{"id":88699,"date":"2026-05-25T17:20:39","date_gmt":"2026-05-25T20:20:39","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/quando-o-futebol-brasileiro-perdeu-sua-essencia\/"},"modified":"2026-05-25T17:20:39","modified_gmt":"2026-05-25T20:20:39","slug":"quando-o-futebol-brasileiro-perdeu-sua-essencia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/quando-o-futebol-brasileiro-perdeu-sua-essencia\/","title":{"rendered":"Quando o futebol brasileiro perdeu sua ess\u00eancia?"},"content":{"rendered":"<figure><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"960\" height=\"639\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/photo_4947306437117938953_y.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/photo_4947306437117938953_y.jpg 960w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/photo_4947306437117938953_y-300x200.jpg 300w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/photo_4947306437117938953_y-768x511.jpg 768w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/photo_4947306437117938953_y-272x182.jpg 272w\" sizes=\"auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px\"><figcaption>Foto: Nelson Oliveira<\/figcaption><\/figure>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<h4>Boletim Outras Palavras<\/h4>\n<p>Receba por email, diariamente, todas as publica\u00e7\u00f5es do site<\/p>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div>\n<div><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n                <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n                <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n              <\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n            <button type=\"submit\">Assinar<\/button><br \/>\n            <button disabled type=\"button\"> <\/p>\n<div><\/div>\n<p> <span>Loading&#8230;<\/span> <\/button>\n          <\/div>\n<\/p><\/div>\n<div>\n<div>\n<h4>Agradecemos!<\/h4>\n<p>Voc\u00ea j\u00e1 est\u00e1 inscrito e come\u00e7ar\u00e1 a receber os boletins em breve. Boa leitura!<\/p>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<p><em>E assim nascia o futebol mais bonito do mundo, feito de requebros de cintura, de ondula\u00e7\u00f5es de corpo e de voos de pernas que vinham da capoeira, dan\u00e7a guerreira dos escravos negros.<\/em><\/p>\n<p>Eduardo Galeano<\/p>\n<p>No cora\u00e7\u00e3o de toda favela brasileira existe <em>um espa\u00e7o sagrado para os jovens perif\u00e9ricos<\/em>. Pouco importa se \u00e9 de terra batida, grama ou cimento. Os campos e as quadras de futebol constituem um dos poucos espa\u00e7os nos quais os meninos podem <em>existir plenamente<\/em>.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/14--41.png\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/14--41.png 680w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/12\/14-1-300x110.png 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 680px) 100vw, 680px\" width=\"680\" height=\"250\"><\/div>\n<\/div>\n<p><em>E foi nos campinhos de bairro <\/em>que se forjaram os maiores jogadores brasileiros que o mundo j\u00e1 viu. Jogadores com muito talento e, acima de tudo, muita personalidade. Mas isso parece ter ficado no passado, pois j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o dos campinhos do <em>Cap\u00e3o Redondo<\/em>, da <em>Rocinha<\/em> ou da <em>Restinga<\/em> que saem nossos craques.<\/p>\n<p>Nossos <em>craques <\/em>despontam agora dos <em>mercadol\u00f3gicos centros de forma\u00e7\u00e3o de base<\/em>, onde aprendem a jogar futebol n\u00e3o de maneira l\u00fadica e divertida, mas sim numa perspectiva <em>profissional <\/em>e <em>t\u00e9cnica<\/em>. Por essa raz\u00e3o, \u00e9 pouco prov\u00e1vel que voltemos a ser protagonistas no cen\u00e1rio do futebol internacional, uma vez que a <em>ess\u00eancia <\/em>do futebol brasileiro foi engolida pelo <em>guloso mercado da bola<\/em>. Parafraseando <em>Guy Debord<\/em>, <em>a economia transformou o mundo do futebol, mas transformou-o apenas em mundo da economia.<\/em><\/p>\n<p>Voltemos, por\u00e9m, aos campinhos da favela. Na falta de outras op\u00e7\u00f5es de lazer em suas comunidades, s\u00e3o nas <em>peladas <\/em>do bairro que os meninos encontram forma de brincar e se divertir. Sempre existe aquele que tem a bola e que, por consequ\u00eancia, faz a alegria dos demais. Os rach\u00f5es, via de regra, s\u00e3o sempre disputados com muita intensidade, talento e, sobretudo, alegria. Na favela <em>n\u00e3o se joga um baba de cara feia<\/em>.