e3o, nos Estados Unidos, com uma express\u00e3o que equilibrava solenidade e triunfo. Naquela noite, o presidente norte-americano anunciava ao mundo que Osama bin Laden estava morto.<\/p>\n<p>\u201cA justi\u00e7a foi feita\u201d, disse Obama. Uma opera\u00e7\u00e3o conduzida por for\u00e7as especiais dos EUA num complexo em Abbottabad, no territ\u00f3rio paquistan\u00eas, era apresentada como o cap\u00edtulo final de uma ca\u00e7ada iniciada ap\u00f3s os ataques de 11 de setembro de 2001. Em poucas horas, o corpo do fundador da Al-Qaeda seria lan\u00e7ado no Mar Ar\u00e1bico.<\/p>\n<p>A narrativa oficial, empreendida pela Casa Branca, tentava impor a tese da vit\u00f3ria definitiva. Havia, sem d\u00favida, um impacto pol\u00edtico e emocional imediato, j\u00e1 que Bin Laden era um emblema. Sua morte parecia um gesto potente, carregado de significado, como a derrubada de uma est\u00e1tua em pra\u00e7a p\u00fablica.<\/p>\n<p>Passados 15 anos, a met\u00e1fora do naufr\u00e1gio se revela perturbadoramente adequada \u2013 e a promessa de encerramento de uma era n\u00e3o passou de slogan. O corpo desapareceu nas \u00e1guas, mas a promessa de seguran\u00e7a tamb\u00e9m. O mundo n\u00e3o ficou mais pac\u00edfico. Os objetivos estrat\u00e9gicos declarados pelos EUA para justificar a chamada \u201cguerra ao terror\u201d seguem, em grande medida, no fundo do mar, com Bin Laden.<\/p>\n<p><strong>Da Al-Qaeda ao Estado Isl\u00e2mico<\/strong><\/p>\n<p>Militarmente, a Opera\u00e7\u00e3o Lan\u00e7a de Netuno pode ser considerada um sucesso ineg\u00e1vel. Do ponto de vista t\u00e1tico, a a\u00e7\u00e3o foi precisa e eficiente, demonstrando a capacidade de proje\u00e7\u00e3o militar e de intelig\u00eancia dos EUA. Bin Laden \u2013 personifica\u00e7\u00e3o, para o p\u00fablico ocidental, dos atentados de 11 de setembro \u2013 foi eliminado. Obama deu a entender que a conclus\u00e3o da ca\u00e7ada era um ponto final, como se a morte de um homem decretasse o fim de um fen\u00f4meno enraizado.<\/p>\n<p>A hist\u00f3ria tratou de mostrar o contr\u00e1rio. Se uma estrat\u00e9gia se mede pela transforma\u00e7\u00e3o duradoura do cen\u00e1rio, h\u00e1, no m\u00e1ximo, um ponto que pode sustentar a tese de vit\u00f3ria norte-americana: com o passar dos anos, diversas medidas adotadas pela Casa Branca tornaram praticamente improv\u00e1vel um novo ataque terrorista ao pa\u00eds de escala e complexidade similares aos do 11 de Setembro.<\/p>\n<p>\u00c9 pouco diante do \u201cconjunto da obra\u201d. Longe de ter sido \u201cdestru\u00edda\u201d, a Al-Qaeda sobreviveu mais resiliente como rede sem um comando unificado. Ap\u00f3s um per\u00edodo de desorganiza\u00e7\u00e3o inicial, o grupo se reconfigurou e deixou de operar com centraliza\u00e7\u00e3o r\u00edgida, alimentando filiais no I\u00eamen, no Magrebe e na S\u00edria.<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, novos atores emergiram. \u00c9 o caso do Estado Isl\u00e2mico (EI), que, a partir de 2013, ocupou o vazio de protagonismo com uma estrat\u00e9gia distinta: controle territorial combinado com uma comunica\u00e7\u00e3o digital agressiva e eficaz. O grupo n\u00e3o era herdeiro direto de Bin Laden, mas foi o maior benefici\u00e1rio do v\u00e1cuo de poder deixado pela morte do l\u00edder da Al-Qaeda, pelas interven\u00e7\u00f5es ocidentais mal geridas e pelas guerras civis no Iraque e na S\u00edria.<\/p>\n<p>Entre 2014 e 2017, o EI controlou um territ\u00f3rio do tamanho do Reino Unido, imp\u00f4s um califado autoproclamado com viol\u00eancia sistem\u00e1tica e exportou ataques para a Europa. Se a Al-Qaeda operava como uma teia subterr\u00e2nea, o novo grupo ergueu uma vitrine altamente vis\u00edvel que atraiu combatentes e aten\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>A propaganda do EI mobilizou simpatizantes dessa mensagem radicalizada sem liga\u00e7\u00e3o direta com organiza\u00e7\u00f5es \u2013 os chamados \u201clobos solit\u00e1rios\u201d. Os atentados em Nice (2016), Berlim (2016), Manchester (2017) e Barcelona (2017) foram realizados por indiv\u00edduos inspirados (mas n\u00e3o controlados) por grupos como o Estado Isl\u00e2mico ou a Al-Qaeda.<\/p>\n<p>No plano geopol\u00edtico mais amplo, os resultados tampouco corresponderam \u00e0s expectativas anunciadas em 2001. A guerra no Afeganist\u00e3o, iniciada sob o argumento de desarticular essas redes e estabilizar o pa\u00eds, custou aos EUA mais de US$ 2 trilh\u00f5es e cerca de 2.500 vidas de militares. Em agosto de 2021, ap\u00f3s 20 anos de guerra, os EUA realizaram uma retirada ca\u00f3tica de Cabul. O Talib\u00e3, mesmo regime que abrigara Bin Laden no passado, voltou ao poder.