{"id":87165,"date":"2026-05-13T23:18:25","date_gmt":"2026-05-14T02:18:25","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-nakba-palestina-a-catastrofe-de-um-povo-e-a-luta-pelo-direito-de-existir\/"},"modified":"2026-05-13T23:18:25","modified_gmt":"2026-05-14T02:18:25","slug":"a-nakba-palestina-a-catastrofe-de-um-povo-e-a-luta-pelo-direito-de-existir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-nakba-palestina-a-catastrofe-de-um-povo-e-a-luta-pelo-direito-de-existir\/","title":{"rendered":"A Nakba Palestina: a cat\u00e1strofe de um povo e a luta pelo direito de existir"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"1045\" height=\"845\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba.jpg\" alt=\"NAKBA. ESPERAN\u00c7A. Palestinos ainda guardam chaves das casas das quais foram expulsos por Israel. Foto: Arquivo\" link_thumbnail=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba.jpg 1045w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-350x283.jpg 350w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-1024x828.jpg 1024w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-250x202.jpg 250w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-768x621.jpg 768w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-150x121.jpg 150w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-300x243.jpg 300w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/P12-_-Nakba-696x563.jpg 696w\" sizes=\"(max-width: 1045px) 100vw, 1045px\"><\/p>\n<p><strong>Todos os anos, no dia 15 de maio, os palestinos lembram e denunciam a Nakba (\u201ccat\u00e1strofe\u201d, em \u00e1rabe), marco de um processo cont\u00ednuo de limpeza \u00e9tnica, coloniza\u00e7\u00e3o e apartheid promovido pelo Estado de Israel e que se arrasta por quase oito d\u00e9cadas. Em todo o territ\u00f3rio palestino, o povo sai \u00e0s ruas em protesto, levando as chaves de suas antigas casas, que representam a esperan\u00e7a e o direito dos palestinos de retornarem \u00e0s suas terras e viverem em paz. <\/strong><\/p>\n<p><strong>Heron Barroso | Reda\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<hr>\n<p><span><strong>LUTAS DO POVO \u2013 <\/strong>A palavra cat\u00e1strofe pode ser definida como um acontecimento s\u00fabito e terr\u00edvel, que causa grande destrui\u00e7\u00e3o e sofrimento. Comumente, \u00e9 usada para descrever desastres naturais ou grandes acidentes. Mas, para o povo palestino, a ideia de cat\u00e1strofe tem um significado particular, presente e doloroso.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Nakba palestina tem in\u00edcio em 15 de maio de 1948, o dia seguinte \u00e0 autoproclama\u00e7\u00e3o de \u201cindepend\u00eancia\u201d de Israel. Sim, independ\u00eancia entre aspas, afinal, colonizadores n\u00e3o podem declarar independ\u00eancia de um territ\u00f3rio que j\u00e1 pertence a outro povo. Nesse dia, 774 cidades e povoados palestinos foram invadidos e destru\u00eddos por grupos armados sionistas. Em poucas semanas, mais de 15 mil pessoas foram mortas e milhares ficaram feridas ou mutiladas. Os sobreviventes foram for\u00e7ados a fugir com apenas as roupas do corpo e as chaves de suas casas \u2013 chaves que hoje, 78 anos depois, tornaram-se o s\u00edmbolo do Direito de Retorno.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Ao todo, aproximadamente 800 mil palestinos foram expulsos de suas terras em 1948 \u2013 cerca de 85% de toda a popula\u00e7\u00e3o que vivia no territ\u00f3rio destinado a Israel pelo plano de partilha da ONU. De pequenos propriet\u00e1rios de terras e pastores, os palestinos foram transformados, da noite para o dia, em \u201crefugiados\u201d.<\/span><\/p>\n<h4><b>A origem da cat\u00e1strofe<\/b><\/h4>\n<p><span>A Nakba tem suas ra\u00edzes no final do s\u00e9culo 19, quando o movimento sionista prop\u00f4s a cria\u00e7\u00e3o de um Estado judeu na Palestina, ent\u00e3o parte do antigo Imp\u00e9rio Otomano. Nessa \u00e9poca, a popula\u00e7\u00e3o da Palestina era composta por 95% de \u00e1rabes (mu\u00e7ulmanos e crist\u00e3os) e apenas 5% de judeus.