{"id":8741,"date":"2024-12-17T22:00:06","date_gmt":"2024-12-18T01:00:06","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.org\/blogosfera\/povos-de-terreiro-reforcam-a-importancia-de-debater-sobre-racismo-religioso\/"},"modified":"2024-12-17T22:00:06","modified_gmt":"2024-12-18T01:00:06","slug":"povos-de-terreiro-reforcam-a-importancia-de-debater-sobre-racismo-religioso","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/povos-de-terreiro-reforcam-a-importancia-de-debater-sobre-racismo-religioso\/","title":{"rendered":"Povos de terreiro refor\u00e7am a import\u00e2ncia de debater sobre racismo religioso"},"content":{"rendered":"<p>No \u00faltimo s\u00e1bado (7), o Centro de Forma\u00e7\u00e3o e Capacita\u00e7\u00e3o Frei Humberto, em Fortaleza (CE), recebeu o evento intitulado &#8220;Samba de Ax\u00e9 Levanta Terreiro&#8221;. Um dos objetivos da a\u00e7\u00e3o foi debater as perspectivas e desafios das comunidades tradicionais de terreiro por pol\u00edticas p\u00fablicas de valoriza\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/03\/25\/povos-de-terreiro-participam-de-encontro-nacional-e-levantam-pautas-para-politicas-publicas\">povos de terreiro<\/a>.<\/p>\n<p>Para falar sobre as lutas e conquistas e sobre a contribui\u00e7\u00e3o dos povos de terreiro para a arte, cultura e hist\u00f3ria do Brasil e do Cear\u00e1, o <strong>Brasil de Fato <\/strong>conversou com Nonato Nascimento, do Ile Ax\u00e9 Ofa Omi e militante do <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/05\/16\/movimentos-negro-e-de-favela-realizam-encontro-para-debater-pautas-raciais-com-a-cupula-dos-povos-frente-ao-g20\">Movimento Negro Unificado (MNU)<\/a>. Confira.<\/p>\n<p><strong>Brasil de Fato CE:\u00a0Qual a contribui\u00e7\u00e3o dos povos de terreiro para a arte, cultura e hist\u00f3ria do Brasil e do Cear\u00e1?<\/strong><\/p>\n<p><strong>Nonato Nascimento:\u00a0<\/strong>A contribui\u00e7\u00e3o do povo de terreiro para a forma\u00e7\u00e3o social brasileira \u00e9 muito grande porque a gente demarca no campo da arte, da cultura e do fazer a hist\u00f3ria no Brasil, especialmente no Cear\u00e1 e no Nordeste brasileiro. Acho que \u00e9 importante fazer essas demarca\u00e7\u00f5es. A contribui\u00e7\u00e3o do povo de terreiro, das comunidades de candombl\u00e9, das religi\u00f5es afro-ind\u00edgenas se d\u00e1 em v\u00e1rios campos: no campo da arte, da cultura, da pol\u00edtica, da sa\u00fade e das rela\u00e7\u00f5es espirituais. Esse \u00e9 o lugar que a gente ocupou historicamente, um lugar que foi invisibilizado, como sempre nos alertou <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2018\/02\/01\/intelectual-e-feminista-lelia-gonzalez-a-mulher-que-revolucionou-o-movimento-negro\">L\u00e9lia Gonz\u00e1lez<\/a>, uma mulher tamb\u00e9m de candombl\u00e9, uma mulher de Oxum, mulher que \u00e9 uma das fundadoras do Movimento Negro Unificado (MNU), junto com <a href=\"https:\/\/www.brasildefato.com.br\/2024\/03\/15\/abdias-do-nascimento-estaria-denunciando-o-massacre-em-gaza-hoje-afirma-viuva-do-intelectual\">Abdias do Nascimento<\/a>, homem tamb\u00e9m que pensa essa realidade brasileira a partir do terreiro.\u00a0<\/p>\n<p>Ent\u00e3o \u00e9 importante dizer que toda a contribui\u00e7\u00e3o da comunidade de terreiro para a forma\u00e7\u00e3o social brasileira foi historicamente perseguida. A gente chega em 2024 tendo que lutar por pol\u00edticas p\u00fablicas de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica, de repara\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica frente a intensifica\u00e7\u00e3o das viol\u00eancias contra as comunidades tradicionais de terreiro, a intensifica\u00e7\u00e3o das viol\u00eancias contra o povo de Santo, porque esse \u00e9 o momento que o movimento