{"id":86272,"date":"2026-05-06T17:19:19","date_gmt":"2026-05-06T20:19:19","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/alice-caymmi-profana-o-avo-dorival-para-manter-viva-a-chama-da-musica-brasileira-e-latino-americana\/"},"modified":"2026-05-06T17:19:19","modified_gmt":"2026-05-06T20:19:19","slug":"alice-caymmi-profana-o-avo-dorival-para-manter-viva-a-chama-da-musica-brasileira-e-latino-americana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/alice-caymmi-profana-o-avo-dorival-para-manter-viva-a-chama-da-musica-brasileira-e-latino-americana\/","title":{"rendered":"Alice Caymmi profana o av\u00f4 Dorival para manter viva a chama da m\u00fasica brasileira e latino-americana"},"content":{"rendered":"<p><span>Artista sempre sintonizada com a contemporaneidade da m\u00fasica brasileira, Alice Caymmi destrava um fantasma ao dedicar um \u00e1lbum inteiro \u00e0 releitura da obra de seu mitol\u00f3gico av\u00f4, Dorival Caymmi (1914-2008). Com 12 faixas. <\/span><i><span>Caymmi<\/span><\/i><span> varre composi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do cancioneiro baiano e brasileiro, num arco que compreende temas originais lan\u00e7ados desde 1939 at\u00e9 1972.<\/span><\/p>\n<p><span>Em primeiro lugar, a cantora e compositora nascida no Rio de Janeiro escolheu iluminar n\u00e3o exatamente a brasilidade de Caymmi. Em vez de ilustrar os sambas praieiros baianos e os sambas-can\u00e7\u00f5es cariocas do patriarca, fundou seu tributo na latino-americanidade do av\u00f4, bem menos vis\u00edvel a olho nu que os sambas e balangand\u00e3s afro-baianos do homem que ajudou a inventar a brasilidade hollywoodiana de Carmen Miranda.\u00a0<\/span><\/p>\n<figure aria-describedby=\"caption-attachment-253975\"><img fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0.webp\" alt=\"Rio de Janeiro (RJ), 17\/04\/2026 - A cantora Alice Caymmi fala sobre novo \u00e1lbum com releituras das m\u00fasicas do av\u00f4 Dorival Caymmi. &lt;br&gt; (Foto: Rovena Rosa\/Ag\u00eancia \" width=\"1024\" height=\"768\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0.webp 1024w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0-300x225.webp 300w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0-768x576.webp 768w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0-150x113.webp 150w, https:\/\/operamundi.uol.com.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/0g0a0088_0-750x563.webp 750w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption>Rio de Janeiro (RJ), 17\/04\/2026 \u2013 A cantora Alice Caymmi fala sobre novo \u00e1lbum com releituras das m\u00fasicas do av\u00f4 Dorival Caymmi. <br \/>(Foto: Rovena Rosa\/Ag\u00eancia<\/figcaption><\/figure>\n<p><span>Acontece aqui um tri\u00e2ngulo curioso, entre o imagin\u00e1rio tipo \u201cO Que \u00c9 Que a Baiana Tem\u201d (1939) da falsa baiana Carmen (que na verdade nasceu em Portugal) e os tons hispano-americanos buscados por Alice para sua tradu\u00e7\u00e3o do relic\u00e1rio caymmiano. \u00c9 como se Crist\u00f3v\u00e3o Colombo, e n\u00e3o Pedro \u00c1lvares Cabral, tivesse chegado ao porto seguro da Bahia, vindo n\u00e3o de Portugal ou da Espanha, mas do tri\u00e2ngulo de bermudas mar\u00edtimas de Cuba, Jamaica e Porto Rico.