<\/p>\n<p>A cara feia fica em casa, onde muitas vezes n\u00e3o h\u00e1 o que comer. Fica na esquina, numa abordagem violenta e discriminat\u00f3ria da pol\u00edcia. Fica tamb\u00e9m na escola, onde se \u00e9 condenado por n\u00e3o conseguir aprender. O terr\u00e3o s\u00f3 admite sorrisos, gritos e <em>zueiras<\/em>. A seriedade s\u00f3 entra em campo quando est\u00e1 em disputa um refrigerante ou qualquer coisa que o valha.<\/p>\n<p>O campo de futebol na favela \u00e9 o espa\u00e7o no qual o <em>ser dos jovens pretos e pardos se revela, <\/em>dado o fato de que a pelada \u00e9 <em>intrinsecamente<\/em> <em>a\u00e7\u00e3o e liberdade. <\/em>A\u00e7\u00e3o porque o jogo exige pensamento, movimento e decis\u00e3o. Liberdade porque n\u00e3o existem limites para a cria\u00e7\u00e3o e a improvisa\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, sobram as canetas, os chapeuzinhos e os el\u00e1sticos. Os gols s\u00e3o sempre o limite da espontaneidade. Nada \u00e9 mec\u00e2nico, artificial ou burocr\u00e1tico.<\/p>\n<p>No campo ningu\u00e9m tem vergonha de ser o que <em>\u00e9<\/em> ou o que <em>tem<\/em>. Pouco importa se ele \u00e9 um dos poucos brancos da favela. Nada muda pelo fato de ele estar no sexto ano e ainda n\u00e3o saber ler e fazer contas. Pouco importa se algu\u00e9m \u00e9 ou n\u00e3o \u00e9 do <em>movimento<\/em>. \u00c9 indiferente o fato de voc\u00ea ter ou n\u00e3o ter roupas e t\u00eanis de marca \u2013 at\u00e9 porque no terr\u00e3o joga-se descal\u00e7o. O que realmente importa \u00e9 o ser <em>criativo, a capacidade de produzir o novo e de improvisar quando necess\u00e1rio. <\/em>Tamb\u00e9m importa a capacidade de resili\u00eancia e solidariedade. E n\u00e3o se pode deixar de considerar o respeito, que, \u00e0 maneira da din\u00e2mica local, est\u00e1 sempre presente dentro das quatro linhas.<\/p>\n<p>Em s\u00edntese, s\u00e3o nas peladas da favela que os meninos desfrutam da sensa\u00e7\u00e3o de <em>ser <\/em>e <em>existir <\/em>com for\u00e7a e plenitude. Eles <em>existem no futebol<\/em>, e n\u00e3o <em>para o futebol<\/em>.<\/p>\n<div>\n<div><img loading=\"lazy\" loading=\"lazy\" decoding=\"async\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/BANNER-outraspalavras-JULHO-corsaria-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/BANNER-outraspalavras-JULHO-corsaria-2.jpg 728w, https:\/\/outraspalavras.net\/wp-content\/uploads\/2025\/05\/BANNER-outraspalavras-JULHO-corsaria-300x37.jpg 300w\" sizes=\"auto, (max-width: 728px) 100vw, 728px\" width=\"728\" height=\"90\"><\/div>\n<\/div>\n<p>Contudo, as chances de um menino sair destes campos para jogar profissionalmente nos maiores clubes brasileiros \u2013 o que antes n\u00e3o era incomum \u2013 hoje em dia s\u00e3o m\u00ednimas. Isso porque o processo de forma\u00e7\u00e3o dos jogadores brasileiros passou por uma profunda transforma\u00e7\u00e3o nas \u00faltimas d\u00e9cadas. Cada vez mais cedo os jovens s\u00e3o <em>admitidos <\/em>nos clubes formadores de base e passam a ser integrados num sistema formativo em que n\u00e3o <em>vivem no futebol<\/em>, mas sim <em>para o futebol<\/em>.<\/p>\n<p>Um dos epis\u00f3dios mais sintom\u00e1ticos dessa l\u00f3gica formadora resultou na morte de 10 adolescentes no centro de treinamento do <em>Ninho do Urubu<\/em>, em 08\/02\/2019<sup><sup>1<\/sup><\/sup>. Mantidos em um cont\u00eainer irregular que servia de alojamento e que n\u00e3o dispunha das condi\u00e7\u00f5es de seguran\u00e7a e conforto necess\u00e1rias para o abrigo noturno de pessoas, os meninos perderam a vida num inc\u00eandio \u2013 iniciado num ar-condicionado instalado com imper\u00edcia \u2013 enquanto passavam a noite no local<sup><sup>2<\/sup><\/sup>. O fato, por envolver crian\u00e7as, causou grande como\u00e7\u00e3o nacional. No entanto, nenhum dos denunciados pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico do Estado do Rio de Janeiro foi condenado pela trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>As v\u00edtimas, que tinham entre 14 e 16 anos, eram, na sua grande maioria, oriundos de outros estados brasileiros. Estavam no Rio de Janeiro em busca do objetivo de se tornarem jogadores profissionais. Longe de casa, viviam uma rotina de <em>trabalhadores da bola<\/em>, isto \u00e9, jogavam e treinavam futebol dentro de uma l\u00f3gica estrutural em queestavam sendo preparados para viver <em>para o futebol<\/em>, e n\u00e3o <em>no futebol<\/em>.