{"id":87361,"date":"2026-05-15T09:36:12","date_gmt":"2026-05-15T12:36:12","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/chuvas-na-paraiba-tragedia-anunciada-pela-desigualdade-e-abandono-do-estado\/"},"modified":"2026-05-15T09:36:12","modified_gmt":"2026-05-15T12:36:12","slug":"chuvas-na-paraiba-tragedia-anunciada-pela-desigualdade-e-abandono-do-estado","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/chuvas-na-paraiba-tragedia-anunciada-pela-desigualdade-e-abandono-do-estado\/","title":{"rendered":"Chuvas na Para\u00edba: trag\u00e9dia anunciada pela desigualdade e abandono do Estado"},"content":{"rendered":"<p><img fetchpriority=\"high\" width=\"800\" height=\"500\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1.jpeg\" alt=\"\" link_thumbnail=\"\" decoding=\"async\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1.jpeg 800w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-350x219.jpeg 350w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-250x156.jpeg 250w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-768x480.jpeg 768w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-150x94.jpeg 150w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-300x188.jpeg 300w, https:\/\/averdade.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/IMG_6491-1-696x435.jpeg 696w\" sizes=\"(max-width: 800px) 100vw, 800px\"><\/p>\n<p><strong>As enchentes que atingiram a Para\u00edba exp\u00f5em n\u00e3o apenas a for\u00e7a das chuvas, mas a desigualdade social, a falta de preven\u00e7\u00e3o e o abandono da classe trabalhadora diante de trag\u00e9dias anunciadas.<\/strong><\/p>\n<p><em>\u00a0<\/em><strong>Reda\u00e7\u00e3o Para\u00edba<\/strong><\/p>\n<hr>\n<p><strong>SOCIEDADE\u2013<\/strong> Enquanto o calend\u00e1rio marcava o feriado do 1\u00ba de Maio, Dia do Trabalhador e da Trabalhadora, a chuva desabava sobre a Para\u00edba com uma for\u00e7a que o estado n\u00e3o via h\u00e1 mais de trinta anos. Em menos de quarenta e oito horas, v\u00e1rios munic\u00edpios, do litoral ao agreste, foram engolidos pelas \u00e1guas, e mais de 2.400 fam\u00edlias, que j\u00e1 viviam no limite, perderam o pouco que tinham.<\/p>\n<p><strong>Os n\u00fameros da trag\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p>Mais de 37.400 pessoas foram afetadas pelas chuvas em v\u00e1rias localidades do estado, segundo boletim do Gabinete de Crise Interinstitucional do governo estadual. Desse total, 2.400 fam\u00edlias foram desalojadas e 895 desabrigadas, uma distin\u00e7\u00e3o que importa pouco para quem dorme em abrigo sem saber quando (e se) vai voltar para casa, mas que os relat\u00f3rios oficiais fazem quest\u00e3o de manter.<\/p>\n<p>O Corpo de Bombeiros realizou 478 atendimentos e resgatou 349 pessoas diretamente de \u00e1reas de risco, mobilizando quase 1.500 militares, com mais de cem embarca\u00e7\u00f5es, uma aeronave e cinco drones. O Estado chegando depois do dil\u00favio, como sempre. O aparato de emerg\u00eancia foi acionado; o aparato de preven\u00e7\u00e3o, onde estava?<\/p>\n<p>Ao final das \u00faltimas informa\u00e7\u00f5es dispon\u00edveis, 32 munic\u00edpios decretaram situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia por causa das enxurradas e da eleva\u00e7\u00e3o dos rios. Entre eles est\u00e3o cidades da regi\u00e3o metropolitana e dezenas de munic\u00edpios do interior que raramente aparecem nos jornais de circula\u00e7\u00e3o nacional, e que, por isso mesmo, demoram mais a receber ajuda.