{"id":86736,"date":"2026-05-11T17:04:27","date_gmt":"2026-05-11T20:04:27","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/96-dos-brasileiros-temem-diferentes-formas-violencia-e-40-dizem-ter-vivido-alguma\/"},"modified":"2026-05-11T17:04:27","modified_gmt":"2026-05-11T20:04:27","slug":"96-dos-brasileiros-temem-diferentes-formas-violencia-e-40-dizem-ter-vivido-alguma","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/96-dos-brasileiros-temem-diferentes-formas-violencia-e-40-dizem-ter-vivido-alguma\/","title":{"rendered":"96% dos brasileiros temem diferentes formas viol\u00eancia e 40% dizem ter vivido alguma"},"content":{"rendered":"<p><img loading=\"lazy\" width=\"1024\" height=\"576\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/violencia.png\" alt=\"\" decoding=\"async\" loading=\"lazy\" srcset=\"https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/violencia-1024x576.png 1024w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/violencia-300x169.png 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/violencia-768x432.png 768w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2023\/12\/violencia-1536x864.png 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/violencia.png 1890w\" sizes=\"auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/p>\n<p>Pouco mais de 96% da popula\u00e7\u00e3o brasileira com mais de 16 anos t\u00eam algum medo relacionado com a viol\u00eancia; 40% afirmam ter vivido alguma situa\u00e7\u00e3o dessa natureza nos \u00faltimos 12 meses e 41% reconhecem a presen\u00e7a, em seu bairro, de organiza\u00e7\u00e3o criminosa (tr\u00e1fico ou mil\u00edcia). Tal cen\u00e1rio refor\u00e7a a relev\u00e2ncia do debate sobre seguran\u00e7a p\u00fablica, principalmente neste ano eleitoral.<\/p>\n<p>Os dados fazem parte da pesquisa \u201cMedo do crime e elei\u00e7\u00f5es 2026: os gatilhos da inseguran\u00e7a\u201d, feita pelo F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica e pelo instituto Datafolha, divulgada nesta segunda-feira (11).\u00a0<\/p>\n<p>Desdobrado em recortes de g\u00eanero, ra\u00e7a e classe, o levantamento faz uma radiografia sobre o clima de medo da sociedade e as diferentes preocupa\u00e7\u00f5es captadas em cada segmento.\u00a0<\/p>\n<p>Ao mesmo tempo, indica que al\u00e9m dos elementos concretos que intensificam a sensa\u00e7\u00e3o de inseguran\u00e7a num pa\u00eds historicamente violento, o alarmismo \u2014 sobretudo via via redes sociais \u2014 contribui para mobilizar esse sentimento.\u00a0<\/p>\n<p>A centralidade da seguran\u00e7a p\u00fablica no rol de preocupa\u00e7\u00f5es da popula\u00e7\u00e3o brasileira \u00e9 \u201cresultante do entrecruzamento entre medo da viol\u00eancia, maior exposi\u00e7\u00e3o \u00e0 experi\u00eancia da viol\u00eancia, seja de modo direto ou indireto, por redes de proximidade ou proporcionada pelas redes sociais\u201d, diz o estudo.\u00a0<\/p>\n<p>Segundo a pesquisa, de uma lista de 13 situa\u00e7\u00f5es de crime e viol\u00eancia, em mais de 11% cerca de metade da popula\u00e7\u00e3o disse ter medo. Os principais temores relatados s\u00e3o os de golpe pela internet\/celular (83,2%), roubo \u00e0 m\u00e3o armada (82,3%), ser morto em um assalto (80,7%) e ter o celular furtado ou (78,8%).\u00a0\u00a0<\/p>\n<p>Em seguida est\u00e3o: ser roubado\/assaltado na rua (78,6%), ser v\u00edtima de \u201cbala perdida\u201d (77,5%), ter a resid\u00eancia invadida (76,1%) e ser assassinado (75,1%).<\/p>\n<p>Com isso, diz a pesquisa, \u201ca proje\u00e7\u00e3o consolidada indica que 96,2% dos brasileiros com 16 anos ou mais t\u00eam medo de ao menos uma dessas situa\u00e7\u00f5es\u201d.\u00a0 <\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"941\" height=\"675\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/a10c18c0-600a-4de3-94a2-07f0e79bc081.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/a10c18c0-600a-4de3-94a2-07f0e79bc081.jpeg 941w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/a10c18c0-600a-4de3-94a2-07f0e79bc081-300x215.jpeg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/a10c18c0-600a-4de3-94a2-07f0e79bc081-768x551.