{"id":90239,"date":"2026-06-03T18:26:50","date_gmt":"2026-06-03T21:26:50","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/do-crime-da-braskem-a-ameaca-em-craibas-a-mineracao-avanca-sobre-alagoas\/"},"modified":"2026-06-03T18:26:50","modified_gmt":"2026-06-03T21:26:50","slug":"do-crime-da-braskem-a-ameaca-em-craibas-a-mineracao-avanca-sobre-alagoas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/do-crime-da-braskem-a-ameaca-em-craibas-a-mineracao-avanca-sobre-alagoas\/","title":{"rendered":"Do crime da Braskem \u00e0 amea\u00e7a em Cra\u00edbas: a minera\u00e7\u00e3o avan\u00e7a sobre Alagoas"},"content":{"rendered":"<figure><img fetchpriority=\"high\" fetchpriority=\"high\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2-300x225.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2-768x576.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2-1536x1152.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-3-2.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Mykesio Max<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p><em>Por Ricardo Marques<br \/>Da P\u00e1gina do MST<\/em><\/p>\n<p>Alagoas carrega uma ferida aberta que ainda marca a vida de milhares de fam\u00edlias: o crime provocado pela explora\u00e7\u00e3o mineral da Braskem em Macei\u00f3. Bairros inteiros foram condenados, comunidades expulsas de seus territ\u00f3rios, mem\u00f3rias apagadas e vidas atravessadas pela inseguran\u00e7a, pelo medo e pelo abandono.<\/p>\n<p>O crime socioambiental provocado pela minera\u00e7\u00e3o da Braskem em Macei\u00f3 come\u00e7ou a se tornar vis\u00edvel em mar\u00e7o de 2018, quando moradores dos bairros Pinheiro, Mutange, Bebedouro, Bom Parto e parte do Farol passaram a registrar tremores de terra, rachaduras em casas, ruas afundando e o comprometimento de estruturas inteiras. <\/p>\n<p>Em 2019, um laudo do Servi\u00e7o Geol\u00f3gico do Brasil (CPRM) confirmou que o afundamento do solo estava diretamente ligado \u00e0 explora\u00e7\u00e3o de sal-gema realizada pela empresa durante d\u00e9cadas. Desde ent\u00e3o, mais de 60 mil pessoas foram expulsas de seus territ\u00f3rios e mais de 14 mil im\u00f3veis foram condenados, transformando bairros inteiros em verdadeiras cidades fantasmas.\u00a0<\/p>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"766\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1-1024x766.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1-300x225.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1-768x575.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1-1536x1150.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-1.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><\/figure>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"766\" height=\"1024\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2-766x1024.jpg 766w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2-225x300.jpg 225w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2-768x1026.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2-1150x1536.jpg 1150w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-2.jpg 1437w\" sizes=\"(max-width: 766px) 100vw, 766px\"><figcaption><em>Fotos: Carlos Eduardo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>O desastre causado pela mineradora n\u00e3o destruiu somente as casas e as ruas, ele destruiu a vida, as hist\u00f3rias, os v\u00ednculos comunit\u00e1rios, os modos de vida e a din\u00e2mica de bairros hist\u00f3ricos na cidade de Macei\u00f3. A sa\u00fade f\u00edsica e mental da popula\u00e7\u00e3o atingida pelo crime \u00e9 relativizada pela falsa no\u00e7\u00e3o de \u201cprogresso\u201d, onde o desenvolvimento econ\u00f4mico \u00e9 colocado como prioridade e a natureza e seus povos sendo desrespeitados e exterminados.