{"id":88574,"date":"2026-05-25T14:03:43","date_gmt":"2026-05-25T17:03:43","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-forca-que-sustenta-a-luta-organiza-a-vida-e-constroi-a-reforma-agraria-popular\/"},"modified":"2026-05-25T14:03:43","modified_gmt":"2026-05-25T17:03:43","slug":"a-forca-que-sustenta-a-luta-organiza-a-vida-e-constroi-a-reforma-agraria-popular","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/a-forca-que-sustenta-a-luta-organiza-a-vida-e-constroi-a-reforma-agraria-popular\/","title":{"rendered":"A for\u00e7a que sustenta a luta, organiza a vida e constr\u00f3i a Reforma Agr\u00e1ria Popular"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1-768x512.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/8-IMG_2484-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<p><em>Por Al\u00ed Nacif<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>No m\u00eas de maio, quando a luta das mulheres ganha ainda mais centralidade nas ruas, nos territ\u00f3rios e nas organiza\u00e7\u00f5es populares, as mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra reafirmam diariamente que a Reforma Agr\u00e1ria Popular tamb\u00e9m \u00e9 constru\u00edda com m\u00e3os femininas, coragem coletiva e organiza\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>Nesse sentido, nas ocupa\u00e7\u00f5es, nos acampamentos, nas cozinhas coletivas, na produ\u00e7\u00e3o agroecol\u00f3gica, na forma\u00e7\u00e3o pol\u00edtica, na sa\u00fade popular e na organiza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios, s\u00e3o as mulheres que sustentam grande parte da vida coletiva nos espa\u00e7os da luta pela terra. Mulheres que enfrentam o machismo, a viol\u00eancia, o desemprego, a fome e a desigualdade social sem abandonar a esperan\u00e7a de construir um futuro digno.<\/p>\n<p>A trajet\u00f3ria de Dorileia Lopes, conhecida como Dora, \u00e9 uma dessas hist\u00f3rias constru\u00eddas na luta. Ela chegou ao movimento em 2018, ap\u00f3s se aposentar como funcion\u00e1ria p\u00fablica. O primeiro contato com o MST veio atrav\u00e9s de uma amiga. Embora sem conhecer a realidade dos acampamentos e carregando os preconceitos disseminados pela televis\u00e3o, Dora encontrou algo diferente quando pisou na ocupa\u00e7\u00e3o: a <strong>solidariedade, acolhimento e povo organizado.<\/strong> Foi essa experi\u00eancia coletiva que a fez permanecer no acampamento.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres-768x512.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/mulheres.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Al\u00ed Nacif<strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cEu cheguei aqui sem saber nada. Eu tinha 12 dias de ocupa\u00e7\u00e3o. Com o tempo eu fui me envolvendo. Era cozinha, era doa\u00e7\u00e3o de roupa, de sapato. Eu disse: \u2018acho que vou ficar aqui nesse lugar\u2019. E t\u00f4 aqui at\u00e9 hoje<\/em>\u201d, conta. <\/p>\n<p>Com o passar dos anos, Dora assumiu tarefas coletivas, participou do grupo de mulheres, passou pela coordena\u00e7\u00e3o de n\u00facleo e hoje atua como dirigente da \u00e1rea. Al\u00e9m disso, no cotidiano da luta, ela tamb\u00e9m se dedica \u00e0 sa\u00fade popular, produzindo xaropes, pomadas, tinturas e rem\u00e9dios naturais aprendidos dentro do pr\u00f3prio movimento.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541-768x512.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/3-IMG_2541.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Al\u00ed Nacif<strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cTudo eu aprendi dentro do movimento. E eu gosto de ajudar as companheiras. A gente d\u00e1 for\u00e7a umas pras outras<\/em>\u201d, afirma.<\/p>\n<h2>A conquista que veio da luta coletiva<\/h2>\n<p>Da mesma forma, a for\u00e7a coletiva das mulheres tamb\u00e9m aparece na trajet\u00f3ria de Marcelene Prates, conhecida como Aninha. Foi atrav\u00e9s da m\u00e3e que ela conheceu o movimento e decidiu construir sua vida na luta pela terra.<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"690\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546-1024x690.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546-300x202.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546-768x517.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546-1536x1034.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/1-IMG_2546.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Al\u00ed Nacif<strong>\u00a0<\/strong><\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cSa\u00ed do aluguel, vim pro movimento e hoje tenho minha conquista. Por isso a gente luta muito, mas vale a pena\u201d<\/em>, relata.<\/p>\n<p>Segundo ela, a presen\u00e7a das mulheres nos territ\u00f3rios representa coragem, autonomia e resist\u00eancia diante do machismo estrutural que atravessa a sociedade brasileira.<\/p>\n<p><em>\u201cA mulher tem que mostrar que \u00e9 capaz. N\u00f3s somos capazes. A gente n\u00e3o pode olhar o machismo e se rebaixar pra ele\u201d<\/em>, diz.<\/p>\n<p>Al\u00e9m da organiza\u00e7\u00e3o pol\u00edtica nos acampamentos e assentamentos, o trabalho das mulheres igualmente garante o cuidado coletivo e a alimenta\u00e7\u00e3o de milhares de fam\u00edlias. Edna Fernandes conhece bem essa realidade. Moradora da \u00e1rea desde 2017, ela atuou durante anos na coordena\u00e7\u00e3o das cozinhas coletivas.<\/p>\n<p>Em meio a panelas, fog\u00f5es improvisados e mutir\u00f5es, Edna fala sobre o significado da cozinha na luta popular.