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 941px) 100vw, 941px\"><\/figure>\n<p><strong>G\u00eanero, ra\u00e7a e classe<\/strong><\/p>\n<p>As mulheres relatam maior temor que os homens em todos os itens listados pela pesquisa, mas com mais peso em alguns tipos espec\u00edficos, que refletem a situa\u00e7\u00e3o de vulnerabilidade das brasileiras. Por exemplo: o medo de ser v\u00edtima de agress\u00e3o sexual \u00e9 de 48,6% entre os homens, mas salta para 82,6% entre as mulheres, sendo este o terceiro maior medo delas.\u00a0<\/p>\n<p>Ainda que em patamar mais baixo, a realidade feminina tamb\u00e9m se reflete no medo de andar pela vizinhan\u00e7a depois de anoitecer, que \u00e9 de 56,7% entre as mulheres, caindo para 37,7% dos homens. Outro dado relevante neste sentido \u00e9 o medo de ser agredida fisicamente por parceiro \u00edntimo ou ex, marcando 48,6% entre elas e 35,4% entre eles.\u00a0<\/p>\n<p>Esses dados indicam que, para as mulheres, o medo n\u00e3o se restringe ao \u2018crime convencional\u2019; ele inclui de maneira muito mais intensa a viol\u00eancia sexual, a restri\u00e7\u00e3o da circula\u00e7\u00e3o e a amea\u00e7a que emerge do espa\u00e7o dom\u00e9stico\u201d. <\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"904\" height=\"781\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/772dd786-f113-4a2d-bcf9-1670df658ede.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/772dd786-f113-4a2d-bcf9-1670df658ede.jpeg 904w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/772dd786-f113-4a2d-bcf9-1670df658ede-300x259.jpeg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/772dd786-f113-4a2d-bcf9-1670df658ede-768x664.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 904px) 100vw, 904px\"><\/figure>\n<p>Quando feito o recorte racial, a desigualdade tamb\u00e9m se estabelece. Neste caso, as maiores diferen\u00e7as aparecem no medo de ser v\u00edtima de bala perdida (80,3% entre negros x 71,9% entre brancos); de sofrer agress\u00e3o f\u00edsica por parceiro \u00edntimo ou ex (44,3% x 37%); de ser assassinado (77,4% x 71%) e de ser v\u00edtima de agress\u00e3o sexual (68,3 x 62%.\u00a0<\/p>\n<p>No que diz respeito \u00e0 classe social, o levantamento constatou que quanto mais vulner\u00e1vel economicamente, maior a intensidade do medo, com hierarquias distintas.\u00a0<\/p>\n<p>Nas classes A\/B, pesam mais os crimes patrimoniais, a viol\u00eancia urbana, golpe digital e financeiro. Este \u00faltimo atinge 78,8% dos medos relatados nesse estrato, seguido de roubo \u00e0 m\u00e3o armada (78,7%), ser morto em assalto (77%) e ter o celular roubado (76,8%).\u00a0<\/p>\n<p>Na classe C, diz a pesquisa, \u201cas situa\u00e7\u00f5es que mais provocam medo s\u00e3o similares, mas com maior intensidade\u201d: golpe digital \u00e9 o mais citado (84,6%), seguido pelo roubo \u00e0 m\u00e3o armada (82,4%) e morte em assalto (81%). Roubo na rua e de celular ficam com 78,7% cada, enquanto o medo de bala perdida fica com 78%.\u00a0<\/p>\n<p>Ao analisar as classes D\/E, o FBSP verifica que o maior medo deixa de ser o golpe digital e passa a ser o roubo \u00e0 m\u00e3o armada (85%); na sequ\u00eancia, est\u00e3o o medo de ser morto durante assalto (83%) e o de ser v\u00edtima de bala perdida (82,3%).\u00a0<\/p>\n<p><strong>Vitimiza\u00e7\u00e3o<\/strong>\u00a0<\/p>\n<p>Outro dado relevante desdobrado na pesquisa diz respeito aos 40% dos entrevistados que afirmaram ter vivido ao menos uma das 13 situa\u00e7\u00f5es de viol\u00eancia investigadas nos \u00faltimos 12 meses, o que corresponde a 66,8 milh\u00f5es de pessoas.<\/p>\n<p>Considerando a frequ\u00eancia, o mais vivenciado foi o crime de golpe com perda de dinheiro na internet ou celular, relatado por 15,8%, seguido de 13% que disseram ter tido algum familiar ou conhecido assassinado \u2014 neste caso, v\u00ea-se que a popula\u00e7\u00e3o negra \u00e9 claramente a mais atingida: no recorte racial, o percentual pula para 15%, ante 9,8% dos brancos.