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Tropicalista, Alice Caymmi se recusa a redundar nacionalismos e orgulhos baianos e, em vez disso, aproxima Dorival de Bad Bunny, de Anitta, de Maluma e, por que n\u00e3o?, da maranhense-paraense Pabllo Vittar, sua parceira para desgosto do cl\u00e3 Caymmi. S\u00e3o in\u00fameros os n\u00edveis de desconstru\u00e7\u00e3o de totens e tabus operada por Alice, sempre pr\u00f3diga nesse quesito. Al\u00e9m do totem freudiano, o alvo maior, aqui, \u00e9 o elitismo arraigado da m\u00fasica (im)popular brasileira, acossada desde os anos 1960 pelas regras e press\u00f5es exercidas pelas valentes bossa nova, MPB universit\u00e1ria e tropic\u00e1lia. Esse tempo terminou, parece declarar a neta rebelde desafiadora da tradi\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p><span>Em vez de manjados finais falsos, <\/span><i><span>Caymmi <\/span><\/i><span>come\u00e7a audaz com um falso in\u00edcio, em que Alice pergunta \u201co que \u00e9 que a baiana tem?\u201d em vozeir\u00e3o dram\u00e1tico, como a solicitar a presen\u00e7a imemorial de Carmen Miranda (1909-1955), a artista que revelou Dorival para o Brasil. O tom solene e reverente \u00e9 alarme falso, logo quebrado pela entrada de um arranjo reggae, reggaeton, jamaicano, cubano, de sopros ensolarados (uma constante no \u00e1lbum), no formato chamado-e-resposta de um coro sintetizado (outra constante no \u00e1lbum).<\/span><\/p>\n<p><span>A irrever\u00eancia cresce na segunda faixa, \u201cAcalanto\u201d (1957), composta por Dorival para a filha pequena Nana, gravada e sempre regravada de modo reverente e tristonho. Alice pontua o acalanto com voz estridente, ir\u00f4nicos teclados, sons de sinos e coro masculino de igreja. Nesse, a voz do pr\u00f3prio Dorival sobressai no trecho \u201cpega essa menina que tem medo de careta\u201d: o av\u00f4 \u00e9 o pr\u00f3prio boi, o boi da cara preta, o bicho-pap\u00e3o, o fantasma de que a menina Alice n\u00e3o precisava ter (e n\u00e3o tem) medo.<\/span><\/p>\n<p><span>A releitura de \u201cModinha para Gabriela\u201d (1975) \u00e9 baiana como n\u00e3o poderia deixar de ser na evoca\u00e7\u00e3o do tema da novela televisiva inspirada em <\/span><i><span>Gabriela, Cravo e Canela <\/span><\/i><span>(1958), baian\u00edssimo romance de Jorge Amado. Mesmo sem apelar para a antol\u00f3gica grava\u00e7\u00e3o original de Gal Costa, h\u00e1 na nova vers\u00e3o samba, ijex\u00e1, candombl\u00e9 e uma moldura tipo trombeta de anuncia\u00e7\u00e3o que remete aos temas de novela de Toquinho e Vinicius de Moraes n\u00e3o para <\/span><i><span>Gabriela<\/span><\/i><span>, mas para a antecessora <\/span><i><span>O Bem-Amado <\/span><\/i><span>(seria Dorival o bem-amado?), de 1973. A inclina\u00e7\u00e3o totalizante de v\u00e1rios disc\u00edpulos baianos de Caymmi, no entanto, se dissolve em reggae solar a partir da proposi\u00e7\u00e3o \u201ceu nasci assim\/ eu cresci assim\/ e sou mesmo assim\/ Gabriela\u201d. O coro misto ressalta: \u201cSempre Gabriela!\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>Bem caribenha, tipo salsa, \u201cCan\u00e7\u00e3o da Partida\u201d (1957) afasta o tom tr\u00e1gico do canto de trabalho praieiro da \u201cSu\u00edte dos Pescadores\u201d de Dorival e reverencia o solar, o pop, o requebro moreno latino-americano apenas impl\u00edcito na grava\u00e7\u00e3o original (e em toda a obra praieira) do av\u00f4. \u00c9 como se Dorival Caymmi visitasse n\u00e3o mais Tom Jobim, mas Fidel Castro, Che Guevara, C\u00e9lia Cruz e\u2026 Bad Bunny.