\u00a0<\/p>\n<p>Mesmo diante desse desastre, a l\u00f3gica da destrui\u00e7\u00e3o segue avan\u00e7ando em Alagoas. Em Cra\u00edbas, no agreste do estado, a explora\u00e7\u00e3o mineral conduzida pela Vale acende um alerta para os impactos ambientais, sociais e econ\u00f4micos que podem atingir as comunidades circunvizinhas.<\/p>\n<p>Com isso, surge o questionamento: <strong>quantos crimes ser\u00e3o necess\u00e1rios para que a vida esteja acima do lucro?\u00a0<\/strong><\/p>\n<h2>O que s\u00e3o as terras raras e quais seus impactos na sociedade?\u00a0<\/h2>\n<p>As terras raras s\u00e3o um conjunto de elementos qu\u00edmicos encontrados na natureza que s\u00e3o considerados estrat\u00e9gicos para a ind\u00fastria tecnol\u00f3gica moderna. O problema \u00e9 que a extra\u00e7\u00e3o das terras raras costuma provocar enormes impactos ambientais e sociais.\u00a0<\/p>\n<p>A extra\u00e7\u00e3o desses min\u00e9rios exige grande volume de \u00e1gua, gera res\u00edduos t\u00f3xicos, contamina o solo e os rios e amea\u00e7a diretamente os povos que vivem nos territ\u00f3rios explorados. Em Macei\u00f3, por exemplo, o crime provocado pela Braskem tamb\u00e9m atingiu profundamente a Laguna Munda\u00fa, um dos principais s\u00edmbolos culturais, ambientais e econ\u00f4micos de Macei\u00f3. A contamina\u00e7\u00e3o e o avan\u00e7o da instabilidade na regi\u00e3o impactaram diretamente a vida das comunidades tradicionais que dependem da lagoa para sobreviver, especialmente as marisqueiras e os pescadores.<\/p>\n<p>O sururu, alimento que carrega a identidade popular alagoana e sustenta milhares de fam\u00edlias h\u00e1 gera\u00e7\u00f5es, teve sua produ\u00e7\u00e3o afetada pela degrada\u00e7\u00e3o ambiental e pelo abandono dos territ\u00f3rios pr\u00f3ximos \u00e0s \u00e1reas atingidas e com isso, muitas fam\u00edlias perderam sua principal fonte de renda.\u00a0<\/p>\n<p>Portanto, o problema n\u00e3o est\u00e1 apenas no min\u00e9rio que \u00e9 extra\u00eddo, mas principalmente no modelo que organiza essa explora\u00e7\u00e3o. \u00c9 um modelo que em nome do lucro e da falsa ideia de \u201cprogresso\u201d, sacrifica rios, territ\u00f3rios e seus povos. Ele ignora o meio ambiente, a produ\u00e7\u00e3o de alimentos, e principalmente a sa\u00fade f\u00edsica e mental da popula\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios explorados.\u00a0<\/p>\n<p>E mesmo diante de diversos impactos de sa\u00fade f\u00edsica e mental da popula\u00e7\u00e3o atingida, no meio ambiente e na din\u00e2mica de toda uma cidade, em Alagoas, essa l\u00f3gica se repete. O Estado, que j\u00e1 vive as consequ\u00eancias do crime da Braskem, agora presencia o avan\u00e7o de novos interesses miner\u00e1rios que amea\u00e7am aprofundar ainda mais a destrui\u00e7\u00e3o ambiental e social.<\/p>\n<h2>Cra\u00edbas: um desastre anunciado<\/h2>\n<p>O munic\u00edpio de Cra\u00edbas, no Agreste alagoano, vive hoje a tens\u00e3o provocada pelo avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o. O que chega embalado como promessa de emprego e crescimento econ\u00f4mico traz consigo in\u00fameros impactos j\u00e1 conhecidos em diferentes regi\u00f5es do pa\u00eds: degrada\u00e7\u00e3o ambiental, contamina\u00e7\u00e3o, concentra\u00e7\u00e3o de riqueza, conflitos territoriais e amea\u00e7a \u00e0s comunidades locais.<\/p>\n<p>A Vale, j\u00e1 conhecida por seus hist\u00f3ricos de crimes ambientais, como em Brumadinho e Mariana, continua recebendo autoriza\u00e7\u00e3o para expandir seus projetos de destrui\u00e7\u00e3o em nome do lucro.