\u00a0<\/p>\n<p>Na terceira posi\u00e7\u00e3o, 12,4% de todos os entrevistados disseram ter sofrido fraude ou desvio de recursos por seus aplicativos banc\u00e1rios ou via pix e na quarta, 9,7% afirmaram que ter tido algum conhecido v\u00edtima de bala perdida. <\/p>\n<p>A percep\u00e7\u00e3o e a viv\u00eancia de situa\u00e7\u00f5es violentas tamb\u00e9m resultam numa mudan\u00e7a comportamental. A pesquisa captou que mudar um percurso rotineiro (36,5%), deixar de sair \u00e0 noite (35,6%) e deixar de sair com o celular (33,5%) foram as transforma\u00e7\u00f5es mais relatadas. \u201cOs dados indicam que a principal resposta social ao medo n\u00e3o \u00e9 o recolhimento absoluto mas a gest\u00e3o cotidiana do risco\u201d, diz o FBSP. <\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"900\" height=\"397\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/43b25afd-95ac-4f6e-85ff-df4d561deb36.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/43b25afd-95ac-4f6e-85ff-df4d561deb36.jpeg 900w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/43b25afd-95ac-4f6e-85ff-df4d561deb36-300x132.jpeg 300w, https:\/\/vermelho.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/43b25afd-95ac-4f6e-85ff-df4d561deb36-768x339.jpeg 768w\" sizes=\"auto, (max-width: 900px) 100vw, 900px\"><\/figure>\n<p>Tamb\u00e9m neste caso, as mulheres acabam sendo as que mais sentem necessidade de se adequar ao cen\u00e1rio de inseguran\u00e7a. Por exemplo, deixar de sair \u00e0 noite \u00e9 apontado por 40,9% delas contra 29,8% dos homens.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Presen\u00e7a do crime organizado<\/strong><\/p>\n<p>Embora n\u00e3o seja novidade, a grande presen\u00e7a de organiza\u00e7\u00f5es criminosas no cotidiano da popula\u00e7\u00e3o n\u00e3o deixa de ser chocante: ao todo, 41% dos brasileiros dizem perceber, em seu bairro, a atua\u00e7\u00e3o desses grupos, sejam eles ligados ao tr\u00e1fico ou \u00e0 mil\u00edcia, contra 51% que dizem n\u00e3o reconhecer tal presen\u00e7a. (GR\u00c1FICO 12)<\/p>\n<p>Nas grandes cidades, o percentual dos que percebem esses grupos \u00e9 de quase 56%, contra 46% em munic\u00edpios da regi\u00e3o metropolitana e 34% no interior.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cEm termos anal\u00edticos, isso sugere que a atua\u00e7\u00e3o desses grupos n\u00e3o \u00e9 percebida como fen\u00f4meno excepcional ou restrito a \u00e1reas muito espec\u00edficas, mas como uma experi\u00eancia socialmente disseminada, que j\u00e1 integra o horizonte de inseguran\u00e7a de parte expressiva da popula\u00e7\u00e3o\u201d, destaca o levantamento.\u00a0<\/p>\n<p>Cabe destacar, ainda, que entre os que percebem a atua\u00e7\u00e3o dessas organiza\u00e7\u00f5es, apenas 9% a classificam como nada vis\u00edvel; 43,4% a consideram pouco vis\u00edvel; 21,1% vis\u00edvel e 25,3% muito vis\u00edvel. A soma destes dois \u00faltimos atinge 46,4% (cerca de 32 milh\u00f5es de pessoas). O FBSP destaca que esse dado \u00e9 importante porque indica que \u201ca presen\u00e7a do crime organizado, mesmo quando n\u00e3o se imp\u00f5e de forma ostensiva, \u00e9 percebida no cotidiano local\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>A influ\u00eancia dessas organiza\u00e7\u00f5es nas decis\u00f5es dos moradores e nas regras de conviv\u00eancia do bairro \u00e9 classificada como um dos achados destacados da pesquisa: 34,9% dizem que esses grupos influenciam muito e 26,5%, moderadamente. Isso significa que 61,4 % (42,2 milh\u00f5es de pessoas) reconhecem os n\u00edveis mais altos de influ\u00eancia.\u00a0<\/p>\n<p>Nesse caso, o FBSP aponta para o fen\u00f4meno da governan\u00e7a criminal, ou seja, \u201ca capacidade de grupos armados de impor regras, restringir comportamentos, arbitrar conflitos e moldar a rotina de civis n\u00e3o membros\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>Como efeito da presen\u00e7a dessas organiza\u00e7\u00f5es, 81% dizem ter medo de ficar no meio de confrontos armados; 75% evitam frequentar certos locais; 71% temem que um familiar se envolva e 65% evitam circular em determinados hor\u00e1rios. Al\u00e9m disso, 64% t\u00eam medo de sofrer repres\u00e1lias por denunciar crimes e 59,5% evitam falar sobre pol\u00edtica.