<\/p>\n<p><strong>A seguran\u00e7a global<\/strong><\/p>\n<p>A opera\u00e7\u00e3o que matou Bin Laden tamb\u00e9m levantou quest\u00f5es jur\u00eddicas que, na euforia do momento, foram varridas para debaixo do tapete. O ataque ocorreu dentro do territ\u00f3rio do Paquist\u00e3o, sem nenhuma notifica\u00e7\u00e3o pr\u00e9via ou autoriza\u00e7\u00e3o do governo local, o que foi interpretado por especialistas como viola\u00e7\u00e3o da soberania de um pa\u00eds estrangeiro. Analistas ainda caracterizam o ato como uma execu\u00e7\u00e3o extrajudicial seguida de desaparecimento for\u00e7ado.<\/p>\n<p>Organiza\u00e7\u00f5es de direitos humanos criticaram a decis\u00e3o de sepultar Bin Laden no mar em menos de 24 horas, sem cumprir rituais isl\u00e2micos e sem permitir qualquer verifica\u00e7\u00e3o independente. Imagens do corpo n\u00e3o foram divulgadas integralmente. A alegada necessidade de evitar que o t\u00famulo se tornasse um \u201csantu\u00e1rio\u201d para seguidores \u00e9 alvo de controv\u00e9rsia \u00e0 luz das conven\u00e7\u00f5es de Genebra e de tratados de direitos humanos.<\/p>\n<p>Depois de 15 anos, o mundo est\u00e1 mais seguro? A evid\u00eancia emp\u00edrica aponta que n\u00e3o. A morte de Bin Laden foi, tecnicamente, uma opera\u00e7\u00e3o bem-sucedida. Mas, no longo prazo, o assassinato de um advers\u00e1rio importante virou um fracasso estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p>Os EUA n\u00e3o conquistaram seus objetivos declarados. A Al-Qaeda n\u00e3o foi extinta e a descentraliza\u00e7\u00e3o de suas c\u00e9lulas tornou a preven\u00e7\u00e3o mais dif\u00edcil. O Afeganist\u00e3o n\u00e3o foi estabilizado. Conforme o Global Terrorism Database e outros centros de monitoramento, o n\u00famero de ataques jihadistas anuais cresceu na d\u00e9cada de 2010 em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 d\u00e9cada anterior. Pior: a Primavera \u00c1rabe de 2011 e suas consequ\u00eancias, como guerras na L\u00edbia, no I\u00eamen e na S\u00edria, forneceram novos laborat\u00f3rios de radicaliza\u00e7\u00e3o. Amea\u00e7as de outro tipo sobrevieram, deixando o mundo mais fragmentado \u2013 e a seguran\u00e7a coletiva, mais fr\u00e1gil.<\/p>\n<p>A amea\u00e7a global associada a esses grupos apenas mudou de forma. Em vez de grandes opera\u00e7\u00f5es coordenadas, multiplicaram-se a\u00e7\u00f5es descentralizadas, muitas vezes conduzidas por indiv\u00edduos ou pequenas c\u00e9lulas com v\u00ednculos difusos. \u00c9 como se o fen\u00f4meno tivesse deixado de ser uma tempestade concentrada para se tornar uma sucess\u00e3o de rajadas imprevis\u00edveis.<\/p>\n<p>Por fim, a pr\u00e1tica de execu\u00e7\u00f5es direcionadas \u2013 muitas vezes sem julgamento \u2013 ampliou a zona cinzenta entre a guerra e o direito internacional. Bin Laden foi assassinado sem o devido processo legal, o que, segundo especialistas, tensiona normas sobre uso da for\u00e7a fora de conflitos armados formalmente declarados.<\/p>\n<p>Uma morte pode encerrar uma biografia, mas n\u00e3o um ciclo hist\u00f3rico. Como mapear e explicar o mundo atual com tanta clareza? O corpo de Bin Laden est\u00e1 no fundo do mar \u2013 mas a ideologia que ele propagou continuou a nadar. Nas costas de Abbottabad, h\u00e1 15 anos, um helic\u00f3ptero pousou. Nas costas do mundo, as ondas daquela noite ainda n\u00e3o se aquietaram.<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/05\/04\/15-anos-da-morte-de-bin-laden-o-fracasso-dos-eua-vendido-como-vitoria\/\">15 anos da morte de Bin Laden: o fracasso dos EUA vendido como vit\u00f3ria<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/pl-da-dosimetria-fica-sem-apoio-e-pode-ser-enterrado-na-camara\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Plenario-Camara-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">PL da Dosimetria fica sem apoio e pode ser enterra...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/juristas-discutem-prisao-preventiva-de-bolsonaro-apos-carta-de-trump-sobre-tarifas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Juristas discutem pris\u00e3o preventiva de Bolsonaro a...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/ucrania-chefe-da-otan-preve-divergencia-territorial-em-reuniao-trilateral-sobre-acordo-de-paz\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/01\/otan-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Ucr\u00e2nia: chefe da OTAN prev\u00ea \u2018diverg\u00eancia territor...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/o-presidente-tem-toda-a-razao\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/04\/200929-Arapuca-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">O presidente tem toda a raz\u00e3o<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Quinze anos depois, a cena ainda parece sa\u00edda de um roteiro cuidadosamente editado em Hollywood: \u00e0s 23h35 do dia 1\u00ba de maio de 2011, Barack Obama apareceu na televis\u00e3o, nos Estados Unidos, com uma express\u00e3o que equilibrava solenidade e triunfo. 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