<\/p>\n<p><strong>A realidade apagada do interior<\/strong><\/p>\n<p>O n\u00famero de a\u00e7udes sangrando praticamente dobrou em cerca de um m\u00eas. At\u00e9 o fim de mar\u00e7o, havia 15 a\u00e7udes vertendo na Para\u00edba; com apenas quatro dias de maio, esse n\u00famero chegou a 33 reservat\u00f3rios. A maior parte est\u00e1 ligada \u00e0 bacia do Rio Para\u00edba, o que explica os alagamentos em Santa Rita, Rio Tinto, Conde, Bayeux (cidades onde mora a classe trabalhadora que n\u00e3o pode pagar aluguel em Jo\u00e3o Pessoa), Ing\u00e1 (onde uma ponte cedeu e uma casa desabou) e Lagoa Seca (onde barragens se romperam, prejudicando o acesso \u00e0s zonas rurais).<\/p>\n<p>Em Santa Rita, o Rio Para\u00edba permaneceu dois metros acima do n\u00edvel normal e a Prefeitura removeu 75 toneladas de entulho. As aulas foram suspensas. Em Bayeux, que concentra o maior n\u00famero de atingidos, cerca de 12 mil pessoas, entre 500 e 600 fam\u00edlias ficaram desalojadas e cerca de 600 desabrigadas. Bayeux \u00e9 uma cidade pobre \u00e0s margens de Jo\u00e3o Pessoa, constru\u00edda onde a terra \u00e9 barata porque inunda. Quem mora l\u00e1 foi empurrado pelo pre\u00e7o do metro quadrado, pela possibilidade de ter onde morar.<\/p>\n<p>Em Guarabira, duas pessoas morreram v\u00edtimas de choque el\u00e9trico momentos antes de uma corrida de rua em comemora\u00e7\u00e3o ao Dia do Trabalhador. Chovia forte, e testemunhas relataram que o caso pode ter sido provocado por um fio energizado em contato com a \u00e1gua. Morreram no Dia do Trabalhador, v\u00edtimas da precariedade da infraestrutura el\u00e9trica, por aquilo que o sistema reduz a um \u201cacidente\u201d.<\/p>\n<p><strong>A periferia na capital paraibana<\/strong><\/p>\n<p>A capital n\u00e3o escapou. Jo\u00e3o Pessoa j\u00e1 havia vivenciado em agosto de 2025 a maior enchente em 40 anos, afetando profundamente a estrutura da cidade e exigindo resgates emergenciais. Menos de um ano depois, a hist\u00f3ria se repetiu.<\/p>\n<p>A Defesa Civil registrou deslizamentos de barreiras nos bairros S\u00e3o Jos\u00e9 e Cruz das Armas, al\u00e9m de queda de \u00e1rvores no Castelo Branco e alagamentos especialmente nos bairros da Zona Sul; dezesseis fam\u00edlias da comunidade Engenho Velho foram levadas para abrigo tempor\u00e1rio. A esta\u00e7\u00e3o de tratamento que abastece a Capital e Regi\u00e3o Metropolitana chegou a parar de funcionar, deixando oitenta bairros sem \u00e1gua. A chuva que transbordou cortou justamente o acesso \u00e0 \u00e1gua pot\u00e1vel, ironia que resume a l\u00f3gica do subdesenvolvimento capitalista.<\/p>\n<p>O prefeito declarou o esperado: \u201cTemos fam\u00edlias que perderam tudo, inclusive documentos e casas.\u201d Correto. Mas a pergunta que o prefeito n\u00e3o respondeu \u00e9: por que essas fam\u00edlias moravam onde inunda? Por que a cidade permaneceu sem drenagem, sem conten\u00e7\u00e3o de encostas, sem planejamento adequado que proteja quem trabalha?<\/p>\n<p><strong>A urg\u00eancia que s\u00f3 aparece ap\u00f3s a trag\u00e9dia<\/strong><\/p>\n<p>Quando o Rio Grande do Sul foi atingido pelas enchentes em 2024, o maior desastre clim\u00e1tico do Brasil em d\u00e9cadas, o governo liberou bilh\u00f5es e o povo se mobilizou. Depois de tudo, as comunidades ribeirinhas continuam onde est\u00e3o. Os recursos vieram depois, mas a preven\u00e7\u00e3o nunca.