de terreiro no Brasil, no Cear\u00e1, no Nordeste brasileiro, \u00e9 bom que se diga, tem uma posi\u00e7\u00e3o p\u00fablica e essa posi\u00e7\u00e3o p\u00fablica das comunidades tradicionais de terreiro \u00e9 demarcar essas contribui\u00e7\u00f5es e a demarca\u00e7\u00e3o dessas contribui\u00e7\u00f5es perpassa por espa\u00e7os p\u00fablicos, perpassa pela pol\u00edtica, perpassa pela ocupa\u00e7\u00e3o do parlamento, perpassa pela recupera\u00e7\u00e3o e mem\u00f3ria ancestral daqueles que contribu\u00edram na forma\u00e7\u00e3o dessa sociedade, mas tamb\u00e9m que seguraram diversas comunidades frente \u00e0 viol\u00eancia policial, frente a LGBTfobia, frente ao adoecimento mental da popula\u00e7\u00e3o negra.\u00a0<\/p>\n<p><strong>H\u00e1 a\u00e7\u00f5es por parte do poder p\u00fablico que garantam os direitos dos povos de terreiro ou que valorizem toda a tradi\u00e7\u00e3o desse povo?<\/strong><\/p>\n<p>Acho que \u00e9 importante, quando a gente fala sobre a\u00e7\u00f5es do poder p\u00fablico, o pouco que a gente tem hoje de pol\u00edtica p\u00fablica, de combate ao racismo religioso, que alguns tamb\u00e9m chamam de intoler\u00e2ncia religiosa, mas como a gente \u00e9 de uma milit\u00e2ncia de terreiro, comprometida, e que milita nessa quest\u00e3o, que est\u00e1 em caminhada nessa quest\u00e3o a gente sabe que \u00e9 importante racializar, n\u00f3s estamos falando de comunidades de terreiro, e a gente tem demarcadores e nosso demarcador e ra\u00e7a. A ra\u00e7a perpassa o candombl\u00e9, a ra\u00e7a perpassa a cultura de terreiro, a ra\u00e7a perpassa o nosso fazer pol\u00edtico, a ra\u00e7a perpassa nossa ancestralidade.<\/p>\n<p>Ent\u00e3o se pega uma militante hist\u00f3rica da luta de combate ao racismo religioso como M\u00e3e Beata de Iemanj\u00e1, uma mulher \u00e0 frente do seu tempo, uma mulher que colocou diversas quest\u00f5es, desde o impacto do racismo religioso \u00e0 prote\u00e7\u00e3o das vidas LGBTQIAPN+ dentro dos pr\u00f3prios terreiros, do combate \u00e0 viol\u00eancia racial, do combate do avan\u00e7o do racismo ambiental sobre as territorialidades das comunidades de terreiro, poder p\u00fablico segue sendo pautado por que a gente fala desse lugar de ousadia, de caminhada permanente, de caminhada contra o racismo religioso. Por que a gente fala da\u00ed? Para dizer das aus\u00eancias do Estado, para dizer que o Estado ainda continua apostando em medidas, em pol\u00edticas, em a\u00e7\u00f5es que n\u00e3o consideram as agendas inegoci\u00e1veis que n\u00f3s, comunidade de terreiro, apresentamos. E as nossas agendas, por que \u00e9 que elas s\u00e3o inegoci\u00e1veis frente ao poder p\u00fablico? Por que ela \u00e9 inegoci\u00e1vel? Porque ela fala das nossas vidas, s\u00e3o os nossos corpos, territ\u00f3rios, terreiros que est\u00e3o expostos na sociedade.\u00a0<\/p>\n<p>Eu falo l\u00e1 no terreiro do Of\u00e1 Omi, no \u00cdl\u00e9 para T\u2019ogum. Ali \u00e9 uma comunidade de terreiro, uma comunidade negra, ancestral, sujeita de direitos, mas tamb\u00e9m que demanda especificidades e muitas vezes o poder p\u00fablico nos olha \u00e0 margem. Ent\u00e3o a gente est\u00e1 mais em uma luta para reeducar o poder p\u00fablico, mas tamb\u00e9m ocupar esses espa\u00e7os. Ocupar o poder p\u00fablico \u00e9 uma demanda nossa. Como \u00e9 que a gente ocupa a agenda p\u00fablica? Com a agenda pol\u00edtica, os partidos de esquerda colocando as nossas demandas e reeducando tamb\u00e9m esses lugares, esses territ\u00f3rios que historicamente foram dominados ou conduzidos por outras perspectivas, e a gente precisa tamb\u00e9m pautar com essas perspectivas que \u00e9 a perspectiva de terreiro, e a\u00ed sim a agenda pol\u00edtica, agenda p\u00fablica ganha esse sabor, esse cheiro, esse fazer do terreiro.