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cCanto de Ob\u00e1\u201d (1972), chamado de orix\u00e1 para \u201cmeu pai Xang\u00f4\u201d (Dorival?), abandona os tons sombrios originais e se torna candombl\u00e9 caribenho, santer\u00eda para os integrantes da fam\u00edlia nominados na letra, a esposa Stella e os filhos Nana, Dori e Danilo. Alice, que ainda n\u00e3o existia quando o av\u00f4 erigiu a elegia em forma de ora\u00e7\u00e3o, reproduz e atualiza os pedidos de prote\u00e7\u00e3o em tempo de rap.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cMaracangalha\u201d (1956), a faixa mais vibrante de <\/span><i><span>Caymmi<\/span><\/i><span>, come\u00e7a bem pop e utiliza voz processada onomatopeica (de novo o esp\u00edrito do av\u00f4 assoma em interven\u00e7\u00f5es masculinas). Se insinua no rap e no batuque e se consuma como calipso, de Trinidad e Tobago para a Bahia, o Rio de Janeiro, o Brasil.<\/span><\/p>\n<p><span>\u201cDora\u201d (1945), sucesso em 1946 na voz de Dalva de Oliveira \u00e0 frente Trio de Ouro, cria o primeiro momento possivelmente introspectivo do \u00e1lbum, devidamente atenuado pela onipresen\u00e7a da levada mansa de reggae. A introspec\u00e7\u00e3o volta no tom et\u00e9reo de \u201cAdeus\u201d,\u00a0 lan\u00e7ado em 1948 por Ivon Curi, \u00fanico samba-can\u00e7\u00e3o t\u00edpico da fase carioca de Dorival que Alice contempla em seu tratado (p\u00f3s-)caymmiano.<\/span><\/p>\n<p><span>N\u00e3o por acaso, os dois momentos mais arrastados de \u201cDora\u201d e \u201cAdeus\u201d ensanduicham entre eles uma ode candomblecista solar, \u201cDois de Fevereiro\u201d (1957), sob batidas de ijex\u00e1, coro misto em chamado-e-resposta a repetir \u201cdia dois\u201d, \u201cde fevereiro\u201d, \u201cme ajudar\u201d, \u201cde esperar\u201d\u2026 e guitarra havaiana no lugar que a tradi\u00e7\u00e3o talvez sugerisse ser ocupado pela guitarra baiana dos trios el\u00e9tricos de Dod\u00f4, Osmar e descend\u00eancia.<\/span><\/p>\n<p><span>O culto \u00e0 areia, \u00e0s ondas e ao mar encerra <\/span><i><span>Caymmi <\/span><\/i><span>num tr\u00edptico. \u201cEu N\u00e3o Tenho Onde Morar\u201d (1960) \u00e9 retrabalhado de modo a substituir o tom de protesto tristonho da letra original (\u201ceu n\u00e3o tenho onde morar\/ \u00e9 por isso que eu moro na areia\u201d) por mais um cristal caribenho queimado de sol e regado por reggae, metais em brasa e mais chamado-e-resposta. \u201cTodo mundo mora bem\/ quem mora torto sou eu\/ vivo na beira da praia\/ com a sorte que Deus me deu\/ Maria mora com as outras\/ quem paga o pato sou eu\u201d, reza a lenda, humorada, mas contr\u00e1ria ao protetor solar aplicado por Alice \u00e0s can\u00e7\u00f5es do av\u00f4, mesmo as mais melanc\u00f3licas. \u201cMorena do Mar\u201d, lan\u00e7ada em 1965 pela filhota musical pr\u00e9-tropicalista Nara Le\u00e3o, soma algum dom oriental a um dub jamaicano viajand\u00e3o que Dorival n\u00e3o teve tempo ou espa\u00e7o para saborear.<\/span><\/p>\n<p><span>O encerramento retoma a melancolia programaticamente contornada por Alice, profanando \u201cO Bem do Mar\u201d (1954), um tema praieiro da fase samba-can\u00e7\u00e3o, em boler\u00e3o debochado, em tango dan\u00e7ante, sob coro feminino fantasmag\u00f3rico, gaita e efeitos finais de vento e ondas de mar. <\/span><i><span>Caymmi <\/span><\/i><span>termina como os filmes de Glauber Rocha, no mar bravio (mas nem tanto). Dorival Caymmi \u00e9 convertido, pela pr\u00f3pria neta, em orix\u00e1 afro-baiano-caribenho-portugu\u00eas-hisp\u00e2nico-sulamericano.