<\/p>\n<p>Nessas circunst\u00e2ncias em que se encontravam, aquela forma de jogar futebol baseada no <em>l\u00fadico<\/em> \u2013 manifestadamente encontrada no futebol perif\u00e9rico e que sempre fora a base do nosso futebol \u2013 j\u00e1 n\u00e3o tem seu lugar na forma\u00e7\u00e3o dos jogadores brasileiros. Atualmente, desde muito cedo os jovens considerados como potenciais jogadores profissionais s\u00e3o tratados como \u201cjoias\u201d. E como toda a \u201cjoia\u201d, passam a ser tratados como <em>uma mercadoria capaz de valer muito dinheiro.<\/em><\/p>\n<p>Portanto, na base da derrocada do futebol brasileiro est\u00e1, sobretudo, uma quest\u00e3o <em>existencial<\/em>, e n\u00e3o necessariamente quest\u00f5es de ordem t\u00e9cnica ou t\u00e1tica.<\/p>\n<p>Deixamos de ser protagonistas porque j\u00e1 n\u00e3o produzimos os maiores craques, dado que sucumbimos diante da l\u00f3gica econ\u00f4mica do futebol contempor\u00e2neo que v\u00ea na forma\u00e7\u00e3o de atletas apenas a oportunidade de lucrar. E o tipo de forma\u00e7\u00e3o oferecida nos clubes formadores do pa\u00eds \u00e9 completamente diferente daquela forma de jogar futebol que se verifica nos campos perif\u00e9ricos brasileiros, e onde est\u00e3o as ra\u00edzes e a ess\u00eancia do nosso jogo. O futebol profissional brasileiro, infelizmente, deu as costas ao futebol e aos jovens da favela.<\/p>\n<hr>\n<p>1 https:\/\/g1.globo.com\/rj\/rio-de-janeiro\/noticia\/2019\/02\/08\/incendio-deixa-mortos-e-feridos-no-centro-de-treinamento-do-flamengo.ghtml<\/p>\n<p>2 MINIST\u00c9RIO P\u00daBLICO DO ESTADO DO RIO DE JANEIRO. <em>Den\u00fancia referente ao inc\u00eandio no Centro de Treinamento George Helal (\u201cNinho do Urubu\u201d)<\/em>. Rio de Janeiro: MPRJ, 2021. Dispon\u00edvel em: MPRJ \u2013 den\u00fancia do Ninho do Urubu. Acesso em: 18 maio 2026.<\/p>\n<div>\n<div>\n<p><span><em>Outras Palavras \u00e9 feito por muitas m\u00e3os. 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Eles despontam nos centros mercadol\u00f3gicos \u201cde forma\u00e7\u00e3o\u201d. Esporte vive crise existencial \u2013 e o pa\u00eds, repetidas derrocadas<\/p>\n<p>The post <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/crise-brasileira\/quando-o-futebol-brasileiro-perdeu-sua-essencia\/\">Quando o futebol brasileiro perdeu sua ess\u00eancia?<\/a> appeared first on <a href=\"https:\/\/outraspalavras.net\/\">Outras Palavras<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":88700,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"fifu_image_url":"","fifu_image_alt":"","footnotes":""},"categories":[5254,61082,61083,4162,16449,61084,6007,61085,221,1895,227,34958,61086,53216,8244,41625,1882,61087,8200,7372,28797],"tags":[],"class_list":["post-88699","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-atletas","category-campinhos-de-bairro","category-campos-perifericos","category-capao-redondo","category-clubes-de-futebol","category-craques","category-crise-brasileira","category-derrocada-do-futebol","category-economia","category-favelas","category-futebol","category-futebol-internacional","category-futebol-periferico","category-futebol-profissional","category-guy-debord","category-jovens-perifericos","category-lucro","category-peladas","category-raizes","category-restinga","category-rocinha"],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88699","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/users\/2"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=88699"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/88699\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media\/88700"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=88699"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=88699"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=88699"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}