{"id":91099,"date":"2026-06-10T04:00:00","date_gmt":"2026-06-10T07:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/brasil-perde-r-94-bilhoes-ao-ano-com-exclusao-de-pessoas-lgbtqia-no-trabalho\/"},"modified":"2026-06-10T04:00:00","modified_gmt":"2026-06-10T07:00:00","slug":"brasil-perde-r-94-bilhoes-ao-ano-com-exclusao-de-pessoas-lgbtqia-no-trabalho","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/brasil-perde-r-94-bilhoes-ao-ano-com-exclusao-de-pessoas-lgbtqia-no-trabalho\/","title":{"rendered":"Brasil perde R$ 94 bilh\u00f5es ao ano com exclus\u00e3o de pessoas LGBTQIA+ no trabalho"},"content":{"rendered":"<p><span>A exclus\u00e3o de pessoas LGBTQIA+ do mercado profissional brasileiro provoca perdas anuais estimadas em R$ 94,4 bilh\u00f5es \u2014 o equivalente a 0,8% do Produto Interno Bruto (PIB) do pa\u00eds.<\/span> O dado faz parte do estudo \u201cO Custo Econ\u00f4mico da Exclus\u00e3o Baseada em Orienta\u00e7\u00e3o Sexual, Identidade e Express\u00e3o de G\u00eanero e Caracter\u00edsticas Sexuais no Mercado de Trabalho Brasileiro\u201d, divulgado pelo Banco Mundial.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do impacto econ\u00f4mico direto, <span>a pesquisa estima perdas fiscais anuais de R$ 14,6 bilh\u00f5es em arrecada\u00e7\u00e3o e gastos p\u00fablicos ligados \u00e0 exclus\u00e3o dessa popula\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p>O levantamento aponta que <span>pessoas LGBTQIA+ enfrentam taxas mais altas de desemprego, menor participa\u00e7\u00e3o profissional e experi\u00eancias frequentes de discrimina\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho.<\/span> A taxa de desemprego entre entrevistados LGBTQIA+ foi estimada em 15,2%, praticamente o dobro da m\u00e9dia nacional, de 7,7%. J\u00e1 a taxa de inatividade chegou a 37,4%, acima dos 33,4% registrados na popula\u00e7\u00e3o geral.<\/p>\n<p>Pessoas trans, n\u00e3o bin\u00e1rias e intersexo foram as que mais relataram epis\u00f3dios de discrimina\u00e7\u00e3o e exclus\u00e3o profissional, segundo o relat\u00f3rio.<\/p>\n<p>O estudo foi produzido a partir de uma pesquisa in\u00e9dita realizada em 2025 com pessoas LGBTQIA+ em diferentes regi\u00f5es do Brasil. O levantamento reuniu informa\u00e7\u00f5es sobre renda, emprego, participa\u00e7\u00e3o profissional e experi\u00eancias de discrimina\u00e7\u00e3o e estigma. Grupos focais aprofundaram os impactos da exclus\u00e3o social e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>A pesquisa foi conduzida pelo Banco Mundial em parceria com organiza\u00e7\u00f5es como Instituto Matizes, Mais Diversidade, Associa\u00e7\u00e3o Nacional de Travestis e Transexuais (Antra), Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de L\u00e9sbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Intersexos (ABGLT) e Funda\u00e7\u00e3o Pan-Americana para o Desenvolvimento (PADF).<\/p>\n<figure data-wp-context='{\"imageId\":\"6a290bf9f040f\"}' data-wp-interactive=\"core\/image\" data-wp-key=\"6a290bf9f040f\"><button type=\"button\" aria-haspopup=\"dialog\" data-wp-bind--aria-label=\"state.thisImage.triggerButtonAriaLabel\" data-wp-init=\"callbacks.initTriggerButton\" data-wp-on--click=\"actions.showLightbox\" data-wp-style--right=\"state.thisImage.buttonRight\" data-wp-style--top=\"state.thisImage.buttonTop\"><br \/>\n\t\t\t<svg xmlns=\"http:\/\/www.w3.org\/2000\/svg\" width=\"12\" height=\"12\" fill=\"none\" viewbox=\"0 0 12 12\">\n\t\t\t\t<path fill=\"#fff\" d=\"M2 0a2 2 0 0 0-2 2v2h1.5V2a.5.5 0 0 1 .5-.5h2V0H2Zm2 10.5H2a.5.5 