<\/span><\/p>\n<p><span>Talvez fosse preciso que tia Nana Caymmi, sumidade m\u00e1xima na interpreta\u00e7\u00e3o do Caymmi samba-cancionista, estivesse morta para que Alice se encorajasse a dessacralizar a hist\u00f3ria da fam\u00edlia (e da MPB), ainda que diante dos ouvidos de seu tio nacionalista-tradicionalista Dori Caymmi e de seu pai mais arejado, mas essencialmente bossa-novista, Danilo Caymmi. \u00c9 sua maneira de tamb\u00e9m afagar a tia sempre desobediente, que morreu em 2025, aos 84 anos. Nana desobedecia o lado macho-machista da fam\u00edlia em termos comportamentais, enquanto se mantinha reverente e respeitosa na hora de cantar e gravar as can\u00e7\u00f5es do pai. Alice repete Nana, mas desobedecendo totens e desrespeitando tabus nos campos comportamental e musical.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Causa arrepios de expectativa, desde j\u00e1, a promessa de Alice de prestar um tributo \u00e0 obra de Nana Caymmi, que foi quem lhe deu a primeira oportunidade de gravar uma can\u00e7\u00e3o (em 2001) e depois ralhou com as aventuras da sobrinha pelo pop profundo de Michael Sullivan a Pabllo Vittar. A rebeldia feminista de Nana est\u00e1 por ser descoberta pela m\u00fasica brasileira e pelo Brasil de tempos ainda feminicidas, e ningu\u00e9m parece mais indicado para faz\u00ea-lo que a enfant terrible do tradicionalismo caymmiano. O primeiro rebelde musical da genealogia, a prop\u00f3sito, foi Dorival Caymmi.<\/span><\/p>\n<p><b>(*) Pedro Alexandre Sanches<\/b><span> \u00e9 Editor de FAROFAF\u00c1, jornalista e cr\u00edtico musical desde 1995, autor de \u201cTropicalismo \u2013 Decad\u00eancia Bonita do Samba\u201d (Boitempo, 2000) e \u201cComo Dois e Dois S\u00e3o Cinco \u2013 Roberto Carlos (&amp; Erasmo &amp; Wanderl\u00e9a)\u201d (Boitempo, 2004)<\/span><\/p>\n<p>O post Alice Caymmi profana o av\u00f4 Dorival para manter viva a chama da m\u00fasica brasileira e latino-americana apareceu primeiro em Opera Mundi.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wagner-moura-sera-um-dos-apresentadores-do-oscar-2026\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Com 12 faixas. Caymmi varre composi\u00e7\u00f5es hist\u00f3ricas do cancioneiro baiano e brasileiro, num arco que compreende temas originais lan\u00e7ados desde 1939 at\u00e9 1972. Em primeiro [\u2026]<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/opiniao\/alice-caymmi-profana-o-avo-dorival-para-manter-viva-a-chama-da-musica-brasileira-e-latino-americana\/\">Alice Caymmi profana o av\u00f4 Dorival para manter viva a chama da m\u00fasica brasileira e latino-americana<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/operamundi.uol.com.br\/\">Opera Mundi<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":86273,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[55159,432,2195,33374,14481,153,49],"tags":[],"class_list":["post-86272","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-alice-caymmi","category-bahia","category-cultura-brasileira","category-latino-americana","category-musica-brasileira","category-opiniao","category-rio-de-janeiro"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86272","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86272"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86272\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/86273"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86272"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86272"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86272"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}