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Financiados pela grande burguesia europeia e estadunidense, os judeus sionistas come\u00e7aram a comprar terras e construir assentamentos judaicos na regi\u00e3o, expulsando os camponeses \u00e1rabes que viviam e trabalhavam nessas propriedades h\u00e1 s\u00e9culos.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Com o fim do Imp\u00e9rio Otomano, ap\u00f3s a Primeira Guerra Mundial, a Palestina passou a ser controlada pelo Imp\u00e9rio Brit\u00e2nico, de 1920 at\u00e9 1948. Nesse per\u00edodo, a imigra\u00e7\u00e3o judaica para a regi\u00e3o aumentou significativamente, incentivada pelo imperialismo. A resposta palestina foi a Grande Revolta \u00c1rabe (1936-1939), um levante popular contra o dom\u00ednio ingl\u00eas e a coloniza\u00e7\u00e3o sionista.<\/span><\/p>\n<p><span>A revolta come\u00e7ou com greves e protestos, mas rapidamente evoluiu para uma insurrei\u00e7\u00e3o armada. O programa era claro: o fim da expuls\u00e3o dos camponeses de suas terras por colonos judeus e a independ\u00eancia da Palestina. A repress\u00e3o foi brutal: mais de 10% da popula\u00e7\u00e3o adulta masculina palestina entre 20 e 60 anos foi morta, ferida, presa ou exilada.<\/span><\/p>\n<h4><b>A cria\u00e7\u00e3o do Estado de Israel<\/b><\/h4>\n<p><span>O fim da Segunda Guerra Mundial (1939-1945) determinou a derrota militar da Alemanha nazista pelas for\u00e7as aliadas, especialmente a URSS, e revelou ao mundo o horror do Holocausto, <\/span><span>com o assassinato em massa de judeus e comunistas<\/span><span>.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Nesse contexto, ganhou for\u00e7a o apelo pela cria\u00e7\u00e3o de um Estado judeu. Em 1947, a Assembleia Geral das Na\u00e7\u00f5es Unidas aprovou um plano de partilha da Palestina (Resolu\u00e7\u00e3o 181), que previa a cria\u00e7\u00e3o de dois Estados: um judeu e outro palestino, al\u00e9m da internacionaliza\u00e7\u00e3o de Jerusal\u00e9m. Apesar de os judeus somarem cerca de 33% da popula\u00e7\u00e3o e possu\u00edrem apenas 7% das terras, o plano da ONU lhes destinou 55% do territ\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p><span>A ONU, ao \u201ccriar\u201d um Estado sobre a terra de outro povo, negou o direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o dos palestinos. Um tr\u00e1gico erro! Os sionistas, apoiados pelo Inglaterra e pelos EUA, impuseram sua vontade \u00e0 for\u00e7a. Ao final de 1948, Israel havia tomado cerca de 40% da \u00e1rea inicialmente destinada aos palestinos pelo plano da ONU.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>A ocupa\u00e7\u00e3o e a coloniza\u00e7\u00e3o da Palestina avan\u00e7aram ainda mais ap\u00f3s a Guerra dos Seis Dias, em 1967, quando Israel ocupou a Cisjord\u00e2nia, Gaza e Jerusal\u00e9m Oriental, consolidando seu dom\u00ednio militar sobre essas \u00e1reas. O apartheid e a viola\u00e7\u00e3o de direitos do povo palestino se aprofundaram. Novos assentamentos ilegais foram criados, casas demolidas, terras confiscadas e um sistema jur\u00eddico duplo foi imposto: liberdades democr\u00e1ticas para colonos judeus e ditadura militar para palestinos.<\/span><\/p>\n<p><span>Mais de 800 mil palestinos j\u00e1 passaram pelo sistema carcer\u00e1rio israelense arbitrariamente, sem acusa\u00e7\u00e3o formal ou processo legal, incluindo milhares de crian\u00e7as. Nessas pris\u00f5es, verdadeiras masmorras, os palestinos s\u00e3o torturados f\u00edsica e psicologicamente, isolados de suas fam\u00edlias por anos e privados das necessidades mais b\u00e1sicas, numa flagrante viola\u00e7\u00e3o dos direitos humanos cinicamente ignorada pelos \u201cpa\u00edses civilizados\u201d.