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516-768x512.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/7-IMG_2516.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Al\u00ed Nacif<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cA primeira coisa pra cozinhar \u00e9 ter amor pela cozinha. A comida voc\u00ea n\u00e3o pode fazer com raiva. Tem que fazer com satisfa\u00e7\u00e3o\u201d,<\/em> explica.<\/p>\n<p>Para Edna alimentar o povo nos espa\u00e7os de luta \u00e9 tamb\u00e9m um gesto pol\u00edtico de cuidado, solidariedade e compromisso coletivo. Assim, em jornadas, encontros e atividades do movimento, mulheres como Edna ajudam a organizar cozinhas que alimentam milhares de pessoas.<\/p>\n<p>Por sua vez, outra hist\u00f3ria marcada pela resist\u00eancia \u00e9 a de Iorliane Darc, conhecida como Lolane. Marceneira e carpinteira, ela chegou ao movimento em 2017, ap\u00f3s ouvir falar de uma ocupa\u00e7\u00e3o em M\u00e1rio Campos, em Minas Gerais.<\/p>\n<p><em>\u201cEu descobri a for\u00e7a que a mulher tem. A gente aprende muito com o movimento. Aprende a falar n\u00e3o pro abuso, n\u00e3o pra viol\u00eancia\u201d,<\/em> afirma.<\/p>\n<p>Na pr\u00e1tica, na constru\u00e7\u00e3o dos barracos, das escolas improvisadas e da infraestrutura coletiva da ocupa\u00e7\u00e3o, Lolane ajudou a serrar madeira, construir portas, bancos e espa\u00e7os comunit\u00e1rios. Dessa maneira, seu trabalho rompe diretamente com a l\u00f3gica machista que tenta limitar o lugar das mulheres na sociedade.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"683\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524-1024x683.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524-300x200.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524-768x512.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524-1536x1024.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/6-IMG_2524.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Al\u00ed Nacif<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>\u201cTrabalhar junto com os homens, sem desfazer dos companheiros, mas sabendo que a mulher tem for\u00e7a. E quando ela quer, ela consegue\u201d<\/em>, destaca.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, presen\u00e7a das mulheres Sem Terra ainda atravessa as novas gera\u00e7\u00f5es. Representando a juventude Sem Terra, aos 16 anos, Emanuele fala sobre liberdade, acolhimento e pertencimento dentro da luta popular.<\/p>\n<p><em>\u201cVoc\u00ea pode se libertar. Eu me sinto confort\u00e1vel pra falar, conversar e nunca ter medo de ser coagida\u201d<\/em>, relata.<\/p>\n<p>A partir dessa viv\u00eancia, observar a organiza\u00e7\u00e3o coletiva das mulheres nas \u00e1reas da Reforma Agr\u00e1ria, ela reconhece a for\u00e7a constru\u00edda pela uni\u00e3o e pela conviv\u00eancia comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p><em>\u201cApesar de tudo, a vida ainda \u00e9 bela\u201d<\/em>, resume.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"780\" height=\"1024\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538-780x1024.jpg 780w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538-229x300.jpg 229w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538-768x1008.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538-1170x1536.jpg 1170w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/4-IMG_2538.jpg 1463w\" sizes=\"(max-width: 780px) 100vw, 780px\"><figcaption>Foto: Al\u00ed Nacif<\/figcaption><\/figure>\n<h2>Reforma Agr\u00e1ria Popular se constr\u00f3i com mulheres<\/h2>\n<p>No m\u00eas de maio, quando a luta das mulheres ganha ainda mais centralidade nas ruas, nos territ\u00f3rios e nas organiza\u00e7\u00f5es populares, as mulheres do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra reafirmam diariamente que a Reforma Agr\u00e1ria Popular tamb\u00e9m \u00e9 constru\u00edda com m\u00e3os femininas, coragem coletiva e organiza\u00e7\u00e3o popular.<\/p>\n<p>S\u00e3o mulheres que organizam marchas, produzem alimentos saud\u00e1veis, enfrentam viol\u00eancias, coordenam territ\u00f3rios, cuidam da sa\u00fade popular, constroem espa\u00e7os de forma\u00e7\u00e3o e mant\u00eam viva a esperan\u00e7a nos acampamentos e assentamentos de todo o pa\u00eds.<\/p>\n<p>Assim o m\u00eas de maio, marcado historicamente pela luta popular e pela organiza\u00e7\u00e3o das mulheres trabalhadoras, as mulheres do MST seguem reafirmando que n\u00e3o existe transforma\u00e7\u00e3o social sem feminismo popular, sem participa\u00e7\u00e3o coletiva e sem a for\u00e7a das mulheres organizadas.<\/p>\n<p>Por fim, como resume Dora, em uma frase que ecoa nos territ\u00f3rios da Reforma Agr\u00e1ria Popular:<\/p>\n<p><strong>\u201cMulheres em luta, semeando resist\u00eancia. A mulher largou o fog\u00e3o para fazer revolu\u00e7\u00e3o. E o lugar da mulher \u00e9 onde ela quiser.\u201d<\/strong><\/p>\n<p><em>**Editado por Inai\u00e1 Misnerovicz<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/05\/25\/a-forca-que-sustenta-a-luta-organiza-a-vida-e-constroi-a-reforma-agraria-popular\/\">A for\u00e7a que sustenta a luta, organiza a vida e constr\u00f3i a Reforma Agr\u00e1ria Popular<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/senador-rogerio-destaca-crescimento-economico-defesa-dos-direitos-sociais-e-avancos-para-sergipe-em-entrevista\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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