\u00a0<\/p>\n<p>\u201cProjetando para a popula\u00e7\u00e3o, significa dizer que 65,4 milh\u00f5es de brasileiros alteram seus h\u00e1bitos em fun\u00e7\u00e3o da presen\u00e7a de grupos criminosos armados no seu bairro\u201d, ressalta a pesquisa.\u00a0<\/p>\n<p>Neste sentido, o FBSP enfatiza que para o debate eleitoral de 2026, essa \u00e9 uma implica\u00e7\u00e3o central: \u201cseguran\u00e7a p\u00fablica n\u00e3o pode ser apresentada apenas como promessa de confronto ou endurecimento penal, mas como tarefa de prote\u00e7\u00e3o das comunidades mais expostas e de recupera\u00e7\u00e3o das condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas para que justi\u00e7a, circula\u00e7\u00e3o e projeto de futuro deixem de ser condicionados pelo poder armado\u201d.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Agenda eleitoral<\/strong><\/p>\n<p>Com base nos achados da pesquisa, bem como em levantamentos e an\u00e1lises anteriores, o F\u00f3rum Brasileiro de Seguran\u00e7a P\u00fablica prop\u00f5em t\u00f3picos de uma esp\u00e9cie de agenda program\u00e1tica para estas elei\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Entre os principais itens est\u00e3o a prote\u00e7\u00e3o da vida e a redu\u00e7\u00e3o da viol\u00eancia letal como elementos priorit\u00e1rios do combate \u00e0 viol\u00eancia; o enfrentamento ao crime organizado por meio da intelig\u00eancia, da coordena\u00e7\u00e3o federativa, da investiga\u00e7\u00e3o e controle de fluxos financeiros e a presen\u00e7a estatal cont\u00ednua nos bairros mais vulner\u00e1veis, fronteiras e territ\u00f3rios com infraestrutura estrat\u00e9gica, como portos e aeroportos.\u00a0<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, defende a prote\u00e7\u00e3o do cidad\u00e3o contra roubos, furtos e assaltos \u00e0 m\u00e3o armada como fator b\u00e1sico para restabelecer as condi\u00e7\u00f5es m\u00ednimas de circula\u00e7\u00e3o no espa\u00e7o p\u00fablico.\u00a0<\/p>\n<p>Por fim, ressalta que \u201cnenhuma agenda eleitoral ser\u00e1 consistente se n\u00e3o incorporar a prote\u00e7\u00e3o das mulheres e outros grupos vulner\u00e1veis. A viol\u00eancia que atravessa o lar, as rela\u00e7\u00f5es \u00edntimas e a vida familiar precisa ser tratada como problema estrutural da seguran\u00e7a p\u00fablica\u201d.\u00a0<\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/2026\/05\/11\/96-dos-brasileiros-temem-diferentes-formas-violencia-e-40-dizem-ter-vivido-alguma\/\">96% dos brasileiros temem diferentes formas viol\u00eancia e 40% dizem ter vivido alguma<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/vermelho.org.br\/\">Vermelho<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/8-vestibulares-de-universidades-publicas-com-inscricoes-abertas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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40% afirmam ter vivido alguma situa\u00e7\u00e3o dessa natureza nos \u00faltimos 12 meses e 41% reconhecem a presen\u00e7a, em seu bairro, de organiza\u00e7\u00e3o criminosa (tr\u00e1fico ou mil\u00edcia). Tal cen\u00e1rio refor\u00e7a a relev\u00e2ncia do debate sobre seguran\u00e7a p\u00fablica, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[16044,52059,27839,69,2204,25989,73,1429,77],"tags":[],"class_list":["post-86736","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-assalto","category-bala-perdida","category-fbsp","category-milicia","category-organizacao-criminosa","category-roubo","category-seguranca-publica","category-trafico","category-violencia"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86736","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=86736"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/86736\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=86736"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=86736"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=86736"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}