0 0 1-.5-.5V8H0v2a2 2 0 0 0 2 2h2v-1.5ZM8 12v-1.5h2a.5.5 0 0 0 .5-.5V8H12v2a2 2 0 0 1-2 2H8Zm2-12a2 2 0 0 1 2 2v2h-1.5V2a.5.5 0 0 0-.5-.5H8V0h2Z\"><\/path>\n\t\t\t<\/svg><br \/>\n\t\t<\/button><figcaption>Pessoas LGBTQIA+ enfrentam taxas mais altas de desemprego, menor participa\u00e7\u00e3o profissional e experi\u00eancias frequentes de discrimina\u00e7\u00e3o no ambiente de trabalho<\/figcaption><\/figure>\n<p>Traduzir discrimina\u00e7\u00e3o em n\u00fameros concretos pode mudar a forma como o tema \u00e9 tratado no debate p\u00fablico, diz Ricardo Sales, presidente do Instituto Mais Diversidade. \u201cEstamos falando de um tema de direitos humanos, mas tamb\u00e9m de uma quest\u00e3o de desenvolvimento econ\u00f4mico. A pesquisa tem potencial para ampliar nosso repert\u00f3rio sem\u00e2ntico e argumentativo, al\u00e9m de apontar caminhos para o di\u00e1logo com o Estado e as empresas\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Segundo os pesquisadores, a discrimina\u00e7\u00e3o afeta diretamente a perman\u00eancia e o crescimento profissional da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+. O relat\u00f3rio sustenta que o estigma reduz a participa\u00e7\u00e3o no mercado profissional, limita o retorno de investimentos em educa\u00e7\u00e3o e restringe oportunidades de renda e ascens\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>As perdas econ\u00f4micas atingem de forma mais intensa mulheres l\u00e9sbicas, bissexuais, trans e intersexo. O estudo calcula perdas anuais de R$ 54,3 bilh\u00f5es entre mulheres, ante R$ 40,1 bilh\u00f5es entre homens. A pesquisa tamb\u00e9m destaca que desigualdades de g\u00eanero, ra\u00e7a e territ\u00f3rio aprofundam os impactos da exclus\u00e3o no Brasil.<\/p>\n<p>Na leitura de Samuel Araujo, coordenador da pesquisa no Instituto Matizes, os resultados ajudam a desmontar a ideia de que a popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+ vive experi\u00eancias homog\u00eaneas no mundo do trabalho. Pessoas trans, n\u00e3o bin\u00e1rias e intersexo, explica ele, acumulam m\u00faltiplas vulnerabilidades sociais e enfrentam barreiras maiores de acesso \u00e0 educa\u00e7\u00e3o e ao emprego.<\/p>\n<p>A discrimina\u00e7\u00e3o, acrescenta o pesquisador, atravessa toda a trajet\u00f3ria profissional. \u201cMuitos trabalhadores ocultam suas identidades por medo de preconceito, o que aumenta o estresse, reduz o sentimento de pertencimento e afeta negativamente produtividade e perman\u00eancia no emprego\u201d, diz Samuel Araujo.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio relaciona a exclus\u00e3o econ\u00f4mica a barreiras anteriores ao ingresso no mercado profissional. Entre pessoas trans e travestis, aproximadamente 70% n\u00e3o conclu\u00edram o ensino m\u00e9dio e apenas 0,02% est\u00e3o matriculadas no ensino superior, segundo dados citados pela pesquisa.<\/p>\n<p><span>Os respons\u00e1veis pelo estudo defendem que os dados podem orientar pol\u00edticas p\u00fablicas e mudan\u00e7as no setor privado.<\/span> Ricardo Sales resume o impacto da exclus\u00e3o em uma frase: \u201cquando o preconceito ganha toda a sociedade perde\u201d. Segundo ele, a exclus\u00e3o da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+ reduz consumo, arrecada\u00e7\u00e3o e crescimento econ\u00f4mico.