\u00a0<\/p>\n<p>Desde 2021, moradores denunciam tremores constantes provocados pelas explos\u00f5es realizadas na minera\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de rachaduras em centenas de resid\u00eancias, poeira intensa, polui\u00e7\u00e3o sonora, adoecimento da popula\u00e7\u00e3o e preju\u00edzos \u00e0 agricultura familiar. J\u00e1 existem relatos de fam\u00edlias que abandonaram suas casas por medo de desabamento e comunidades rurais denunciando o impacto da \u00e1gua salinizada nas suas produ\u00e7\u00f5es.\u00a0<\/p>\n<p>Mesmo diante de tantas evid\u00eancias e do hist\u00f3rico recente de crimes ambientais ligados \u00e0 minera\u00e7\u00e3o no Brasil, o projeto segue avan\u00e7ando em nome de um suposto desenvolvimento econ\u00f4mico que sacrificam comunidades inteiras, pois enquanto as grandes empresas ficam com o lucro, o povo fica com a destrui\u00e7\u00e3o, a poeira, o adoecimento e o apagamento de suas hist\u00f3rias.\u00a0<\/p>\n<h2>N\u00e3o existe minera\u00e7\u00e3o sustent\u00e1vel dentro da l\u00f3gica do capital<\/h2>\n<figure><img decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"726\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4.jpg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4-1024x726.jpg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4-300x213.jpg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4-768x544.jpg 768w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4-1536x1089.jpg 1536w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-4.jpg 1920w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Mykesio Max<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"767\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-5-craibas.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-5-craibas-1024x767.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-5-craibas-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-5-craibas-768x575.jpeg 768w, https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-5-craibas.jpeg 1280w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Aniday\u00ea Angelo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>A <strong>destrui\u00e7\u00e3o ambiental n\u00e3o \u00e9 um acidente<\/strong>. Ela <strong>faz parte de um projeto pol\u00edtico e econ\u00f4mico que concentra terra, renda e poder<\/strong> nas m\u00e3os de poucos, enquanto expulsa comunidades camponesas, ind\u00edgenas, quilombolas e perif\u00e9ricas de seus territ\u00f3rios.<\/p>\n<p><strong>A explora\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios est\u00e1 profundamente ligada ao agroneg\u00f3cio<\/strong>. Ambos compartilham da mesma l\u00f3gica: transformar a natureza, a \u00e1gua e a biodiversidade em mercadoria e lucro. Nesse sentido, <strong>a luta em defesa da natureza n\u00e3o pode ser separada da luta contra o agroneg\u00f3cio e contra a minera\u00e7\u00e3o predat\u00f3ria<\/strong>.<\/p>\n<h2>A Reforma Agr\u00e1ria Popular denuncia a explora\u00e7\u00e3o gerando vida<\/h2>\n<p>Diante desse cen\u00e1rio, a luta por Reforma Agr\u00e1ria Popular surge como um projeto concreto em defesa da vida e da natureza.<\/p>\n<figure><img loading=\"lazy\" decoding=\"async\" width=\"1024\" height=\"768\"src=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-6-craibas.jpeg\" alt=\"\" srcset=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-6-craibas.jpeg 1024w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-6-craibas-300x225.jpeg 300w, https:\/\/mst.org.br\/wp-content\/uploads\/2026\/06\/foto-6-craibas-768x576.jpeg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\"><figcaption><em>Foto: Aniday\u00ea Angelo<\/em><\/figcaption><\/figure>\n<p>Enquanto o agroneg\u00f3cio e a minera\u00e7\u00e3o aprofundam a destrui\u00e7\u00e3o, os povos do campo organizados, al\u00e9m de fazer o enfrentamento direto a estas grandes empresas de explora\u00e7\u00e3o, produzem alimentos saud\u00e1veis, preservam sementes crioulas, recuperam nascentes, reflorestam \u00e1reas degradadas e constroem rela\u00e7\u00f5es de cuidado com a terra.