<\/span><\/p>\n<p><span>A ocupa\u00e7\u00e3o militar sionista tamb\u00e9m dividiu e isolou o territ\u00f3rio palestino, tornando imposs\u00edvel uma vida social, econ\u00f4mica e pol\u00edtica aut\u00f4noma. Na Cisjord\u00e2nia, a expans\u00e3o dos assentamentos ilegais, protegidos pelo ex\u00e9rcito de Israel, continua a expulsar de suas terras comunidades palestinas inteiras. \u00c9 o que os palestinos chamam de \u201cNakba cont\u00ednua\u201d.<\/span><\/p>\n<h4><b>Genoc\u00eddio palestino<\/b><\/h4>\n<p><span>A partir de outubro de 2023, o Estado fascista de Israel intensificou sua ofensiva militar sobre a Faixa de Gaza, bombardeando, por meses seguidos, hospitais, escolas e campos de refugiados. Mais de 70 mil palestinos, incluindo 18 mil crian\u00e7as e 13 mil mulheres, foram mortos pelas bombas imperialistas, cerca de 3% dos habitantes do territ\u00f3rio em apenas dois anos. Em termos de compara\u00e7\u00e3o, se o Brasil sofresse um massacre de propor\u00e7\u00f5es similares, mais de 7 milh\u00f5es de pessoas teriam sido assassinadas.<\/span><\/p>\n<p><span>Hoje, quase 2 milh\u00f5es de pessoas em Gaza foram deslocadas, muitas delas, mais de uma vez; cerca de 60% da popula\u00e7\u00e3o perdeu suas casas. Mais de 40% das gestantes e lactantes est\u00e3o gravemente desnutridas e dois ter\u00e7os sofrem de anemia, enquanto 40 mil crian\u00e7as ficaram \u00f3rf\u00e3s de pai ou m\u00e3e. Mais da metade dos hospitais est\u00e1 fora de opera\u00e7\u00e3o e quase todas as escolas e universidades foram destru\u00eddas. A economia de Gaza regrediu 84%, e apenas 9,3% da popula\u00e7\u00e3o tem algum tipo de emprego. N\u00e3o h\u00e1 como negar que estamos diante de um genoc\u00eddio.<\/span><\/p>\n<p><span>De fato, n\u00e3o h\u00e1 nada mais pr\u00f3ximo \u00e0 persegui\u00e7\u00e3o implac\u00e1vel e ao genoc\u00eddio que o nazismo desencadeou contra o povo judeu do que a expuls\u00e3o, a persegui\u00e7\u00e3o e o genoc\u00eddio que o imperialismo e o sionismo praticam hoje contra o povo palestino. Sem d\u00favidas, o maior crime do nosso tempo.<\/span><\/p>\n<h4><b>Palestina livre!<\/b><\/h4>\n<p><span>A Nakba n\u00e3o \u00e9 apenas um evento do passado, mas um processo ainda em curso. \u00c9 o cotidiano vivido pelos palestinos. Ela se manifesta diariamente com a expans\u00e3o ilegal de assentamentos, do roubo de terras na Cisjord\u00e2nia e do bloqueio desumano imposto \u00e0 Faixa de Gaza.<\/span><span>\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span>Qualquer trabalhador brasileiro \u00e9 capaz de entender e sentir um pouco que seja o que significa a Nakba para os palestinos. A realidade enfrentada pelo povo palestino, oprimido e violentado por Israel, \u00e9 muito pr\u00f3xima do que os jovens negros, os povos ind\u00edgenas, os quilombolas e as mulheres pobres vivem em nosso pa\u00eds. A viol\u00eancia do Estado, a nega\u00e7\u00e3o de direitos, os despejos, a fome e o racismo tamb\u00e9m existem no Brasil. Por isso, a grande solidariedade que existe do povo brasileiro \u00e0 causa palestina.<\/span><\/p>\n<p><span>A cat\u00e1strofe palestina precisa acabar! A base para uma paz justa come\u00e7a com a retirada total e incondicional de Israel de todos os territ\u00f3rios ocupados, o retorno do povo palestino \u00e0 sua terra natal, o reconhecimento de seu direito \u00e0 autodetermina\u00e7\u00e3o e o estabelecimento de um Estado independente na Palestina.<\/span><\/p>\n<p><span>A liberdade da Palestina \u2013 do Rio ao Mar \u2013 \u00e9 uma bandeira que todos os que lutam por um mundo sem guerras, opress\u00e3o e injusti\u00e7as jamais podem abaixar.<\/span><\/p>\n<p><em>Mat\u00e9ria publicada na edi\u00e7\u00e3o impressa n\u00ba 333 do jornal A Verdade<\/em><\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/o-que-a-urbanizacao-da-china-pode-ensinar-ao-mundo\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/Shangai-China-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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