<\/p>\n<div>\n<div>\n<div><i><\/i><\/p>\n<div><\/div>\n<\/div>\n<div>\n<div>Com o que o Brasil perde com a exclus\u00e3o de pessoas LGBTI+ no mercado laboral seria poss\u00edvel, numa analogia, custear transporte p\u00fablico gratuito para toda a popula\u00e7\u00e3o<\/div>\n<div>Ricardo Sales<\/div>\n<div>Presidente do Instituto Mais Diversidade<\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<\/p><\/div>\n<p>Mapear uma popula\u00e7\u00e3o historicamente invisibilizada nas estat\u00edsticas oficiais foi um dos principais desafios da pesquisa. Como n\u00e3o existe um cadastro amostral da popula\u00e7\u00e3o LGBTQIA+ no Brasil, os pesquisadores combinaram entrevistas online e presenciais, al\u00e9m de campanhas em territ\u00f3rios vulner\u00e1veis e parcerias com organiza\u00e7\u00f5es locais.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia buscou evitar a sub-representa\u00e7\u00e3o de pessoas em situa\u00e7\u00e3o de maior vulnerabilidade, especialmente pessoas trans e travestis, moradores de periferias e \u00e1reas rurais. Samuel Araujo explica que, por isso, o estudo utilizou pesquisadores das pr\u00f3prias comunidades e a\u00e7\u00f5es presenciais em diferentes territ\u00f3rios.<\/p>\n<p><!-- alsoRead -->Apesar de avan\u00e7os legais recentes \u2014 como o reconhecimento da uni\u00e3o est\u00e1vel entre pessoas do mesmo sexo, a criminaliza\u00e7\u00e3o da LGBTfobia pelo Supremo Tribunal Federal (STF) e o direito de pessoas trans alterarem documentos sem necessidade de cirurgia \u2014 o estudo aponta que a exclus\u00e3o permanece presente em diferentes dimens\u00f5es da vida social e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>A pesquisa coloca o Brasil em uma agenda internacional do Banco Mundial voltada \u00e0 medi\u00e7\u00e3o dos impactos econ\u00f4micos da discrimina\u00e7\u00e3o contra pessoas LGBTQIA+ em diferentes pa\u00edses. Metodologias semelhantes j\u00e1 foram aplicadas em pesquisas realizadas na \u00cdndia, na S\u00e9rvia e na Maced\u00f4nia do Norte.<\/p>\n<p>Mais do que produzir um diagn\u00f3stico, o desafio agora \u00e9 transformar os resultados em pol\u00edticas concretas, afirma Lucas Bulgarelli, diretor-executivo do Instituto Matizes. Segundo ele, o Brasil avan\u00e7a com iniciativas como o Plano Nacional do Trabalho Digno LGBTQIA+, mas ainda precisa ampliar a produ\u00e7\u00e3o de dados oficiais, fortalecer pol\u00edticas p\u00fablicas e expandir a\u00e7\u00f5es de inclus\u00e3o profissional.<\/p>\n<p>\u201cO relat\u00f3rio apresenta um conjunto de recomenda\u00e7\u00f5es para os setores p\u00fablicos e privado, que incluem diferentes aspectos como o fortalecimento das pol\u00edticas em curso, expandir a produ\u00e7\u00e3o de dados sobre pessoas LGBTI+ nos registros administrativos e pesquisas oficiais\u201d, afirma Bulgarelli.<\/p>\n<!-- Begin Yuzo --><div class='yuzo_related_post style-1'  data-version='5.12.89'><!-- without result --><div class='yuzo_clearfixed yuzo__title yuzo__title'><h3>Related Post<\/h3><\/div>\n\t\t\t\t\t\t  <div class=\"relatedthumb \" style=\"width:125px;float:left;overflow:hidden;\">  \n\t\t\t\t\t\t\t  \n\t\t\t\t\t\t\t  <a  href=\"https:\/\/redept.com.br\/blogosfera\/videos-passaporte-carimbado-para-a-papuda-repercussao-brasil-afora\/\"  >\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t  <div class=\"yuzo-img-wrap \" style=\"width: 125px;height:90px;\">\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t\n\t\t\t\t\t\t\t\t\t\t<div class=\"yuzo-img\" style=\"background:url('https:\/\/redept.org\/blogosfera\/wp-content\/plugins\/yuzo-related-post\/assets\/images\/default.png') 50% 50% no-repeat;width: 125px;height:90px;margin-bottom: 5px;background-size: cover; 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