<\/p>\n<p>A <strong>Reforma Agr\u00e1ria Popular \u00e9 a constru\u00e7\u00e3o de um outro modelo de sociedade<\/strong>, baseado principalmente na soberania alimentar, na agroecologia, na preserva\u00e7\u00e3o ambiental e na valoriza\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios e dos povos, com suas diversas especificidades e culturas.\u00a0<\/p>\n<p>E na Jornada Nacional em Defesa da Natureza e dos Povos, realizada em todo o pa\u00eds at\u00e9 o pr\u00f3ximo domingo (7), reafirmamos que <strong>n\u00e3o existe sa\u00edda para a crise ambiental sem enfrentar os grandes respons\u00e1veis pela destrui\u00e7\u00e3o dos territ\u00f3rios<\/strong>. O avan\u00e7o da minera\u00e7\u00e3o e do agroneg\u00f3cio amea\u00e7a a vida em todas as suas dimens\u00f5es. Por isso, defender a natureza \u00e9 tamb\u00e9m defender os povos que historicamente cuidam dela.<\/p>\n<p>Alagoas j\u00e1 conhece as consequ\u00eancias de colocar os interesses das empresas acima da vida. O crime da Braskem segue deixando marcas profundas em Macei\u00f3. N\u00e3o podemos permitir que novos desastres avancem sobre outros territ\u00f3rios.<\/p>\n<p><em>*Editado por Solange Engelmann<\/em><\/p>\n<p>O post <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/2026\/06\/03\/do-crime-da-braskem-a-ameaca-em-craibas-a-mineracao-avanca-sobre-alagoas\/\">Do crime da Braskem \u00e0 amea\u00e7a em Cra\u00edbas: a minera\u00e7\u00e3o avan\u00e7a sobre Alagoas<\/a> apareceu primeiro em <a href=\"https:\/\/mst.org.br\/\">MST<\/a>.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/o-biscoito-fino-que-veio-da-massa\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2026\/05\/Miseria-que-Habita-3-150x150.jpeg') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">O biscoito fino que veio da massa\u00a0<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/sul21.com.br\/noticias\/politica\/2025\/09\/anotacoes-em-agenda-ja-sao-inicio-de-execucao-do-golpe-diz-moraes\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Anota\u00e7\u00f5es em agenda j\u00e1 s\u00e3o in\u00edcio de execu\u00e7\u00e3o do g...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/usp-rompe-convenio-com-universidade-israelense-apos-pressao-estudantil\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/wp-content\/uploads\/2025\/10\/Captura-de-Tela-2024-05-08-as-141557-150x150.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">USP rompe conv\u00eanio com universidade israelense ap\u00f3...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/uruguai-legaliza-a-eutanasia-e-se-junta-ao-grupo-de-paises-avancados-que-permitem-procedimento\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; \"><\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t\t   <span class=\"yuzo__text--title\" style=\"font-size:13px;\">Uruguai legaliza a eutan\u00e1sia e se junta ao grupo d...<\/span>\n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <\/a>\n\n\t\t\t\t\t\t  <\/div>\n<\/div> <script>\n\t\t\t\t\t\t  jQuery(document).ready(function( $ ){\n\t\t\t\t\t\t\t\/\/jQuery('.yuzo_related_post').equalizer({ overflow : 'relatedthumb' });\n\t\t\t\t\t\t\tjQuery('.yuzo_related_post .yuzo_wraps').equalizer({ columns : '> div' });\n\t\t\t\t\t\t   })\n\t\t\t\t\t\t  <\/script> <!-- End Yuzo :) -->","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Foto: Mykesio Max Por Ricardo MarquesDa P\u00e1gina do MST Alagoas carrega uma ferida aberta que ainda marca a vida de milhares de fam\u00edlias: o crime provocado pela explora\u00e7\u00e3o mineral da Braskem em Macei\u00f3. Bairros inteiros foram condenados, comunidades expulsas de seus territ\u00f3rios, mem\u00f3rias apagadas e vidas atravessadas pela inseguran\u00e7a, pelo medo e pelo abandono. 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