<\/p>\n<p>O capitalismo n\u00e3o planeja o territ\u00f3rio pensando nas pessoas, planeja pensando no lucro. A cidade cresce onde o mercado imobili\u00e1rio quer e a classe trabalhadora ocupa o que sobra nas margens dos rios, as encostas, os fundos de vale. E quando chove, paga o pre\u00e7o de uma trag\u00e9dia constru\u00edda tijolo por tijolo ao longo de d\u00e9cadas de especula\u00e7\u00e3o e conten\u00e7\u00e3o de gastos p\u00fablicos.<\/p>\n<p>O Teto de Gastos, hoje chamado pelo nome mais palat\u00e1vel de Arcabou\u00e7o Fiscal, mas com a mesma l\u00f3gica de austeridade que amorda\u00e7a o Estado, funciona como uma guilhotina permanente sobre investimentos em infraestrutura urbana, habita\u00e7\u00e3o popular e drenagem. N\u00e3o falta dinheiro para bancar os juros da d\u00edvida p\u00fablica. Falta para consertar o canal de drenagem de Bayeux, para construir habita\u00e7\u00e3o digna para quem vive nos morros e encostas de Jo\u00e3o Pessoa, para modernizar a rede el\u00e9trica de Guarabira e para construir uma ponte resistente em Ing\u00e1.<\/p>\n<p>O gasto com desastres \u00e9 sempre permitido, pois \u00e9 emergencial, n\u00e3o pode esperar. O presidente Lula assinou medida provis\u00f3ria abrindo cr\u00e9dito extraordin\u00e1rio de 305 milh\u00f5es de reais para a\u00e7\u00f5es de prote\u00e7\u00e3o e defesa civil e 305 milh\u00f5es para limpar o que o descaso do pr\u00f3prio Estado acumulou. Mas o investimento preventivo que evitaria esse custo? Esse precisa ser cortado para se enquadrar no teto \u2013 ou arcabou\u00e7o, como queiram.<\/p>\n<p><strong>O que a chuva revela<\/strong><\/p>\n<p>N\u00e3o existe desastre natural puro. Existe a natureza, existem os desafios clim\u00e1ticos e existe a forma como a sociedade se organiza para enfrent\u00e1-los, ou para ignor\u00e1-los at\u00e9 que seja tarde demais. A Para\u00edba de maio de 2026 \u00e9 a mesma Para\u00edba de agosto de 2025, que \u00e9 a mesma do Rio Grande do Sul de 2024, que \u00e9 a mesma de Recife em 2022. A chuva muda de localidade, mas o padr\u00e3o de quem morre e quem perde tudo, n\u00e3o.<\/p>\n<p>Enquanto a l\u00f3gica capitalista continuar tratando o territ\u00f3rio como mercadoria, o desenvolvimento urbano como neg\u00f3cio privado e a rela\u00e7\u00e3o entre as pessoas e a natureza como problema secund\u00e1rio, resolv\u00edvel s\u00f3 no decreto, s\u00f3 na emerg\u00eancia, as enchentes continuar\u00e3o sendo trag\u00e9dias anunciadas. A classe trabalhadora da Para\u00edba precisa de drenagem, de habita\u00e7\u00e3o, de planejamento urbano que coloque a vida no centro. Precisa que o Estado exista antes do desastre, n\u00e3o s\u00f3 depois.<\/p>\n<p>Isso \u00e9 direito. E direito que s\u00f3 ser\u00e1 plenamente conquistado pela supera\u00e7\u00e3o do capital e pela constru\u00e7\u00e3o do socialismo no Brasil.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/tailandia-intensifica-ataques-contra-camboja-em-meio-as-negociacoes-para-tregua\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/03_prasat_preah_vihear-nx-06491-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Tail\u00e2ndia intensifica ataques contra Camboja em me...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/ex-presidente-jair-bolsonaro-esta-estavel-apos-cirurgia-que-durou-12-horas\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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