<\/p>\n<p><imgsrc=\"\"><br \/>\nO racismo religioso est\u00e1 enraizado, digamos assim. Ele est\u00e1 presente na sociedade brasileira e \u00e9 importante a gente debater isso. \/ Ezequiela Scapini<\/p>\n<p><strong>Ainda h\u00e1 preconceitos a respeito dos povos de terreiro?<\/strong><\/p>\n<p>Preconceito, o que a gente chama de racismo religioso, de terrorismo religioso porque tem um componente a\u00ed que \u00e9 importante a gente demarcar e colocar, que \u00e9 a quest\u00e3o da ra\u00e7a. O terreiro \u00e9 um territ\u00f3rio negro, \u00e9 um territ\u00f3rio preto, \u00e9 constru\u00e7\u00e3o dessas presen\u00e7as e essas presen\u00e7as demarcam o imagin\u00e1rio racial no Brasil, demarca o sistema de Justi\u00e7a, demarca o fazer pol\u00edtico, demarca as disputas do Estado brasileiro, e a\u00ed as comunidades negras, de terreiro, os territ\u00f3rios de candombl\u00e9, as religi\u00f5es afro-ind\u00edgenas sempre foram afetadas diretamente por essa viol\u00eancia colonial estrutural. Quando a gente fala que ela \u00e9 estrutural \u00e9 para dizer que ela tamb\u00e9m n\u00e3o \u00e9 s\u00f3 direcionada a um indiv\u00edduo, mas a toda uma coletividade.\u00a0<\/p>\n<p>Essa \u00e9 a disputa s\u00e9ria que a gente est\u00e1 fazendo em 2024 frente ao quadro de avan\u00e7o das viol\u00eancias e viola\u00e7\u00f5es de direitos humanos em territ\u00f3rios de comunidades de terreiro. N\u00f3s n\u00e3o estamos falando s\u00f3 de viol\u00eancia verbal, a gente est\u00e1 falando de grupos religiosos que adentram aos terreiros de candombl\u00e9 no Brasil, no Nordeste e no Cear\u00e1 e amea\u00e7am, atentam \u00e0 vida das lideran\u00e7as religiosas que majoritariamente s\u00e3o mulheres, mulheres negras, mulheres perif\u00e9ricas, mulheres trans, pessoas LGBTQIAPN+. Esses demarcadores dizem muito de como o racismo religioso se articula, como racismo religioso determina ou pensa em determinar essas exist\u00eancias.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 importante dizer que o racismo religioso nos afeta individualmente porque afeta a nossa sa\u00fade, por isso que o debate de sa\u00fade p\u00fablica, a defesa intransigente do SUS, tudo isso \u00e9 interessante, mas \u00e9 importante dizer tamb\u00e9m que a gente quer debater uma justi\u00e7a sem racismo religioso, uma justi\u00e7a que olhe para os territ\u00f3rios negro, terreiro de outra forma, de outro olhar, de outro lugar.\u00a0<\/p>\n<p>\u00c9 preciso defender as vidas negras, \u00e9 preciso defender as vidas de terreiro, essa \u00e9 a nossa agenda inegoci\u00e1vel, que a gente n\u00e3o pode abrir m\u00e3o por qualquer coisa e nem d\u00e1, porque ela fala das nossas exist\u00eancias. Ent\u00e3o, dizer que a sociedade brasileira \u00e9 sim marcada e demarcada pelo racismo religioso, por isso que a nossa luta se d\u00e1 dentro do movimento social de terreiro.\u00a0<\/p>\n<p><strong>Na sua opini\u00e3o, o que contribui para a exist\u00eancia desses preconceitos? Quais a\u00e7\u00f5es s\u00e3o realizadas para acabar com esses preconceitos?<\/strong><\/p>\n<p>O racismo religioso est\u00e1 enraizado, digamos assim. Ele est\u00e1 presente na sociedade brasileira e \u00e9 importante a gente debater isso. Os \u00edndices de viol\u00eancia contra as pessoas de religi\u00e3o de matriz africana s\u00e3o vis\u00edveis, est\u00e1 dado. A sociedade brasileira como um todo, as pol\u00edticas p\u00fablicas precisam ter aten\u00e7\u00e3o para esse fator que determina. Ele \u00e9 determinante tamb\u00e9m na sa\u00fade coletiva de diversas pessoas e nos seus diversos territ\u00f3rios. O racismo religioso tem sua continuidade, \u00e9 alimentado em uma sociedade que ela tem uma refer\u00eancia na hist\u00f3ria \u00fanica, uma hist\u00f3ria \u00fanica, em uma l\u00edngua \u00fanica, em uma religi\u00e3o \u00fanica, numa perspectiva \u00fanica de mundo e quando a gente, comunidade de terreiro, com o nosso saber, o nosso fazer, nosso ser, nossa presen\u00e7a e essa est\u00e9tica que \u00e9 em volta do inquice, do orix\u00e1, do vodum, do Encantado, do caboclo isso bagun\u00e7a a cabe\u00e7a desse pessoal, e esse pessoal logo quer nos eliminar e \u00e9 a\u00ed onde a gente entra: \u201cNossas vidas importam\u201d, a vida do povo de terreiro importa, porque aqui \u00e9 n\u00facleo em que muitos de voc\u00eas se recuperam, \u00e9 aqui onde voc\u00eas renascem, \u00e9 aqui que a gente acolhe, \u00e9 aqui que a gente abra\u00e7a.\u00a0<\/p>\n<p><imgsrc=\"\"><br \/>\nEntre as quest\u00f5es que levaram a funda\u00e7\u00e3o do Movimento est\u00e3o o caso do feirante Robson Silveira da Luz, que foi preso, torturado e assassinado pela pol\u00edcia da ditadura militar em 1978. \/ Foto: Divulga\u00e7\u00e3o \/ MNU<\/p>\n<p><strong>Voc\u00ea \u00e9 militante do Movimento Negro Unificado (MNU). Fala um pouco da rela\u00e7\u00e3o do movimento com as lutas dos povos de terreiro.<\/strong><\/p>\n<p>N\u00f3s somos o Movimento Negro Unificado, temos 46 anos de luta e resist\u00eancia. A gente nasce em luta contra os horrores da ditadura militar no Brasil. Importante dizer isso, esse \u00e9 o demarcador ali quando o movimento negro se organiza e funda o MNU na escadaria do Theatro Municipal em S\u00e3o Paulo. Em plena ditadura militar o movimento negro ousou denunciar os horrores da viol\u00eancia policial contra as comunidades negra, os horrores do racismo racial e da sua viol\u00eancia.<\/p>\n<p>As pessoas que fundam o Movimento Negro Unificado, que organizam o Movimento Negro Unificado, s\u00e3o pessoas de terreiro, s\u00e3o pessoas de candombl\u00e9, de umbanda. \u00c9 importante colocar isso. Ent\u00e3o, o movimento de terreiro e o Movimento Negro Unificado tem profunda rela\u00e7\u00e3o. Eu sou uma pessoa de terreiro e sou militante do Movimento Negro Unificado com muito orgulho, e l\u00e1 dentro a gente tem uma coletividade de pessoas de terreiro, a gente organiza espa\u00e7os pr\u00f3prios, faz o debate, coloca a agenda na roda, ou melhor, na gira, um giro de agenda, que para n\u00f3s \u00e9 fundante quando a gente afirma que \u00e9 importante a defesa intransigente do patrim\u00f4nio material e imaterial do povo negro e das religi\u00f5es de matriz africana e ind\u00edgena. Esse patrim\u00f4nio \u00e9 nosso. Ele pertence a n\u00f3s. Ele nos levou at\u00e9 aqui, nos deixou de p\u00e9, deixou essa ra\u00e7a de p\u00e9. Ent\u00e3o a gente reivindica, a gente constr\u00f3i.<\/p>\n<p>Voc\u00ea pode conferir nossas entrevistas no <a href=\"https:\/\/open.spotify.com\/show\/0kgZWZtUYAprAFfEJm2E0s\">Spotify<\/a> ou no nosso perfil no <a href=\"https:\/\/creators.spotify.com\/pod\/show\/brasil-de-fato-cear\">Anchor<\/a>.<\/p>\n<p>Para receber nossas mat\u00e9rias diretamente no seu celular clique <a href=\"https:\/\/api.whatsapp.com\/send\/?phone=558598588379&amp;text=Ol%C3%A1%2C+gostaria+de+receber+not%C3%ADcias+do+Brasil+de+Fato+Cear%C3%A1.&amp;app_absent=0\">aqui<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/estrategia-do-cuidado-paliativo-completa-um-ano-no-brasil-o-foco-nao-e-a-doenca-e-a-pessoa\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/07\/bdf-20250703-191638-6a2560-17-150x150.jpg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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Um dos objetivos da a\u00e7\u00e3o foi debater as perspectivas e desafios das comunidades tradicionais de terreiro por pol\u00edticas p\u00fablicas de valoriza\u00e7\u00e3o e preserva\u00e7\u00e3o dos povos de terreiro. 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